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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mitos e Lendas: Isabel I de Castela

ISABEL I de Castela 




Isabel, rainha de Castela, unificou a Espanha, retomou a Inquisição católica e levantou dinheiro para a viagem de Cristóvão Colombo às Américas.

O ano de 1492 foi movimentado. Logo em 2 de janeiro, os mouros, muçulmanos do norte da África que ocupavam a Península Ibérica fazia oito séculos, se renderam em Granada, a última cidade que eles ainda dominavam. Em 12 de outubro, Cristóvão Colombo chegou às Américas. Uma pessoa estava no centro desses dois acontecimentos: Isabel 1ª, rainha de Castela.

sábado, 9 de junho de 2018

Menu Mitologia Oriental: Sepukku

SEPUKKU



O seppuku, o ritual suicida dos samurais, era a maneira que eles acreditavam preservar sua honra em face de uma derrota tida como certa. Quando cercado por inimigos querendo a sua cabeça, o samurai não tinha muito mais a perder a não ser derramar o seu próprio sangue de suas entranhas em um ato final de suicídio — geralmente feito enterrando um facão ou espada no abdômen.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Menu Artigos: Os Sete Pecados Capitais

OS SETE PECADOS CAPITAIS


Os Sete Pecados Capitais por Hieronymus Bosch.
Os sete pecados capitais são quase tão antigos quanto o cristianismo. Mas eles só foram formalizados no século 6, quando o papa Gregório Magno, tomando por base as Epístolas de São Paulo, definiu como sendo sete os principais vícios de conduta: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja. Mas a lista só se tornou "oficial" na Igreja Católica no século 13, com a Suma Teológica, documento publicado pelo teólogo são Tomás de Aquino. No documento, ele explica o que os tais sete pecados têm que os outros não têm. O termo "capital" deriva do latim caput, que significa cabeça, líder ou chefe, o que quer dizer que as sete infrações são as "líderes" de todas as outras. E, do ponto de vista teológico, o pecado mais grave é a soberba, afinal é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus. A Igreja até tentou oferecer soluções para os pecados capitais, criando uma lista de sete virtudes fundamentais - humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança -, mas os pecados acabaram ficando mais famosos. Outras religiões, como o judaísmo e o protestantismo, também têm o conceito de pecado em suas doutrinas, mas os sete pecados capitais são exclusivos do catolicismo.

Os Sete Pecados Capitais são um tema antigo e ainda que chama a atenção para debates, seja de cunho teológico, filosófico, moral, social, cultural, histórico, psicológico, etc. No entanto, é interessante que pouca gente realmente conheça a complexidade destes pecados, e que os mesmos são mais amplos em seus sentidos, e que alguns estão correlacionados entre si, o que possibilita a pessoa a partir de um pecado, acabar cometendo outro desta lista de sete e até que não consta nesta lista.

Menu Mitologia: O Dia dos Namorados

O DIA DOS NAMORADOS



Nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, o"Dia dos Namorados" é chamado de "Dia de São Valentim", e é  comemorado em 14 de fevereiro. No Brasil, a data foi mudada para 12 de junho — uma forma de estimular as compras nessa época.

A comemoração teria se originado na Roma antiga. O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

 Por descumprir as ordem do imperador, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, muitos jovens jogavam bilhetes encorajadores em sua cela. Um deles veio de Astérias, filha cega de um carcereiro por quem Valentim se apaixonou. Ele, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.

Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como "Your Valentine" ("Seu Valentim"), expressão ainda hoje utilizada nos cartões de Valentine’s Day.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Menu Mitos e Lendas: Pitágoras

PITÁGORAS




Pitágoras de Samos em grego: Πυθαγόρας ὁ Σάμιος, ou apenas Πυθαγόρας; Πυθαγόρης em grego jônico; c. 570 – c. 495 a.C.) foi um filósofo e matemático grego jônico creditado como o fundador do movimento chamado Pitagorismo.

A maioria das informações sobre Pitágoras foram escritas séculos depois que ele viveu, de modo que há pouca informação confiável sobre ele. Nasceu na ilha de Samos e viajou o Egito e Grécia e talvez a Índia, em 520 a.C. voltou a Samos.Cerca de 530 a.C., se mudou para Crotona, na Magna Grécia.

Menu Mitologia: Mitos do Brasil

MITOS DO BRASIL

Neste artigo trago um apanhado de diversas lendas do folclore brasileiro bem como alguns dos seres fantásticos da nossa mitologia. Esta postagem sera frequentemente atualizada espero que gostem.

ONÇA BOI

A Onça-boi (ou Onça Pé-de-boi) é um animal fantástico presente no folclore amazônico, que muitos pescadores, caçadores e mateiros que se aventuram pelas florestas juram já ter visto. Segundo os relatos, ela seria uma espécie de onça que possui cascos de boi no lugar de suas patas. 

De acordo com o folclore, ela caça sua presa sempre em pares (em contraste com as onças reais, que sempre caçam sozinhas e não formam casais permanentes, unindo-se somente para as relações sexuais). Dessa forma, elas encurralam sua presa (geralmente caçadores), fazendo com que ela sua uma árvore na tentativa de escapar. Elas iram se revezar na vigilância da presa, até que a mesma caia da árvore, devido ao sono ou fome. 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Menu Mitologia: O Dia das Mães

O DIA DAS MÃES

O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe é uma data comemorativa em que se homenageia a mãe e a maternidade. Em alguns países é comemorado no segundo domingo do mês de maio (como no Brasil e na Irlanda). Em Portugal é comemorado no primeiro domingo do mês de Maio.

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. A Enciclopédia Britânica diz: "Uma festividade derivada do costume de adorar a mãe, na antiga Grécia. A adoração formal da mãe, com cerimônias para Cibele ou Rhea, a Grande Mãe dos Deuses, era realizada nos idos de março, em toda a Ásia Menor."

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada pela ativista Anna Maria Reeves Jarvis, que fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. Jarvis organizou em 1865 o Mother's Friendship Days (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother's Day Proclamation, pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

Reconhecida como idealizadora do Dia das Mães na sua forma atual é a filha de Ann Maria Reeves Jarvis, a metodista Anna Jarvis, que em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914, quando a resolução Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother's Day foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, instalando o segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. No âmbito desta resolução o Presidente dos Estados Unidos Thomas Woodrow Wilson proclamou no dia seguinte que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914