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sábado, 29 de abril de 2017

Menu Mitologia RPG: Os Valar (Tolkien)

OS VALAR (J. R. R. Tolkien)



Os Valar e as Valier (singular, respectivamente Vala e Valië) são, na obra do escritor britânico J.R.R.Tolkien, deuses chamados Ainur que entraram em Eä, a Terra, no início dos Tempos para construí-la, guardá-la e governá-la. A palavra Valar significa, na língua élfica Quenya, Poderes do Mundo, ao passo que Valier, também em élfico significa Rainhas dos Valar. Outros nomes que são dados a eles são os Grandes, os Governantes de Arda, os Senhores do Oeste, os Senhores de Valinor e Poderosos de Arda.

Consta que o Ser Supremo, chamado Eru Ilúvatar, vivia só nas Mansões Eternas de Eä, até que, de seu pensamento, ele criou os Ainur, que são sua companhia. Os Ainur cantavam sozinhos ou em pequenos grupos, pois de início só compreendiam a parte da mente de Eru da qual tinham sido criados. Mas eles passaram a se tornar mais harmoniosos, passaram a compreender os outros Ainur, e então Eru Ilúvatar reuniu todos eles diante de si e propôs um tema. Os Ainur deveriam ornamentar este tema, fazendo uma Música, a chamada Ainulindalë, a Música dos Ainur. Eles assim fizeram mas então um dos Ainur, o mais poderoso deles, chamado Melkor, provocou uma dissonância, almejando fazer uma música própria, mas sua música era repetitiva e cansativa, e alguns dos Ainur próximos a ele começaram a desviar-se do propósito inicial de Eru, e assim a dissonância foi se espalhando, até que Eru se levantou do trono, sorrindo, e ergueu a mão esquerda, sugerindo um novo tema.

Menu Mitologia Grega: Caos, o deus da Desordem

CAOS o deus da Desordem



Caos era o deus grego primordial. Representava a desordem inicial do mundo. Segundo a cosmogênese narrada no mito, com o surgimento de Eros começou a haver alguma ordem. Caos representava, ao mesmo tempo, uma forma indefinida e desorganizada, onde todos os elementos encontravam-se dispersos, e uma divindade rudimentar capaz de gerar.

Tal como a Terra em seus tempos originais, nele estavam reunidos os elementos que compuseram todos os seres – mortais e imortais. De Caos nasceram Nix e Érubus e ambos uniram-se para a geração de novas deidades. No próprio Caos havia, entretanto, a força capaz de trazer-lhe ordem: Eros, tão antigo quanto os próprios elementos dispersos no Caos. Junto a ele, também Anteros. São forças de coesão e separação, espécie de yin e yang na visão grega dos primórdios. 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Menu Alquimia: Os Alquimistas Modernos

OS ALQUIMISTAS MODERNOS



Por Yoskhaz

Um dos grandes sonhos da humanidade através dos tempos é transformar ferro em ouro. O outro é a imortalidade. Assim, a humanidade atravessou os séculos a alimentar a ambição de viver para sempre, de maneira nababesca e sem o esforço do trabalho cotidiano. Bastaria um pedaço de metal barato no caldeirão em ebulição para que transformasse a mais antiga e preciosa mercadoria que o mercado tem notícia. Castelos luxuosos, mesa farta, prazeres todos para todo o sempre.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Menu Mitos e Lendas: D'Artagnan

D'ARTAGNHAN - (O 4º Mosqueteiro)


Estátua de d’Artagnan, Maastricht
Charles de Batz-Castelmore, conde de Artagnan, (c. 1611, castelo de Castelmore, Tarbes — 25 de junho de 1673) foi um militar francês, tendo servido ao rei Luís XIV como capitão dos Mosqueteiros da Guarda, morto durante o Cerco a Maastricht na guerra Franco-Holandesa.
Na literatura, tornou-se célebre como uma personagem de ficção criado por Gatien de Courtilz de Sandras e, posteriormente, foi uma das personagens mais importantes do escritor Alexandre Dumas. D'Artagnan é considerado o quarto mosqueteiro, já que os três seriam Athos, Aramis e Porthos. Proveniente da Gasconha, chega a Paris com o ideal de uma nova vida e acaba se envolvendo em uma série de aventuras.

Seus protetores:

Quando o jovem Charles de Batz deixa Castelmore e vai para Paris, por volta de 1630, decide tomar o nome da mãe, Françoise de Montesquiou d'Artagnan, por empréstimo. Com efeito, a Família Montesquiou era mais prestigiada na Corte francesa que a de seu pai.
Alista-se nos Cadetes da Guarda Francesa. M. de Tréville, capitão da Companhia dos Mosqueteiros do Rei, coloca-o na "Companhia des Essarts" da Guarda Francesa, locada em Fontainebleau. Sua entrada nos Mosqueteiros, com a proteção do ministro Mazarino, data de 1644, junto com a de seu amigo François de Montlezun, Senhor de Besmaux, futuro governador da Bastilha.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Menu Mitologia: Os Três Mosqueteiros

OS TRÊS MOSQUETEIROS



Os Três Mosqueteiros é um romance histórico escrito pelo francês Alexandre Dumas. Inicialmente publicado como folhetim no jornal Le Siècle de março a julho de 1844, foi posteriormente lançado como livro, ainda em 1844, pelas Edições Baudry, e reeditado em 1846 por J. B. Fellens e L. P. Dufour com ilustrações de Vivant Beaucé.

É o volume inicial de uma trilogia, com base nos importantes factos do século XVII francês: dos reinados dos reis Luís XIII e Luís XIV e da Regência que se instaurou entre os dois governos.

O título previsto inicialmente seria "Athos, Porthos e Aramis", mas foi alterado para "Os Três Mosqueteiros" por sugestão de Desnoyers, encarregado da secção de folhetins do "Siècle" (para quem o título evocava aos leitores as três Parcas da mitologia grega). Dumas aceitou este último título notando que seu absurdo (já que seus heróis são ao todo quatro) contribuiria para o sucesso da obra.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Menu Mitologia Nórdica: Lagertha

LAGERTHA



Lagertha foi, segundo a lenda, uma guerreira Viking dinamarquesa  e a esposa  do famoso Viking Ragnar Lodbrok (D. 840 ou 865), Seu conto, como registrado pelo cronista Saxo no século 12, pode ser um reflexo de contos sobre Þorgerðr Hölgabrúðr, uma divindade nórdica.

Seu nome, latinizado para Lathgertha por Saxo, provavelmente deriva do norueguês antigo Hlaðgerðr (Hladgerd). Sua freqüência prestados em
Fontes de Inglês de língua como “Lagertha”, e também tem sido registrado como Ladgertha, Ladgerda ou similar.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Menu Mitos e Lendas: Ambrósio Aureliano

AMBROSIOS AURELIANO 



Ambrósio Aureliano (em latim: Ambrosius Aurelianus; em galês: Emrys Wledig; chamado de Aurélio Ambrósio na Historia Regum Britanniae e em outras fontes) foi um líder guerreiro dos romano-britânicos que venceu uma importante batalha contra os anglo-saxões no século V, de acordo com Gildas. Apareceu também de forma independente nas lendas dos bretões, iniciando com a Historia Brittonum do século IX.

Ambrósio Aureliano é uma das poucas pessoas que Gildas identifica pelo nome em seu sermão De Excidio et Conquestu Britanniae, e a única mencionada pertencente do século V. Após o ataque destrutivo dos saxões, os sobreviventes se reuniram sob a liderança de Ambrósio, que é descrito como "um cavalheiro que, talvez fosse o único dos romanos, que tinha sobrevivido ao choque desta tempestade notável. Certamente seus pais, que vestiam a cor roxa, foram mortos no ataque. Seus descendentes em nossos dias tornaram-se em número muito inferior ao tempo da excelência [avita] de seu avô". Sabe-se através de Gildas, que ele nasceu em uma família de nobres, e tinha ascendência romana; era presumivelmente um romano-britânico, em vez de um romano de outras partes do império, embora seja impossível ter-se a certeza.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Menu Mitologia Oriental: Nopperabõ

NOPPERABÕ (monge sem rosto)

Nopperabō se assemelha a um ser humano comum em quase todos os sentidos, e combina perfeitamente com a sociedade humana. No entanto, a ilusão é rapidamente quebrado quando se encontra face a face, como um nopperabō realmente não tem rosto em tudo. Sua cabeça é um orbe em branco sem olhos, nariz, boca, ou características de qualquer tipo.

Este yokai misterioso é encontrado em estradas calmas e vazias, tarde da noite, quando ninguém está por perto. Sua atividade principal parece assustar os seres humanos, o que faz muito bem. Eles geralmente aparecem sob a aparência de um homem ou uma mulher com as costas voltadas para o observador. 

Quando se aproxima, o yokai se vira e revela sua verdadeira forma aterrorizante, revelando o terror que inflige a sua vítima inocente. Para maximizar o efeito, que muitas vezes aparecem com um rosto em primeiro lugar, e, em seguida, limpe seu rosto de forma dramática com a mão no momento mais oportuno.

Nopperabō muitas vezes trabalham juntos em grupos para assustar um indivíduo. Como sua vítima foge em pânico do primeiro nopperabō, ele corre para outra pessoa que lhe pergunta o que está errado. 

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Menu Mitologia Nórdica: Björn Ironside

BJÖRN IRONSIDE



A História de Björn Ironside, filho de Ragnar Lodbrok
Bjorn Ironside foi um dos reis da Suécia, que viveu no século IX e foi um dos fundadores e o primeiro governante da dinastia sueca chamada dinastia Munsó.

Ao contrário de como ele foi retratado no programa de TV do History Channel, Vikings, Lagertha Shieldmaiden não era a mãe de Bjorn. Lagertha e Ragnar teiveram um filho, mas ele foi nomeado Fridleif. Bjorn foi um dos filhos de Ragnar Lothbrok com a princesa Aslaug. Além disso,há outro conflito com a série de TV, Bjorn não era o seu filho mais velho. Ivar the Boneless seria o primogênito e Bjorn era o segundo filho mais velho.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Menu Mitologia: Ananse

ANANSE



Ananse, ou Anansi, é uma lenda africana. Conta um caso interessante, no qual no mundo antigo não havia histórias e por isso viver aqui era muito triste.

Houve um tempo em que na Terra não havia histórias para se contar, pois todas pertenciam a Nyame, o Deus do Céu. Kwaku Ananse, o Homem Aranha, queria comprar as histórias de Nyame, o Deus do Céu, para contar ao povo de sua aldeia, então por isso um dia, ele teceu uma imensa teia de prata que ia do céu até o chão e por ela subiu.

Quando Nyame ouviu Ananse dizer que queria comprar as suas histórias, ele riu muito e falou: - O preço de minhas histórias, Ananse, é que você me traga Osebo, o leopardo de dentes terríveis; Mmboro os marimbondos que picam como fogo e Moatia a fada que nenhum homem viu.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Menu Mitologia Oriental: Bakeneco

BAKENECO

Gatos, domésticos e domésticos, são encontrados em todo o Japão: em casas como animais de estimação, em fazendas como exterminadores, e em cidades e vilas como vagabundos. Quando os gatos vivem até uma idade avançada, eles começam a desenvolver poderes sobrenaturais e se transformam em yokai. Bakeneko começa sua vida sobrenatural olhando quase idêntico a um ordinário housecat. Logo começam a andar em suas pernas traseiras. À medida que envelhecem e seus poderes aumentam, eles podem crescer para ser muito grande, às vezes tão grande quanto um humano adulto. Eles são carnívoro; Peixes, pássaros, pequenos animais e ocasionalmente seres humanos

Bakeneko possui grandes habilidades de mudança de forma e muitas vezes se disfarçam como gatos menores ou humanos - às vezes até seus próprios mestres. Enquanto em disfarce, eles gostam de se vestir como seres humanos com uma toalha enrolada em torno de sua cabeça e dançar em torno alegremente. Muitos aprendem a falar línguas humanas. Eles podem comer coisas que são muito maiores do que são, e até mesmo coisas venenosas, sem qualquer dificuldade em tudo. É até possível para um bakeneko comer seu próprio mestre e então tomar sua forma, vivendo em seu lugar. Se eles não matam seus donos, eles muitas vezes derrubam grandes maldições e desgraças sobre eles. Eles podem invocar bolas de fogo fantasmagóricas e são conhecidos por acidentalmente iniciar incêndios domésticos, suas caudas agindo como tochas em quaisquer materiais inflamáveis ​​na casa. 

domingo, 16 de abril de 2017

Menu Artigos: O significado do Ankh

O SIGNIFICADO DO ANKH

Ankh, (pronuncia-se "anrr" nas línguas semitas como hebraico e árabe a junção das consoantes k e h cria o som de dois r em um fonema a partir da garganta como uma expiração) conhecida também como cruz ansada, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios usavam-na para indicar a vida após a morte.

A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

Há muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da ressureição.

Muitos, sem ter qualquer conhecimento sobre a história de Ankh, acabam afirmando que este é um símbolo originalmente satânico ou um símbolo criado por algum culto de magia negra, porém, acredita-se que o seu real significado (que originalmente era egípcio) aponta para uma direção oposta a da cultura popular, pois a ideia mais aceita é de que o ankh na verdade seja um símbolo relacionado a vida.

A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia[carece de fontes]. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Menu Mitologia: O Santo Graal

O SANTO GRAAL  


The Damsel of the Sanct Grael
por Dante Gabriel Rossetti
Santo Graal ou Santo Gral é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia, e onde, na literatura, José de Arimateia colheu o sangue de Jesus durante a crucificação, entretanto a origem do Santo Graal é muito anterior ao cristianismo, o Graal já existe entre os Celtas (BEHREND 2007). 

A primeira referência a ele aparece num poema onde conta a busca do rei Artur e seus cavaleiros por um recipiente mágico, um caldeirão. Este caldeirão poderia dar novo sabor a alimentos, vida e vigor as pessoas. A questão é que quando esta lenda aparece durante a Idade Média, ela passa por um processo de cristianização. E neste contexto o Caldeirão mágico que traria novamente vida e prosperidade num período de miséria, novamente Camelot se torna o Santo Graal.

Ele está presente nas Lendas Arturianas, sendo o objetivo da busca dos Cavaleiros da Távola Redonda, único objeto com capacidade para devolver a paz ao reino de Arthur. No entanto, outra interpretação (embora sem nenhum fundamento histórico), di ele designa a descendência de Jesus segundo a lenda, ligada à Dinastia Merovíngia. Nesta versão, o Santo Graal significaria Sangreal ou seja Sangue Real. Finalmente, também há uma interpretação em que ele é a representação do corpo de Maria Madalena, uma seguidora de Jesus. Estes dois últimos pontos de vista se popularizaram com o romancista e escritor de "O Código da Vinci" Dan Brown.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Menu Mitologia Nórdica Aslaug

ASLAUG



De acordo com a Ragnars saga loðbrókar, Aslaug era filha de Sigurd e da dama do escudo Brunilda, mas foi criada pelo pai adotivo de sua mãe, Heimer. Após a morte de Sirgurd e Brunilda, Heimer focou na segurança de Aslaug, então ele construiu uma harpa enorme, suficiente para esconder a menina. Ele viajava como um pobre harpista carregando a harpa contendo a menina.

Áke e Grima descobrem Aslaug. Pintado por Mårten Eskil Winge, 1862
Eles chegaram á Spangereid em Lindesnes na Noruega, onde eles ficaram por uma noite na casa dos camponeses Áke e Grima. Áke pensou que a harpa guardava valiosos itens e contou á sua esposa Grima. Grima então o convenceu para matar Heimer enquanto ele dormia. Entretanto, quando quebraram a harpa, eles descobriram uma garotinha, que eles criaram como se fossem deles, chamando-a Kráka ("Corvo"). Com o intuito de esconder sua beleza - o sinal de suas origens nobres - eles esfregaram alcatrão em seu corpo e cobriram com um longo capuz.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

ESTAMOS COM PROBLEMAS

ESTAMOS COM PROBLEMAS TÉCNICOS

Ola amigos da Arcanoteca recentemente estamos com problemas de internet e de pc o que impossibilitou que as postagem sejam diárias como o de costume, mas estamos trabalhando para resolver o problema até lá o blog será atualizado sempre que possível o mais rápido que conseguirmos.


Contamos com sua compreensão. 

Att. Staff da Arcanoteca. 

Menu Mitologia Egípcia: Meretites e Kahai

MERETITES E KAHAI



Em 1966, arqueólogos que escavava a necrópole de Saqqara,  descobriu uma  tumba, pertencente ao casal   Meretites e Kahai – sacerdotisa e cantor respectivamente – um casal que viveu  nos longínquos tempos do Antigo Egito. 

Entre as obras de arte e artefatos estava um interessante relevo policromado que representava um casal apaixonado. Nele Meretites aparece descansando a mão sobre o ombro de Kahai e ambos se olham fixamente nos olhos.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Menu Mitologia Oriental: Abura Sumashi

ABURA SUMASHI


O abura sumashi é um yokai raro nativo de Kumamoto. Parece um humanoide agachado com uma cabeça grande e feia como uma batata ou uma pedra, usando um casaco de palha. É extremamente raro, encontrada somente profundamente nas montanhas ou ao longo das passagens de montanha nas peças do sul de Japão - ao longo da escala onde as plantas selvagens do chá crescem.


Muito pouco se sabe sobre o estilo de vida e os hábitos deste yokai recluso. O mais conhecido abura sumashi vive no Kusazumigoe Pass em Kumamoto, mas só aparece brevemente para os viajantes. Ocasionalmente, uma avó que passeia a passagem com seus netos vai dizer: "Você sabe, há muito tempo, um abura sumashi costumava viver nessas partes". E, ocasionalmente, uma voz misteriosa grita em resposta: "Eu ainda faço! "Às vezes o abura sumashi aparece mesmo aos viajantes, materialising fora do ar fino.

O nome abura sumashi significa "presser de óleo", e vem do ato de pressionar óleo das sementes de plantas de chá que crescem em Kumamoto. Embora suas origens sejam um mistério, acredita-se geralmente que o abura sumashi é os fantasmas dos ladrões do óleo que escaparam na floresta. O petróleo era uma mercadoria muito difícil e cara para fazer, exigindo muito tempo e trabalho duro para extraí-lo de sementes de chá, e assim o seu roubo era um crime muito sério. Aqueles ladrões que ficaram impunes na vida foram reencarnados como yokai - uma espécie de castigo divino pelos seus pecados.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Menu Vídeos: Por que temos medo de palhaços?

POR QUE TEMOS MEDO DE PALHAÇOS?

Hoja para vocês mais um vídeo do canal Acredit ou Não
Caso você saísse a noite de casa e encontrasse um desses palhaços na rua, qual seria a sua reação? 
Provavelmente você ficaria com muito medo, entenda o porque. 

sábado, 1 de abril de 2017

Menu Artigos: O dia da Mentira

O DIA DA MENTIRA



Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia da mentira, também conhecido como dia das mentiras, dia das petas, dia dos tolos ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano se iniciaria a 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Menu Mitologia Grega: Leda e o Cisne

LEDA e o CISNE 




Leda (em grego: Λήδα), na mitologia grega, era rainha de Esparta, esposa de Tíndaro. Certa vez, Zeus transformou-se em um cisne e seduziu-a. Dessa união, Leda chocou dois ovos, e deles nasceram Clitemnestra, Helena, Castor e Pólux. Helena e Pólux eram filhos de Zeus, mas Tíndaro os adotou, tratando-os como filhos de sangue.

Seu pai era Téstio, filho de Ares e Demonice, filha de Agenor, filho de Pleuron; sua mãe era Eurythemis, filha de Cleoboea. Seus pais tiveram vários filhos, dentre os quais destaca-se Althaea, casada com Eneu, rei de Calidão, que foram os pais de Dejanira, esposa de Héracles.