Bem Vindos

Ola amigos bem vindos a Arcanoteca um espaço para RPG, mitologia, contos e curiosidades, esperamos que gostem do nosso conteúdo e nos visitem com frequência. (amigos nós não temos pop ups por favor deixem o seu ADblock desativado para nosso site pois isso nos ajuda muito a manter a Arcanoteca)

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Menu Artigos: O 20 de Setembro

O 20 de SETEMBRO



Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi como ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil, na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul, e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.

A revolução, que com o passar do tempo adquiriu um caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época. Inspirou-se na recém findada guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Menu Curiosidades: Bozo

BOZO




Bozo é uma personagem criada nos Estados Unidos em 1946 por Alan Livingston, originalmente para a série de coletânea de discos com histórias infantis Bozo at the Circus. Fez sua primeira aparição na televisão americana em 1949, sendo interpretado pelo ator e dublador Pinto Colvig.

O programa do Bozo também foi produzido em outros países, incluindo México, Tailândia, Austrália, Grécia e Brasil, sendo o último exibido pelo SBT entre 1980 e 1991.

Menu Contos: Ipês

IPÊS




Como estamos contemplando a beleza dos Ipês lembrei das histórias contadas pelo pai de uma grande amiga, Certa vez contou uma linda história sobre o ipê:

- Quando Deus estava preparando o mundo, se reuniu em uma tarde com todas as árvores. Ele pediu para que cada árvore escolhesse que época gostaria de florescer e embelezar a terra. 

sábado, 16 de setembro de 2017

Menu Mitologia Oriental: Os Heibai Wuchang

OS HEIBAI WUCHANG




Os Heibai Wuchang (chinês: 黑 无常 白 无常, literalmente "Impermanência Preta e Branca"), são duas divindades da mitologia chinesa encarregadas de escoltar os espíritos dos mortos para o submundo. Como seus nomes sugerem, eles estão vestidos em preto e branco, respectivamente. 

Eles são os subordinados de Yama, o governante do submundo na mitologia chinesa, ao lado dos guardas infernais Niu-Tou e Ma-Mian. Eles são adorados como deuses da fortuna em templos chineses em alguns países.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Exus o Povo de Rua

OS EXUS o Povo de Rua



Os Exus ou povo da rua são concebidos nas correntes predominantes na Umbanda como guardiões, encaminhadores e combatentes das forças das trevas. Cabe a eles o combate direto contra as energias que circulam no Astral Inferior, pois conhecem profundamente os caminhos e trilhas desse ambiente energético. É a sua função primeira, assim como a dos caboclos e pretos-velhos é a de orientar e aconselhar. Seriam os "policiais" do além, agentes e mensageiros dos orixás a cujas linhas pertencem e com os quais estão comprometidos, encarregados de reprimir os quiumbas, espíritos obsessores e moralmente atrasados. Nessa concepção, os exus não fazem o mal, mas devolvem o mal feito a outros, às vezes até com mais força.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Azeban

AZEBAN




Azeban (Azban, Asban, Azaban, Espun, Hespuns, Hespens) é um espírito trapaceiro de um guaxinim, pertencente ao folclore das tribos nativo-americanas Abenaki e Penobscot. Ele costuma enganar animais e outros seres afim de obter alimento ou outros favores. Suas travessuras são geralmente engraçadas e bastante triviais. 

Personagem principal de muitas histórias destinadas às crianças, o Azeban muitas vezes se comporta de forma tola ou causa problemas para os outros, mas ao contrário de espíritos e divindades trapaceiras presentes em outras culturas, o Azeban não é perigoso ou malévolo é apenas brincalhão e zombeteiro. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Menu Mitologia: Muiraquitã

MUIRAQUITÃ



O Muiraquitã é considerada um verdadeiro amuleto da sorte, que consiste num sapinho feito de pedra ou argila, é geralmente de cor verde, que era confeccionado em jade.

Os indígenas da contam a lenda, destes batráquios, que eram confeccionados pelas índias que habitavam às margens do rio Amazonas. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Menu Mitologia: A Cruz de Malta

A CRUZ DE MALTA



A Cruz de Malta , também conhecida como Cruz de Amalfi ou Cruz de São João, é o símbolo da Ordem dos Cavaleiros Hospitalários ou Ordem de Malta (daí o nome), uma ordem militar cristã.

Baseada no símbolo das Cruzadas, a Cruz de Malta é representada por uma cruz de oito pontas. Suas pontas formam quatro braços simétricos que partem do centro e se juntam em suas bases.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Menu Artigos: A Roda do ano e os festivais Celtas

A RODA DO ANO E OS FESTIVAIS CELTAS



Os Sabás são reuniões geralmente conhecidas como Roda do Ano, que simboliza a concepção de tempo dos pagãos e principalmente a dos Celtas, eles não viam o tempo de forma linear, mas circular.

Seus calendários levavam em conta não só o ciclo solar, como é o nosso, mas também o ciclo lunar, e festejam as estações anuais e suas colheitas. Sua origem provém dos antigos celtas irlandeses, A Roda do Ano, representada pelos Oito Sabás, tem por objetivo, sincronizar a nossa energia com as Estações do Ano, ou seja, com os ciclos do Universo. 

sábado, 9 de setembro de 2017

Menu Vídeos: Adônis o Mais Belo dos Mortais

ADÔNIS O MAIS BELO DOS MORTAIS

Mais um vídeo muito bom do canal Foca na História.

"Adônis era o mais belo mortal que já existiu, sua beleza era tanta que fez até Afrodite, a Deusa do Amor, se apaixonar pelo jovem"  


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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Menu Alquimia: Sobre o Rosacrucianismo em sua Essência

SOBRE O ROSACRUCIANISMO EM SUA ESSÊNCIA
Por Jeff Alves, via “Tradição Rosacruz”




Sobre o Rosacrucianismo em sua essência, independentemente das Ordens que se baseiam nele.

1. É pautado na CRISTOSOFIA, ou seja, na busca da Sabedoria através do Cristo (não confundir com o “jesus Cristo” católico/evangélico). Ele é Cristão de um modo não-religioso. É Cristão de um modo Hermético. E aí encontramos algo bem interessante chamado HERMETISMO CRISTÃO ou a QABBALAH CRISTÃ. Pode-se usar símbolos pagãos para falar de Cristianismo. Seja Apolo, Buda, Cristo e etc., o que importa é que a mensagem central, que é TIFERET.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Maat

MAAT


Na mitologia egípcia, Maat (ou Mayet) era a deusa da lei física e moral do Egito, da ordem, do equilíbrio, retidão e da verdade. Ela era filha (ou mãe) de Ra e esposa de Thoth (segundo alguns autores eles eram irmãos) e com ele teve oito filhos. O mais importante de seus filhos era o deus Amon. Estes oito filhos eram os principais deuses de Hermópolis e de acordo com os sacerdotes da cidade, eles criaram a terra e tudo que nela há .

Maat é representada na forma de uma jovem mulher com a pele cor de ocre, sentada ou em pé. Ela usa vestes longas e segura um cetro em uma mão e um ankh na outra. O símbolo de Maat era a pena de avestruz e ela é sempre mostrada usando-a em seu cabelo ou apenas portando-a. Em algumas ilustrações ela tem um par de asas ligadas a seus braços. A sua imagem é geralmente encontrada em sarcófagos, onde era utilizada afim de proteger a alma do morto. Outro símbolo de Maat é o monte primevo (ma’at), sobre o qual o deus criador estava no início dos tempos. Foi quando o mundo foi criado e caos eliminado que os princípios de Maat foram firmados no local.

Os egípcios acreditavam que sem a ordem de Maat só haveria o caos primordial e então o mundo não seria o mesmo. Era, portanto, necessário que o Faraó aplicasse e fizesse cumprir a lei, para permitir a manutenção do equilíbrio cósmico. A manutenção de Maat é tida como responsabilidade direta do faraó, no antigo Egito. O primeiro dever do faraó era defender a lei de Maat em todo o antigo Egito. É por isso que, nas paredes dos templos, o faraó é representado pela oferta de Maat a uma divindade, dizendo, em suas ações, que ele está em conformidade com os requisitos da deusa e em troca recebe dos deuses a vida e dominação (Osíris) e poder vitorioso (Hórus). Alguns faraós carregavam o título de Maat-Meri, que literalmente significa “amado de Maat”. Eles são descritos frequentemente com os valores de Maat para enfatizar o seu papel na defesa das leis do Criador. Qualquer perturbação na harmonia cósmica poderia ter consequências para o indivíduo, bem como para o Estado.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Menu Artigos: Homogiganticus. o incrível Gigante de duas Cabeças da Patagônia

HOMOGIGANTICUS - O incrível Gigante de Duas Cabeças da Patagônia




Não é de hoje que repetimos sem parar aqui no Mundo Tentacular: "Esse mundo é um lugar muito esquisito". Ele esconde muitas coisas estranhas. Olhando ao redor, a gente percebe muitas coisas incomuns e quando nos concentramos olhando com mais cuidado, percebemos que a história está coalhada de fatos e acontecimentos misteriosos. Percebemos que estamos cercados por um mar de esquisitices, sem nenhuma jangada para nos levar até um lugar mais... normal.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Apep

APEP

Na mitologia egípcia, Apep (ou Apophis, em grego. Também conhecida como Apófis), é uma criatura em forma de serpente que combatia o deus Rá ao cair de cada noite, sendo sempre morta temporariamente e sempre ressuscitando no dia seguinte devido a sua natureza imortal. Também chamada de Apepi ou Aapep.

Apep é a personificação do caos no submundo e um inimigo jurado dos deuses (principalmente Rá). Ele é a personificação do próprio caos, destruição e do mal na mitologia Faraônica (Egípcia). Já deu de ver não é amigo, “personificação da destruição, do caos e da maldade”, com certeza, o ser mais gente boa que você poderia querer encontrar por aí!

 Apep surge como uma serpente gigantesca, com 30m de comprimento. É servido por hordas de demônios, a maioria possuindo qualidades de serpente do fogo. Para os egípcios, quando havia um Eclipse, era o corpo gigantesco de Apep, cobrindo a luz do Sol, enquanto tentava destruir a barca de Rá e devorá-lo (motivo pelo qual o Eclipse trazia pânico as massas). Apep se encontrava no ultimo dos 12 portões do Submundo, onde era o maior desafio de Rá.

Um dos últimos grandes feitos de Rá foi prender Apep nas profundezas do Duat, junto com Bastet. Conta a Lenda que as duas entidades batalham pela eternidade, num ciclo de morte e renascimento sem fim nas profundezas do Duat.

sábado, 2 de setembro de 2017

Menu Alquimia: O Caos é do Bem !

O CAOS É DO BEM!
Por Yoskhaz



Usualmente usamos a palavra caos para nos referir a uma situação de desordem e confusão no mundo ou em nossas vidas. Em diversas tradições mitológicas o caos significa um vazio sem forma e ilimitado que propiciou o surgimento do universo. Na tradição platônica é um estado de desarmonia que precede uma nova ordem. O I Ching ensina que o caos traz a tempestade que permite a vida de novo florir. Na Física o termo é utilizado para explicar um sistema dinâmico que evolui de acordo com lei determinista, sensível a pequenas alterações iniciais. De certa maneira todas as definições se encaixam.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Khnum

KHNUM




Khnum ( Khnemu , Khenmu , Khenmew , Chnum ) foi um dos mais antigos deuses do Egito, sendo originalmente um deus da água, que se acreditava governar sobre toda a água, incluindo os rios e lagos do submundo. Ele foi descrito como um carneiro, um homem com a cabeça de um carneiro ou um homem com os chifres de um carneiro. Ele era (muito raramente) representado com a cabeça de um falcão, indicando sua conexão com o deus Rá. Ele muitas vezes usa a coroa de plumas brancas do Alto Egito e era por vezes, representado segurando um jarro com água fluindo para fora. Ocasionalmente, Khnum é representado com quatro cabeças de carneiro (representando o deus sol Ra, o deus do ar Shu, o deus da terra Geb e Osíris, o deus do submundo). Nesta forma, ele era conhecido como Sheft -hat.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Menu Mitologia Nordica: Forseti

FORSETI



Forseti (sig. "presidente") é o deus nórdico da justiça, do julgamento público, da mediação e da reconciliação. Ele é um membro dos Aesir, filho de Balder, o deus da luz e Nanna. Seu símbolo é um machado dourado e sua morada chama-se Glitnir ( significa "brilhante"), o Salão da Justiça. O salão possuía colunas feitas de ouro vermelho e um teto de prata, e irradiava uma luz tão forte que podia ser visto de longe. Povos de todos os tipos iam até Glitnir em busca de um julgamento justo de suas causas, e conta-se que ninguém saía de Glitnir insatisfeito com o julgamento de Forseti.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Meretseguer

MERETSEGUER




Meretseguer ou Meretseger era uma deusa-serpente da mitologia egípcia. O seu nome significa “a que ama o silêncio” ou “amada pelo silêncio”.

Era representada como simples cobra, como uma mulher com cabeça de cobra ou como uma cobra com cabeça de mulher. Tinha por vezes um toucado constituído por disco solar e cornos. Em representações mais raras surge como cobra com três cabeças (uma de mulher, outra de cobra e outra de abutre) ou como escorpião com cabeça de mulher.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Bestiário Mitologico

Ola amigos trago para vocês um Bestiário com os principais monstros, espíritos, demônios, anjos e outros seres da mitologia humana espero que gostem. (Este post sera atualizado sempre que possível)

CENTÍCORA ou EALE 

O eale ou centícora (chamado yale ou jall em inglês, centicore em francês, eale em latim) é uma criatura descrita por Plínio, o Velho e encontrada em bestiários medievais. É semelhante a um bode ou antílope, com chifres que pode mover independentemente para qualquer direção, um dos quais geralmente é representado voltado para a frente e o outro para trás.

Na descrição original de Plínio, o eale vive na Etiópia (África), é preto ou marrom é do tamanho de um hipopótamo (magnitudine equi fluviatilis), tem chifres móveis de mais de um cúbito (45 cm) de comprimento, uma cauda de elefante e presas de javali. Em luta, seus chifres são usados alternadamente, apontando para a frente ou para trás, conforme seja necessário.

Os bestiários medievais diziam que o eale é do tamanho de um cavalo e acrescentavam que o basilisco é inimigo do eale e, se o encontrar dormindo, pica-o entre os olhos, fazendo-os inchar até estourar.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Iah

IAH




Iah ou Aah era o deus da lua na mitologia egípcia.

As primeiras presenças do nome “Iah” referem-se à lua enquanto satélite do planeta terra. Mais tarde, a palavra passaria a designar uma divindade.

A nível iconográfico este deus era representado, na sua forma antropomórfica, com um disco solar e crescente da lua nova sobre a sua cabeça, onde também tinha uma trança lateral característica das crianças egípcias. Por vezes tinha na mão uma folha de palmeira ou um olho de Hórus. Poderia também se manifestar como um íbis, falcão ou como o crescente da lua nova. Este últimos atributos estavam também associados a Tot e a Khonsu.

sábado, 26 de agosto de 2017

Menu Mitologia: A Besta Ladradora

A BESTA LADRADORA



A Besta Ladradora ou besta gemente e também chamada de Besta Bizarra ou Beste Glatisan, é uma criatura quimérica (como a quimera formada de vários animais) presente nos contos legendários do Rei Arthur. Este monstro é o alvo de missões realizadas por cavaleiros famosos, como Rei Pellinore, Sir Palamedes, e Sir Percival.

Ela possui a cabeça de dragão o pescoço de uma serpente, o tronco e as patas de um leopardo, a cauda de um leão e os cascos de um cervo. Ela também emite um som supostamente de seu estômago, o que é dito a soar como "trinta cães ladrando" (daí a origem de seu nome). De acordo com os antigos contos ingleses, a Besta Ladradora vaga constantemente em busca de fontes de água doce, a fim de saciar sua sede insuportável, porém, assim que ela bebe um pouco de água, a fonte da qual ela se serviu se torna venenosa para sempre.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Menu Vídeos: Os 07 Maiores Heróis da Mitologia Grega

OS 07 MAIORES HERÓIS DA MITOLOGIA GREGA

Hoje mais um vídeo do excelente canal Foca na História, vamos conhecer quem são os heróis mais lendários dos mitos gregos. 






quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Menu Mitologia: A PIASA

A PIASA




A Piasa ou "Pássaro que devora homens" é um animal mitológico da América do Norte. Ela tem cara e patas de urso, e uma cauda tão grande que pode dar três voltas ao redor de seu corpo. Ela costumava atacar tribos indígenas da América do Norte.
Os Primeiros desenhos retratam como parte pássaro, réptil, mamífero e peixe. As cores utilizadas nas pinturas primeiros simbolizam a guerra ea vingança (vermelho), morte e desespero (preto), e esperança e triunfo sobre a morte (verde).

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Mnévis

MNÉVIS




Mnévis (em egípcio: Merur) era um boi negro adorado como divindade na cidade de Heliópolis.

À semelhança de Ápis, Mnévis era um dos bois sagrados do Antigo Egipto, encontrando-se associado ao deus Ré-Atum (Ápis estava por sua vez associado a Ptah). Foi também associado ao deus Osíris.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Menu Mitos e Lendas: Espantalho a Lenda Urbana

ESPANTALHO, A LENDA URBANA



Espantalhos, também chamados Homens de Palha ou Assustador de Corvo (scarecrow) , são bonecos muito comuns em sítios, fazendas e chácaras, principalmente nos Estados Unidos. Eles são utilizados para assustar corvos e roedores de hortas e plantações, sempre colocados eu paus, ou em uma cruz, para imitar a presença humana, afastando os animais indesejados. Palha, e outros materiais, são usados na confecção do espantalho, é colocado uma roupa velha, recheada com palha e uma cabeça feita de couro ou ate vassoura, depois é colocado um chapéu e ele é posto no meio da plantação.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Hapi

HAPI

Os egípcios personificavam o rio Nilo como o deus Hapi. Sua figura é a de um homem barbado, com seios pendentes de mulher, indicativo de sua fertilidade, e uma barriga avantajada, de quem está bem alimentado, amparada por um cinturão. Freqüentemente aparece pintado em azul e às vezes calça sandálias, o que é um sinal de riqueza. 

Usa plantas aquáticas na cabeça. Suas mãos espalham o símbolo da vida e seguram uma bandeja com alimentos (peixes, patos, ramos de flores e de espigas) ou despejam água de jarros. Era chamado o pai dos deuses e várias cidades tinham o seu nome.

Tão dependentes que eram das cheias do Nilo, é compreensível que os egípcios tivessem esse deus como objeto constante de suas preces. Pequenos amuletos representando o deus Hapi eram fabricados aos milhares em ouro, prata, cobre, chumbo, turquesa, lápis-lazúli, faiança ou, ainda, outros materiais. Por ocasião das cheias, oferendas eram apresentadas ao deus em vários templos egípcios.

sábado, 19 de agosto de 2017

Menu Mitologia: Dragões de Westeros

DRAGÕES DE WESTEROS (Game of Thrones)



Dragões são criaturas mágicas que existiram nos continentes de Westeros e Essos. Por mais de 150 anos foram considerados extintos, e os únicos traços restantes de sua existência eram pedras que, supostamente, teriam sido ovos de dragão. Recentemente, porém, Daenerys Targaryen conseguiu chocar três ovos.

Dragões são criaturas reptilianas com escamas, com apenas duas pernas e duas asas (usando suas asas como pernas da frente, apesar de alguns desenhos relacionados à Canção de Gelo e Fogo exibi-los com quatro patas e um par de asas). Tem dentes e garras afiadas, asas de couro e pescoços e caudas longas, com cristas espinhosas nas costas. Quando pequenas, tem o tamanho de um gato, e podem chegar a tal estatura que podem engolir um mamute inteiro. Os polidos crânios dos dragões Targaryen parecem ônix brilhante, e seus dentes são adagas curvadas de diamante negro. Seus ossos são negros devido à grande concentração de ferro. O osso de dragão é uma matéria prima muito procurada.

Menu Mitologia: Dragões de Westeros parte 02

DRAGÕES DE WESTEROS PARTE 02 (Game of Thrones)


Conforme eu havia prometido segue uma postagem com muito mais detalhes sobre os famosos dragões da história dos 7 reinos. 

BALERION TERROR NEGRO


Balerion, chamado Terror Negro, foi um dos três grandes dragões de Aegon, o Conquistador e suas irmãs, que foram usados ​​para conquistar o continente de Westeros durante a Guerra da Conquista. Balerion morreu algum tempo depois, durante o reinado do rei Jaehaerys I, com cerca de duzentos anos de idade. 

Balerion foi o maior de todos os dragões dos Targaryen, seus dentes eram tão longos como espadas e suas mandíbulas grandes o suficiente para engolir um mamute inteiro. Seu fogo era negro como suas escamas, a sua envergadura tão grande que cidades inteiras caíram sob a sua sombra enquanto ele as sobrevoava.

Menu Mitologia: Drogon

DROGON (Dragões de Westeros, Game of Thrones)



Drogon é um dos dragões nascidos no Mar Dothraki. Por ordem de Daenerys Targaryen, ele foi batizado com o nome de Drogon em homenagem ao seu marido morto, Drogo.
Foi considerado a reencarnação de Balerion, o Terror Negro, mas Daenerys decidiu dar-lhe um novo nome para uma nova vida. É o maior e mais agressivo entre os três dragões de Daenerys, e ela tem problemas em controlá-lo.

Drogon tem escamas pretas, seus chifres e placas são vermelho sangue e seus olhos são dois poços vermelhos fumegantes.

As chamas que Drogon exala são uma mistura de negro e vermelho e o calor que delas emanam pode ser sentido a vários metros de distância. Seu bater de asas é como um trovão. Seu sangue é negro.

Menu Mitologia: Rhaegal e Viserion

RHAEGAL E VISERION (dragões de westeros, Game of Thrones)

RHAEGAL



Rhaegal possui escamas verdes, um verde escuro, cor de musgo na floresta profunda. Seus olhos são cor de bronze, mais brilhante do que um escuro polido e brilhante com seu próprio calor. Sua chama é laranja e amarela atravessada por fios verdes.

A Guerra dos Tronos

O ovo de Rhaegal era de um verde profundo, com manchas de lustroso bronze que iam e vinham, dependendo do modo como Dany o virava. A maegi Mirri Maz Duur declarou que para trazer uma nova vida era necessário abrir mão de outra vida. Daenerys queimou o corpo de Drogo, junto com a própria Mirri Maz Duur e os três ovos de dragão para dar vida a Rhaegal e seus irmãos, Viserion e Drogon.

Menu Mitologia Egípcia: Uadjit

UADJIT

Uadjit é a deusa padroeira do Baixo Egito (o que correspondia à região do Delta do Nilo). O nome significa “A verde” (cor das serpentes) e “A da cor do papiro” (numa alusão à planta do papiro, que teria sido por ela criada e que era a planta heráldica do Baixo Egipto). 

O nome desta deusa pode também ser escrito como Uto ou Edjo. Uadjit começou por ser uma deusa ligada à vegetação tendo se transformado numa deusa da realeza. Representava o Baixo Egipto sendo frequente surgir com a deusa correspondente do Alto Egipto, Nekhbet.Esta deusa foi integrada na lenda de Osíris, na qual é ela quem toma conta do pequeno Hórus, escondido nos pântanos do Delta, o qual alimentou com o seu leite, enquanto Ísis procurava por Osíris. 

Era representada como mulher com cabeça de serpente e que tem na cabeça a coroa vermelha do Baixo Egipto (coroa decheret). Poderia também ser representada como uma mulher com cabeça de leoa, quando se pretendia aludir ao aspecto de defensora da realeza. Surgia igualmente como uma serpente alada ou como uma cobra enrolada dentro de um cesto de papiros.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Menu Mitologia Oriental: Hakutaku - Bai Ze

HAKUTAKU - Bai Ze




O Hakutaku (白澤 "Pântano Branco") é um yokai quimérico muito sábio e semelhante a um boi branco com o rosto similar ao humano. Ele possui nove olhos e seis chifres no total, sendo 3 olhos e 2 chifres na cabeça, e a mesma quantidade em cada lado do corpo. Ele vive em montanhas remotas, e assim como outros espíritos, só aparece em épocas e países onde o governador da terra é um líder sábio e virtuoso. Ele é um símbolo de bons presságios e de boa sorte. Hakutaku pode falar línguas humanas, e é altamente bem informado sobre todas as coisas acerca da criação.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Ammit

AMMIT




Segundo algumas histórias antigas , Ammit era o cão do salão do julgamento dos mortos que, por sua vezes , após a morte eram julgados sua bondade por meio do seu coração na balança de Osíris e dado o peso equivalente a seus atos em vida .Sendo considerada culpada , a alma era destruída por Ammit ,devorada e engolida , assim deixando de existir pra sempre e não reencarnado jamais.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Menu Mitologia Oriental: Baku

BAKU




O Baku (貘 ou 貘) é um youkai japonês originalmente da mitologia Chinesa sendo uma criatura sobrenatural presente nas duas mitologias, e que devora sonhos e pesadelos. Ele é similar a uma quimera, sendo comumente retratado com a cabeça de um elefante e o corpo de um leão ou com a cabeça de um leão, o corpo de um cavalo, a cauda de uma vaca, e as pernas e os pés de um tigre, dentre outras possíveis combinações de animais. Uma lenda diz que, após os deuses terem terminado a criação dos animais, eles pegaram todas as sobras ao redor e juntaram para criar o Baku.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Menu mitologia Egípcia: Neter

NETER




Neter é certamente um dos seres mais interessantes da mitologia egípcia, pelo mistério que o envolve. Em geral, os investigadores modernos centram-se no seu estudo em três obras principais, o Livro das Pirâmides, o Livro dos Sarcófagos e o Livro dos Mortos. Neter tem poucas aparições na escrita egípcia, porém, com o pouco que se sabe sobre esse ser mitológico podemos levantar certas hipóteses. Apenas hipóteses, não é possível afirmar nada.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Montu

MONTU


Montu é o deus da Guerra bastante primitivo dos egípcios e já aparece mencionado no Império Antigo (c. 2575 a 2134 a. C.) e é citado nos Textos das Pirâmides.

Originalmente essa divindade estava ligada a Buchis, o touro sagrado adorado em Hermôntis que simbolizava o poder da fertilidade. No decorrer da XI dinastia (c. 2134 a 1991 a. C.) Montu recebeu um culto especial e vários soberanos adotaram o nome de Mentuhotepe (Montu está contente), incorporando, assim, o nome da divindade ao seu próprio nome. Em Hermôntis foi erguido um santuário dedicado ao deus, protetor da dinastia, e o deus e seu templo passaram a ser considerados como dos mais importantes da região tebana. Foi então, provavelmente, que se criou a personalidade guerreira da divindade. Vitórias conseguidas pelos reis eram atribuídas à força que Montu lhes proporcionava como senhor da guerra e de Tebas. No Império Novo (c. 1550 a 1070 a. C.) os faraós, belicosos que eram, faziam questão de se equiparar a esse deus, ressaltando que no decorrer das batalhas encarnavam a coragem e a força guerreira do deus Montu. Um templo a ele dedicado foi construído durante a XVIII dinastia no santuário de Karnak. Nessa época a divindade era representada com uma clava, um machado e um arco nas mãos e acreditava-se que o faraó fosse seu filho. No Terceiro Período Intermediário (c. 1070 a 712 a. C.) foi adorado em templos da Núbia com o nome de Uronarti.

A Egiptologa Elisabeth Delange nos explica que Montu era adorado sob duas formas animais:

sábado, 12 de agosto de 2017

Menu Artigos: Melhores Multiclasse

MELHORES MULTICLASSE



Desde o lançamento da quinta edição de D&D, muitas opiniões, críticas e análises foram expostas. O primeiro RPG do mundo finalmente voltou ao primeiro lugar da lista de mais vendidos da icv2, destronando seu filho bastardo Pathfinder.

Um dos pontos mais polêmicos do D&D é a questão das combinações multiclasse. Muita gente curte a quantidade de conceitos que se tornam possíveis a partir delas e costuma usar para cobrir fraquezas óbvias nas classes. Faz bastante sentido – um mago com Inteligência 18 realmente devia perceber que uma hora pode acabar sem magias e saber usar um rifle pode ser uma mão na roda (mas sim, a gente sabe que um mago da 3e nunca vai ficar sem magias se for usado direito). Essa questão específica das fraquezas foi muito bem coberta na 5e; nenhuma classe sofre de deficiência acachapantes (nem o Ranger!).

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Menu Mitologia: Os Lobos Gigantes de Winterfell

OS LOBOS GIGANTES DE WINTERFALL



O texto a seguir contém SPOILERS para os que ainda não leram A Guerra dos Tronos, estejam avisados !!.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Bes

BES




Embora existisse devoção popular para com os grandes deuses do panteão egípcio, o povo preferia cultuar divindades mais rústicas que, provavelmente, poderiam atender melhor às suas modestas aspirações. O deus Bes, de origem africana ou semítica, era uma delas. Apesar de sua aparência medonha, era inteiramente inofensivo. Tinha o aspecto de um pequeno gnomo barbado que exibia seu corpo nu e disforme e mostrava a língua de maneira provocante. Com rosto em forma de máscara, de cabelos desgrenhados e dotado de cauda, frequentemente estava coberto com peles de leão. Devotava-se a distrair e proteger os homens contra todos os malefícios.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Menu Mitologia Egípcia: Ápis

ÁPIS




Na mitologia egípcia, Ápis (Hap, Hapi ou Hape) era um touro sagrado venerado em Mênfis. Era tido como encarnação dos deuses Osíris e Ptah. De acordo com um mito, Ápis era a encarnação viva de Ptah , enquanto ele vivia e de Osiris quando ele morria. Representava-se este touro com um amuleto em forma de cobra na testa e com um círculo solar sobre a cabeça, entre os chifres. A mãe de um touro Ápis recebia o título de ” Vaca de Ísis “. Só podia existir um touro Ápis de cada vez. A busca por um touro substituto começaria com a morte do Ápis atual. O novo Ápis era transportado para Mênfis em um barco decorado construído especificamente para a ocasião.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Menu Artigos: O mito de Causar Medo em uma Mesa de RPG

O MITO DE CAUSAR MEDO EM UMA MESA DE RPG
Post original Aqui 



Sejamos sinceros: alguém já sentiu MEDO em uma mesa de RPG?

Muitos mestres gostam de dizer que uma determinada sessão de jogo foi especialmente legal porque seus jogadores ficaram apavorados.

Sinceramente, eu tenho as minhas dúvidas se é possível criar uma real sensação de medo nos jogadores através de uma narrativa de RPG. Notem que não estou falando de desconforto ou de apreensão que são perfeitamente possíveis. Estou falando daquilo que Lovecraft chamava de "o mais antigo e duradouro parceiro da humanidade" o bom e velho medo.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Mitologia Egípcia: Amon

AMON




Amon, Ámon ou Amun (em grego Ἄμμων, transl. Ámmon, ou Ἅμμων, Hámmon; em egípcio Yamānu) foi um deus da mitologia egípcia, visto como rei dos deuses e como força criadora de vida. Deus local de Karnak, constitui uma família divina com sua esposa Mut e seu filho Khonsu.

sábado, 5 de agosto de 2017

Menu Vídeos: Gaia

GAIA

Mais um vídeo do canal Foca na História 
Gaia é uma deusa primordial da Mitologia Grega. Está Também é conhecida como Mãe Terra ou Mãe Natureza. 


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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Menu Mitologia: Jasconius

JASCONIUS




Na Idade Média e na época das grandes navegações, Jasconius ficou conhecido como uma figura lendária, que habita certas regiões dos mares europeus, e sempre estava assustando e aterrorizando os navegantes que por determinados lugares passavam.

Sua figura seria uma espécie de mistura entre uma tartaruga, peixe e baleia gigante, que com sua força poderia até mesmo derrubar os barcos mais resistentes, que nem mesmo tempestades haviam virado.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Menu Mitologia: Gogue e Magogue

GOGUE E MAGOGUE




Gogue e Magogue aparecem no livro de Gênesis, nos livros de Ezequiel, Apocalipse e no Alcorão. São muitas vezes apresentados como o nome de um príncipe, ou de um líder, ou ainda de um povo que habitava em uma região denominada Meseque e Tubal. Eles também aparecem na Mitologia e no Folclore Cristão-Judaíco.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Mitologia Grega: Eos

EOS


Eos era a titânide do amanhecer e do entardecer,  filha de Hiperião e Teia, é a irmã da deusa Selene, a Lua, e de Hélio, o Sol. E por isso sua principal função era abrir as portas do céu (Olimpo) para seu irmão (Hélios), que iria sair do olimpo para trazer a luz ao dia. E ela também abria as portas para ele voltar, enquanto sua irmã (Selene) cuidava da noite.

Normalmente citada como de longos cabelos louros e unhas tingidas de rosa com uma carruagem purpúrea puxada por dois cavalos alados, Lampo e Faetonte, com arreios multicolores. Ágil e graciosa, é munida de asas nos ombros e nos pés.

Essa caracterização expressa seu carácter de jovem caprichosa e despreocupada, que vive amores intensos e efêmeros.

Ela, por ter uma maldição de Afrodite (que ficou enciumada pois Eos apaixonou-se por Ares, e ficou um tempo com ele) em que ela amaria muitos mortais, e um mortal bastante conhecido na mitologia grega em que teve filhos com ela foi o Titono, em que ela teve muito medo de envelhecer e (ou) morrer, então ela pediu aos deuses para que o deixassem imortal, mas ela esqueceu de citar a juventude eterna,  e então Titono ficou velho, sem nunca morrer. Eos pediu então a Zeus para que transformasse Titono em uma cigarra.

Filhos com Titono: Emátion e Mêmnon

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Menu Vídeos: A Origem do Mundo Nórdico

A ORIGEM DO MUNDO NÓRDICO

Hoje lhes trago mais um vídeo muito bom do excelente canal Foca na História. 
Conheçam o mito de criação do mundo nórdico. E descubra como surgiu figuras como Ymir, Odin, a vaca Audhumla, Gigantes, Elfos e Anões. Além da história da criação do ser humano (Ask e Embla).


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sábado, 29 de julho de 2017

Menu Mitologia Grega: Gerião

GERIÃO




Gerião (do grego antigo Γηρυών), na mitologia greco-romana, o nome de um dos gigantes, filho de Crisaor e de Calírroe, dotado de três cabeças; era irmão de Equidna, monstro metade mulher metade serpente, que gerou o cão Ortros, que velava pelo gado de Gerião. Seu mito está ligado ao de Hércules, a quem coube, num dos seus trabalhos, roubar-lhe os bois.

Gerião habitava Erítia (a "vermelha"), uma das míticas ilhas das Hespérides, situada no extremo Ocidente do mar Mediterrâneo. Trata-se provavelmente da Espanha, próximo a Cádis.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Menu Mitologia: Rostam

ROSTAM



Rostam ou Rustam (do persa رستم, Rostæm) é um dos maiores heróis da mitologia persa, filho de Zal e Rudabeh. Ele foi imortalizado pelo poeta do século X Ferdosi em sua obra Shahnameh ("O Épico dos Reis"), que narra a história e a mitologia do Irã, desde a criação do mundo até a sua conquista pelos árabes no século VII. 

Ao longo de sua jornada, Rostam presta serviços a uma série de reis, tornando-se um exemplar de herói, abnegado, que cumpre o seu dever, sem nunca buscar poder, mesmo quando o próprio povo desejava destronar seu rei em favor de Rostam. No Shahnameh, Rostam é o campeão dos campeões e está envolvido em numerosas histórias, que constituem algumas das mais populares e magistrais partes da obra.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Menu Mitologia: O Shah Nameh

O SHAH NAMEH



O Shah Nameh (em persa شاهنامه ), "Livro dos Reis" ou "Épica dos Reis", é uma grande obra poética escrita no século X, pelo escritor iraniano Ferdusi, que narra a história e a mitologia do Irã, desde a criação do mundo até a sua conquista pelos árabes no século VII. Sua elaboração levou cerca de 30 anos e o livro se constitui de 62 histórias (990 capítulos) e 56.700 dísticos (estrofes de dois versos)

Após a conquista árabe, o pahlavi, falado à época dos Sassânidas, desapareceu dos documentos escritos, tendo sido substituído pelo árabe. Somente no século IX o idioma reaparece, já como o persa moderno, resultante da transformação oral do pahlavi, mediante a incorporação de palavras árabes.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Menu Mitologia: Mixcoatl

MIXCOATL



Mixcoatl (nahuatl: Mixcōhuātl, “serpente nuvem”, pronunciado [. Miʃ.ko ː wa tɬ ː]), ou Camaxtli, era o deus da caça e era identificado com a Via Láctea, as estrelas, e os céus em várias culturas mesoamericanas. Ele foi o patrono da Otomi, chichimecas, e vários grupos que reivindicaram a descida da chichimecas. Enquanto Mixcoatl fazia parte do panteão asteca, seu papel era menos importante do que o de Huitzilopochtli, que era a sua divindade central. Sob o nome de Camaxtli, Mixcoatl era adorado como a divindade central da Huejotzingo e Tlaxcala.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Menu Mitologia: Huitzilopochtli

HUITZILOPOCHTLI



Huitzilopochtli (traduzido por Beija-flor Azul ou Beija-flor Canhoto ou ainda Beija-flor do Sul) era o deus do Estado, das tempestades, do sol e da guerra asteca. Era o padroeiro da cidade de Tenochtitlán, capital da confederação asteca. Este deus asteca era filho de Coatlicue (“a da saia de serpente”). Suas irmãs eram Coyolxauhqui e Malinalxochitl, uma feiticeira bonita, que também era sua rival. Seu mensageiro ou imitador foi Paynal.

sábado, 22 de julho de 2017

Menu Mitologia Grega: Érebos

ÉREBO



Érebo ou Érebos (em grego: Ἔρεβος, transl.: Érebos, "trevas" ou "escuridão") é, na mitologia grega, a personificação das trevas e da escuridão. Tem seus domínios demarcados por seus mantos escuros e sem vida, predominando sobre as regiões do espaço conhecidas como "Vácuo" logo acima dos mantos noturnos de sua irmã Nix, a personificação da noite.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Menu Mitologia Oriental: Yaoguai

YAOGUAI




Yaoguai, Yaomo ou Yaojing é, literalmente, demônio na mitologia chinesa, sendo uma classe onde predomina-se espíritos de animais maléficos ou seres celestiais caídos que obtiveram poder através da prática do taoismo (através de uma dinâmica de força motriz que envolve tudo que existe).