Bem Vindos

Ola amigos bem vindos a Arcanoteca um espaço para RPG, mitologia, contos e curiosidades, esperamos que gostem do nosso conteúdo e nos visitem com frequência. (amigos nós não temos pop ups por favor deixem o seu ADblock desativado para nosso site pois isso nos ajuda muito a manter a Arcanoteca)

sábado, 29 de outubro de 2016

Menu Mitologia: El Petizo

EL PETIZO

Fenômenos paranormais são objetos de um estudo para as pessoas que se dedicam a este tipo de investigação, mas também são de interesse para os leitores em geral: a localização em  El Duraznito, situada 15 km a sudeste de Rosario de la Frontera, passa a ser um dos os locais onde "El Petizo", um personagem místico descrito como uma sombra que ataca os caminhantes solitários no meio da noite, fez uma reaparição.

Seis créditos já foram documentados no Terminal da Cidade Salta envolvendo pessoas que receberam feridas que foram posteriormente tratadas no hospital local. A maneira como os ataques ocorrem é a mesma em todos os casos. A pessoa é atacada por uma sombra e a mesma desaparece quando alguém vem ao resgate da vítima. Estas histórias também coincidem com o fato de “El Petizo” parecer estar imune a feridas de faca, balas também parecem não ter qualquer efeito.

A mais recente vítima de um ataque de “El Petizo” foi um jovem que ia em direção a uma montanha de bicicleta, para visitar amigos e participar de uma caçada. Trazia consigo uma espingarda e uma faca. De acordo com a sua história, após adentrar na região, ele foi derrubado de sua bicicleta e descobriu que estava enfrentando uma sombra negra de aparência semelhante a um homem em decomposição.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Menu Artigos: Origens da Mitologia Grega

ORIGENS DA MITOLOGIA GREGA



O mito era o coração da sociedade grega antiga, como forma de entender os fenômenos naturais e os acontecimentos sem a ação dos humanos. Os gregos, crentes nas histórias e nas narrativas dos poetas, estabeleceram rituais e cultos fundamentados nessas lendas heróicas, divinas e humanas. Desde aquele tempo, o ser humano precisou criar concepções lógicas acerca das histórias contadas apenas pelos poetas. O filósofo Homero fazia a educação da Grécia e, para os gregos, os mitos eram a mais pura verdade.

Os deuses eram divindades com atribuições próprias e com inúmeros poderes. Eram imortais, podiam salvar ou destruir. Tinham o poder de transformar-se em objetos e animais ou adquirir outras personalidades. A mitologia, embora seja repleta de narrações sobre batalhas, traições, intrigas e maldades, servem para interpretação subjetiva dos diversos arquétipos que ainda hoje são muito atuais e que encontramos em nossos dias.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Menu Mitologia: Ya-Te-Veo

YA-TE-VEO

O Ya-te-veo (espanhol para "Agora eu te vejo") é uma árvore antropófaga que supostamente vive em regiões remotas da África e das Américas Central e do Sul. De acordo com o livro de J.W. Buel, "Terra e Mar" (1887), o Ya-te-veo possui longas vinhas serrilhadas e um tronco curto e grosso. As vinhas ficam dispostas ao redor da árvore. Os dentes semelhantes à punhais ficam aplainados no chão. Quando uma presa, geralmente um mamífero de porte médio, pisa em suas videiras, elas se levantam como serpentes e envolvem a vítima completamente.

Para atrair sua presa, o Ya-te-veo produz "folhas" ou "frutos" coloridos em suas vinhas, embora estas folhas ou frutos não tenham sabor ou utilidade culinária. Alguns dizem que a criatura tem uma boca enorme no centro de seu tronco, enquanto outros afirmam que cada um de seus tentáculos possui pequenas bocas com presas. Ainda há outros que afirmam que a árvore usa seus tentáculos para espremer os nutrientes essenciais de sua presa. Esta forma de "comer" é especialmente terrível, pois a árvore pode levar vários dias ou mesmo semanas para digerir completamente sua presa. Durante boa parte desse tempo, a presa ainda continuaria viva, sofrendo lentamente dentro do organismo da criatura.
É bem provável que as histórias sobre o Ya-te-veo não passem de versões exageradas de plantas carnívoras reais. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Menu Mitologia Oriental: Jubokko

JUBOKKO

Jubokko (樹木子, "Árvore Vampira") é uma espécie de yokai em forma de árvore, que de acordo com muitos contos populares japoneses, nasce em antigos campos de batalha onde centenas de pessoas morreram. A semente se alimenta do sangue dos mortos que tem embebido no solo, e ao longo do tempo a árvore desenvolve um gosto por sangue. Uma Jubokko se parece com uma árvore normal e saudável, exceto pelo fato de que, quando alguém chega perto dela o suficiente, ela o captura com seus ramos e drena todo o seu sangue. 

Características

Por se assemelhar a uma árvore normal, é impossível distinguir uma Jubokko das demais árvores somente observando-a. Um fator que ajuda a identificá-la é o fato de que uma Jubokko sangra quando é cortada, mas é virtualmente impossível para alguém se aproximar dela sem ser capturado.

Ela é uma árvore mais resistente do que qualquer outra e é capaz de curar suas feridas rapidamente (diz-se que suas raízes possuem poderosas propriedades curativas).Outra particularidade de uma Jubokko é o poder de alterar a flora ao seu redor, podendo assim fazer com que alguém se perca em meio a vegetação e acabe se tornando sua vítima. Além disso, ela pode se comunicar com outras plantas e assim obter a localização de um alvo em potencial.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Menu Mitos e Lendas: A árvore do Vampiro

A ÁRVORE DO VAMPIRO



A Árvore do Vampiro é uma lenda urbana mexicana acerca  de uma enorme árvore que nasceu de uma sepultura do Panteón de Belén, um antigo cemitério de Guadalajara.

De acordo com a lenda, há muitos anos atrás, os cidadãos de Guadalajara foram perseguidos por um vampiro sedento de sangue. O primeiro sinal de que algo estava errado surgiu quando eles começaram a encontrar animais mortos por toda a cidade. As pessoas ficaram intrigadas e após examinarem os cadáveres, descobriram que os mesmos tiveram todo o seu sangue drenado.

sábado, 22 de outubro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Hidebehind

HIDEBEHIND

Hidebehind é uma misteriosa criatura noturna pertencente ao folclore americano. Diz a lenda que ele devora seres humanos que vagueiam em florestas durante a noite, e é creditado pelo desaparecimento de vários madeireiros durante o período colonial dos Estados Unidos. 

O Hidebehind foi primeiramente citado no "Livro dos Seres Imaginários" de Jorge Luis Borges, que o descreve como um animal grande e poderoso, apesar do fato de que ninguém até hoje foi capaz de ver algum graças a sua excepcional capacidade de camuflagem. Quando sua presença é notada, o hidebehind se esconde de imediato atrás de um objeto (geralmente uma árvore) ou atrás da própria presa, de uma forma que se torna virtualmente impossível de ser visto. Desta forma, ele consegue perseguir presas humanas sem ser notado e as ataca sem chance de defesa. Após matar seu alvo, o Hidebehind o arrasta  para seu covil e o devora. 

Fonte: Portal dos Mitos


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Menu Mitologia Oriental: Jimenken

JIMENKEN

Essa lenda tem seu inicio desde da era Edo (1603 a 1868) e persiste ate os dias atuais. Jinmenken trata-se de um cachorro que tem a face humana , este ser vaga a noite pelos centros urbanos japoneses , apresenta a capacidade de falar , todavia dizem que ele é muito rude e normalmente só fala : " Me deixem em paz!" ou " Vai embora e me deixe em paz!". Tal criatura , não é conhecida por atacar as pessoas que o avistam , mas dizem que ele traz mais sorte e frequentemente a sua aparição está relacionado com o acontecimento de acidentes ou desastres.

Da era Edo ate os dias atuais relatos de avistamento deste cachorro. Não é estranho autoridades japonesas serem reportadas de avistamentos do jinmenken ...

Mas qual seriam sua origem? Alguns acreditam que tal criatura é resultado de possessão de cachorros por espíritos malignos , outros que eles seriam a personificação de espíritos de pessoas que morreram em acidentes nas estradas.

Todavia, tudo isso pode ter uma explicação nada sobrenatural ... Primeiro a visão deste ser só ocorre a noite de modo que possivelmente pode ser resultado de um erro de identificação, ora no japão existem macacos que quando não estão sentados podem ser facilmente confundidos por cachorros durante a noite...Então a lenda como um todo pode ser resultado de uma confusão...

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Menu Mitologia: Yara-Ma-Yha-Who

YARA-MA-YHA-WHO


O Yara-Ma-Yha-Who é uma criatura do folclore aborígene australiano. Esta criatura se assemelha a um vampiro, descrito como um homem pequeno de mais ou menos 1 metro de altura, vermelho, com uma cabeça e boca muito grande, sem dentes. Suas características mais distintivas são mãos e pés. A ponta dos dedos das mãos e pés têm ventosas iguais a um polvo. 

Ele vive em árvores de figo, embora algumas fontes afirmem que a criatura vive em cavernas perto de uma fonte de água. E diferente de outros monstros, ele não caça sua presa para se alimentar. Em vez disso, ele espera o alimento vir ate ele.

Quando um viajante desprevenido descansa sob a sua árvore, o Yara-Ma-Yha-Who faz o seu movimento. A criatura possui uma força sobrenatural que o faz combater facilmente homens crescidos. Ele cai sobre a vítima e drena seu sangue usando as ventosas em suas mãos e pés, deixando-os fracos, raramente causando sua morte. Em seguida, começa a engatinhar sobre a sua presa na forma de um lagarto e engole a pessoa. A criatura então se levanta move e o corpo de sua vítima ainda viva para baixo em seu estômago, bebe um pouco de água, e então tira um cochilo. 

Quando o Yara-Ma-Yha-Who acorda, ele regurgita a vítima, deixando-a mais curta do que antes. A pele da vítima também ganha um tom avermelhado que não tinha antes. A criatura então procura um arbusto para dormir durante a noite. Assim vítima tem uma chance de tentar escapar. 

Mesmo se a criatura acordar e for atrás da presa, esta ainda terá uma boa chance de fugir, pois o Yara-Ma-Yha-Who tem uma marcha lenta. 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Menu Mitos e Lendas: O homem Sombra

O HOMEM SOMBRA (SHADOWMAN)

O Shadow Man (Homem Sombra) é conhecido em algumas regiões como o "homem da capa preta" e no Brasil costuma também ser chamado de "exu" que é uma entidade das religiões de matriz africana, sendo que em alguns casos ele é um ser neutro entre o bem e o mal e é guardião de cemitérios e portas sagradas. Há relatos de pessoas que o viram em cemitérios durante enterros de parentes ou amigos, sendo que essa figura aparecia ao longe dando quase a impressão de ser um desenho animado ou uma produção cinematográfica de tão surpreendente.

Vultos de homens vestidos de preto usando chapéus, e que em algumas vezes também são vistos de capa, parecendo-se com sombras, fazem parte de um fenômeno sobrenatural já relatado por indivíduos ao redor do mundo.

Quem o viu de perto, em inúmeros casos, o descreve com mais de 2m de altura, com um olhar duro e sem expressão. A maioria destes relatos os descrevem também como silhuetas negras de seres humanoides, sendo que em alguns avistamentos estão "sem rosto", ou com uma face parecida com a de bonecos de cera, pálidos e sem expressão. Também existem comentários de que seus olhos, quando os possuem, são vermelhos, cor de fogo ou amarelados. Em outras situações dizem que não possuem massa, variando sua forma entre o bidimensional a formas vaporosas e errantes.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

sábado, 15 de outubro de 2016

Menu Mitologia Grega: Ciápodes

CIÁPODES

Os Ciápodes (do grego σκιαποδες, skiapodes, "pé de sombra"), monócolos (do grego μονοκωλοι, monokôloi, "de uma perna"), ou ainda monópodes são seres humanóides, geralmente considerados anões, com apenas uma perna grossa e centrada no meio do corpo, e um único e enorme pé.

Plínio, o Velho, em sua obra, Naturalis Historia, registrou relatos de viajantes que supostamente encontraram ciápodes ou apenas os avistaram. Plínio observa que os ciápodes foram primeiramente mencionados pelo historiador Ctésias em seu livro Indika (Índia), um registro da visão de persas da Índia, do qual hoje existem somente fragmentos. 

"Ele (Ctésias) fala também de outra raça de homens, que são conhecidos como Monocoli, que só têm uma perna, mas são capazes de pular com agilidade surpreendente. O mesmo povo é também chamado de Sciapodae, porque têm o hábito de deitar de costas, quando o calor é muito forte, e protegerem-se do sol com a sombra de seu pé.
Sugeriu-se que a lenda teria se originado da visão de iogues em posturas estranhas, ou de indianos com os pés inchados por elefantíase."
-Naturalis Historia, 7:2

Fontes: Aqui e Aqui 


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Menu Artigos: Ritos e Práticas na Religião Romana

RITOS E PRÁTICAS NA RELIGIÃO ROMANA



Durante toda a história de Roma, os cultos públicos aos deuses foram realizados por sacerdotes que conheciam suas práticas e os sacrifícios necessários, sendo eles os principais responsáveis pela intermediação entre os homens e o divino. 
Embora o culto privado conduzido pelo mantivesse sua autonomia ao longo dos séculos, o culto público era realizado por profissionais, em templos pater familias específicos, subordinados ao governo romano. 
De acordo com Políbio, os acampamentos romanos, bem como o traçado das cidades, possuíam medidas sagradas. 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Menu Curiosidades: Aproveitando a onda sobre Palhaços

APROVEITANDO A ONDA SOBRE PALHAÇOS 

Ola amigos aproveitando essa onde de avistamentos de palhaços macabros trago para vocês dois vídeos do Canal Assombrados sobre o assunto, espero que gostem




VÍDEO SOBRE CASOS NO BRASIL : 

Menu Contos: O Toque de Midas

O TOQUE DE MIDAS



— Alguém viu por aí aquele bêbado do Sileno? — perguntou Baco, sem receber resposta. 
Sileno, preceptor de Baco, não passava um dia sem aprontar alguma. Sempre embriagado e montado no seu burrico, vagava o dia inteiro, sem rumo certo, até ser encontrado dias depois, caído pelos caminhos, a dormir o pesado sono dos bêbados. 
Desta vez não foi diferente. Tonto pela bebida, Sileno enveredara por uma estrada diferente, esfalfando seu burrico, até chegar ao reino do poderoso Midas. Internando-se num bosque, encontrara logo uma árvore e ajeitara-se sob a sua sombra, para pôr o sono em dia. 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Menu Mitologia Grega: Bóreas o Vento do Norte

BÓREAS O VENTO DO NORTE

Bóreas, que significa vento do norte ou devorador, era na mitologia grega o deus do vento frio do norte que trazia o inverno. Bóreas era muito forte e tinha um violento caráter. Com frequência era representado como um idoso alado com cabelo e barbas longas vestindo uma túnica de nuvens. Para os romanos era o deus Aquilo. 

Os gregos achavam que seu lar estava em Tracia e descrevem uma terra ao norte chamada Hiperbórea que significa "para além de Bóreas". Nessa terra, as pessoas viviam em completa felicidade até idades extraordinariamente longas.

Boreas, Zéfiro, Euro e Noto eram filhos de Astreo e de Eos. Bóreas se apaixonou por Oritía, uma princesa ateniense. Apesar de tentar conquistá-la, Oritía não deu-lhe atenção. Voltando ao seu temperamento violento, Bóreas a raptou enquanto ela dançava nas margens do rio. Bóreas levou-a numa nuvem de vento até a Tracia e teve com ela dois filhos: Zetes e Calais, e duas filhas, Quíone e Cleopatra. Desde então, os atenienses viam a Bóreas como um parente político. Quando Atenas foi ameaçada pelos persas, os atenienses clamaram por Bóreas que lançou ventos fortes fazendo afundar 400 barcos persas. Por isso, os atenienses construiram um altar dedicado a Boreas junto ao Rio Iliso. 

A ninfa Pítis apreciava ver Pã tocando sua flauta apesar do seu aspecto grotesco. Sempre tocando a flauta de sete tubos em locais solitários, por não conseguir conquistar nenhuma moça, Pã sentou-se à beira de um rochedo. Pitis seguiu-o e quando dele se aproximou, Pã resolveu revelar seu amor. Ele não sabia que Pítis era amada por Bóreas, o terrível vento do norte, que naquele instante soprava com grande violência.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Menu Mitologias: Jorge da Capadocia

JORGE DA CAPADÓCIA

Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuía três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Sylén, uma cidade da Líbia.

Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.

Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.

sábado, 8 de outubro de 2016

Menu Mitos e Lendas: A Misteriosa História do Arco de Teles

A MISTERIOSA HISTÓRIA DO ARCO DO TELES.



Fonte: Mundo Tentacular
Com base no texto de: Guar Antiga

A Travessa do Comércio, na Praça XV, reduto da boemia carioca tornou-se famosa pelo arco construído sobre ela, no século 18 - o Arco do Telles.

O que pouca gente sabe (e quem sabe não comenta) é que o beco debaixo do arco testemunhou muita coisa estranha. Há quem o considere um lugar maldito e garanta que até hoje é mal assombrado. Dentre os diversos episódios estranhos que envolvem o lugar, veremos um dos mais terríveis: a história de uma das primeiras feiticeiras do Rio de Janeiro, certamente a mais cruel. Desculpem-me pelo relato forte e chocante. Todos os fatos que vou citar ocorreram e estão registrados em documentos antigos da polícia carioca.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Menu Vídeos: A conquista Normanda

A CONQUISTA NORMANDA

Mais um vídeo magnífico do canal Nerdologia 

Esse é pra quem ama a história dos povos nordicos  então, pegue seu escudo normando e prepare-se para invadir a Inglaterra!



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Menu Mitologia Grega: As Antusas e o Girasol

AS ANTUSAS E O GIRASSOL

As antusas ou anthousai em grego, eram as ninfas das flores e dos lugares floridos. A mais importante delas era Clóris - a verde, identificada pelos romanos como a deusa das flores e da vegetação, Flora.

Ela era esposa de Zéfiro - o Vento Oeste -  e mãe de Carpo - o Fruto. Reinava sobre os Campos Elísios ou as Ilhas dos Bem-Aventurados, o paraíso no Ocidente, além do Oceano destinado aos heróis da mitologia grega após a morte. As outras ninfas das flores eram: Iante, a ninfa das violetas - Rodeia, ninfa das rosas - Liríope, ninfa dos lírios.

Clítia ou Clítie era a ninfa do girassol e amava Helius, o deus Sol. Quando ele a abandonou pelo amor de Leucotéia, devido ao sofrimento Clítia começou a definhar. Ficava durante todo o dia sentada no chão frio com sua tranças desatadas sob os ombros. Passavam-se os dias sem que ela comesse ou bebesse, alimentando-se apenas das próprias lágrimas.

Durante o dia contemplava o Sol desde o nascente ao poente. Era a única coisa que via e seu rosto estava sempre voltado para ele. À noite, curvava-se para chorar. Por fim, seus pés criaram raízes no chão e o rosto transfigurou-se em uma flor, que passou a se mover sobre o caule sempre acompanhando o sol. Assim nasceu o heliótropo ou o girassol...

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Menu Artigos: A religião a Serviço do Poder, Faraós e Sacerdotes

A RELIGIÃO A SERVIÇO DO PODER: FARAÓS E SACERDOTES



As práticas religiosas e mágicas também serviram à monarquia divina dos faraós, pois estabeleciam a legitimidade de ações através do desejo ou da permissão dos deuses. Ou seja, eram utilizadas como forma de controle social e "propaganda" de governo. Nessa mesma linha, encontramos os "deuses dinásticos" (divindades associadas a uma dinastia de monarcas reinantes) podendo atingir grande importância no reino como um todo.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Menu Mitologia Grega: Édipo e sua Herança Maldita

ÉDIPO E SUA HERANÇA MALDITA

A maldição que se abateu sobre Édipo teve início com seu pai Layo, filho de Lábdaco, sábio rei tebano que deu origem aos Labdácidas. Quando Lábdaco faleceu, Layo ainda era muito jovem para governar Tebas. Lico, o fiel conselheiro do rei, assumiu a regência do trono que seria restituído a Layo quando ele completasse a idade para governar. No entanto, os sobrinhos de Lico, Anfião e Zeto, tomaram-lhe o trono. 

Temendo por sua vida, Layo fugiu para a Élida sendo acolhido pelo Rei Pélops. Porém Layo se apaixonou por Crisipo, filho mais jovem e preferido do rei, e o raptou. Isso atraiu a fúria de Pelops. Ao fugir Crisipo se precipitou em um poço. Tomado de dor e ódio, Pélops lançou uma maldição sobre Layo que iria se abater sobre todas as suas gerações descendentes.

Layo reassumiu o trono de Tebas, casou-se com a bela Jocasta e se esqueceu da maldição que lhe fora lançada. O reino de Layo se tornou um dos mais prósperos da Grécia quando Jocasta anunciou a chegada do herdeiro. Feliz com a gravidez, Layo se debruçou sobre o ventre da mulher e repentinamente sentiu uma tristeza desconhecida e um estranho desespero.

Tomado pelo presságio, Layo decidiu consultar o Oráculo sobre o herdeiro que revelou uma terrível profecia: “ O filho matará o próprio pai e se tornará o soberano casando-se com a mãe; isto será a ruína de Tebas". Transtornado com tão trágica revelação, Layo revelou a profecia à sua esposa. Quando a criança nasceu, Jocasta viu o filho ser arrancado de seus braços pela força das profecias. Layo em silêncio, tomou a criança e partiu.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Menu Mitologia Nordica: O Desaparecimento do martelo Mijölnir

O DESAPARECIMENTO DO MARTELO MIJÖNIR  

Certa manhã Thor, filho de Odin, se deu conta que seu martelo havia desaparecido. No lugar onde Thor costumava guardar o próprio martelo encontrou um bilhete bastante desagradável. O bilhete de autoria do gigante Thryn exigia que Thor entrasse em contato com ele para negociar a devolução. 

Thor imediatamente chamou por Loki, que era seu irmão e muito astuto, para se encontrar com Thryn a fim de descobrir os termos de negociação e engambelá-lo. 

Loki antes de partir se encontrou com Freya para tomar emprestado um casaco de pele de falcão. Dessa forma, Loki se metamorfoseou em um elegante falcão de penas rubras como o fogo e passeou pela moradia dos gigantes em Jotunheim até encontrar a caverna de Thryn. 

Loki ao chegar reparou que tudo na caverna era extremamente reluzente e o gigante sanou a dúvida do deus trapaceiro revelando que era extremamente míope. Thryn revelou que o acordo proposto era de Loki trazer Freya para casar com o próprio gigante e assim ele devolveria o martelo Mijölnir. Loki disse para o gigante que jamais poderia utilizar o martelo na sem usar das luvas de força de Thor. 

Ao chegar em Asgard, Loki disse os termos de negociação para a sua família, provocando lamúrias em Freya e ira em Thor e Odin. Loki teve uma ideia para enganar o gigante. A ideia dele era de ele junto a Thor ir travestidos de mulher, Thor de Freya e Loki de sua escrava. Thor se sentiu ofendido com essa ideia, porém Loki o convenceu dizendo que era um truque fabuloso e que daria respeito a Thor para com os gigantes. 

sábado, 1 de outubro de 2016

Menu Vídeos: A caixa de Pandora

A CAIXA DE PANDORA 

Vídeo do fabuloso canal Foca na História
Conheça a famosa história da Caixa de Pandora. Após o roubo do fogo por Prometeu, Zeus decidiu castigar os homens. Para isso, ele mandou que fosse criada Pandora, a primeira mulher.