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domingo, 31 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Grega: Antheia

ANTHEIA

A deusa ninfa,  dos jardins, das flores, do amor humano. Também a responsável pelo orvalho da manhã, Uma das deusas dançarinas do Olimpo, como dançarina aparece no cortejo de Apolo, também acompanha Atenas, como protetora dos trabalhos femininos e da atividade intelectual. Para os romanos ela é Anthea.
Ela surgiu à partir dos poderes concebidos à Deusa da Primavera Clóris  e Zéfiro o Deus do vento. Tendo a deusa Clóris o domínio da primavera, seu primeiro feito foi uma pequena e delicada flor, porém mais graciosa e perfumada que todas no jardim, a de mais capricho. Clóris, não satisfeita com seu único filho, Carpo, um homem,  ela trabalhou no crescimento de tal flor dia após dia, noite após noite.
Zéfiro, aborrecido com tamanha distração, soprou a pequena flor em direção ao Olimpo, O que ele não sabia era que, tendo o amor maternal já existindo na flor, seu sopro deu-lhe vida, e então uma bela e carismática ninfa surgiu daquela flor.
Afrodite, acompanhada de suas três fiéis Graças, não sabiam de onde ela tinha vindo, e ninguém conseguia dar uma explicação aceitável para o surgimento da moça. Decidiu-se então que seria intitulada como uma das Cárites, e não seriam feitas perguntas sobre de onde viera ou de quem era filha.
Antheia é representada como uma jovem de cabelos cacheados e dourados que acompanhava a deusa Afrodite. Isso explicaria-se devido ao fato de ter sido Afrodite sua mãe de criação.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Oriental: Tengu

TENGU

Tengu são criaturas fantásticas do folclore japonês habitantes florestas e montanhas. 
Acreditava-se que possuíam vários poderes sobrenaturais, entre eles a capacidade de mudar de forma, ventriloquismo (técnica de forte impacto visual pela qual uma pessoa (o ventríloquo) manipula a sua voz de tal forma que pareça que a voz vem de outro lugar, geralmente um boneco.), teletransporte e a habilidade singular de penetrar no sonho dos mortais. 

Os tengu eram divididos em duas classes: Karassu Tengu e Konoha Tengu.

Karassu Tengu: Aparentava-se um corvo em um corpo de humano. Mais parecido com um pássaro maligno, cabeça de ave e compridas asas. Tinha o hábito de sequestrar adultos e crianças podendo causar demência as pessoas que sequestrava e de fazer fogo. Liquidavam qualquer um que destruísse as florestas onde viviam por vontade própria. sua principal diversão é causar desordem. Estes eram considerados vilões do budismo, pois eles sequestravam sacerdotes, os prendiam em topo de árvores, e normalmente usavam seus poderes para implantar ganância, orgulho e ódio na cabeça dos cativos. Quando um sacerdotes fazia alguma feito ele era acusado de estar sobre a influência de um Tengu.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Anita Garibaldi

ANITA GARIBALDI

Ana Maria de Jesus Ribeiro, mais conhecida como Anita Garibaldi (Laguna, 30 de agosto de 1821 — Ravena, Itália, 4 de agosto de 1849) foi a companheira do revolucionário Giuseppe Garibaldi, conhecida como a "Heroína dos Dois Mundos".

Alguns estudiosos alegam que Anita Garibaldi teria nascido em Lages, que na cúria metropolitana daquela cidade estaria o registro dos irmãos mais velho e mais novo dela, e que teria sido retirada do livro a folha do registro de Ana Maria de Jesus Ribeiro. Em 1998, entidades representativas da sociedade civil de Laguna promoveram uma ação judicial para obter o registro de nascimento tardio de Anita Garibaldi. A ação tramitou na primeira vara da comarca de Laguna, sendo instruída com diversos documentos que comprovariam que Anita nasceu no município de Laguna. Assim, em 5 de dezembro de 1998, proferiu-se:

"Ante o exposto, julgo procedente o pedido inicial, a fim de determinar o registro de nascimento de Ana Maria de Jesus Ribeiro, nascida em 30 de agosto de 1821, na cidade de Laguna, filha de Bento Ribeiro da Silva, natural de São José dos Pinhais, Paraná, e de Maria Antônia de Jesus Antunes, natural de Lages, Santa Catarina, sendo seus avós paternos Manuel Collaço e Ângela Maria da Silva e avós maternos Salvador Antunes e Quitéria Maria de Sousa, o que faço embasado no artigo 50, § 4º combinado com o 52, § 2º, da Lei n.º 6.015/73." (Ação de Registro de Nascimento Tardio n.: 040.98.000395-4).
As pessoas que reivindicaram a exata data do nascimento de Anita se baseiam em provas fornecidas por autores, como Wolfgang Ludwig Rau, tal como mostra o jornal Página do Gaúcho.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Nordica: Saga

SAGA

Conhecida como “A Deusa Onisciente”, Saga é considerada por alguns autores como um aspecto da deusa Frigga, representando as memórias do passo. De fato, ela fazia parte da constelação de doze deusas que auxiliava e acompanhava Frigga. Sua genealogia exata é bem desconhecida, tendo sida perdida ou esquecida ao longo dos tempo. Supõe-se que ela tenha pertencido a uma classe de divindades muito antigas, anterior aos Aesir e Vanir, e personificava os registros da passagem do tempo.

Saga era descrita como uma mulher majestosa. Vivia no palácio Sokkvabek, às margens de uma cachoeira, cujas águas frias desapareciam em uma fenda para dentro da terra. Para aqueles que a procuravam em busca de inspiração e sabedoria, ela oferecia a água cristalina do “rio dos tempos e eventos”, em um cálice de ouro. Era para lá que, diariamente, também ia Odin, para trocar histórias e conhecimentos, e ouvir as canções de Saga sobre os tempos antigos.

Saga e segja significam “história, conto, lenda”. Quando a tradição oral dos antigos começou a ser esquecida algumas pessoas mais instruídas começaram a transcrever as lendas e criaram, assim, os primeiros relatos escritos ou sagas. Essas histórias não eram novas, mas recebiam detalhes ou nuances diferentes, de acordo com quem as redigia. O contador de história era o sögumadr (saga man) , ou a sögykona (saga woman), respectivamente um homem sábio ou uma mulher sábia.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Menu Contos: Um Simples Aviso.

UM SIMPLES AVISO 

Na quarta-feira, 17 de outubro, 1879, eu tinha recebido uma carta muito alegre de meu amigo, anunciando que o seu filho havia nascido, e que que tudo estava progredindo satisfatoriamente. Na  noite de quarta-feira seguinte, 22 de outubro, fui pra cama por volta de dez horas.  A casa estava silenciosa.

“Eu estava me preparando silenciosamente para ir dormir, quando ouvi com a mais inquestionável certeza, o som de passos suaves e apressados, que sugeriam exatamente passos de uma jovem dama, vindo da porta da sala e atravessando o corredor. Os passos seguiram, com alguma hesitação, à porta do escritório, e ao chegar lá,  parou. Então eu ouvi o som de uma mãozinha agitada, mas suave, aparentemente procurando a maçaneta da porta.

Eu tinha achado que era minha esposa que tinha descido e queria falar comigo, eu sentei na cama, e chamei-a pelo nome, perguntando qual era o problema. Como não houve resposta, e os sons cessaram, eu risquei um fósforo, acendi uma vela, e abri a porta. Não escutei nada nem vi ninguém. Subi as escadas, encontrei todas as portas fechadas e todos adormecidos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Grega: Friné

FRINÉ

"Ela era de tamanha beleza que mudou o veredito de seu julgamento"

Mnesarete (em grego Μνησαρετή) era seu verdadeiro nome, mas devido à sua tez amarelada, ela foi chamada de Friné (Sapo), apelido dado por outras cortesãs, no Brasil também é conhecida como Frinéia. Nasceu em Téspias na Beócia mas acredita-se ter vivido em Atenas, cerca de 400 A.C. Adquiriu tanta riqueza por sua extraordinária beleza que se ofereceu para reconstruir os muros de Tebas (Grécia), que haviam sido destruído por Alexandre, o Grande (336 aC), na condição de que as palavras "Destruído por Alexandre, restaurado por Friné a hetaira", fossem inscritos em cima deles, as autoridades rejeitaram a oferta.

Bela e famosa. Por ocasião de um Festival de Posidão em Elêusis, ela colocou de lado suas roupas, soltou os cabelos, e entrou nua no mar, à vista do povo, inspirando o pintor Apeles, em sua grande obra "Afrodite Anadyomène" (às vezes também retratada como "Vênus Anadyomène "), para o qual Friné posou como modelo.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Menu Artigos: Espelhos

ESPELHOS

Existem muitos conselhos e teorias que dizem para cobrir os espelhos do quarto à noite para que a pessoa possa ter um sono tranquilo e consiga descansar de uma forma mais harmoniosa.
Existe a teoria, a qual diz que quando as pessoas dormem, seus espíritos saem e vagam durante a noite, sendo que esses "passeios" e "viagens" se refletem em sonhos e/ou pesadelos nas mentes dos adormecidos.

Já segundo o "Feng-Shui", os espelhos devem ser cobertos durante a noite para se evitar a propagação de energias negativas no ambiente, as quais prejudicam o sono e não permitem que a pessoa descanse corretamente.
Já outras linhas de raciocínio, dizem que quando os espíritos saem dos corpos dos adormecidos à noite, e se deperam com espelhos, eles vêem a própria imagem flutuando no "éter", se assustam e voltam rapidamente para os corpos de origem, fazendo com que as pessoas acordem sobressaltadas, podendo provocar problemas emocionais ou físicos em quem passa por essa experiência.

Segundo essa teoria, outra possibilidade também é a de que o espírito, ao se ver em frente ao espelho, se perca do caminho de volta, ficando perdido, fazendo com que a pessoa adormecida fique em estado de dormência eterna, ou chegando até a morrer.
Por isso, cobrir os espelhos dos aposentos à noite, pode ser um bom cuidado à ser tomado para se evitar surpresas desagradáveis.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Dandara

DANDARA

Dandara foi uma guerreira negra do período colonial do Brasil, esposa de Zumbi dos Palmares  e com ele teve três filhos. Suicidou-se (jogou-se de uma pedreira ao abismo) depois de presa, em 6 de fevereiro de 1694, para não retornar à condição de escrava. Sua figura é envolta em grande mistério, pois quase não existem dados sobre sua vida e/ou atos. Praticamente todos os relatos que se referem a ela são esparsos e desconexos, com características de lendas[2] . O único dado comprovado de que se dispõe sobre ela são os nomes dos seus filhos, que eram Motumbo, Harmódio e Aristogíton.

Descrita como uma heroína, Dandara dominava técnicas da capoeira e teria lutado ao lado de homens e mulheres nas muitas batalhas consequentes a ataques a Palmares, estabelecido no século XVII na Serra da Barriga, região de Alagoas, cujo acesso era dificultado pela geografia e também pela vegetação densa.

Não se sabe se Dandara nasceu no Brasil ou no continente africano, mas teria se juntado ainda menina ao grupo de negros que desafiaram o sistema colonial escravista por quase um século. Ela participava também da elaboração das estratégias de resistência do quilombo.

sábado, 23 de janeiro de 2016

OS MAIORES MISTÉRIOS AINDA NÃO SULUCIONADOS

Hoje trago mais um ótimo vídeo do canal Acredite ou Não, Espero que gostem.

Menu Mitologia Grega: Dânae

DÂNAE

Princesa de Argos, esposa do rei Acrísio. Desapontado por não ter herdeiros masculinos, Acrísio procura um oráculo. Este respondeu-lhe que, mesmo se fosse até o fim da Terra, seria morto por um seu descendente, filho de Dânae.

A princesa era virgem ainda e, para que jamais tivesse um filho, o rei aprisionou-a numa torre de bronze (ou numa caverna, segundo alguns), que manteve constantemente vigiada por seus guardas mais valorosos. Pretendia, assim, evitar que ela lhe desse um herdeiro, seu futuro assassino.

Apesar de todos esses cuidados, Zeus, tomado de amores pela jovem e bela princesa, transmuta-se numa chuva de ouro, forma na qual tem relações com Dânae.

Foi assim gerado Perseu. Tomando ciência do ocorrido, ordenou que fossem mãe e filho lançados ao mar, dentro de uma caixa de madeira. Foi a solução encontrada para que não atraísse contra si a ira do deus, matando-lhe um filho: as águas dariam cabo deles.

Mas o destino não favoreceu Acrísio: a pedido de Zeus, Poseidon acalmou os mares, e ambos sobreviveram. Levados pelas correntes até a ilha de Seriphos, foram encontrados por pescadores que então os levaram até o monarca local, Polidetes.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Menu Artigos: Monstros das Profundezas - Animais dos Abismos Oceânicos

MONSTROS DAS PROFUNDEZAS - Animais dos Abismos Oceânicos

Fonte: Mundo Tentacular

Muito longe das costas iluminadas pelo sol, abaixo das ondas incessantes e da superfície existe um mundo submerso. Trata-se de um lugar mais escuro que qualquer caverna, mais perigoso do que qualquer selva inóspita ou deserto causticante. Um lugar de abismos profundos e com diversidade topográfica incrível. Planícies que se estendem por milhares de quilômetros, cadeias montanhosas de origem vulcânica - algumas mais altas que o Monte Everest - canais submarinos tão vastos quanto o Grand Canyon, trincheiras com mais de seis mil pés de profundidade e correntes que fluem como verdadeiros turbilhões subaquáticos.

As pessoas cometem o erro de pensar que a vida marinha se limita a poucas centenas de metros abaixo da superfície e que abaixo dela, tudo o que existe, é um abismo estéril. Na verdade, mesmo nas maiores profundezas conhecidas, nas Fossas Marianas (com 11.034 metros de profundidade), existe vida. Enquanto o número, tamanho e diversidade de formas de vida encontrada nessas profundidades diminui, não existe na Terra um lugar totalmente destituído de vida.

Sondas e submarinos capazes de penetrar estes abismos marítimos, continuam descobrindo formas de vida incomuns que parecem saídas das próprias estórias ficção, escritas por H.P. Lovecraft habitando as profundezas.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Grega: Alceste

ALCESTE

Alceste é, na Mitologia Grega , uma princesa célebre pelo amor por seu marido. Filha de Pélias, rei de Iolco, sua mãe foi Anaxíbia, filha de Bias ou Filômaca, filha de Anfião.

Seu pai a prometera àquele que fosse até ele num carro puxado por leões e javalis. Admeto, rei de Feras a quem Apolo estava comprometido a servir durante um ano, executa a tarefa com a ajuda do deus e ganha a mão de Alceste . Porém, durante o sacrifício da festa de casamento, Admeto se esquece de Ártemis, e encontra seu quarto cheio de cobras . Apolo sugere que ele tente apaziguar a deusa, e consegue fazer com que as Moiras o poupem, com a condição de que, no momento de sua morte, outro se sacrifique voluntariamente por ele. Admeto não se preocupa muito com essa condição pensando em todos seus servos que lhe deviam favores e que gostavam muito dele e fica muito alegre com a nova esperança. No momento de sua morte, porém, ninguém se habilita, nem seus velhos pais; apenas Alceste oferece-se como substituta . Admeto tinha muito amor à vida, mas não desejava mantê-la a tal custo. Porém a condição das Parcas fora satisfeita e enquanto Admeto ia recuperando as forças, Alceste adoecia. Héracles, que passava por lá ouve o lamento dos servos que não queriam perder uma querida senhora e tão dedicada esposa, espera na porta do quarto de Alceste a chegada da Morte. Quando esta chega Hércules a agarra e obriga-a a desistir de seu intento de roubar a vida de Alceste. Assim ela vai se recuperando e pôde continuar a viver ao lado de seu amado marido.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Menu Mitologia: Santa Muerte

SANTA MUERTE

Santa Muerte é uma figura sagrada venerada no México, provavelmente um sincretismo entre crenças católicas e mesoamericanas. A cultura mexicana mantém desde a era pré-colombiana uma certa reverência em relação à morte, manifestada em celebrações sincréticas como o Dia dos Mortos. Entre os elementos católicos da celebração está o uso de esqueletos para lembrar as pessoas de sua mortalidade.

A Santa Muerte geralmente aparece como uma figura esquelética, vestida com um longo manto (um esqueleto sobre um manto) e carregando um ou mais objetos, normalmente uma gadanha e um globo. O manto costuma ser branco, mas representações da figura variam significantemente de pessoa a pessoa de acordo com o pedido do devoto ou do ritual a ser apresentado. Como o culto a Santa Muerte era clandestino até recentemente, a maioria das preces e outros rituais eram feitos de forma privada, em casa. Entretanto, nos últimos dez anos, a veneração tornou-se mais pública, especialmente na Cidade do México. O culto é condenado pela Igreja Católica no país, mas está firmemente entranhado nas tradições das classes baixas e marginalizadas do México. O número de fiéis da Santa Muerte cresceu nos últimos vinte anos, chegando a aproximadamente dois milhões de seguidores, além de atravessar fronteiras, alcançando as comunidades mexicanas dos Estados Unidos.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Myrddin

A LENDA DE MYRDDIN

Os primeiros registros existentes onde consta Merlin (Armes Prydein, Y Gododdin) são do começo do século 10, nele consta que Merlin era um mero profeta, mas o papel dele foi evoluindo gradualmente como mago, profeta e conselheiro, ativo em todas as fases da administração do reinado do Rei Arthur. Ele foi aparentemente chamado ao nascer com o nome de Emrys num local chamado Caer-Fyrddin (Carmarthen). Só depois ele tornou-se conhecido como Merlin, uma versão latinizada da palavra gaulesa, Myrddin. 

Myrddin.  era o filho bastardo da Princesa Real de Dyfed. Porém, o Rei, pai da princesa, Meurig ap Maredydd ap Rhain, não é encontrado nas genealogias tradicionais deste reino e provavelmente era um sub-rei da região que limita Ceredigion. O pai de Merlin, é dito, era um anjo que tinha visitado a Princesa Real e tinha a deixado com a criança. Os inimigos de Myrddin.  diziam que o pai dele era um incubus, um espírito mau que tem relacionamento com mulheres enquanto dorme. As pessoas suspeitavam que a criança "diabólica" (Merlin) veio para ser um contra peso à boa influência que Jesus Cristo teve na terra. Myrddin. , felizmente, foi batizado cedo em vida, é contado que este evento negou o mal na natureza dele, mas os poderes do lado esquerdos ficaram intactos nele. A história original foi inventada para salvar a mãe dele do escândalo que teria acontecido presumivelmente a ligação dela com Morfyn Frych (o Sardento), Príncipe secundário da Casa de Coel, ato de conhecimento público. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Houdini

HARRY HOUDINI

Ele foi o maior mágico e ilusionista de todos os tempos
Harry Houdini ainda hoje é considerado o maior ilusionista e mestre de escapadas da história. 
Além de ser um fantástico expert em fugas, Houdini foi também astro de cinema, produtor teatral, piloto de avião, estrela do show-business e promotor de suas próprias façanhas. Ele ainda se tornou famoso a partir da década de 20 por desmascarar mediums fraudulentos.

A vida de Harry Houdini foi cheia de emoções e de momentos dignos da ficção. Pouco antes de morrer, o grande mágico teria dito a um repórter: "Se a lenda é maior que a realidade, prefira falar sobre a Lenda".

Muitas partes da vida de Houdini permanecem sendo um mistério e ele próprio parecia preferir dessa forma. Mas os fatos demonstram que sua vida foi mais atribulada do que se pode imaginar.

Houdini nasceu em 1874 em Budapeste, Hungria com o nome Erich Weiss, mas se criou na pequena cidade de Appleton, Wisconsin. Seu pai era um rabino conhecido pela seriedade e postura conservadora diante da comunidade.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Menu Mitologia: A Lenda dos Homens Morcegos

A LENDA DOS HOMENS MORCEGOS


É uma lenda do sertão de São Vicente, que se estende próximo ao Araguaia, onde existe a montanha Morcego. Nela há uma grande caverna com uma entrada em baixo, enquanto que bem no alto há um espécie de janela. Ali moravam antigamente os kupe-dyep, seres de forma humana, mas com asas de morcego. Um apinajé flechara um veado perto da rocha do Morcego e acampara ali a noite porque já era tarde. Mas, enquanto ele dormia, os kupe-dyeb vieram voando esmagando seu crânio com seus machados. Como ele já estivesse há muito tempo ausente, seus parentes seguiram as suas pegadas e acharam seu cadáver.
Em torno dele, viram também muitas pegadas, mas nenhum traço da chegada ou partida dos malfeitores. Por causa disso durante muito tempo os apinajés evitaram passar a noite naquela região, até que um dia dois caçadores e um menino decidiram acampar ao pé da rocha do Morcego. Depois do anoitecer, ouviram cantos vindos de dentro da montanha. Então o menino ficou assustado e se escondeu em uma moita longe do acampamento dos dois homens. Logo após, os morcegos vieram voando e mataram os dois caçadores, mas o menino escapou, e na aldeia contou o que ocorrera.
Então os guerreiros apinajés de todas as quatro aldeias saíram juntos para destruir os kupe-dyep. Quando eles chegaram à rocha do Morcego, imediatamente ocuparam a entrada da caverna, onde amontoaram lenha. Enquanto isso, outros procuravam fazer uma volta para alcançar a janela da caverna. Mas isto era mais difícil do que haviam suposto, e eles ainda não tinham alcançado o seu objetivo, quando aqueles que tomavam conta da entrada puseram fogo à pilha.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Post Simples: Crossover entre Evil Dead, Marvel e DC.

Como sempre vagando pelo youtube achei estas duas produções totalmente feitas por fãs do Filme Evil Dead e do famigerado protagonista Ash. Espero que gostem são dois crossover do universo de Evil Dead com os universos Marvel e DC.  

Marvel Zombies VS Army of Darkness 




terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Menu Mitologia: Abatwa

ABATWA



Na mitologia Zulu, Abatwa são minúsculos seres humanos -  seriam capazes de se esconder debaixo de folhas de grama e usarem formigas como montaria.

Dizem que vivem uma vida nômade. Conta a lenda que esta criatura é extremamente sensível sobre seu tamanho, e ao se deparar com uma, você nunca deverá ofender o seu orgulho pois nesse caso o Abatwa vai tentar matá-lo com flechas envenenadas.

Pisar num Abatwa, mesmo sem querer, também é uma sentença de morte.  Se uma grávida em seu sétimo mês de gravidez, vê um Abatwa do sexo masculino, é dito que ela dará nascimento a um menino. 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Grega: Heitor

HEITOR

Heitor (em grego: Ἕκτωρ, transl. Hektōr) era, na mitologia grega, um príncipe de Troia e um dos maiores guerreiros na Guerra de Troia, suplantado apenas por Aquiles. Era filho de Príamo e de Hécuba. Com sua esposa, Andrómaca, foi pai de Astíanax. 


Como o seu pai morreu, visto que foi incapaz de combater, durante o cerco deTroia feito pelos Aqueus, devido à sua avançada idade, Heitor foi nomeado general das tropas troianas. A sua força, coragem e eficiência na guerra foram enormes: nos poemas épicos de Homero, Heitor é responsável pela morte de 28 heróis gregos; nem Aquiles obtém um número tão grande (22 heróis troianos caídos a seus pés). Pela voz do Destino, os troianos estavam informados que as muralhas de Troia nunca cairiam enquanto Heitor se mantivesse vivo.

Na Ilíada, Homero chama-o de "domador de cavalos", devido a preocupações de métrica e porque, de modo geral, Troia era conhecida por ser criadora de cavalos. Na narrativa daIlíada, no entanto, Heitor nunca é visto com cavalos. Outro epíteto que lhe é característico é "o do elmo flamejante".

domingo, 10 de janeiro de 2016

Menu Artigos: Os Manuscritos do Mar Morto

OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO


Em 1947, jovens beduínos que perseguiam uma cabra entraram numa gruta a leste do Mar Morto, perto das ruínas da antiga comunidade de Qumran, e para sua surpresa, encontraram vários jarros cilíndricos que continham manuscritos sagrados. Divulgado o achado, arqueólogos e teólogos iniciaram a exploração de 11 grutas e conseguiram recuperar uma biblioteca escondida durante dois mil anos, com rolos intactos e alguns outros destruídos, que são, para os filólogos, uma charada sinistra (15 mil fragmentos).
Os textos, escritos em hebraico, aramaico e, excepcionalmente, em grego, são extraordinários. O primeiro aspecto surpreendente é que se trata da primeira coleção conhecida de escritos do Antigo Testamento. Até então, o Códice Alepo, do século X, era o códice bíblico mais antigo. Assim, há uma cópia do livro de Isaías anterior em mais de mil anos a qualquer outra. O segundo aspecto se relaciona com o próprio ato de esconder a biblioteca: foi deliberadamente oculta nas grutas nos anos 66 ou 70, quando as tropas romanas combatiam os judeus rebeldes. O terceiro aspecto é que a escrita dos rolos é atribuída aos essênios.

sábado, 9 de janeiro de 2016

Menu Artigos: O caminho das oito vias segundo o budismo

O CAMINHO DAS OITO VIAS SEGUNDO O BUDISMO

Com base em sua própria experiência, Buda acreditava que o homem deve evitar os extremos da vida. Não se deve viver nem no prazer extravagante, nem na autonegação exagerada.
Ambos os extremos acorrentam o homem ao mundo e, assim, à "roda da vida".
O caminho para dar fim ao sofrimento é o "caminho do meio", e Buda o descreveu em oito partes: (1) perfeita compreensão; (2) perfeita aspiração; (3) perfeita fala; (4) perfeita conduta; (5) perfeito meio de subsistência; (6) perfeito esforço; (7) perfeita atenção, e (8) perfeita contemplação.

Perfeita compreensão e perfeita aspiração. É a ignorância do homem que põe a roda da vida em movimento. Portanto, o homem deve construir sua compreensão sobre como o mundo funciona. Isso significa, entre outras coisas, compreender as verdades acerca do sofrimento e o ensinamento de Buda de que o homem não tem alma.
Em seguida, o homem deve se dedicar a lutar contra o desejo, que é a raiz do sofrimento.
Deve também evitar o ódio e a luxúria, ambos causados pela crença equivocada num "eu" distinto e separado do ambiente em torno. Por último, o homem deve olhar para o Buda como um ideal.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Menu Mitologia: O Jardim na Mitologia

O JARDIM NA MITOLOGIA

A própria palavra «paraíso», de origem persa, designa um jardim.
Não será por acaso que assim é já que na Pérsia o jardim assume não só uma conotação cósmica mas também metafísica e mística. O amor dos jardins chega mesmo a ser considerado o tema central da visão do mundo iraniana.

É também na Pérsia, (atual Irã)que se encontram os vestígios dos mais antigos jardins de que há vestígios físicos, os lendários jardins de Pasárgada, criados por volta de 550 a.C. pelo imperador Ciro na capital que então estabeleceu no local da sua vitória sobre os Medos

Não se encontra porém nenhum jardim no que chegou até nós dos mitos persas da criação do mundo. No entanto, estão presentes duas árvores fabulosas que cresceriam no meio do grande Oceano salgado Vourukasha,  a primeira árvore do mundo, mãe de todas as plantas, conhecida como a árvore de Saena ou de Simurgh e ainda como árvore-de-todos-os-remédios ou árvore-de-todas-as-sementes.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Grega: O Nascimento de Venus

O NASCIMENTO DE VÉNUS 

A véspera do nascimento de Vênus fora um dia violento. O firmamento, tingindo-se subitamente de um vermelho vítreo, enchera de espanto toda a Criação. 
Saturno, munido de sua foice, enfrentara o próprio pai, o Céu, num embate cruel pelo poder do Universo. Com um golpe certeiro, o jovem deus arrancara fora a genitália do pai, tornando-se o novo soberano do mundo. Um urro colossal varrera os céus, como o estrondo tremendo de um infinito trovão, quando o Céu fora atingido. 
O fecundo órgão do deus deposto, caindo do alto, mergulhara nas águas profundas, próximo à ilha de Chipre. Assim, o Céu, depois de haver fecundado incessantemente a Terra — dando origem à estirpe dos deuses olímpicos -, fecundava agora, ainda que de maneira excêntrica e inesperada, o próprio Mar. 
Durante toda a noite o mar revolveu-se violentamente. A espuma do mar, unida ao sangue do deus caído, subia ao alto em grandes ondas, como se lançasse ao vento os seus leves e espumosos véus. Mas quando a Noite recolheu finalmente o seu grande manto estrelado, dando 
lugar à Aurora, que já tingia o firmamento com seus dedos cor-de-rosa, percebeu-se que as águas daquele mar pareciam agora outras, completamente diferentes. 
O borbulhar imenso das ondas anunciava que algo estava prestes a surgir. 
Das margens da ilha de Chipre, algumas ninfas, reunidas, apontavam, temerosas, para um trecho agitado do mar: 

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Menu Mitologia Grega: Cassandra

CASSANDRA


Cassandra (em grego: Κασσάνδρα) é uma personagem da mitologia grega, uma dos dezenove filhos do rei Príamo e da rainha Hécuba de Troia, sendo, portanto, irmã deHeitor, Páris, Polixena e dos demais filhos do casal real. É uma personagem de destaque na Guerra de Troia por prevê-la e alertar à sua família e ao povo sobre suas previsões de destruição, sendo entretanto, desacreditada e considerada louca, devido a um desentendimento com o deus Apolo, que a amaldiçoou. Consequentemente, Troia é vencida e destruída pelos gregos.

História 

A mitologia grega conta como Cassandra e o seu irmão gêmeo, Heleno, ainda crianças, foram ao Templo de Apolo brincar. Os gêmeos brincaram até ficar demasiado tarde para voltarem para casa, e assim, foi-lhes arranjada uma cama no interior do templo. Na manhã seguinte, a ama encontrou as crianças ainda a dormir, enquanto duas serpentes passavam a língua pelas suas orelhas. A ama ficou aterrorizada mas as crianças estavam ilesas. Como resultado do incidente os ouvidos dos gêmeos tornaram-se tão sensíveis que lhes permitiam escutar as vozes dos deuses.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Menu Artigos: A Origem da Religião

A ORIGEM DA RELIGIÃO 

A origem da religião está relacionada às forças e aos elementos da natureza. O homem como não compreendia o mundo que o cercava e os seus fenômenos ou forças naturais, passou a personafica-los como seres sobrenaturais superiores (deuses, espíritos e demônios). Aos elementos, como fogo, água, terra, vento etc. foram atribuídos seres espirituais. Da mesma forma, os fenômenos naturais, como furacões, relâmpagos, terremotos, tempestades, vulcões etc receberam as mesmas atribuições. Estes seres presidiam e controlavam os elementos e as forças da natureza. O próprio céu foi relacionado à tais seres ( Sol, Estrelas, lua planeta etc.) As primeiras noções de crença do homem primitivo em seres sobrenaturais apareceram entre o paleolítico e o neolítico. Com a evolução e o desenvolvimento da crença religiosa, o homem passa a atribuir a si mesmo, uma ALMA. Ele passa a acreditar também que tem uma parte que é IMORTAL. E que existe uma vida pós morte. Essa alma e a vida pós morte tinham relação direta com os espíritos superiores. Daí surgiram os primeiros funerais. Mas as primeiras manifestações religiosas formalizadas e institucionalizadas surgiram no início das civilizações. 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Menu Mitologia: Arianrhod

ARIANRHOD

Arianrhod é a Deusa celta da lua, as estrelas e do céu.
Ela também é conhecida por outros nomes, tais como Margawse ou Morgause, e por títulos como a deusa do parto, Magick, da Justiça e da Noite.

No País de Gales, Arianrhod assume outros atributos, bem como, quando ela se torna a Deusa da Roda do Ano e a Deusa da Lua Cheia, do Destino, fertilidade, morte e reencarnação.
O que é extremamente importante é o fato de que Arianrhod também é a deusa da Energia  Feminina, parte integrante do Feminino Divino.

A lenda nos diz que Arianrhod era a mais poderosa de todas as filhas nascidas da grande Deusa Mãe Don e seu consorte Beli e que ela era muito bonita, com a pele muito pálida.
Também se acreditava ter sido ela tanto irmã como esposa de Gwydion, e a mãe dos gêmeos: Llew, um Deus Sol, e Dylan, um deus do mar.

Arianrhod era também uma deusa Mágica e ela foi considerada pela maioria como uma deusa donzela, vivendo sua vida da mesma forma como as deusas gregas Ártemis e Athena e cercada apenas por mulheres.

Na realidade, porém, Arianrhod, viveu uma vida muito mais selvagem e livre, frequentemente se divertindo sexualmente e tendo uma preferência distinta para tritões.

Os símbolos de Arianrhod são o caldeirão e a porca branca.
O caldeirão era um importante símbolo do poder feminino, no mundo pré-cristão, pagão, enquanto a porca branca indica que ela tinha uma forte ligação com o submundo.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Spartacus

SPARTACUS

De longe o mais famoso gladiador da história, Espártaco (em latim: Spartacus) foi um gladiador de origem trácia, líder da mais célebre revolta de escravos na Roma Antiga, conhecida como "Terceira Guerra Servil", "Guerra dos Escravos" ou "Guerra dos Gladiadores". 

De acordo com vagas referências de autores romanos (Apiano, Floro e Plutarco), Espártaco era de origem trácia e, por ter desertado de uma tropa auxiliar do exército romano, foi capturado e reduzido à escravidão. Devido à sua força física, foi comprado por um mercador a serviço do lanista, Lêntulo Batiato, e levado para a escola de gladiadores de Cápua, na Campânia (Itália).

Lentulus Batiatus, de Cápua, deve ter reconhecido seu potencial, porque ele comprou Spartacus com a intenção de transformá-lo em um gladiador. Mas a independência feroz de um guerreiro não é facilmente domada: em 73 a.C, Spartacus convenceu setenta de seus companheiros gladiadores, entre eles Crixus, a rebelarem-se contra seu senhor. Na revolta, Batiatus foi assassinado e os gladiadores fugiram para as costas do vizinho Monte Vesúvio. Enquanto em trânsito, o grupo ia reunindo homens livres e também muitos outros escravos, tornando-se assim, um grande e poderoso exército.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Menu Mitologia: Dona Rosa Caveira

DONA ROSA CAVEIRA

Dona Rosa Caveira é um mistério só, tem reputação de maravilhosa curandeira e aspecto inquietante. Nas imagens populares, ironicamente difíceis de encontrar no Brasil, ela exibe um corpo meio esquelético e meio humano coberto com capa e capucho.  Dona Rosa Caveira é protagonista de inúmeras lendas. Uma delas conta que Rosa nasceu no Oriente.
Sétima filha de uma simples família do campo, desde cedo aprendeu com seus pais as artes da cura, pois eles eram afamados xamãs.  Sua falecida avó foi sua primeira guia espiritual. Em sonhos, a querida alma da ancestral instruía e aconselhava a neta. Rosa era uma menina privilegiada.
Aos dezenove anos ela conheceu um xamã muito mais velho. Eles se apaixonaram e  casaram. Ela então começou um período muito intenso de atendimento espiritual aos cidadãos de sua vila e arredores. Sua vida transcorreu cheia de méritos e bênçãos. Rosa morreria depois de seu marido, saboreando o prazer de uma existência dedicada os mais necessitados. Outra lenda nos conta o segredo de seu nome… Ao redor da casinha onde sua família morava existia um roseiral selvagem. No final da gravidez, sua mãe não teve tempo de pedir ajuda à parteira local e a menina nasceu ali mesmo. Daí o nome: Rosa. Por que caveira ?