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segunda-feira, 12 de maio de 2014

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O INFINITO LEGADO DO EGITO SOBRE ATLÂNTIDA

O infinito legado do Egito sobre Atlântida
Era uma vez, a muitos anos atrás, um sacerdote egípcio, pertencente a Escola de Mistérios  da cidade de Sais, este sacerdote havia recebido de seu avó, informações sobre uma civilização extinta.
Sólon, era o nome deste sacerdote.
Um dia, Sólon encontrou-se com Platão e os dois tornaram-se amigos, esta amizade acarretou numa troca de informações. Assim Platão ficou conhecendo a fantástica história de uma ilha submersa com dimensões continentais, com o nome Atlântida..
Como quem conta um conto, aumenta um ponto, a história de Atlântida ficou rica em detalhes e hoje é mais ou menos assim.Uma ilha que se estendia desde a Groenlândia até o Norte do Brasil. Seu povo conheceu e conviveu com os  lemúrios, povo que vivia do outro lado do continente, no Oceano Pacifico.A ilha de Atlântida sofria com os terremotos e vulcões, o que acarretou duas das três destruições.
A primeira destruição, foi a +/- 50.000a.C., várias ilhotas que ficavam junto da ilha principal afundaram, juntamente com a parte norte do continente, justamente a parte que ficava próximo a Groenlândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.

A segunda destruição, acredita-se que tenha sido pela mudança do eixo da Terra, o que ocorreu +/- 28.000 a.C., grande parte do continente afundou, restando apenas algumas ilhas, das quais uma que conectava a ilha de Atlântida à  América do Norte.
A terceira destruição é exatamente a citada por Platão, que descreve a destruição e submersão da ilha, como tendo ocorrido em uma só noite, restando apenas pequenas partes mais elevadas, que hoje, provavelmente, seriam os Açores.
Nada se sabe da primeira destruição. Diz a lenda que a  ilha era colonizada pelos Atlantes e os Lemúrios, que haviam fugido de seu continente, pois sofriam com terremotos e inundações.
Estas duas raças, viviam em harmonia. Os  Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham, viviam em harmonia com a natureza. Parte da população era voltada ao espiritual, enquanto o restante era voltado para o lado prático, ou seja vida plenamente material. Nesta época a população possuía poderes mentais.
Nesta época, os Atlantes sofreram com ataques de animais ferozes, o que os levou ao manuseio de armas e um avanço tecnológico para defesa. O avanço tecnológico expandiu-se também para agricultura, educação e vida pessoal, acarretando um afastamento dos seus princípios básicos, que eram os valores psíquicos e espirituais, que acabaram  por decair.
Os Atlantes foram perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar de tais habilidades.
Surgem então dois grupos distintos:
"Os Filhos de Belial" e "As Crianças da Lei Um".
Os filhos de Belial trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Enquanto que as As Crianças da Lei Um  eram voltados ao amor puro e praticavam a reza com meditação, buscando o conhecimento divino.
Logo após essa divisão da civilização atlante, ocorreu a primeira destruição da ilha, ocorrendo erupção de vários vulcões. Essa destruição faz com que grande parte do povo de Atlântida fujam.
Uma parte foge em direção a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores.
Outra parte segue em direção a América do Sul, onde permaneceram algum tempo, este local seria na região onde hoje é a Bacia Amazônica.
O grupo que foi para a América do Sul, degenerou ao se alimentarem de carne crua,  pensando que com isso obteriam a força do animal, e na verdade o que aconteceu foi a perda das habilidades psíquicas. O tempo passou e os descendentes atlantes encontraram um povo chamado Ohlm, que eram originários da Lemúria, as duas raças se uniram e compartilharam novas técnicas de mineração e agricultura.
Há muito mais a ler sobre Atlântida, o continente perdido. Não percam esta oportunidade e se deleitem com a magia de um mundo perdido.
Elise Schiffer
Março/2010

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