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segunda-feira, 30 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: Scylla

SCYLLA

Scylla ou Cilla em grego era uma ninfa que foi transformada em monstro marinho por ciumes.
Sua história começa quando Glauco um monstro marinho horrendo se apaixona pela maravilhosa ninfa Cilla, perdidamente apaixonado por sua beleza Glauco implora por sua atenção, mas por medo da aparência da criatura a ninfa se põe a fugir de tal forma que o monstro não à encontraria em nenhum dos quatro cantos do mundo ou nem mesmo percorrendo os sete mares. Desiludido e inconsolável Glauco procura por Circe uma feiticeira e pede sua ajuda a feiticeira promete ajuda, mas fica atraída por Glauco e se apaixona loucamente pelo monstro, sabendo do seu amor pela ninfa a bruxa encontra o local onde a ninfa costumava se banhar e coloca um feitiço na água quando a ninfa entra na água senti que algo esta estranho vê as bestas ao seu redor então pondo se a correr ela cai em si e percebe que as bestas fazem parte de seu corpo. Em suas lamúrias é encontrada por Glauco e corre para pedir sua ajuda, mas Glauco ao ver o monstro a qual a ninfa se transformará se afasta e diz que não a amará. A ninfa que já não era amada e já não possuía sua beleza, pôs se a esconder-se amargurada. 
E passou a aparecer a noite, nos portos da Grécia antiga, em forma de uma mulher coberta por um enorme véu em posição de oração. Quando os navegantes a viam, encantados por sua beleza, se aproximavam e no momento que estavam muito próximos, suas 6 bestas que se escondiam sobre o véu os atacavam, sendo elas: a águia, o lobo, a serpente, o morcego, o urso e a abelha. Esta foi a forma de vingança que Cila achou por não ter mais sua beleza e alguém que a amasse...

Anunnakis os Gigantes da mitologia - Documentário

Documentário sobre Gigantes da mitologia, com correlações com alienígenas. 

domingo, 29 de março de 2015

Menu Mitologia Egípcia: Cleopatra

CLEOPATRA

Cleópatra Thea Filopator  Alexandria, foi a última rainha da dinastia de Ptolomeu, general que governou o Egito após a conquista daquele país pelo rei Alexandre III da Macedônia. Era filha de Ptolomeu Auletes. O nome "Cleópatra" significa "glória do pai", "Thea" significa "deusa" e "Filopator" "amada por seu pai".
Cleópatra originalmente governou conjuntamente com seu pai Ptolemeu Auletes, e mais tarde com seus irmãos Ptolomeu XIII e XIV, com quem se casou como por costume egípcio, mas, eventualmente, ela tornou-se a única governante. Como faraó, ela consumou uma ligação com Júlio César, que solidificou sua posição no trono. Mais tarde, ela elevou seu filho com César, Cesário, para co-regente em nome.
Cleópatra foi uma grande negociante, estrategista militar, falava seis idiomas e conhecia filosofia, literatura e arte gregas.
Antes de falecer em 51 a.C.,7 Ptolomeu nomeou os seus filhos, Cleópatra e Ptolomeu XIII, que deveriam reinar juntos como novos soberanos do Egito. Seguindo o costume da sua dinastia, Cleópatra casou com o irmão que teria cerca de quinze anos de idade.
Os monarcas estavam cercados por homens da corte que ambicionavam o poder e que exerciam um domínio sobre o irmão de Cleópatra: Teódoto, preceptor de Ptolomeu XIII, o eunuco Potino e o oficial do exército Aquilas.
Desde o início Cleópatra compreendeu que Roma era a nova potência do Mediterrâneo e que caso desejasse manter-se no poder deveria manter relações amigáveis com ela.

sábado, 28 de março de 2015

Palestra Sobre Kabbalah (audio)

Sempre na busca de videos interessantes hoje trago a vocês amigos da Arcanoteca o Áudio da palestra do dia 23/11/2012 sobre a Kabbalah e os Deuses de todas as religiões, ministrada na Loja Teosófica liberdade. Para mais informações: www.deldebbio.com.br

sexta-feira, 27 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: As Ninfas - Nimphes

AS NIFAS - NIMPHES

Ninfa deriva do grego nimphe (Νύμφε), que significa "noiva", "velado", "botão de rosa", dentre muitos outros significados. As ninfas são espíritos, habitantes dos lagos e riachos, bosques, florestas, prados e montanhas. São frequentemente associadas a deuses e deusas maiores, como a caçadora Ártemis, ao aspecto profético de Apolo, ao deus das árvores e da loucura Dionísio, ao aspecto pastoreador de Hermes. Uma classe especial de ninfas, as Melíades, foram citadas por Homerocomo as mais ancestrais das ninfas. Enquanto as demais ninfas são normalmente filhas de Zeus, as Melíades descendem de Urano. Apesar de serem consideradas divindades menores, espíritos da natureza, as ninfas são divindades às quais todo o mundo Helénico prestava grande devoção e homenagem, e mesmo temor. De acordo com a mitologia grega, Hérmia era a rainha das fadas e ninfas. Embora não fossem imortais, as ninfas tinham vida muito longa e não envelheciam. Benfazejas, tudo propiciavam aos homens e à natureza. Tinham ainda o dom de profetizar, curar e nutrir. Encontramos vários tipos ou classes de Ninfas conforme os seus hábitos, ou as diferentes esferas naturais a que estão associadas.Entre as mais populares, classificamos:

quinta-feira, 26 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: Dédalo

DÉDALO

Dédalo (em grego: Δαίδαλος, transl. Daídalos; em latim: Daedalos; em etrusco: Taitale) é uma personagem da mitologia grega, natural de Atenas e descendente de Erecteu. Notável arquitecto e inventor, cuja obra mais famosa é o labirinto que construiu para o rei Minos, de Creta, aprisionar o Minotauro , monstro filho de sua mulher. Dédalo nasceu em Atenas, sendo filho de Metion, filho de Eupalamus, filho de Erecteu.4 Ele tinha um sobrinho chamado Perdiz, filho de sua irmã, e um filho chamado Ícaro. Em seus primeiros anos a vida do arquitecto Dédalo foi um ato de descobrimento dos materiais, formas, volume e do próprio espaço. Certa vez, Dédalo estava ensinando tudo o que sabia para seu sobrinho Talos. Talos então inventa a roda do oleiro e o serrote de ferro. Dédalo, com inveja, assassina-o, é descoberto e condenado, e foge para Creta. Em Creta, Dédalo se torna amigo do rei Minos, mas ajuda Pasífae a se disfarçar de vaca para ser possuída pelo touro de Posidão. Desta relação nasce o Minotauro. Dédalo, em seguida, constroi o labirinto de Creta, para conter o minotauro.
Dédalo tinha um filho, Ícaro. Quando Minos descobriu que Dédalo tinha feito a vaca para Pasífae, este fugiu de Creta, com a ajuda de Pasífae. Ícaro fugiu com Dédalo, mas morreu em um acidente naval na ilha que passou a se chamar Icária. Dédalo se refugia na Sicília, na corte do rei Cócalo.
Diodoro apresenta a versão alternativa de que Dédalo fugiu de Creta voando: com seu engenho inigualável, constrói para si e para o filho dois pares de asas de penas, ligadas com cera, para fugirem. Ícaro, deslumbrado com a beleza do firmamento, sobe demasiado e o Sol derrete a cera de suas asas, precipitando-o nas águas do mar Egeu, enquanto Dédalo consegue chegar à Sicília. Diodoro Sículo comenta que ele não acredita muito nesta versão, mas não poderia deixar de mencionar este mito. Dédalo passou um bom tempo trabalhando para o rei Cócalo, construindo várias maravilhas.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Menu Mitologia Oriental: Myamoto Musashi

MYAMOTO MUSASHI 

Miyamoto Musashi (宮本武蔵?)(Harima, c. 1584 — Higo ,atualKumamoto, junho de 1645), também conhecido como Shinmen Takezō,Miyamoto Bennosuke ou pelo nomebudista Niten Dōraku, foi um famosoespadachim e ronin, por vezes identificado como um samurai, nascido onde hoje é o Japão moderno, criador do estilo de luta com duas espadas chamado Niten Ichi Ryu (ou Hyoho Niten Ichi Ryu Kenjutsu) e escritor do tratado sobre artes-marciais conhecido como o Livro dos Cinco Anéis.

Biografia

Era Tokugawa (1603-1868) MiyamotoMusashi (1584-1645) é um dos heróis nacionais do Japão. Vivendo num período histórico de transição, em que os tradicionais métodos dos samuraiseram aos poucos substituídos porarmas de fogo (ainda primitivas), ele simbolizou o auge do bushido (caminho do guerreiro), no qual um homem com uma espada na mão representava o máximo da realização individual.
Vários espadachins percorriam o país, alguns simplesmente procurando um adversário famoso como forma de promoção, outros realmente buscando aperfeiçoar sua técnica. Musashi era um destes aventureiros. Como narra na introdução de O Livro dos Cinco Anéis, nunca foi derrotado em combate, apesar de ter enfrentado mais de sessenta oponentes, algumas vezes mais de um simultaneamente.

terça-feira, 24 de março de 2015

Menu Mitos e Lendas: Nabucodonosor

NABUCODONOSOR

Nabucodonosor I "nɛbjəkədnɛzər", Nebuchadnezzar, (em acádio Nabu-kudurri-usur), (1127 a.C. - 1105 a.C.), foi o quarto rei da Segunda Dinastia de Isin e Quarta Dinastia da Babilônia . Ele governou por 23 anos de acordo com a Lista de Reis da Babilônia, e foi o monarca mais proeminente desta dinastia. Ele é mais conhecido por sua vitória sobre o Elam e a recuperação do ídolo de culto de Marduk .
Ele não tem relação com seu homônimo, Nabu-kudurri-usur II , Nabucodonosor II, que só governaria a Babilônia mais de 500 anos depois e veio a ser conhecido pelo nome de "Nabucodonosor" pelos estudiosos bíblicos. Por conseguinte, seria erro aplicar esta designação retroativamente ao primeiro rei, pois a sua aparição na história é mais tardia. Ele é identificado erroneamente nas Crônicas em relação ao Reino de Samas-Suma-ukin como o irmão de Sirikti-suqamuna provavelmente no lugar de Ninurta-kudurrῑ-usur. Ele sucedeu seu pai, Ninurta-Nadin-Sumi , e foi sucedido por sua vez, por seu filho Enlil-Nadin-apli , irmão Marduk-Nadin-ahhē e sobrinho Marduk-sāpik-Zeri , os únicos membros desta família que sabe-se, reinaram durante a dinastia. Seu reinado se encerrou com a conquista da Babilônia pelos Assírios.
A lenda Enmeduranki, ou "a semente da realeza", é uma composição Sumerico-acadiana relatando sua investida sábia e perfeita (nam-ku-zu) conduzida pelo Deus Marduk e sua alegação de pertencer a uma linha de "distante d uma realeza anterior ao dilúvio "e ser um" filho de Enmeduranki , rei de Sippar .

segunda-feira, 23 de março de 2015

Menu Mitologia Nórdica: Hagnar Lothbrok

HAGNAR LOHTBROK

O mais famosos dos heróis nórdicos e um pesadelo vivo para a França e Inglaterra, Ragnar Lohtbrok foi engolfado pela lenda em torno de seu nome. É atribuída a ele uma descendência direta de Odin, o que seria capaz de explicar seus grandes feitos. Analisar o homem por trás da lenda é um grande desafio, já que as fontes são escassas, confusas e misturam lenda com realidade. É aceito que Ragnar era um dane que viveu durante o governo de Horik I, no século IX e comandou a imensa frota de navios que saqueou Paris em 845.
Seu nome faz referência a roupa que costumava usar. Lohtbrok pode ser traduzido como “calças-peludas”. E pode-se dizer que foi um rei para a Suécia e Dinamarca, de acordo com o Gesta Danorum, escrito por Saxo Grammaticus, entre os séculos XII e XIII. Ragnar teria sido filho de Sigurd Ring, um rei sueco que conquistou a Dinamarca, membro da linhagem Ynglings, a quem sempre foram atribuídos feitos lendários nas Sagas, além de, como dito acima, uma ligação direta com o próprio Odin.
Acredita-se que Ragnar tenha saqueado a França inúmeras vezes, usando os rios para navegar com sua frota até o coração do império Franco. Fontes relatam que na sua mais notável investida, em Paris no ano de 845, ele não queimou uma única casa, já que aceitou o suborno do Rei Charles, o Calvo, que pagou a ele mais de 7000 libras de prata. Com uma armada de mais de 5000 guerreiros, Ragnar partiu até o estuário do rio Siena, saqueando com afinco cada uma das cidades que pôde encontrar em seu caminho, incluindo Rouen, até que finalmente chegasse em Paris no dia 28 de Março, segundo a tradição. Diante da facilidade em saquear a cidade, já que o próprio rei o subornou com uma quantia extremamente generosa de prata, não é difícil de imaginar o porque dele ter voltado lá inúmeras vezes depois.

sábado, 21 de março de 2015

Menu Alquimia: Os Alquimistas e a Ciência

OS ALQUIMISTAS E A CIÊNCIA

Se formos nos reportar as referências que temos nos  anais da história a respeito dos enigmáticos  alquimistas, chegaremos à conclusão que esses  sábios homens foram filósofos cientistas que através  da busca pelo conhecimento das leis ditas naturais  expressadas no mundo (macrocosmo), como consequências de uma causa maior, tentaram entender a sua natureza microcósmica, para com isso virem a obter a formula e método de como transmutar o seu Ser e o meio em que se  encontravam,  em prol de uma comunhão completa com o Criador. Eram Iluminados voltados para  meios que antes  não eram separados, cientes de que tudo deriva de um único principium, a  verdadeira Ciência indistinta  de uma separação entre espiritualidade e ciência materialista.
Com a ramificação, deteriorização e alienação dos conhecimentos da fonte, muitas coisas foram  levadas ao extremo do egoísmo, fazendo com que essas verdades fossem encobertas por fantasias daqueles que não queriam procurar a legitima essência a partir de analógias precisas.
Então conseqüentemente surgiu uma manifestação predominante da razão sectária credológica. Nisto, em muitos dos casos, aos leigos principalmente, foi imposta uma lei de aceitação inquestionável das teses teogônicas, onde a primordial ciência tinha sido subjugada pelos dogmas das formalizadas instituições que assumiram o termo de religião.
Com o ocorrido, muitos se revoltaram e, consequentemente, problematizaram e elaboraram uma base de estudos separados do sagrado e espiritual; confundiram a essência do saber com as cascas dogmáticas e fantasiosas dos credos ideológico. Com isso, essas pessoas voltaram-se para uma razão e supervalorização de uma lógica empírica, materialista e, em determinados caos, fanática.

Menu Mitologia: Baal e o Alfabeto.

Ótimo documentário sobre o deus BAAL e a origem do Alfabeto. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Menu Mitologia: Como Destruir um Vampiro

COMO DESTRUIR UM VAMPIRO

Os métodos de destruição de supostos vampiros variam, sendo o empalamento método mais comummente citado, em particular nas culturas eslavas meridionais.O freixo é a madeira preferida na Rússia e estados bálticos para a confecção da estaca,ou o pilriteiro na Sérvia,havendo um registo de ter sido usado carvalho na Silésia para o mesmo efeito. Vampiros em potencial são muitas vezes perfurados com estacas através do coração, embora na Russia e Alemanha setentrional o alvo fosse a boca,e no nordeste da Sérvia o estômago. A perfuração da pele do peito era um método usado para "esvaziar" o vampiro inchado; isto apresenta semelhanças com o hábito de enterrar objetos afiados, como foices, junto com os corpos, de modo a penetrarem a pele se o corpo inchasse o suficiente durante a transformação em morto-vivo. A decapitação era o método preferido na Alemanha e regiões eslavas ocidentais, sendo a cabeça enterrada entre os pés, detrás das nádegas ou sobre o corpo.Este ato era visto como um modo de apressar a partida da alma, que se acredita em algumas culturas que ronde o corpo durante algum tempo após a morte. A cabeça, corpo e roupas do vampiro podem também ser perfurados e pregados à terra por forma a evitar que se levantem. Os povo cigano enfia agulhas de aço ou ferro no coração do corpo e coloca pedaços de aço na boca, sobre os olhos, orelhas, e entre os dedos na ocasião do funeral. Também colocam pilriteiro na mortalha ou enfiam uma estaca de pilriteiro através das pernas. Num enterro datado do século XVI perto de Veneza, um tijolo forçado pela boca de um corpo feminino foi interpretado como um ritual destinado a matar vampiros pelos arqueólogos que o descobriram em 2006. Outros métodos incluíam derramar água a ferver sobre a campa ou a incineração total do corpo. Nos Bálcãs, um vampiro pode ainda ser morto a tiro ou afogado, repetindo as exéquias, salpicando água benta sobre o corpo, ou através de um exorcismo. Na Romênia pode ser colocado alho na boca, e em tempos tão recentes como o século XIX uma bala era disparada através do caixão como medida de precaução. Em caso de resistência, o corpo era desmembrado e as partes queimadas, misturadas com água, e dadas a beber aos familiares como cura. 

quinta-feira, 19 de março de 2015

Menu Artigos: O Triangulo

O TRIANGULO

É impressionante como as coisas mais simples podem obter conotações tão diversas e representativas, um exemplo disto é o triângulo.
Dependendo de quem o observa e das doutrinas seguidas, o triângulo pode ser:
- Símbolo da trindade dos deuses nas culturas cristã, hindu, egípcia, babilônica. Além disso, por ser formado por três segmentos, o triângulo faz alusão às tríades: início, meio e fim; corpo, alma e espírito. 
- O triângulo com três lados iguais apontando para cima, simboliza, nas antigas culturas, o órgão sexual masculino. Para os Hititas, esse símbolo representava o sol, a fertilidade e a saúde, enquanto que para os Maias, simbolizava a montanha sagrada na arte Pueblo.
- o triângulo com três lados iguais apontando para baixo, simboliza a mulher, sendo que nas culturas romanas, gregas e indianas, representa o púbis ou órgão sexual feminino. Em algumas culturas, dois triângulos equiláteros unidos pela base, simbolizam as fases crescente e minguante da lua, enquanto que dois triângulos equiláteros unidos pelas pontas representam a união do feminino e do masculino.
- Na maçonaria, o triângulo apontando para cima representa o traço feminino na parte do homem e o triângulo apontando para baixo representa o traço masculino na parte da mulher, além disto, o triângulo da maçonaria, simboliza o desenvolvimento e amadurecimento espiritual sendo que sua base significa a duração e seus lados representam a luz e as trevas. Para os maçons, o triângulo retângulo, simboliza o elemento água; o triângulo isósceles (dois lados iguais), o elemento fogo; e, por fim, o triângulo escaleno (três lados diferentes), representa o elemento ar.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Menu Artigos: O Lobo

O LOBO

O conflito existente entre o Homem e o Lobo tem fortes raízes que oriundam sobretudo a partir do período medieval, altura em que o lobo começa a possuir a conotação de animal maligno, devoradora de homens, mulheres e crianças. As causas desta atitude parecem ter origem, fundamentalmente, na Igreja Católica, a qual utilizava o lobo como símbolo satânico, animal que punha em causa "o rebanho de Deus", ou seja, a Humanidade Católica. A grande religiosidade do povo medieval, fez com que depressa assimilassem esta ideia, dando ao lobo uma dimensão mitológica e sobrenatural, expressa em várias lendas, histórias e crenças, algumas delas ainda hoje vivas nos habitantes serranos da Península Ibérica. Para a China, a estrela Sírius é o lobo celeste, guardião do palácio celeste (ursa maior).No Japão ele é invocado para guardar locais.O simbolismo da proteção também surge na loba de Rômulo e Remo,que também remete à fecundidade.Na Sibéria,Turquia,Anatólia,a loba é invocada para dar fecundidade às mulheres.O lobo traz em si a magia e o desconhecido. Ao mesmo tempo,ele representa o sentido de união.
Hades, o senhor dos infernos, se utiliza de uma capa de pele de lobo. O deus da morte dos etruscos é representado com orelhas de lobo. Nos tempos negros em que se sacrificavam humanos a Zeus por melhores colheitas, o deus assumia a forma lupina....Enquanto os bruxos e bruxas se transformavam em lobos para irem aos sabás, na Espanha o lobo era conhecido como montaria dos feiticeiros.Na mitologia nórdica, Fenrir é o lobo
gigante,umdos mais implacáveis inimigos dos deuses. ?Na mitologia egípcia,Anúbis é chamado de Impu,"aquele que tem a forma de um cão selvagem",Em cinópolis é venerado como o deus dos infernos.?Da mesma forma, os algonquinos e a tribo mazi (povos indígenas do sul do canadá) vêem o lobo como uma criatura intermediária emtre a natureza divina e humana,senhor do reino dos mortos no ocidente.?O lobo nas lendas e credos populares do ocidente é uma praga maligna que destrói rebanhos e quando tocado pela magia , um vetor da licantropia ( suas vítimas transforman-se em ferozes besta-lobo)(lobisomem)

terça-feira, 17 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: Orion e o Escorpião

ORION E O ESCORPIÃO

Em princípios de Novembro, Orion nasce a leste cerca das 22 horas, em princípios de Dezembro, cerca das 20 horas. O mapa do céu mostra a posição das estrelas em relação ao horizonte leste em ambas as alturas. Orion era o maior dos gigantes. Era filho de Poseidon, o deus do mar a quem os romanos chamavam Neptuno. Dizia-se que era filho também de Gaia, a Mãe Terra. Era um gigante poderoso. Do pai, tinha herdado o poder de andar sobre as ondas do mar. Da mãe, tinha herdado o porte gigantesco. Com os tempos, tornou-se esbelto e atlético, com uma bela figura, cobiçado pelas mulheres e pelas deusas. Desposou em primeiras núpcias Side, que se dizia ser a mais bela de todas as jovens da Grécia antiga. Mas Side era orgulhosa e gabava-se de ser mais bela ainda do que as imortais, mais bela do que a própria Hera, a rainha das deusas e esposa de Zeus. Ciumenta, Hera vingou-se e precipitou a jovem do cimo das montanhas do Tártaro, matando-a.
Privado da esposa, Orion deambulou perdido pela Terra. A certa altura, ao passar pela ilha de Quios, famosa pela sua caça grossa, avistou Mérope, a princesa do reino, que tocava a sua flauta nas margens de um rio. Mal se viram, os jovens apaixonaram-se. Mérope nunca tinha visto um gigante tão belo e Orion nunca tinha visto uma jovem tão inocente e tão dotada. Mas os seus amores estavam também destinados à tragédia.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Menu Alquimia: A Alquimia de Francis Bacon

A ALQUIMIA DE FRANCIS BACON

Francis Bacon (1561-1626) foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator.
Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes, Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616).
Bacon interessava-se por astrologia e tentou formular uma ciência empírica baseada na co-relação das conjunções astrológicas e os fatos históricos. Se tivesse levado a cabo esse projeto, a ciência hoje seria completamente diferente. Mas, pressões acadêmicas da época forçaram-no a abandonar a empreitada.
A produção intelectual de Bacon foi vasta e variada. De modo geral, pode ser dividida em três partes: jurídica, literária e filosófica.
As obras filosóficas mais importantes de Bacon são Instauratio magna (Grande restauração) e Novum organum. Nesta última, Bacon apresenta e descreve seu método para as ciências. Este novo método deverá substituir o Organon aristotélico.
Seus escritos no âmbito filosófico podem ser agrupados do seguinte modo:
1) Escritos que faziam parte da Instauratio magna e que foram ou superados ou postos de lado, como: De interpretatione naturae (Da interpretação da natureza), Inquisitio de motu (Pesquisas sobre o movimento), Historia naturalis (História natural), onde tenta aplicar seu método pela primeira vez;
2) Escritos relacionados com a Instauratio magna, mas não incluídos em seu plano original. O escrito mais importante é New Atlantis (Nova Atlântida), onde Bacon apresenta uma concepção do Estado ideal regulado por idéias de caráter científico. Além deste, destacam-se Cogitationes de natura rerum (Reflexões sobre a natureza das coisas) e De fluxu et refluxu (Das marés);

domingo, 15 de março de 2015

Menu Mitologias: O Necronomicon

O NECRONOMICON 

Talvez o mais famoso de todos os Grimórios de necromancia da ficção, o Necronomicon um livro escrito com sangue, encadernado em pele humana, contendo feitiços para invocar os mortos, ou abrir um portal para o seu mundo e dimensões demoníacas. 
Quem acredita que o Necronomicon é de fato real, cita uma longa trajetória até ele chegar ao conhecimento de Lovecraft. Até onde se sabe, o livro foi citado pela primeira vez na história O Sabujo (The Hound, 1922), mas o nome do suposto autor, Abdul al-Hazred, foi mencionado em 1921, no conto A Cidade Sem Nome (The Nameless City).
Diz-se que o título original do livro em árabe era Al Azif, que é uma referência ao som provocado por insetos noturnos, que se acredita ser o uivo de demônios. O autor teria vivido em Damasco, onde o livro foi escrito, em 730. No ano 738, ele foi tomado por um monstro invisível, que o devorou em público.
O livro foi traduzido para o grego por Theodorus Philetas, de Constantinopla, que lhe deu o título Necronomicon. Depois, Olaus Wormius teria feito uma tradução para o latim, em 1228, mas algumas fontes dizem que Wormius era secretário de Tomas de Torquemada, que viveu de 1420 a 1498, de modo que a tradução teria sido feita, então, em 1487. Wormius teria obtido uma cópia do Necronomicon durante a perseguição aos mouros da Espanha. Ele teria enviado uma cópia a Johannes Trithemius (1462-1516), mas posteriormente todas as cópias foram queimadas juntamente com Wormius; alguns dizem que cópias foram salvas, provavelmente na Biblioteca do Vaticano. Outros dizem que já em 1232, o papa Gregório IX teria banido as versões em latim e grego.

sexta-feira, 13 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: Ariadne

ARIADNE

Ariadne ou Ariadna, segundo a mitologia grega, é a filha de Minos, rei de Creta e Parsífae, rainha de Creta. Apaixonou-se por Teseu quando este foi mandado a Creta, voluntariamente, como sacrifício ao Minotauro que habitava o labirinto construído por Dédalo e tão bem projetado que quem se aventurasse por ele não conseguiria mais sair e era devorado pelo Minotauro. Teseu resolveu enfrentar o monstro. Foi ao renomado Oráculo de Delfos para descobrir se sairia vitorioso. O Oráculo disse-lhe que deveria ser ajudado pelo amor para vencer o minotauro.
Ariadne, a filha do rei Minos, lhe disse que o ajudaria se este a levasse a Atenas para que ela se casasse com ele. Teseu reconheceu aí a única chance de vitória e aceitou. Ariadne, então, deu-lhe uma espada e um novelo de linha (Fio de Ariadne), para que ele pudesse achar o caminho de volta, do qual ficaria segurando uma das pontas. Teseu saiu vitorioso e partiu de volta à sua terra com Ariadne, embora o amor dele para com ela não fosse o mesmo que o dela por ele.
No caminho de volta, passaram na ilha de Naxos, então governada por Smerdius, filho de Naxos. Os habitantes de Naxos receberam Teseu e seus companheiros como convidados mas, durante a noite, Teseu teve um sonho em que Dionísio o ameaçava se ele não deixasse Ariadne para o deus.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Menu Alquimia: Hermes Trismegistus

HERMES TRISMEGISTUS

O que está em cima é como o que está embaixo.
E o que está embaixo é como o que está em cima

O que é magia? Esta é uma questão que, mesmo em círculos esotéricos, levanta muita discussão. Vários autores e filósofos em todas as épocas teceram variadas interpretações a respeito do assunto. Entretanto, os elementos-chave de todas as definições existentes parecem concordar em apenas um ponto: Magia (ou Magick) envolve o uso da mente humana para causar uma alteração: Mudança no mundo, mudança do próprio indivíduo, mudança para com os outros. Aleister Crowley definiu mágica como “a Arte ou Ciência de causar uma mudança. Para que esta ocorra em conformidade com a Vontade”. Doreen Valiente define magia como “a ciência do controle das forças secretas da natureza”. Scott Cunningham chama a magia de “o movimento de energias naturais para criar uma mudança necessária”. Mas é Margot Adler que tem a definição que considero ser a mais interessante de todas. Ela diz:
“Magia é uma palavra conveniente para toda uma coleção de técnicas, todas as quais envolvem o uso da mente. Neste caso, veremos que todas estas técnicas envolvem a mobilização da confiança, vontade e emoção, direcionadas a partir do reconhecimento da necessidade, do uso das faculdades da imaginação, principalmente através da habilidade de visualizar, a fim de entender como outros seres funcionam na natureza para que possamos usar este conhecimento de forma a atingir os fins necessitados”.
Magia, portanto, é um instrumento da mente e, como tal é mental por natureza. Magia é um meio através do qual a vontade (Thelema), a emoção (Emotionem) e a imaginação (Imaginatio) criam uma mudança verdadeira no mundo físico. Como, porém, pode um instrumento mental e não físico criar uma alteração no mundo físico e corpóreo? A resposta está na Verdade de que o universo em si mesmo é Mental por natureza e que a mente é a chave para abrir os poderes do Cosmo.

quarta-feira, 11 de março de 2015

A História de Quetzalcoalt - Documentario

Documentário muito bom sobre a história de Quetzalcoalt, uma divindade das culturas mesoamericanas, cultuado especialmente pelos astecas e pelos toltecas, e identificado por alguns pesquisadores como a principal deidade do panteão centro-mexicano pré-colombiano.

terça-feira, 10 de março de 2015

Menu Artigos: Ritual de Umbanda e as Forças Regentes da Natureza

RITUAL DE UMBANDA E AS FORÇAS REGENTES DA NATUREZA

Ritual de Umbanda e os Antigos Cultos às Forças Regentes da Natureza – Retirado do Livro Doutrina e Teologia de Umbanda Sagrada, de Rubens Saraceni
Houve um tempo em que as religiões eram praticadas de uma forma muito simples.
Os povos cultuavam Deus que se mostrava sob a forma de uma boa colheita, de um bom tempo, de prosperidade para todos. A seu modo agradeciam com oferendas, cantos, danças, enfim, com festividades.
Para eles Deus era o sol que germinava as sementes lançadas à terra, era a própria terra que alimentava e dava vida às sementes, era a chuva bendita que vinha do céu para molhar a terra e fazer crescer as plantações, matar a sede e encher seus poços de água. As árvores que davam bons frutos também eram respeitadas e algumas eram objeto de culto.
Consequentemente a natureza era sagrada para aqueles povos simples. Eles encontravam Deus em todos os lugares, toda manifestação da natureza era uma manifestação divina. Chamavam essas manifestações de nomes que sobreviveram ao longo dos milênios até nossos dias. Em cada religião essas manifestações receberam nomes diferentes mas seus fundamentos são sempre os mesmos.
E por que isso? Porque Deus se manifesta a todos em todos os momentos e em todos os lugares. Eles eram simples e Deus era encontrado nas coisas simples.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Menu Mitos e Lendas: Nabucodonosor II

NABUCODONOSOR II


Nabucodonosor II, Nebucadrezar ou Nebucadnezar (na ortografia babilônia Nabu - kudur - uzur, Nebo, proteja a coroa! ou Nebo, proteja as fronteiras!) foi o filho e sucessor de Nabopolassar, rei da Babilônia que libertou o reino da Assíria e destruiu Nínive.
Em uma inscrição, ele se chamava de o favorito de Nebo. Foi o mais poderoso rei da Babilônia.
Ele se casou com uma filha de Ciáxares, unificando as dinastias da Babilônia e da Media.
Após Neco II, faraó do Egito, haver derrotado os Assírios em Carquêmis, as províncias da Siria que estavam sob controle dos assírios passaram ao controle egípcio, enquanto que as demais províncias assírias foram divididas entre os medos e os babilônios; Nabopolassar, porém, pretendia conquistar a Síria, e lutou contra Neco, em Carquêmis, derrotou os egípcios, e conquistou a Síria e a Israel.
Nabucodonosor também conquistou a Israel (este território ainda não tinha recebido o nome de Palestina), tomou Jerusalém, e levou judeus cativos para a Babilônia, inclusive o profeta Daniel. Em 598 a.C., após a revolta de Joaquim de Judá, que tinha o apoio do faraó Neco, Nabucodonosor o derrota. Nabucodonosor derrota os judeus uma terceira vez, e leva cativo o rei Jeconias de Judá em 597 a.C. Na última revolta, de Zedequias, Nabucodonosor arrasa Jerusalém (586 a.C.), fura os olhos de Zedequias e o deixa prisioneiro por toda a vida.

domingo, 8 de março de 2015

Menu Mitos e Lendas - Anibal

ANÍBAL

Aníbal, filho de Amílcar Barca; Cartago, 248 a.C. - Bitínia, 1832 ou 182 a.C., Conhecido comumente apenas como Aníbal (em púnico: ḤNBʻL, Ḥannibaʻal ou Ḥannibaʻl, lit. "Ba'al é/foi bondoso"ou "Graça de Baal" ou "recebi a graça de Baal",talvez também nas formas Ḥannobaʻal, ou ʼDNBʻL, ʼAdnibaʻal, lit. "Ba'al é meu senhor"; em em grego: Ἁννίβας, Hanníbas) foi um general e estadista cartaginês considerado por muitos como um dos maiores táticos militares da história. Seu pai, Amílcar Barca (Barca, "raio" ), foi o principal comandante cartaginês durante a Primeira Guerra Púnica, travada contra Roma; seus irmãos mais novos foram os célebres Magão e Asdrúbal, e seu cunhado foi Asdrúbal, o Belo.
Sua vida decorreu no período de conflitos em que a República Romana estabeleceu supremacia na bacia mediterrânea, em detrimento de outras potências como a própria Cartago, Macedônia, Siracusa e o Império Selêucida. Foi um dos generais mais ativos da Segunda Guerra Púnica, quando levou a cabo uma das façanhas militares mais audazes da Antiguidade: Aníbal e seu exército, onde se incluíam elefantes de guerra, partiram da Hispânia e atravessaram os Pirenéus e os Alpes com o objetivo de conquistar o norte da península Itálica. Ali derrotou os romanos em grandes batalhas campais como a do lago Trasimeno ou a de Canas, que ainda se estuda em academias militares na atualidade. Apesar de seu brilhante movimento, Aníbal não chegou a capturar Roma. Existem diversas opiniões entre os historiadores, que vão desde carências materiais de Aníbal em máquinas de combate a considerações políticas que defendem que a intenção de Aníbal não era tomar Roma, senão obrigá-la a render-se. Não obstante, Aníbal conseguiu manter um exército na Itália durante mais de uma década, recebendo escassos reforços. Por causa da invasão da África por parte de Cipião, o Senado púnico lhe chamou de volta a Cartago, onde foi finalmente derrotado por Públio Cornélio Cipião Africano na Batalha de Zama.

sábado, 7 de março de 2015

Mitos e Lendas: Aristóteles

ARISTÓTELES

Aristóteles (em grego antigo: Ἀριστοτέλης, transl. Aristotélēs; Estagira, 384 a.C. — Atenas, 322 a.C.) foi um filósofo grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande. Seus escritos abrangem diversos assuntos, como a física, a metafísica, as leis da poesia e do drama, a música, a lógica, a retórica, o governo, a ética, a biologia e a zoologia. Juntamente com Platão e Sócrates (professor de Platão), Aristóteles é visto como um dos fundadores da filosofia ocidental. Em 343 a.C. torna-se tutor de Alexandre da Macedónia, na época com treze anos de idade, que será o mais célebre conquistador do mundo antigo. Em 335 a.C. Alexandre assume o trono e Aristóteles volta para Atenas onde funda o Liceu.
Aristóteles era natural de Estagira, na Trácia, sendo filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei macedônio Amintas III, pai de Filipe II. É provável que o interesse de Aristóteles por biologia e fisiologia decorra da atividade médica exercida pelo pai e pelo tio, e que remontava há dez gerações.
Segundo a compilação bizantina Suda, Aristóteles era descendente de Nicômaco, filho de Macaão, filho de Esculápio.
Com cerca de 16 ou 17 anos partiu para Atenas, maior centro intelectual e artístico da Grécia. Como muitos outros jovens da época, foi para lá prosseguir os estudos. Duas grandes instituições disputavam a preferência dos jovens: a escola de Isócrates, que visava preparar o aluno para a vida política, e Platão e sua Academia, com preferência à ciência (episteme) como fundamento da realidade. Apesar do aviso de que, quem não conhecesse Geometria ali não deveria entrar, Aristóteles decidiu-se pela academia platônica e nela permaneceu vinte anos, até a morte de Platão, no primeiro ano da 108a olimpíada (348 a.C.).

Menu Mitologia Grega: Teseu e o Minotauro.

Documentário muito bom sobre o Minotauro e Teseu



sexta-feira, 6 de março de 2015

Menu Mitologia: Marduk

MARDUK

Marduque, Marduk ou Merodaque, como é apresentado na Biblia, é um deus protector da cidade da Babilónia, pertencente a uma geração tardia de deuses da antiga Mesopotâmia. Era filho de uma relação incestuosa entre Enki e Ninhursag. Foi pai de Dumuzi (que seria o bíblico Tamuz) que corresponde ao deus egípcio Amun. A sua consorte era Sarpanitu. Possuía quatro olhos e ouvidos (via e ouvia tudo), e de sua língua saía uma chama; apesar de tudo, era considerado muito belo.
Com a ascensão da Babilónia à capital da coligação de estados do Eufrates, sob a liderança do Rei Hamurabi (2250 a.C.), torna-se também o deus supremo do panteão de deuses mesopotâmicos, foi a ele que os outros deuses confiaram o poder supremo devido à vitória sobre a deusa Tiamat, personificada num monstro ou caos primordial, divide o seu corpo em duas partes.
Os deuses queixam-se, porém, de não terem quem os adore, pelo que Marduque cria o homem, para que os povos da terra os adorem e lhe levantem templos. Podemos encontrar referências ao deus Marduque nos parágrafos de abertura e finalização do Código de Hamurabi, o mais famoso código legislativo da Antiguidade.
Marduque é chamado de Merodaque pelos hebreus (Isaías 39:1; Jeremias 50:2; II Reis 25:27).

quinta-feira, 5 de março de 2015

Menu Mitos e Lendas: A Mandrágora

A MANDRÁGORA

A mandrágora é uma planta da família das Solanaceae, de origem eurasiana, herbácea, acaule, dotada de flores campanuliformes (forma de sino) e frutos bacáceos. Seus frutos amarelos, carnosos, aromáticos e tóxicos eram chamados de "as maçãs do diabo" pelos árabes devido a supostos efeitos afrodisíacos. As várias crendices e lendas ao redor desta planta provavelmente se originaram do fato de ela possuir uma raiz principal bifurcada bastante ramificada, muitas vezes assemelhando-se à forma humana.
São-lhe atribuídas propriedades tóxicas e medicinais: afrodisíaca, alucinógena, analgésica e narcótica.
O uso da raiz da planta é muito antigo, encontrando-se citado nos textos bíblicos em Gênesis 30:14 e Cantares 7:13. Segundo lendas medievais, as raízes da mandrágora deveriam ser colhidas em noite de lua cheia, puxadas para fora da terra por uma corda presa a um cão preto; e se outro animal ou pessoa fizesse esta tarefa, a raiz "gritaria" tão alto que o mataria. Outra lenda refere que a mandrágora tinha como semente o Sêmen de um homem enforcado criando seu apelido de Flor-do-enforcado. 
Apesar do grande interesse demonstrado na planta mandrágora ao longo dos tempos e do uso secular das raízes na medicina tradicional, surpreendentemente poucos trabalhos foram publicados sobre seus componentes químicos. Entre os alcaloides referidos na sua constituição, possivelmente em mais de uma espécie, encontram-se a hiosciamina, hioscina, apoatropina.

Menu Artigos: Taumaturgia Negra - WOD - RPG

TAUMATURGIA NEGRA

A MAGIA INFERNAL REVELADA 

Apesar de suas já potentes Disciplinas, muitos vampiros buscam poderes de fontes diferentes. Esses poderes mágicos, que compõem a chamada “magia do sangue” se manifestam de muitas formas: Taumaturgia, Feitiçaria Koldúnica, Necromancia... mas há uma fonte de poder negro proibido que poucos Membros ousam citar — e que ainda menos ousam aprender — a magia do sangue que vem do Inferno. Taumaturgia Negra. 
Taumaturgia Negra é uma Disciplina que, como Taumaturgia, se divide em Linhas e Rituais. Taumaturgia e Taumaturgia Negra, porém, são poderes diferentes e separados, mas que mesmo assim dividem semelhanças incríveis e — pior ainda — às vezes se confundem. Conforme corrupção se difunde na Camarilla e no Sabá, a Taumaturgia acaba adaptando certas Linhas e Rituais de sua versão infernal... 
Taumaturgia Negra é um poder proibido e seus praticantes preferem esconder seu uso. O risco de serem descobertos, seja pela Camarilla, pelo Sabá ou por outros Cainitas, é muito alto. Eles não temem apenas a Morte Final nas mãos de seus companheiros: eles temem aquilo que os aguarda após sua destruição. 

quarta-feira, 4 de março de 2015

Menu Mitos e Lendas: Leonardo da Vinci

LEONARDO DA VINCI

Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci (Anchiano, 15 de abril de 14521 — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata nascido na atual Itália, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o percursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido. Segundo a historiadora de arte Helen Gardner, a profundidade e o alcance de seus interesses não tiveram precedentes e sua mente e personalidade parecem sobre-humanos para nós, e o homem em si nos parece misterioso e distante.
Nascido como filho ilegítimo de um notário, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença, foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludovico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Veneza, Roma e Bolonha, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I.
Leonardo era, como até hoje, conhecido principalmente como pintor. Duas de suas obras, a Mona Lisa e A Última Ceia, estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos, e sua fama se compara apenas à Criação de Adão, de Michelangelo. O desenho do Homem Vitruviano, feito por Leonardo, também é tido como um ícone cultural, e foi reproduzido por todas as partes, desde o euro até camisetas. Cerca de quinze de suas pinturas sobreviveram até os dias de hoje; o número pequeno se deve às suas experiências constantes — e frequentemente desastrosas — com novas técnicas, além de sua procrastinação crônica. Ainda assim, estas poucas obras, juntamente com seus cadernos de anotações — que contêm desenhos, diagramas científicos, e seus pensamentos sobre a natureza da pintura — formam uma contribuição às futuras gerações de artistas que só pode ser rivalizada à de seu contemporâneo, Michelangelo.

terça-feira, 3 de março de 2015

segunda-feira, 2 de março de 2015

Menu Alquimia: O esoterismo

O ESOTERISMO

A alguns séculos os Mestres Invisíveis vem atuando para expansão do conhecimento em relação às coisas antes reservada a poucos. Desde a manifestação dos 
Rosacruzes, em 1616 em Paris, quando estes finalmente revelaram sua existência ao mundo, do Mestre ARI (Isaac Lúria) em seu trabalho Etz Chaim (Árvore da Vida) que disse: “este conhecimento não é só fundamental para homens e mulheres do povo judeu, mas para homens, mulheres e crianças de todas as nações”, e de muitos outros Iniciados, cientistas e religiosos, que ousaram levantar os véus do desconhecido àqueles que tem olhos para ver, quebrando dogmas e paradigmas da sociedade.
São graças a eles que hoje está em nossas mãos o dever de conciliar a Ciência e a Espiritualidade.
O Esoterismo consiste em estudar as coisas que estão ocultas por algum tipo de véu. Hoje denominamos esse conhecimento de Ocultismo, que consiste no estudo esotérico do Homem, da Natureza, de Deus e do Universo. Esse conhecimento esotérico são os estudos herméticos, que é um termo usado para denominar que são estudos fechados, selados, de difícil compreensão.