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sábado, 23 de setembro de 2017

Menu Vídeos: Como Odin perde seu Olho.

COMO ODIN PERDE SEU OLHO

Mais um vídeo do excelente canal Foca na História conheça a história de como o Deus Odin perdeu seu olho. (O poço de Mimir) 

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Mãozinha Preta

MÃOZINHA PRETA



A Mãozinha Preta, também conhecida como "Mãozinha-de-Justiça". é uma estranha criatura presente no folclore da região Sudeste do Brasil . Trata-se de uma mão peluda e preta que assombra as pessoas. 

De acordo com os relatos, ela não possui personalidade definida, pois em alguns casos suas aparições foram úteis. Em outros casos, a mãozinha preta causou transtornos. Não há motivos evidentes para que essa criatura apareça para determinada pessoa ou em determinado lugar. 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Menu Artigos: O 20 de Setembro

O 20 de SETEMBRO



Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi como ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.

A revolução, que com o passar do tempo adquiriu um caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Menu Curiosidades: Bozo

BOZO




Bozo é uma personagem criada nos Estados Unidos em 1946 por Alan Livingston, originalmente para a série de coletânea de discos com histórias infantis Bozo at the Circus. Fez sua primeira aparição na televisão americana em 1949, sendo interpretado pelo ator e dublador Pinto Colvig.

O programa do Bozo também foi produzido em outros países, incluindo México, Tailândia, Austrália, Grécia e Brasil, sendo o último exibido pelo SBT entre 1980 e 1991.

Menu Contos: Ipês

IPÊS




Como estamos contemplando a beleza dos Ipês lembrei das histórias contadas pelo pai de uma grande amiga, Certa vez contou uma linda história sobre o ipê:

- Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florescer e embelezar a terra. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Menu Mitologia Oriental: Os Heibai Wuchang

OS HEIBAI WUCHANG




Os Heibai Wuchang (chinês: 黑 无常 白 无常, literalmente "Impermanência Preta e Branca"), são duas divindades da mitologia chinesa encarregadas de escoltar os espíritos dos mortos para o submundo. Como seus nomes sugerem, eles estão vestidos em preto e branco, respectivamente. 

Eles são os subordinados de Yama, o governante do submundo na mitologia chinesa, ao lado dos guardas infernais Niu-Tou e Ma-Mian. Eles são adorados como deuses da fortuna em templos chineses em alguns países.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Exus o Povo de Rua

OS EXUS o Povo de Rua



Os Exus ou povo da rua são concebidos nas correntes predominantes na Umbanda como guardiões, encaminhadores e combatentes das forças das trevas. Cabe a eles o combate direto contra as energias que circulam no Astral Inferior, pois conhecem profundamente os caminhos e trilhas desse ambiente energético. É a sua função primeira, assim como a dos caboclos e pretos-velhos é a de orientar e aconselhar. Seriam os "policiais" do além, agentes e mensageiros dos orixás a cujas linhas pertencem e com os quais estão comprometidos, encarregados de reprimir os quiumbas, espíritos obsessores e moralmente atrasados. Nessa concepção, os exus não fazem o mal, mas devolvem o mal feito a outros, às vezes até com mais força.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Azeban

AZEBAN




Azeban (Azban, Asban, Azaban, Espun, Hespuns, Hespens) é um espírito trapaceiro de um guaxinim, pertencente ao folclore das tribos nativo-americanas Abenaki e Penobscot. Ele costuma enganar animais e outros seres afim de obter alimento ou outros favores. Suas travessuras são geralmente engraçadas e bastante triviais. 

Personagem principal de muitas histórias destinadas às crianças, o Azeban muitas vezes se comporta de forma tola ou causa problemas para os outros, mas ao contrário de espíritos e divindades trapaceiras presentes em outras culturas, o Azeban não é perigoso ou malévolo é apenas brincalhão e zombeteiro. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Muiraquitã

MUIRAQUITÃ



O Muiraquitã é considerada um verdadeiro amuleto da sorte, que consiste num sapinho feito de pedra ou argila, é geralmente de cor verde, que era confeccionado em jade.

Os indígenas da contam a lenda, destes batráquios, que eram confeccionados pelas índias que habitavam às margens do rio Amazonas. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Menu Mitologia: A Cruz de Malta

A CRUZ DE MALTA



A Cruz de Malta , também conhecida como Cruz de Amalfi ou Cruz de São João, é o símbolo da Ordem dos Cavaleiros Hospitalários ou Ordem de Malta (daí o nome), uma ordem militar cristã.

Baseada no símbolo das Cruzadas, a Cruz de Malta é representada por uma cruz de oito pontas. Suas pontas formam quatro braços simétricos que partem do centro e se juntam em suas bases.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Menu Artigos: A Roda do ano e os festivais Celtas

A RODA DO ANO E OS FESTIVAIS CELTAS



Os Sabás são reuniões geralmente conhecidas como Roda do Ano, que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas, eles não viam o tempo de forma linear, mas circular.

Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar, e festejam as estações anuais e suas colheitas. Sua origem provém dos antigos celtas irlandeses, A Roda do Ano, representada pelos Oito Sabás, tem por objetivo, sincronizar a nossa energia com as Estações do Ano, ou seja, com os ciclos do Universo. 

sábado, 9 de setembro de 2017

Menu Vídeos: Adônis o Mais Belo dos Mortais

ADÔNIS O MAIS BELO DOS MORTAIS

Mais um vídeo muito bom do canal Foca na História.

"Adônis era o mais belo mortal que já existiu, sua beleza era tanta que fez até Afrodite, a Deusa do Amor, se apaixonar pelo jovem"  


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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Menu Alquimia: Sobre o Rosacrucianismo em sua Essência

SOBRE O ROSACRUCIANISMO EM SUA ESSÊNCIA
Por Jeff Alves, via “Tradição Rosacruz”




Sobre o Rosacrucianismo em sua essência, independentemente das Ordens que se baseiam nele.

1. É pautado na CRISTOSOFIA, ou seja, na busca da Sabedoria através do Cristo (não confundir com o “jesus Cristo” católico/evangélico). Ele é Cristão de um modo não-religioso. É Cristão de um modo Hermético. E aí encontramos algo bem interessante chamado HERMETISMO CRISTÃO ou a QABBALAH CRISTÃ. Pode-se usar símbolos pagãos para falar de Cristianismo. Seja Apolo, Buda, Cristo e etc., o que importa é que a mensagem central, que é TIFERET.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Maat

MAAT


Na mitologia egípcia, Maat (ou Mayet) era a deusa da lei física e moral do Egito, da ordem, do equilíbrio, retidão e da verdade. Ela era filha (ou mãe) de Ra e esposa de Thoth (segundo alguns autores eles eram irmãos) e com ele teve oito filhos. O mais importante de seus filhos era o deus Amon. Estes oito filhos eram os principais deuses de Hermópolis e de acordo com os sacerdotes da cidade, eles criaram a terra e tudo que nela há .

Maat é representada na forma de uma jovem mulher com a pele cor de ocre, sentada ou em pé. Ela usa vestes longas e segura um cetro em uma mão e um ankh na outra. O símbolo de Maat era a pena de avestruz e ela é sempre mostrada usando-a em seu cabelo ou apenas portando-a. Em algumas ilustrações ela tem um par de asas ligadas a seus braços. A sua imagem é geralmente encontrada em sarcófagos, onde era utilizada afim de proteger a alma do morto. Outro símbolo de Maat é o monte primevo (ma’at), sobre o qual o deus criador estava no início dos tempos. Foi quando o mundo foi criado e caos eliminado que os princípios de Maat foram firmados no local.

Os egípcios acreditavam que sem a ordem de Maat só haveria o caos primordial e então o mundo não seria o mesmo. Era, portanto, necessário que o Faraó aplicasse e fizesse cumprir a lei, para permitir a manutenção do equilíbrio cósmico. A manutenção de Maat é tida como responsabilidade direta do faraó, no antigo Egito. O primeiro dever do faraó era defender a lei de Maat em todo o antigo Egito. É por isso que, nas paredes dos templos, o faraó é representado pela oferta de Maat a uma divindade, dizendo, em suas ações, que ele está em conformidade com os requisitos da deusa e em troca recebe dos deuses a vida e dominação (Osíris) e poder vitorioso (Hórus). Alguns faraós carregavam o título de Maat-Meri, que literalmente significa “amado de Maat”. Eles são descritos frequentemente com os valores de Maat para enfatizar o seu papel na defesa das leis do Criador. Qualquer perturbação na harmonia cósmica poderia ter consequências para o indivíduo, bem como para o Estado.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Menu Artigos: Homogiganticus. o incrível Gigante de duas Cabeças da Patagônia

HOMOGIGANTICUS - O incrível Gigante de Duas Cabeças da Patagônia




Não é de hoje que repetimos sem parar aqui no Mundo Tentacular: "Esse mundo é um lugar muito esquisito". Ele esconde muitas coisas estranhas. Olhando ao redor, a gente percebe muitas coisas incomuns e quando nos concentramos olhando com mais cuidado, percebemos que a história está coalhada de fatos e acontecimentos misteriosos. Percebemos que estamos cercados por um mar de esquisitices, sem nenhuma jangada para nos levar até um lugar mais... normal.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Apep

APEP

Na mitologia egípcia, Apep (ou Apophis, em grego. Também conhecida como Apófis), é uma criatura em forma de serpente que combatia o deus Rá ao cair de cada noite, sendo sempre morta temporariamente e sempre ressuscitando no dia seguinte devido a sua natureza imortal. Também chamada de Apepi ou Aapep.

Apep é a personificação do caos no submundo e um inimigo jurado dos deuses (principalmente Rá). Ele é a personificação do próprio caos, destruição e do mal na mitologia Faraônica (Egípcia). Já deu de ver não é amigo, “personificação da destruição, do caos e da maldade”, com certeza, o ser mais gente boa que você poderia querer encontrar por aí!

 Apep surge como uma serpente gigantesca, com 30m de comprimento. É servido por hordas de demônios, a maioria possuindo qualidades de serpente do fogo. Para os egípcios, quando havia um Eclipse, era o corpo gigantesco de Apep, cobrindo a luz do Sol, enquanto tentava destruir a barca de Rá e devorá-lo (motivo pelo qual o Eclipse trazia pânico as massas). Apep se encontrava no ultimo dos 12 portões do Submundo, onde era o maior desafio de Rá.

Um dos últimos grandes feitos de Rá foi prender Apep nas profundezas do Duat, junto com Bastet. Conta a Lenda que as duas entidades batalham pela eternidade, num ciclo de morte e renascimento sem fim nas profundezas do Duat.

sábado, 2 de setembro de 2017

Menu Alquimia: O Caos é do Bem !

O CAOS É DO BEM!
Por Yoskhaz



Usualmente usamos a palavra caos para nos referir a uma situação de desordem e confusão no mundo ou em nossas vidas. Em diversas tradições mitológicas o caos significa um vazio sem forma e ilimitado que propiciou o surgimento do universo. Na tradição platônica é um estado de desarmonia que precede uma nova ordem. O I Ching ensina que o caos traz a tempestade que permite a vida de novo florir. Na Física o termo é utilizado para explicar um sistema dinâmico que evolui de acordo com lei determinista, sensível a pequenas alterações iniciais. De certa maneira todas as definições se encaixam.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Khnum

KHNUM




Khnum ( Khnemu , Khenmu , Khenmew , Chnum ) foi um dos mais antigos deuses do Egito, sendo originalmente um deus da água, que se acreditava governar sobre toda a água, incluindo os rios e lagos do submundo. Ele foi descrito como um carneiro, um homem com a cabeça de um carneiro ou um homem com os chifres de um carneiro. Ele era (muito raramente) representado com a cabeça de um falcão, indicando sua conexão com o deus Rá. Ele muitas vezes usa a coroa de plumas brancas do Alto Egito e era por vezes, representado segurando um jarro com água fluindo para fora. Ocasionalmente, Khnum é representado com quatro cabeças de carneiro (representando o deus sol Ra, o deus do ar Shu, o deus da terra Geb e Osíris, o deus do submundo). Nesta forma, ele era conhecido como Sheft -hat.