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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Menu Alquimia: Para que servem os Exercícios Básicos do Hermetismo?

PARA QUE SERVEM OS EXERCÍCIOS BÁSICOS DO HERMETISMO?



Original do ótimo blog: Teoria da Conspiração 

"MDD, me explica algo:
Me impressiona muito todos esses exercícios colocados no site, e os colocados no Arcanum Arcanorum. Parece algo impressionante que nos motiva a explorar o invisível.
Mas, falta algo fundamental: PRA QUE SERVE TUDO ISTO? VOCÊ DÁ O EXERCÍCIO MAS NÃO DIZ PARA QUE SERVE!
Praticar os exercícios de visualização, da vela, diário do sonho, projeção astral, tudo isto: Vai nos fazer Feliz? Nos fará nos conhecermos melhor? Fará nos sentirmos mais vivos? Encontraremos nosso “Anjo Guardião”? E que diabos é isso afinal? Como uma pessoa pode se motivar a atingir um objetivo se ele não foi descrito com precisão?
Enfim…se puder responder….

Salve, pequeno gafanhoto!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

O nascimento de Hércules, Os Caminhos de Hércules.

Hoje trago a nosso amigos da Arcanoteca dois excelentes vídeos do canal:  Foca na História 

O NASCIMENTO DE HÉRCULES


Conheça a história do nascimento de Hércules, o maior de todos os heróis de Mitologia Grega. 



OS CAMINHOS DE HÉRCULES 


O jovem Hércules está crescendo e ficando cada vez mais forte O Rei Anfitrião o educa e prepara para cumprir os planos de Zeus. Mas caberá a Hércules escolher o caminho que deseja traçar.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Menu Mitologia Grega: Apolo e a Morte de Asclépio

APOLO E A MORTE DE ASCLÉPIO




Somente uma vez Apolo causará desgosto a seu pai, Zeus. Mas esse desgosto será o maior que o rei dos deuses jamais poderá sofrer. 

Tudo começa depois de Apolo se deitar com a mortal Corônis. Embora ela carregue um filho seu, apaixona-se por um príncipe. Ao saber da traição, Apolo mata a mulher e o amante, mas consegue salvar, ainda na barriga da mãe, seu filho Asclépio. 

Conforme Asclépio se torna adulto, começam a surgir por todos os cantos do mundo histórias de que ele não só cura os doentes como consegue trazer os mortos de volta à vida. Hades, rei do Tártaro, se irrita com a audácia daquele que rouba almas de seu reino sombrio e envia ao Olimpo uma queixa formal contra o filho de Apolo. Zeus julga correta a indignação de seu irmão e, com o seu raio, sentencia e executa a pena de morte de Asclépio. 

sábado, 10 de dezembro de 2016

Mitologia Egípcia: O Livro dos Mortos

O LIVRO DOS MORTOS



Livro dos Mortos (cujo nome original, em egípcio antigo, era Livro de Sair Para a Luz) é a designação dada a uma coletânea de feitiços, fórmulas mágicas, orações, hinos e litanias do Antigo Egito, escritos em rolos de papiro e colocados nos túmulos junto das múmias. O objetivo destes textos era ajudar o morto em sua viagem para o outro mundo, afastando eventuais perigos que este poderia encontrar na viagem para o Além.

Menu Artigos: O Natal

O NATAL

Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão comemorado anualmente em 25 de Dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro), originalmente destinado a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), e adaptado pela Igreja Católica no terceiro século d.C., para permitir a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano, passando a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré. O Natal é o centro dos feriados de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal que dura doze dias.

Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex. Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Menu Mitologia: Papai Noel

PAPAI NOEL

Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) ("Noël" é natal em francês) é uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro, ou no Dia de São Nicolau (6 de dezembro). A lenda pode ter se baseado em parte em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau. Uma história quase idêntica é atribuída no folclore grego e bizantino a Basílio de Cesareia. O Dia de São Basílio, ou 1.º de janeiro, é considerado a época de troca de presentes na Grécia.
O personagem foi inspirado em São Nicolau, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro.

Enquanto São Nicolau era originalmente retratado com trajes de bispo, atualmente Papai Noel é geralmente retratado como um homem rechonchudo, alegre e de barba branca trajando um casaco vermelho com gola e punho de manga brancos, calças vermelhas de bainha branca, e cinto e botas de couro preto. Essa imagem se tornou popular nos EUA e Canadá no século XIX devido à influência da Coca-Cola, que na época lançou um comercial do bom velhinho com as vestes vermelhas. Essa imagem tem se mantido e reforçado por meio da/dos mídia (português brasileiro) ou meios (português europeu) publicitária(os), como músicas, filmes e propagandas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Menu Mitologia: Rudolph

RUDOLPH - A Rena do Nariz Vermelho

Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho é uma rena fictícia que possui um nariz vermelho incandescente, popularmente conhecida como a "Nona Rena do Papai Noel". Quando retratado, é o líder das renas que puxam o trenó do Papai Noel na véspera de Natal. A luminosidade de seu nariz é tão grande que ilumina o caminho da equipe através das tempestades do inverno.
Rudolph surgiu pela primeira vez em 1939 num dos livretos escritos por Robert L. May e publicado pela Montgomery Ward. 
A história é de propriedade da The Rudolph Company, L.P. e foi adaptada em diversas formas, incluindo uma canção popular, um especial de televisão e sequências, e um longa-metragem e sequências. Em muitos países, Rudolph tornou-se uma figura do folclore natalino. Bem como outros seres imaginários que surgiram depois como o Grinch. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Menu Mitologia: Chyskhaan

CHYSKHAAN 

Na cultura eslava, o tradicional Ded Moroz ("Avô Gelo") equivale ao Pai Natal , mas com diferenças: não anda nem voa de trenó, antes caminha com uma longa vara mágica, e não diz "Ho, ho, ho". Tem raízes em crenças pagãs, mas desde o séc XIX a lenda e os atributos foram "actualizados" para gostos mais modernos.

Chyskhaan ("touro de gelo"), conhecido pela alcunha de Senhor Do Frio, é um personagem pertencente ao folclore de Yakutia, uma república federal da Rússia também conhecida como República de Sakha. 

É muito difícil encontrar informações na web sobre esse personagem por causa das muitas maneiras diferentes em que o seu nome é traduzido e transliterado da língua Sakha, mas também porque Yakutia é uma região muito remota, onde, como você pode imaginar, uma conexão com a internet não é exatamente uma coisa comum.  

Chyskhaan e Ded Moroz encontram-se no Pólo do Frio, a aldeia de Oymyakon, para distribuir o Inverno pelo mundo. 

O fragmento abaixo descreve uma parte da lenda de Chyskhaan:

Menu Mitos e Lendas: São Nicolau de Mira

SÃO NICOLAU DE MIRA

São Nicolau de Mira, dito Taumaturgo, também conhecido como São Nicolau de Bari, é o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. É o patrono dos guardas noturnos na Armênia e dos coroinhas na cidade de Bari, na Itália, onde estariam sepultados seus restos.
É aceite que São Nicolau, bispo de Mira, seja proveniente de Patara, na Ásia Menor (Turquia), onde teria nascido na segunda metade do século III, e falecido no dia 6 de dezembro de 342.
Sob o império de Diocleciano, Nicolau foi encarcerado por recusar-se a negar sua fé em Jesus Cristo. Após a subida ao poder de Constantino, Nicolau volta a enfrentar oposição, desta vez da própria Igreja. Diante de um debate com outros líderes eclesiásticos, Nicolau levanta-se e esbofeteia um de seus antagonistas. Isso o impede de permanecer como um líder da Igreja.
Nicolau, porém, não se dá por vencido e permanece atuante, prestando auxílio a crianças e outros necessitados.
A ele foram atribuídos vários milagres, sendo daí proveniente sua popularidade em toda a Europa e sua designação como protetor dos marinheiros e comerciantes, santo casamenteiro e, principalmente, amigo das crianças.

De São Nicolau, bispo de Mira (Lícia) no século IV, temos um grande número de relatos e histórias, mas é difícil distinguir as autênticas das abundantes lendas que germinaram sobre este santo muito popular, cuja imagem foi tardiamente relacionada e transformada no ícone do Natal chamado de Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) um velhinho corado de barba branca, trazendo nas costas um saco cheio de presentes. Inclusivamente que ainda é referido como Santa Claus ou St. Nicholas na maior parte dos países da língua anglófona.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Menu Mitologia: Jack Frost

JACK FROST

Jack Frost é a personificação da geada e do frio, sendo uma figura lendária élfica pertencente ao folclore do norte da Europa, acredita-se que esse mito seja proveniente dos anglo-saxões e nórdicos. Sua missão é fazer a neve ou criar as condições típicas de inverno, colorir a folhagem no outono e deixar a geada branca nas janelas no inverno. Às vezes aparece em obras de ficção natalinas como um encarregado de criar as condições para que Papai Noel possa fazer sua entrega de presentes.

De acordo com a popular lenda escandinava, Jack Frost é um elfo à quem os vikings nomeavam Jokul Frosti, que significa pingente de gelo. Jack esgueira-se pelas cidades durante as noites de inverno, fazendo elegantes desenhos de gelo nas janelas e sobre as folhas de inverno e a grama. Ele é frequentemente retratado como um velho, um jovem ou um espírito invisível que ninguém pode tocar ou ouvir. Embora, basicamente, amigável e alegre, Jack Frost, se provocado, pode matar suas vítimas, soterrando-as com neve.

Retratado em muitas formas e personagens, este personagem mítico tem se tornado imensamente popular e apesar de não ter associação com o cristianismo, ele faz participações especiais em vários programas natalinos, muitas vezes, como um dos membros da comitiva do Papai Noel. Jack Frost também aparece com bastante frequência na literatura, filmes, televisão, música e jogos, retratando um sinistro propagador de maldades. Ele também faz várias aparições nos quadrinhos como um dos protagonistas do Natal. Jack Frost, embora não relacionado ao Natal, tem tantas características que o tornam perfeito para o Natal, e muitas pessoas têm totalmente aceitado-o como uma figura natalina.

A Origem da Árvore de Natal

ORIGEM DA ÁRVORE DE NATAL

Na antiguidade muito antes do nascimento de Cristo árvores e plantas que ficavam verdes o ano inteiro tinha um significado muito especial, principalmente no inverno. Assim como as pessoas de hoje, os povos antigos enfeitavam com ramos vistosos suas portas e janelas, acreditavam que esses ramos expulsavam bruxas, almas malignas e doenças. No hemisfério norte, essas decorações eram feitas entre os dias 21 e 22. Essa data é chamada de solstício de inverno, que é o dia mais curto e a noite mais longa do ano. Muitos povos antigos acreditavam que só tinha inverno porque o Sol, considerado um Deus, se enfraquecia, e ficava doente. Assim, os ramos verdes eram a lembrança das árvores e plantas que cresciam quando um Deus Sol se tornava forte na primavera. Esses ramos lhes serviam como amuletos durante esse tempo tão ameno. Esses ramos enfeitados deram os primeiros indícios da árvore de Natal. Os antigos romanos também usavam galhos e ramos para decorar os templos no Saturnália, que é um festival em homenagem a Saturno, Deus da agricultura.  Já os cristãos começaram usar árvores coníferas, tinha o significado de vida eterna com Deus.

sábado, 3 de dezembro de 2016

Estamos de Férias




Apenas para comunicar a nossos queridos leitores que estaremos de ferias nos próximos dias, sendo assim, as atualizações não serão diárias, mas sim feitas o quando for possível esperamos que entendam e continuem a visitar a Arcanoteca. 



Menu Mitos e Lendas: O Dêmonio de Jersey

O DÊMONIO DE JERSEY



O Demônio de Jersey é uma criatura / criptídeo dito habitar a floresta de Pine Barrens, ao sul de Nova Jersey, EUA.. As supostas testemunhas que relataram encontros com esta criatura, afirmam que ela tem cabeça de cavalo, erguida em duas patas, tem uma altura de quase dois metros, é coberta de pelos por todo o corpo, possui asas parecidas com as de um morcego e com patas como as de um canguru.

Menu Mitologia: A origem da Guirlanda

A ORIGEM DA GUIRLANDA

A guirlanda é utilizada como enfeite de porta durante o período natalino, ela é feita de galhos secos, folhagens, flores e pedrarias. Elas são feitas com círculos de galhos secos, entrelaçados de folhagens, flores, pedrarias, usadas para decorar as portas das casas no período do natal.

Podem aparecer com diversos adornos, como fitas, frutas, ciprestes, bolas, ramos de pinheiro, todos os símbolos e enfeites que representam a festa do nascimento de Jesus.
A tradição de se usar as guirlandas surgiu em Roma, pois os romanos acreditam que presentear com um ramo de planta traz saúde, motivo pelo qual passaram a enrolar os mesmos em coroas, para desejar que todas as pessoas de uma mesma família tivessem saúde.

A época do solstício de inverno significava as várias etapas da história da salvação, a luz profética que iluminava as trevas até a chegada do Sol.
As guirlandas também são conhecidas como coroas do advento, usadas no tempo do advento, período de quatro semanas que antecede o natal. A cada domingo desse período, até a chegada do natal, deve-se acender uma vela, sendo que a cada uma é dado um diferente significado.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Menu Mitologia: Krampus - O Anti-Papai Noel.

KRAMPUS - O ANTI-PAPAI NOEL

Krampus é um ser mitológico popular no folclore Alpino (Países que ficam perto dos Alpes; Suíça, França, Alemanha, Itália, Áustria, Eslovenia e Liechtenstein). 
Ele acompanha São Nicolau em suas visitas às casas das pessoas, e, enquanto Nicolau dá presentes às boas crianças, Krampus pune as más.

O nome Krampus vem de 'krampen', 'garra' em alemão antigo. Mas ele também possui outros nomes, dependendo da região, como Klaubauf, em algumas partes da Áustria, Pelzebock ou Pelznickel na Alemanha entre outros.

Sua aparência mais comum é quase a mesma que se dá aos demônios: Metade homem, metade bode, com chifres, cauda longa e uma língua enorme e comprida. Mas também ele pode ser caracterizado como um cavalheiro vestido de preto ou uma criatura muito cabeluda, dependendo da região em que se ouve sua história.

Acredita-se que o Krampus exista desde antes dos países germânicos tornarem-se cristãos, mas aparecendo sozinho nas histórias. Ele é uma figura tão forte do folclore europeu que conseguiu sobreviver à Inquisição da Igreja Católica, quando esta acusava e bania qualquer celebração que não fosse da religião. No século 17, o Krampus entrou nas festividades do Natal católico e começou a fazer companhia a São Nicolau em suas viagens.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Menu Mitologia Grega: A maldição de Arsínoe

A MALDIÇÃO DE ARSÍNOE



Arsínoe era filha do Rei Fegeo de Psófide. Certo dia chegou ao reino Alcmeón, buscando proteção contra as Erínias que o perseguiam por ter matado a própria mãe. Arsínoe apaixonou-se por Alcmeón e o rei consentiu no casamento. No entanto, as erinias continuavam a perturbar Alcmeón e aconselhado pelo oráculo de Delfos, ele partiu para as terras junto ao Rio Aqueloo prometendo a Arsínoe que voltaria. 

Quando Alcmeón chegou ao Reino de Aqueloo, tornou-se amante e casou-se novamente com Calírroe, a filha de Aqueloo, e teve com ela dois filhos. Passado algum tempo, Calírroe pediu a seu marido o colar e a túnica que tinham sido de sua mãe, mas Alcmeón já tinha presenteado a Arsíone. Alcmeón voltou ao Reino de Psófide e convenceu à ingênua Arsíone de lhe dar o colar e a túnica, dizendo que deveria entregá-los ao oráculo de Delfos para se livrar das Erinias. Confiando nas palavras do marido, sem saber que ele havia se casado novamente, Arsíone atendeu ao pedido sempre acreditando que ele voltaria para ela. 

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Menu Artigos: Labirintos

LABIRINTOS



Talvez poucas construções humanas evoquem tanto o mistério quanto os Labirintos, ao longo  da história, o homem construiu moradias para abrigar-se, erigiu grandes templos para exaltar as Divindades, mas ninguém deixa de assombrar-se quando estuda as construções dos labirintos.

Construções que aparentemente só servem para adornar, mas que assombram por sua beleza e  mistérios, como por exemplo: o Labirinto Egípcio do Lago Moeris, o Labirinto de Cnosos em Creta, o Labirinto da Ilha de Lemnos, o Labirinto da tumba de Pórsena, o Labirinto da Ilha do Sol…

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Menu Mitologia Grega: Artêmis, deusa Casta e Justiceira

ARTÊMIS DEUSA CASTA E JUSTICEIRA 

Artemis era a mais popular das deusas do panteão grego, filha de Zeus e Leto, a irmã gêmea de Apolo. Conta a lenda que quando sua mãe estava grávida, sendo perseguida por Hera, a esposa de Zeus que odiava as amantes do marido, impedia que os filhos de Leto nascessem em qualquer lugar. Grávida de gêmeos, Leto chegou à Ilha de Delos onde nasceu primeiro Artemis que ajudou no parto de seu irmão, sendo esta a razão porque Artemis era invocada para auxiliar no trabalho de parto das mulheres. Os romanos a associavam com a deusa Diana.

Com uma mão ela protegia a vida, na outra ela trazia a ruína. Junto com Ilithyia ela ajudava as mulheres grávidas no parto sem dor. Se uma mulher morresse durante o parto, acreditava-se que ela havia sido atingida por uma flecha de Artemis. Ainda assim, as roupas da mulher falecida eram oferecidas à deusa. Noivas e noivos, principalmente as jovens virgens, pediam sua proteção mas eram obrigados a oferecer à deusa seus brinquedos. As moças deviam deixar as tranças de seus cabelos no altar de Artemis, e assim estariam liberadas dos domínios da deusa. 

Artemis também era considerada como deusa da vegetação e da fertilidade. Era a deusa da natureza intocada em conexão ao culto das árvores e qualquer um que sacrificasse uma árvore era punido pela deusa. Nos cultos oferecidos à deusa os gregos dançavam com os ramos sagrados. Apesar de ser venerada na Grécia, seu culto era especial na Arcádia, pois ali ela vivia afastada nos bosques selvagens e intocados, e era a mais virginal das deusas.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Meni Mitos e Lendas: Croatoan

CROATOAN



Você já assistiu ao filme “Mistério da Rua 7?” É porque essa lenda vai explicar bastante coisa sobre o filme que não é nenhum pouco autoexplicativo. 
A lenda de Croatoan começa com as tentativas de se estabelecer uma colônia em terras americanas. Os ingleses precisavam fundar assentamentos se quisessem manter a posse sobre essas terras. Mas pense o quanto isso era difícil, se hoje tudo em matéria de informação e viagens é uma coisa rápida, nesse século as viagens demoravam meses. E para voltar a um determinado local poderia se levar meses, anos, e imagine se houvesse uma guerra ou piratas atrapalhando.

sábado, 26 de novembro de 2016

Menu Vídeos: O Suplicio de Tântalo

O SUPLICIO DE TÂNTALO

Mais um excelente vídeo do canal  Foca na História, espero que gostem.  

Tântalo era filho de Zeus e por isso tinha acesso aos banquetes dos Deuses do Olimpo. Após cometer um crime terrível, Tântalo é condenado a um castigo eterno. 



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Menu Mitologia Grega: Cadmo

CADMO


Cadmo (em grego clássico: Κάδμος; transl.: Kádmos), na mitologia grega, foi um herói lendário, fundador da cidade grega de Tebas e introdutor do alfabeto fenício na Grécia. Era filho do rei Agenor de Tiro e irmão mais velho de Europa, Cílix e Phoenix.

Cadmo, Europa, Phoenix e Cilix eram filhos de Agenor, Rei de Tiro. Certo dia enquanto Europa brincava na praia ela viu um belo touro branco misturado à manada de seu pai. Apaixonada pelos animais, Europa foi admirá-lo quando o touro convidou-a a subir em suas costas. Na verdade o touro era Zeus, que tinha se disfarçado para raptá-la. Esse fato viria a interferir no destino de toda família.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Mitologia Nordica: Sigurd e o Anel do Dragão

SIGURD E O ANEL DO DRAGÃO



Sigurd era filho do guerreiro Sigmund e de sua esposa Hiordi. Sigmund morrera, já velho, em pleno campo de batalha, depois que Odin quebrara sua espada momentos antes do combate.

Tão logo Sigmund expirara, sua esposa fora levada embora por um viking de nome Elf, que era filho do rei da Dinamarca. Hiordi, grata pela generosa acolhida, acabou por se casar com Elf e, ali mesmo, em terra estrangeira, deu à luz a seu filho, que se chamou Sigurd.

O pequeno garoto, entretanto, foi entregue aos cuidados de Regnir, um anão feiticeiro, irmão de Fafnir, cuja ambição o transformara em um repelente dragão. Sob a orientação deste ser sábio - e, ao mesmo tempo, de uma moralidade dúbia - Sigurd foi criado, recebendo muitos dos privilégios que mereceria um filho do próprio rei. Ainda assim, seu preceptor não cansou nunca de lhe incutir o sentimento da revolta.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Menu Contos: Alucinação ou Não?

ALUCINAÇÕES OU NÃO?





Mais uma tarde monótona de outono, mas isso não é uma reclamação! O outono costumava ser a minha estação preferida do ano… Desafortunadamente, isto ficou para trás. Os dias tranquilos de outrora já não me trazem boas recordações, pois foi em um deles que esse pesadelo começou…Era para ser só mais uma tarde comum, eu estava decidida a dar um passeio até a praça e foi o que fiz. 

Caminhava distraidamente, quando percebi que o tempo começava a se fechar, como se estivesse anunciando os terríveis eventos vindouros… Eu não sei como, foi tudo tão repentino…Eu já ia voltar para casa, quando algo me chamou a atenção: quem eram aquelas pessoas? Eram tantas! A velha praça da cidade estava… Aquilo não podia ser real, eu não podia acreditar no que via. 

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Menu Alquimia: Fatos e Mitos sobre a Verdadeira Vontade

FATOS E MITOS SOBRE A VERDADEIRA VONTADE



Por IAO131, traduzido por Psilax
Fonte: o ótimo blog Teoria da Conspiração

O conceito de “Verdadeira Vontade”, ou simplesmente “Vontade”, é fundamental para a Lei de Thelema desde que nosso princípio central é “Faça o que tu queres será o todo da Lei” (AL I:40), juntamente com “Tu não tens direitos senão fazer a tua Vontade” (AL I:42) e “Não há lei além de faze o que tu queres” (AL III:60). Thelema, apesar de tudo, significa “Vontade”.

Por ser Vontade um conceito central em Thelema há muitos equívocos sobre isso que limitam nosso entendimento assim como limitam nosso potencial para realizar e manifestar as nossas Vontades. Muitos desses mitos e equívocos estão altamente correlacionados, mas eles também são diferentes em sua ênfase e abordagem. A lista não pretende ser exaustiva ou completa, mas espero que possa levar a uma reflexão e clareza sobre a noção de Vontade. Mais fundamentalmente essa é uma lista curta destinada a desafiar alguns equívocos comuns sobre a Vontade, a fim de que possamos conhecer e realizar nossas Vontades mais livremente e com alegria.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Menu Artigos: Sabá dos Bruxos, uma analise.

SABÁ DOS BRUXOS - Uma analise



O Sabá (do hebraico shabbath, que significa sétimo dia) ou Aquelarre foi a prática mais sensacional e conhecida da Idade Média. Era o encontro dos bruxos com os demônios. Sabá constitui o elo entre o velho rito pagão dos bruxos e o ritual anticristão, no qual Satanás é divinizado e adorado com ritos e cerimônias cristãs pervertidas. Isso nos leva a seguinte pergunta: 

Terá existido realmente o Sabá?

A realidade do Sabá enquanto reunião ritual é indiscutível. Que tenha sido realizado na França, na Alemanha, na Itália, na noite de São Martinho ou de Santa Valpúrgia, que o Bode Negro (Bode de Mendes) tenha o nome de Mestre Leonard ou Belzebu, o Sabá foi celebrado durante toda a Idade Média. 

sábado, 19 de novembro de 2016

Menu Artigos: Nephelins, os filhos dos Anjos

NEPHILIM - FILHOS DOS ANJOS 



Nephilim do hebraico נפיל n ̂ephiyl ouנפל n ̂ephil ou (plural) נפליםe procedente da raiz נפל naphal, que significa “cair, deitar, ser lançado ao chão, falhar”.  Então Nephilim significa “caídos”, por vezes é traduzida como “gigante” porque a palavra Grega para Nephilim é “gigantes”. 

Quem eles eram depende em grande parte de como se interpreta a passagem.Quando os homens começaram a se multiplicar na terra e lhes nasceram filhas, os seres divinos viram quão belas eram as filhas dos homens e tomaram esposas dentre aquelas que os agradavam. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Menu Mitologia Nordica: Sigmund e a Espada Enterrada

SIGMUND E A ESPADA ENTERRADA



Signy era a bela filha de Volsung, rei dos Unos. Ela tinha um irmão gêmeo chamado Sigmund e este foi o único de seus nove irmãos a tomar o seu partido, quando ela se negou a casar com Siggeir, rei dos Godos.

Contudo, o casamento realizou-se, afinal, no grande salão do castelo dos Volsungs, onde se reuniram todos os convidados. Siggeir, o noivo, estava radiante, trajado em finas vestes e portando jóias mais preciosas do que a própria Signy, sua futura esposa, a qual preferira vestir-se de maneira mais apropriada ao seu infeliz estado de espírito. As pessoas estavam concentradas ao redor de um grande freixo situado bem no meio do imenso salão dos Volsungs. Na verdade, as sólidas paredes do castelo haviam sido erguidas ao redor daquela árvore, como se o construtor pretendesse reproduzir dentro do castelo o próprio universo, centrado no freixo de Yggdrasil.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Menu Mitologia Grega: Cárites ou Graças

CÁRITES OU GRAÇAS

As Cárites ou Graças, eram musas do encanto, da beleza, da natureza, da criatividade humana e da fertilidade, que dançavam juntas à luz da Lua. Habitualmente eram consideradas três: a menor Aglaya - o esplendor e beleza, Eufrósine - aquela que alegra o coração e Talía - aquela que faz florescer. 

As Cárites também estavam associadas com o inframundo e os mistérios eleusinos. O rio Cefiso estava consagrado a elas e tinham suas próprias festividades, as Caritesias ou Carisias. Elas presidiam sobre os banquetes, danças e todos os outros eventos sociais agradáveis, trazendo alegria para os deuses e aos mortais.

Eram as auxiliares especiais das divindades do amor, Afrodite e Eros, e junto com outras Musas, cantavam aos deuses no Monte Olimpo quando Apolo tocava sua lira. Elas formavam junto com outras Musas, o cortejo de Apolo, na sua qualidade de deus da poesia e da música.

Residindo no Olimpo, também faziam parte do cortejo de Afrodite a quem prestavam todos os cuidados, zelando por sua beleza e por seus prazeres. Quando Atena saia no exercício das suas atribuições pacíficas, nos trabalhos artísticos e operações espirituais, as Cárites a acompanhavam.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Menu Artigos: O dia de todos os Santos

O DIA DE TODOS OS SANTOS



O Dia de Todos os Santos é uma celebração religiosa celebrada em 1 de novembro no ocidente e no primeiro domingo após o Dia de Pentecostes no oriente.
Foi celebrado pela primeira vez no dia 13 de maio de 609 d. C. e foi instituído pelo Papa Bonifácio IV. Este era o dia da festividade romana celebrada no Panteão,  com o objetivo de cristianizar mais pessoas, este dia continuou a ser comemorado mas, desde então, em honra de Maria e de todos os mártires.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Menu Mitos e Lendas: O Motoqueiro sem Cabeça

O MOTOQUEIRO SEM CABEÇA



Essa lenda urbana japonesa que se originou de repetidas aparições do espectro de um motociclista que teria se envolvido em um acidente fatal no final dos anos 70. 
Os primeiros avistamentos, teriam ocorrido no início dos anos 80 e de lá para cá, os relatos envolvendo a aparição, aumentaram exponencialmente, assim como as conotações de lenda urbana.

Inicialmente, suas aparições noturnas, rápidas e sempre em rodovias, estariam concentradas nas províncias de Kanagawa e Shizuoka, mas hoje em dia, os relatos de avistamentos se espalharam por quase todas as províncias do Japão.

Dentre as origens da lenda, a mais destacada seria a de um motoqueiro que perdeu o controle da moto em uma perigosa curva próxima da ligação rodoviária da via expressa Toumei, na cidade de Atsugi, onde o piloto teria tido o seu pescoço decepado ao atingir o guard-rail.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Menu Mitos e Lendas: A mulher da Estrada

A MULHER DA ESTRADA

Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira (que pode ser trocada por uma índia ou prostituta) que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam, quando um resolve parar (muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo, chegando lá à bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma das lápides.

Em outras versões ela simplesmente desaparece dentro do próprio veículo, depois o motorista descobre pelos moradores das redondezas que a moça havia sido atropelada há muitos anos naquela mesma estrada. Algumas vezes, antes de desaparecer, o espírito da mulher pede ao motorista que ele construa uma capela no lugar onde ele a encontrou para que assim ela possa finalmente descansar em paz. Há ainda versões em que ela se deita com o motorista que quando acorda no dia seguinte descobre que ela simplesmente desapareceu sem deixar vestígios de sua existência. Uma versão mais sangrenta diz que a loira, antes de desaparecer, seduz o motorista que quando tenta beijá-la, acaba perdendo a língua.

sábado, 12 de novembro de 2016

Menu Mitologia: Bruxsa

A BRUXSA

A Bruxsa é uma temida espécie de bruxa-vampira pertencente ao folclore português. Detentora de imensos poderes de feitiçaria, ela é maligna por escolha própria, e não por resultado de maldições ou acidente de nascimento como outros vampiros. 

Durante o dia, ela age como se fosse um humano comum, levando uma vida normal sob o disfarce de uma bela e sedutora mulher. Ela pode fazer tudo o que uma mulher comum pode fazer, passando despercebida pela sociedade. Ao anoitecer, surge sua verdadeira natureza. A Bruxsa se transforma em um animal (geralmente um pássaro, mas ela pode se transformar em lobo, rato, formiga, dentre outros), e então sai em busca de alimento. 

Seu alimento preferido, assim como o de outros vampiros, é o sangue de crianças, principalmente bebês. Ela irá atacar e sugar o sangue de bebês enquanto estão dormindo em seus berços. Ela pode chegar ao extremo de procurar homens viris para engravidá-la, somente para devorar o seu bebê assim que ele nascer. Quando não está se alimentando de crianças, ela gosta de atormentar viajantes, fazendo-os se perderem de seu caminho e deixando-os confusos e desesperados.

Bruxsas são imortais e invulneráveis, além de possuírem grandes poderes mágicos, sendo capazes de causarem desastres naturais como chuvas torrenciais e seca extrema, espalhar doenças e pragas e também causar o aborto em animais.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Menu Mitologia Nordica: O Anel de Andvari

O ANEL DE ANDVARI



Odin, Loki e Honir (um deus menor do panteão nórdico) estavam, certa feita, fazendo mais uma de suas viagens exploratórias pelo mundo, quando, ao passar pela beira de um rio, avistaram uma lontra a saborear um dourado salmão.
- Ora, vejam! - exclamou Loki, esfregando as mãos. - Temos, ao mesmo tempo, duas presas à nossa disposição!

Antes que alguém pudesse fazer qualquer objeção, Loki tomou, rapidamente, uma pedra aguçada nas mãos e a arremessou, acertando em cheio a cabeça do pobre animal.
A lontra caiu morta, instantaneamente, às margens do rio, com o peixe ainda entre os dentes.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Mitologia Oriental: Tek Tek

TEK TEK 

Teke Teke é uma lenda muito conhecida e temida do Japão. A lenda fala de uma menina que foi cortada ao meio ao cair nos trilhos de um trem. Como ela ficou durante muito tempo nos trilhos agonizando em seu sofrimento, Teke-Teke, se tornou um "espirito vingativo" que perambula pelo Japão. Este espírito é conhecido por carregar uma foice e de vir se arrastando pelo chão, batendo seus cotovelos no solo, fazendo os ruídos ?teke,teke,teke?, daí deu-se o seu nome.

Conta-se no Japão que certa vez um menino estava saindo da escola a noite, quando ouviu um estranho barulho atrás dele. Quando se virou viu uma linda menina na janela, ela apoiou os braços no parapeito enquanto olhava para ele. O menino perguntou para a menina o que ela fazia naquele local, já que ali era uma escola para meninos, neste momento a menina pulou da janela e caiu no chão, o menino ficou apavorado ao ver que ela não tinha a parte inferior do corpo. Foi então que a menina começou a fazer o som teke-teke enquanto se arrastava em direção a ele, que de tão apavorado não conseguia se mexer. A menina então, com sua foice partiu o garoto ao meio, imitando sua própria desfiguração. A lenda já inspirou dois filmes, ?Teke Teke? e ?Teke Teke 2", em 2009.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Menu Mitologia Grega: Ares e Afrodite

ARES E AFRODITE

Ares, deus da guerra, foi concebido por Hera sem a semente masculina. Alegrava-se com a luta e junto com seus dois filhos, Deimos - o espanto e Phobos - o terror, estavam sempre em batalhas. Ares era oposto a Atena, a divindade guerreira representada pela estratégia e coragem refletida, enquanto Ares amava o calor da batalha e exultava em derrotar o inimigo. Ares sempre foi repelido pelos deuses pois estava sempre associado aos conflitos e guerras sangrentas, usando sua força bruta e sem refinamento.

Afrodite era casada com Hefesto, irmão de Ares, um deus ferreiro, doente e deformado. Porém, impressionada pelo vigor do jovem guerreiro, correspondia aos encantos de Ares. Hefesto descobriu o adultério e planejou uma terrível vingança. Em segredo forjou uma rede muito fina, quase invisível, porém muito forte que não podia ser destruída, e pendurou-a sobre o leito.

Quando Ares e Afrodite adormeceram, Hefesto soltou a rede sobre ambos e chamou todos os deuses para testemunhar o adultério. A paixão de Ares jamais foi suplantada pela vergonha. Tempos depois nasceu Harmonia, estabelecendo uma ligação equilibrada entre o amor e a paixão.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Mitologia Oriental: Hyaku Monogatari Kaidankai

HYAKU MONOGATARI KAIDANKAI

Hyaku Monogatari Kaidankai pode ser traduzido como "reunião para contar cem histórias de aparições". 

Vamos por partes agora: "Hyaku" significa "cem"; "Monogatari" tem o significado de "história narrada, conto falado, lenda transmitida" oralmente. "Kaidan" (ou kwaidan, como antigamente era romanizado) é um gênero japonês traduzido por "histórias de fantasmas", mas o correto seria "histórias de aparições" as quais podem envolver, ou não, fantasmas. Isso porque o kanji "kai" de "Kaidan" é o mesmo kanji de "youkai", e, como já vimos, significa "mistério" e "aparição". Por fim, o último "kai" significa "encontro, reunião".

Agora que vocês sabem exatamente o que significa Hyaku Monogatari Kaidankai, passemos para a sua história: antigamente, na época do Japão Feudal, no período Edo (1603-1868), nas quentes noites de verão que precediam ao Obon Matsuri, era costume se encontrar com os amigos para contar kaidans, histórias de aparições sobrenaturais, envolvendo fantasmas e youkais.

Para preparar o ambiente, cem lanternas de papel andou eram espalhadas pelo chão do aposento. Todas as velas eram acesas, e se iniciavam as narrativas. Ao término de cada história, uma lanterna era apagada. Assim, com o avançar da noite, as velas iam se apagando, envolvendo a sala em penumbra cada vez mais escura. Quando a última história era contada, e a última chama de vela fosse assoprada, uma criatura sobrenatural apareceria perante os presentes.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Menu Alquimia: Qual a Origem da Alquimia?

QUAL A ORIGEM DA ALQUIMIA ?



Fonte: ótimo blog Teoria da Conspiração
por Anderson Domingues Corrêa

A origem da alquimia se perde no tempo, sendo mais antiga do que a história da humanidade. Seu verdadeiro início é desconhecido e envolto em obscuridade e mistério. Assim, seu surgimento confunde-se com a origem e evolução do homem sobre a Terra.

A utilização e o controle do fogo separou o animal irracional do ser humano. Nos primórdios, não se produzia o fogo, porém ele era controlado e utilizado para aquecer, iluminar, assar alimentos, além de servir para manejar alguns materiais, como a madeira. Bem mais tarde conseguiu-se produzir e manufaturar materiais com metal, a partir de metais encontrados na forma livre e posteriormente partindo dos minérios.

sábado, 5 de novembro de 2016

Menu Artigos: Tipos de Vampiros

TIPOS DE VAMPIROS



Vampiros são criaturas sobrenaturais, que sobrevivem se alimentando da essência vital de outras criaturas. Ao contrário do que muitos acreditam, eles não estão limitados a se alimentarem somente de sangue, mas também de outros fluídos corporais, respiração, e até mesmo a própria força vital de sua vítima. Abaixo trazemos uma classificação dos vampiros quanto ao tipo de vampirismo que praticam:

Vampiros Astrais

Esses vampiros se projetam astralmente e atacam suas vitimas humanas sugando principalmente sua força vital ou energia espiritual.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Menu Mitologia Nordica: A espada mágica de Freyr

A ESPADA MÁGICA DE FREYR




Freyr era um deus da raça dos Vanir, contraposta a dos primitivos Aesir, dos quais o poderoso Odin era o líder. Desde sempre os aesires haviam relutado em admitir a companhia dos vanires, considerados por eles como “deuses inferiores”. Durante muitas eras, estas duas classes de deuses guerrearam entre si, até que se firmou um tratado de paz. Houve, então, uma troca de reféns, na qual coube aos vanires remeter aos antigos adversários três de suas divindades: Freyr, deus da fertilidade; sua irmã Freya, deusa do amor; e Niord, pai de ambos e deus do mar.

Estas três divindades foram muito bem recebidas em Asgard e, desde então, ali se estabeleceram amigavelmente.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Mitologia Nordica: Thor e seu Criado Thialfi

THOR E SEU CRIADO THIALFI


Thor, o deus do trovão, tinha um fiel servidor chamado Thialfi. Eles se conheceram da seguinte maneira: Thor e o astucioso Loki haviam decidido ir até a Terra dos Gigantes (Jotunheim) para que Thor desafiasse aqueles arrogantes seres a uma disputa de força, bem ao gosto da época. Após um dia de cansativa viagem, entretanto, resolveram fazer pouso numa casa muito pobre - pois era a única que avistaram nas proximidades. Thor desceu sua carruagem puxada por dois vigorosos bodes e junto com Loki pediu alojamento por aquela noite. Estavam já sentados à mesa para matar a fome de um dia inteiro de caminhadas, quando Thor percebeu que aquela frugalíssima refeição não seria nem de longe o suficiente para saciar o seu monstruoso apetite.

- Só isto: duas nozes e um pedaço rançoso de queijo? - disse Thor, com o semblante irado, ao dono da casa e à sua mirrada esposa.
- É o que a pobreza nos permite, poderoso deus...! - disse o humilde anfitrião. Mas,neste momento, ele escutou o balir de suas duas cabras, que estavam lá fora, no pequeno redil.

- Garoto, vá até lá e traga já os dois animais! - disse Thor a Thialfi, que era o filho do dono da casa. Thialfi deu um olhadela em seus pais e estes confirmaram, sem coragem para contestar o desejo do irascível deus. Num instante, as duas cabras estavam na sala apertada, espremidas com os demais.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Menu Mitos e Lendas: A Dama de Vermelho

A DAMA DE VERMELHO

Esta lenda, conhecida em todo o mundo, fala de jovem casal que estava muito feliz por estar podendo realizar todos os seus sonhos. Já moravam juntos há pouco tempo, tinham um pequeno filho de seis meses de idade, e tinham acabado de se mudar para um apartamento que almejavam. Uma tarde de final de semana, o casal depois de brincar com o bebê, acabou adormecendo.

O bebê acordou e saiu engatinhando pela casa. Foi engatinhando até a sacada do apartamento, passou pelos buracos da grade de proteção e caiu do quarto andar. O casal foi acordado pelos vizinhos e ficou, obviamente, transtornado com o fato.

Eles acabaram indo embora dali, pois não conseguiam mais viver em paz naquele apartamento. No dia em que a mudança foi toda retirada, a pobre mãe, que havia perdido seu filho de forma tão cruel, estava sozinha. Já era noite, quando no alto de seu desespero ela falou que faria qualquer coisa para ter seu filho de volta. Ela acabou dormindo no chão da sala vazia, mas foi acordada por uma voz que falava com ela. Assustada ela se levantou do chão e viu uma mulher vestida de vermelho. A mulher falou que poderia trazer o bebê de volta, em troca de um favor. A mãe teria que matar um criança da mesma idade do seu filho e oferece-la para a mulher de vermelho. No desespero de mãe, ela acabou fazendo isso e tendo o seu bebê de volta. A mulher de vermelho devolveu o bebê vivo para os braços da mãe. O único inconveniente e que o bebê foi devolvido no mesmo estado em que se encontrava depois de todo o tempo enterrado. O bebe se transformou em algo sobrenatural, era uma massa deformada em carne viva.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Menu Mitologia Grega: Ajax Menor

AJAX MENOR - Reconhecendo os erros

Ajax Menor, era conhecido assim para diferenciá-lo de Ajax I que tinha descomunal estatura. Ele foi um dos guerreiros que penetraram na cidade escondidos dentro do Cavalo de Troya e na última batalha, junto com Neoptólemo filho de Aquiles, entrou no palácio real e exterminou o rei Príamo.

Quando passou pelo templo dedicado a Atena, Ajax Menor descobriu a princesa Casandra refugiada embaixo de um altar, e apesar da súplica da princesa, Ajax Menor a violentou. Isto provocou a ira de Atena, e a deusa pediu a Poseidon que criasse uma grande tempestade, o que provocou o naufrágio da frota grega de regresso à sua pátria. 

Ajax Menor conseguiu sobreviver ao naufrágio. Assim que passou a tormenta, sabendo que a ira de Poseidon era um castigo por ter profanado o templo de Atena, ele ainda provocou Poseidon por não ter o deus conseguido exterminá-lo nas ondas.

No mesmo instante, um tridente emergiu das águas e, embora tentasse esquivar-se, o tridente o atingiu, fazendo com que seu corpo se transformasse numa rocha que sobressai das águas do Mar Egeu. Aquela rocha era uma lembrança a todos de que: aquele que não aprende com os próprios erros, em vão tentará escapar da certeira justiça dos deuses.

sábado, 29 de outubro de 2016

Menu Mitologia: El Petizo

EL PETIZO

Fenômenos paranormais são objetos de um estudo para as pessoas que se dedicam a este tipo de investigação, mas também são de interesse para os leitores em geral: a localização em  El Duraznito, situada 15 km a sudeste de Rosario de la Frontera, passa a ser um dos os locais onde "El Petizo", um personagem místico descrito como uma sombra que ataca os caminhantes solitários no meio da noite, fez uma reaparição.

Seis créditos já foram documentados no Terminal da Cidade Salta envolvendo pessoas que receberam feridas que foram posteriormente tratadas no hospital local. A maneira como os ataques ocorrem é a mesma em todos os casos. A pessoa é atacada por uma sombra e a mesma desaparece quando alguém vem ao resgate da vítima. Estas histórias também coincidem com o fato de “El Petizo” parecer estar imune a feridas de faca, balas também parecem não ter qualquer efeito.

A mais recente vítima de um ataque de “El Petizo” foi um jovem que ia em direção a uma montanha de bicicleta, para visitar amigos e participar de uma caçada. Trazia consigo uma espingarda e uma faca. De acordo com a sua história, após adentrar na região, ele foi derrubado de sua bicicleta e descobriu que estava enfrentando uma sombra negra de aparência semelhante a um homem em decomposição.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Menu Artigos: Origens da Mitologia Grega

ORIGENS DA MITOLOGIA GREGA



O mito era o coração da sociedade grega antiga, como forma de entender os fenômenos naturais e os acontecimentos sem a ação dos humanos. Os gregos, crentes nas histórias e nas narrativas dos poetas, estabeleceram rituais e cultos fundamentados nessas lendas heróicas, divinas e humanas. Desde aquele tempo, o ser humano precisou criar concepções lógicas acerca das histórias contadas apenas pelos poetas. O filósofo Homero fazia a educação da Grécia e, para os gregos, os mitos eram a mais pura verdade.

Os deuses eram divindades com atribuições próprias e com inúmeros poderes. Eram imortais, podiam salvar ou destruir. Tinham o poder de transformar-se em objetos e animais ou adquirir outras personalidades. A mitologia, embora seja repleta de narrações sobre batalhas, traições, intrigas e maldades, servem para interpretação subjetiva dos diversos arquétipos que ainda hoje são muito atuais e que encontramos em nossos dias.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Menu Mitologia: Ya-Te-Veo

YA-TE-VEO

O Ya-te-veo (espanhol para "Agora eu te vejo") é uma árvore antropófaga que supostamente vive em regiões remotas da África e das Américas Central e do Sul. De acordo com o livro de J.W. Buel, "Terra e Mar" (1887), o Ya-te-veo possui longas vinhas serrilhadas e um tronco curto e grosso. As vinhas ficam dispostas ao redor da árvore. Os dentes semelhantes à punhais ficam aplainados no chão. Quando uma presa, geralmente um mamífero de porte médio, pisa em suas videiras, elas se levantam como serpentes e envolvem a vítima completamente.

Para atrair sua presa, o Ya-te-veo produz "folhas" ou "frutos" coloridos em suas vinhas, embora estas folhas ou frutos não tenham sabor ou utilidade culinária. Alguns dizem que a criatura tem uma boca enorme no centro de seu tronco, enquanto outros afirmam que cada um de seus tentáculos possui pequenas bocas com presas. Ainda há outros que afirmam que a árvore usa seus tentáculos para espremer os nutrientes essenciais de sua presa. Esta forma de "comer" é especialmente terrível, pois a árvore pode levar vários dias ou mesmo semanas para digerir completamente sua presa. Durante boa parte desse tempo, a presa ainda continuaria viva, sofrendo lentamente dentro do organismo da criatura.
É bem provável que as histórias sobre o Ya-te-veo não passem de versões exageradas de plantas carnívoras reais. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Menu Mitologia Oriental: Jubokko

JUBOKKO

Jubokko (樹木子, "Árvore Vampira") é uma espécie de yokai em forma de árvore, que de acordo com muitos contos populares japoneses, nasce em antigos campos de batalha onde centenas de pessoas morreram. A semente se alimenta do sangue dos mortos que tem embebido no solo, e ao longo do tempo a árvore desenvolve um gosto por sangue. Uma Jubokko se parece com uma árvore normal e saudável, exceto pelo fato de que, quando alguém chega perto dela o suficiente, ela o captura com seus ramos e drena todo o seu sangue. 

Características

Por se assemelhar a uma árvore normal, é impossível distinguir uma Jubokko das demais árvores somente observando-a. Um fator que ajuda a identificá-la é o fato de que uma Jubokko sangra quando é cortada, mas é virtualmente impossível para alguém se aproximar dela sem ser capturado.

Ela é uma árvore mais resistente do que qualquer outra e é capaz de curar suas feridas rapidamente (diz-se que suas raízes possuem poderosas propriedades curativas).Outra particularidade de uma Jubokko é o poder de alterar a flora ao seu redor, podendo assim fazer com que alguém se perca em meio a vegetação e acabe se tornando sua vítima. Além disso, ela pode se comunicar com outras plantas e assim obter a localização de um alvo em potencial.