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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Menu Alquimia: O corpo Humano

O CORPO HUMANO



O homem é a imagem verdadeira de Deus, portanto ele foi criado segundo o retrato do Universo. Tudo o que se encontra no Universo numa escala maior, reflete-se no homem numa escala menor. É por isso que o homem é definido como um microcosmo, em contraposição ao Universo como macrocosmo. Ao pé da letra, podemos dizer que no homem está refletida toda a natureza, e o objetivo desse capítulo é ensinar a observar, conhecer a dominar essa verdade.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Menu mitologia Egípcia: A Esfinge

A ESFINGE


Sesheps, a esfinge de Gizé
Esfinge é uma imagem icônica de um leão estendido com a cabeça de um falcão ou de uma pessoa, presente tanto na mitologia grega, quanto na arquitetura egípcia.

A esfinge egípcia é uma antiga criatura mística usualmente tida como um leão estendido — animal com associações solares sacras — com uma cabeça humana, geralmente a de um faraó. Também usada para demonstração de poder, assim como as pirâmides no Egito.
Vistas como guardiãs na estatuária egípcia, esfinges são descritas em uma destas duas formas:

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Menu Artigos: Amensagem dos jogos de Interpretação

A MENSAGEM DOS JOGOS DE INTERPRETAÇÃO 



Autor: Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa
Fonte: Aqui

Há mensagens e ideologias implícitas nas próprias regras dos jogos de interpretação (RPGs).

Os jogos de interpretação
Esta, com pequenas alterações, é uma carta que enviei à revista Dragão Brasil (DB) e foi publicada no número 41. Se quiser, envie suas críticas e comentários a rpg_ficcao@uol.com.br

sábado, 27 de agosto de 2016

Menu Videos: O Nascimento do ocultismo

O NASCIMENTO DO OCULTISMO

Com Fredi Jon o professor, ocultista e escritor Marcelo Del Debbio descreve o aparecimento das ordens secretas , maçonaria, o hermetismo, influencia de poder da igreja catolica,, as linhagens combatidas , itinerário religioso, a caça ao ocultismo, denominações, alegorias e muito mais.

Parte 01 



Parte 02 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Menu Vídeos: A origem dos Deuses Gregos

A ORIGEM DOS DEUSES GREGOS - VÍDEO

Ola amigos da Arcanoteca, hoje lhes trago um vídeo do ótimo canal Conhecimentos da Humanidade 

Espero que gostem !!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Menu Mitologia Grega: Daimones Coribantes, Curetes e cabiros

DAIMONES CORIBANTES, CURETES E CAIBROS

Os Coribantes eram sacerdotes de Réia, peritos na arte de trabalhar em metais. Assim como os Curetes e os Cabiros, os coribantes eram divindades misteriosas. Nos seus êxtases sagrados executavam danças e conduziam seus cultos em ritos de orgia, acompanhados por gritos selvagens e a música frenética de flautas, tambores e címbalos. Possuídos pela febre da dança, não realizam suas evoluções segundo uma clara consciência e eram capazes de atrair seguidores embalados por sua música. 

Poetas líricos obtinham a harmonia de seus versos embalados pelo Coribantes em suas belas poesias. Daimones rústicos, os Coribantes e os Curetes foram nomeados por Réia para guardar Zeus quando ele ainda era criança. Escondido em uma caverna do Monte Ita em Creta, Zeus era o único filho que tinha sido salvo de ser engolido por seu pai Cronos. Os daimones abafavam o choro da criança com uma dança frenética fazendo ruidos com suas lanças e escudos. 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Menu Mitologia Grega: Mostério dos ELêusis

MISTÉRIO DOS ELÊUSIS

Ninguém sabe ao certo os detalhes, pois não há relatos deixados por pessoas que participaram realmente da cerimônia. Os Mistérios de Elêusis eram o mais famoso ritual religioso secreto da Grécia antiga, realizado entre os séculos 6 a.C. e 4 d.C. As primeiras referências a eles são de autores cristãos, que viveram bem depois e que estavam mais interessados em tachar aquilo como coisa de pagão. Com tantas dificuldades para desvendar esse enigma, os historiadores têm apenas algumas pistas. “Os Mistérios de Elêusis eram cerimônias de iniciação, com algum ritual pessoal a ser executado pelo novo participante. O culto era complexo, desenvolvido em vários dias. Há fragmentos de informações que permitem apenas perceber relances da celebração”, diz a arqueóloga Elaine Veloso Hirata, da Universidade de São Paulo (USP).

A inspiração para os Mistérios de Elêusis está num mito do poema Hino a Deméter, atribuído ao poeta grego Homero. Segundo a lenda, Perséfone – filha do principal deus grego, Zeus, e da deusa da agricultura, Deméter – fora raptada por Hades, rei do mundo subterrâneo, que a forçara a se casar com ele. Desolada, Deméter saiu em busca da filha, esquecendo suas responsabilidades como deusa, o que prejudicou as colheitas e trouxe a fome para os mortais. Em sua jornada, Deméter teria ido a Elêusis, cidade a 23 quilômetros de Atenas, onde se tornou amiga da família que governava o local, que construiu para ela um templo, onde a deusa passou a morar. Quando Deméter, afinal, recuperou a filha, as colheitas voltaram mas, como parte de um acordo entre os deuses, Perséfone seria obrigada a ficar um terço de cada ano ao lado do marido, Hades, sob a terra. Esse mito simbolizava os períodos da agricultura grega.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Menu Vídeos: O Nascimento de Perseu

O NASSCIMENTO DE PERSEU 

Vagando pela internet eis que me deparo com esse ótimo vídeo narrando o nascimento de um dos maiores heróis gregos, Perseu. 
Canal: Foca na História

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Menu Mitos e Lendas: Frankenstein

FRANKENSTEIN

Em primeiro lugar, convém esclarecer que o monstro que muitos teimam em chamar de Frankenstein não se chamava Frankenstein. O Frankenstein verdadeiro é o cientista – um estudante de química, biologia, anatomia e filosofia natural – que deu vida ao monstro numa noite de tempestade. Seu nome completo é Victor Frankenstein.

Publicado em 1 818, o livro Frankenstein ou Prometeu Moderno é um romance da escritora inglesa Mary Shelley. A autora tinha apenas 18 anos quando completou a obra.
Embora tenha se tornado famosa por uma obra em particular, Mary Shelley escreveu romances, biografias e infantis (lembrando que também trabalhou como editora).
Surgida durante o Romantismo, movimento artístico/literário que tinha como uma das principais característica a crítica ao Iluminismo e cientificismo, Frankenstein é uma obra que questiona a moralidade e a responsabilidade da ciência.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Menu Mitolgia: Ritual Grego do Fogo Olímpico

RITUAL GREGO DO FOGO OLÍMPICO 



Monte Olimpo, Grécia, 1956.

Símbolo dos Jogos Olímpicos da Modernidade, a Chama Olímpica faz parte de um ritual realizado desde a Grécia Antiga. O fogo sempre teve caráter sagrado para os gregos: para eles, a história humana começa a partir da desobediência do titã Prometeu, que contrariou a ordem de Zeus, o deus supremo, e roubou os fogos dos deuses para dar aos homens, junto com as ciências e artes.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Menu Mitologia Grega: Aedos, os antigos poetas

AEDOS, os antigos poetas. 

Antes da invenção do alfabeto, os antigos gregos acreditavam que as Musas davam aos poetas o dom de desencantar as palavras: eram os Aedos. Eles compunham canções ao som da lira e conseguiam transmitir os segredos das palavras através da poesia. Os poemas eram compostos e cantados pelos Aedos e quando as canções passaram a ser escritas, os Aedos desapareceram. 

O Aedo não era vidente mas inspirado pelas Musas. Capaz de alcançar a verdade, ele rompia a limitação do tempo, pois sua palavra resgatava as verdades do passado e as tornava presentes na sua narrativa que cumpria a função de perpetuar os mitos. Diferente do vidente, que tudo sabia sobre passado, presente e futuro, o poeta usava a recordação sob orientação da deusa Mnemósine (a Memória), mãe das Musas.

A Memória resgatava acontecimentos esquecidos e os revelava às Musas, que transmitiam aos Aedos habilitados a revelar os saberes entre os mortais. Mnemosine - a deusa de memória - era filha de Géia e Urano. Tendo se unido a Zeus gerou nove filhas: as Musas. Calíope era a Musa da Eloquência, Clio ou Kleio a Musa da História, Erato a Musa da Poesia romântica, Euterpe a Musa da Música, Melpômene a Musa da tragédia e alegria, Polimnia a Musa da poesia lírica, Terpsícore a Musa da dança, Talia a Musa da comédia e Urânia a Musa da astronomia. 

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Menu Artigos: I Feel Fantastic, Vído bizarro e inquietante permanece sem explicação

"I FEEL FANTASTIC" - Vídeo bizarro e inquietante permanece sem explicação




Post Original: Mundo Tentacular

Em meio a crescente quantidade de creepypastas, as estórias mais esquisitas, os rumores mais escabrosos e as teorias mais bizarras começam com uma filmagem misteriosa que ninguém sabe explicar ao certo de onde veio, quem a registrou ou por qual motivo. 

Alguns anos atrás, um vídeo muito estranho surgiu na internet e deixou uma sensação de estranheza aguçando a imaginação de incontáveis pessoas. Era um clip publicado no You Tube intitulado "I Fell Fantastic" (Eu me Sinto Fantástica). 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Menu Artigos: Resenha Call of Cthullu 7th Edition

Resenha CALL OF CTHULLU 7TH EDITION 


por Clayton Mamedes
Post Original: Mundo Tentacular 

Confesso que, como a maioria dos fãs de Call of Cthulhu, eu fiquei preocupado com a tempestade que se formava no horizonte para a Chaosium. Devido aos seus problemas administrativos e financeiros, será que veríamos realmente a Sétima Edição? 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Menu Curiosidades: 9 FATOS CIENTÍFICOS QUE VÃO TORNAR O SEU DIA MAIS FELIZ

9 FATOS CIENTÍFICOS QUE VÃO TORNAR O SEU DIA MAIS FELIZ

Menu Mitologia Grega: Jogos Olímpicos da Antiguidade

JOGOS OLÍMPICOS DA ANTIGUIDADE



Os Jogos Olímpicos da Antiguidade eram um festival religioso e atlético da Grécia Antiga, que se realizava de quatro em quatro anos no santuário de Olímpia, em honra de Zeus. A data tradicional atribuída à primeira edição dos Jogos Olímpicos é 776 a.C.

Os Jogos Olímpicos eram os mais importantes Jogos Pan-Helênicos, tendo sido proibidos pelo imperador cristão Teodósio I em 393, por serem uma manifestação de rituais do paganismo. Uma importante fonte sobre os jogos é Pausânias (século II d.C.), autor do livro Descrição da Grécia, um guia da Grécia baseado nas suas viagens pelo território. Outra importante fonte é um tratado sobre a ginástica de Filóstrato de Lemnos (século II-III d.C).

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Menu Artigos: A simbologia da Coruja nas mais Diversas Culturas

A SIMBOLOGIA DA CORUJA NAS MAIS DIVERSAS CULTURAS



A coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Na mitologia grega, Atena, a deusa da sabedoria e da guerra, tinha a coruja como símbolo. Atena ficou tão impressionada com a aparência da coruja, que a tomou como sua ave favorita. Ela é também escolhida como mascote dos escoteiros, cursos universitários de Filosofia, Pedagogia e Letras. 

Havia uma tradição que dizia que quem come carne de coruja, adquire seus dons de previsão e clarividências, mostrando poderes divinatórios. Enquanto todos dormem a coruja fica acordada, com os olhos arregalados, vigilante e atenta aos barulhos da noite. Por isso, representa para muitas culturas uma poderosa e profunda conhecedora do oculto. 

sábado, 6 de agosto de 2016

Menu Artigos: Stranger Things - Resenha da Sensacional nova série do Netflix

STRANGER THINGS - Resenha da sensacional nova série do Netflix



Post original: Mundo Tentacular 

Se você está na casa dos 30 e poucos anos de idade, provavelmente já viu essa série antes.

Provavelmente com outra forma e outro nome, provavelmente quando era criança ou adolescente. E possivelmente ela marcou a sua juventude e você nunca esqueceu dela.

Stranger Things, a série que estreou recentemente no Netflix é um misto de tudo aquilo que deixou saudades nos (saudosos) anos 80. Há um bocado de Goonies ali, muito de E.T, um pouco de Conta Comigo e It, e uma pincelada de Amazing Stories. Um desfile de referências, citações, lembranças e memórias ao mesmo tempo queridas e embaraçosas se juntando para formar um programa imperdível.

Mitologia Oriental: Kitsune

KITSUNE

(狐, [Kitsɯne] Kitsune é a palavra japonesa para raposa. Raposas são um assunto comum no Folclore Japonês; kitsune refere-se geralmente neste contexto. Histórias as descrevem como seres inteligentes e com capacidades mágicas que aumentam com a sua idade e sabedoria. Entre estes poderes mágicos, tem a habilidade de assumir a forma humana — normalmente aparecem na forma de uma mulher bonita, uma jovem ou uma velha. Enquanto algumas histórias falam que as kitsunes usam essa habilidade apenas para enganar as pessoas — como muitas vezes fazem em folclores — outras histórias as retratam como guardiãs fiéis, amigas, amantes e esposas. Além da habilidade de assumir a forma humana, elas possuem os poderes de possessão, conseguem gerar fogo das suas caudas e da sua boca, o poder de aparecer nos sonhos e o de criar ilusões. Raposas e seres humanos tem vivido próximos desde o Japão antigo; esta convivência deu origem a lendas sobre essas criaturas. Kitsunes são associadas com a figura do Deus Xintoísta, Inari, deus do arroz, da fertilidade, da agricultura, das raposas e da industria, servindo como suas mensageiras. Esta função reforçou o significado sobrenatural da raposa.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Menu Artigos: A Tortura do Pente de Ferro

A TORTURA DO PENTE DE FERRO ( Pecten Ferrum) 

A terrivel e mais cruel e desumana das torturas empregadas na Idade Antiga, era a tortura do pente de ferro. 
No antigo Imperio Romano era o suplicio aplicado aos rebeldes, conspiradores e aos cristaos, como forma de punicao. E servia como exemplo para os que ameacavam e desafiavam o poder de Roma. 
Esse tipo de tortura consistia em descarnar até os ossos o condenado, ainda vivo. Os pentes de ferro despedacavam a vitima até a morte. Possuia dentes afiadissimos. 
Era uma morte lenta e cruel. 
Ninguem sobrevivia a esse tamanho suplicio. Muito semelhante a tortura do esfolamento porem os pentes de ferro, alem de arrancar o couro também dilaceravam a carne de suas vitimas. 


FUNDAÇÃO DO CATOLICISMO 

No seculo 4 d. C. o imperador Constantino, atraves de um Edito da liberdade de culto aos cristaos que eram perseguidos pelo Imperio Romano. E depois realizou o famoso Concilio de Niceia, onde foram convocados todos os lideres, de todas as comunidades cristas do Imperio ( igrejas ). Nesse Concilio foi feita a ORTODOXIA ( que significa: o que é correto ). Ali foram definidos, como CORRETOS, os livros da Biblia, a doutrina e os dogmas, que todas as comunidades cristas deveriam seguir. 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Menu Mitologia Grega: Adônis

ADÔNIS

Adônis (português brasileiro) ou Adónis (português europeu) (em grego antigo: Ἄδωνις), nas mitologias fenícia e grega, era um jovem de grande beleza que nasceu das relações incestuosas que o rei Cíniras de Chipre manteve com a sua filha Mirra.

A figura de Adônis é relacionada desde a antiguidade clássica, ao modelo de beleza masculina. Adon significa Senhor em fenício e foi na Grécia Antiga que sua lenda adquiriu maior significação. O nascimento de Adônis foi fruto de relações incestuosas entre Smirna ou Mirra e seu pai Téias, rei da Assíria, que enganado pela filha, com ela se deitou 12 vezes. Quando percebeu a trama, Téias quis matá-la e Mirra pediu ajuda aos deuses que a transformaram em uma árvore, a Mirra. Da casca dessa árvore nasceu Adônis. 

Maravilhada com a extraordinária beleza do menino, Afrodite tomou-o sob sua proteção e o entregou a Perséfone, deusa dos infernos, para que o criasse. Quando Adônis cresceu, as deusas passaram a disputar a companhia do menino. Zeus ao julgar a questão estipulou que ele passaria um terço do ano com cada uma delas, mas Adônis preferia Afrodite e permanecia sempre com ela.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Menu Mitologia Oriental: O Festival das Estrelas

O FESTIVAL DAS ESTRELAS



 Tanabata Matsuri é um festival japonês comemorado anualmente no dia 7 de Julho, originado há 2 mil anos e é conhecido como o Festival das Estrelas. O nome Tanabata é relacionado com a leitura das cartas chinesas, que costumavam ser chamadas de shichiseki.

Nas cerimônias xintoístas de purificação, as miko(mulheres que transmitiam as palavras dos deuses) vestiam sobre seus vestidos, um pano especial denominado tanabata, rezando para os deuses pela proteção das plantações de arroz, pela chuva e mais tarde, por uma boa colheita no outono.
A lenda de Tanabata consiste na história de amor entre duas estrelas, Orihime (Vega) e Hikoboshi (Altair).

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Menu Artigos: A Barba

A BARBA

Dificilmente, veremos imagem de alguns viking de rosto nu, e atualmente, cada dia mais aumenta o número de homens que aderem a onda do rosto peludo, mas o que representava a barba para o homem nas diversas civilizações? Vamos saber um pouco mais!  Ela existe desde a Pré História, já era que difícil tirar os pelos da cara nessa época, desde lá já ganhou vários cortes e significados.

Nos anos 30 era tão incomum ter barba que o The N.York Times fez uma busca e encontrou só dois barbudos em NY, um guarda metropolitano e um artista de rua.
Após um longo período de cara limpa nos anos 90, a barba e bigode voltaram as ruas, hoje 55% dos homens deixam crescer algum tipo de barba e na segunda década deste século o estilo passou a ser usado em larga escala por popstars.
Barba cheia e cabelos longos são marca dos adeptos da contracultura, nos EUA, bigode, barba e cavanhaque viraram febre entre homossexuais, influenciados por Fred Mercury e Village People.

No ínicio do século XX, o bigode representava honra, indicava prosperidade econômica e foi amplamente adotado por vários galãs de cinema da época. Em países árabes, bigodes são sinônimos de poder, na tradição islâmica demonstra tradicionalismo, enquanto o rosto limpo indica uma pessoa mais liberal.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Menu Mitologia Adad

ADAD


Adad (Sumério Ishkur, Semítico Oriental Hadad, Adar, e Addu, também Rimmon, Ramman, "o que faz a terra tremer")

Deus das tempestades, controlador de canais de irrigação e filho de Anu. Deus dos relâmpados, chuva e da fertilidade. Identificado pelos romanos com Jupiter. No Épico de Gilgamesh, o deus dos ventos, trovões e tempestades. Símbolo: touro e relâmpado. Deus oracular. Centro de culto: Aleppo.

Na Mesopotâmia, sua presença surge após os tempos pré-Sargônidos. Reverenciado principlamente pelos povos ao Norte da Babilônia, conforme evidências encontradas nas cidades de Mari e Ebla. No segundo milênio antes de nossa era, Adad era o deus da cidade de Aleppo, mas em outras áreas da Síra, seu culto se funde com o de outros deuses do tempo, como Baal e Dagan.

Adad foi um deus importante na Assíria. Tiglath-Pilesar I construiu um santuário para ele e Anu na capital Ashur. Adad é freqüentemente invocado em maldições, bem como em documentos especiais e privados, como figura de proteção e advertência para todos.