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sábado, 21 de julho de 2018

Menu Mitologia Oriental: A Flor de Cerejeira

A FLOR DE SEREJEIRA 



A flor de cerejeira, chamada no Japão de “sakura”, encanta a muitas pessoas com suas delicadas pétalas rosadas e seu significado repleto de simbolismo.

Lendas: 


Uma das explicações para a sua origem afirma que a princesa Konohana Sakuya Hime teria caído do céu próxima ao monte Fuji, transformando-se na bela flor. Outra crença atribuída ao surgimento da cerejeira está ligada à cultura do arroz, afinal, “Kura” significa “depósito para guardar arroz”. O alimento é a base da culinária japonesa e, assim como a flor, também é considerado uma dádiva.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Menu Artigos: A Origem do Tango

A ORIGEM DO TANGO 




A dança, assim como as demais manifestações artísticas, é uma via de expressão capaz de representar diferentes ideias. A cada novo tipo de dança, perpetuam-se valores que fazem de um determinado estilo dançante sinônimo de determinados sentimentos. Na Argentina, o tango tornou-se sinônimo de paixão, melancolia e tristeza. Conforme sentencia uma famosa expressão “o tango é um pensamento triste que se pode dançar”. No entanto, ao contrário do que pensamos, o tango não “nasceu” triste e argentino.

sábado, 14 de julho de 2018

Menu Artigos: Eunucus

EUNUCUS




No mundo antigo, perder os testículos podia ser o início de uma carreira. 

Atualmente parece loucura, mas tornar-se eunuco, ou seja, castrar-se parcial ou totalmente, já foi um meio de vida, uma profissão. A tradição de contratar homens castrados nos palácios e haréns vem do mundo antigo, mas atravessou o tempo e o espaço, passou por Roma e Grécia, pelos fenícios do norte da África e chegou à Europa do século 20.

domingo, 24 de junho de 2018

Mitos e Lendas: Hipácia

HIPÁCIA



Hipácia, matemática, astrônoma e uma das mais importantes pensadoras da Antiguidade.

Numa tarde de março do ano 415, durante a quaresma, uma mulher de 60 anos é tirada de sua carruagem por uma multidão enfurecida e arrastada até a igreja de Cesarión, antigo templo de culto ao imperador romano César, em Alexandria, no Egito. Lá é despida e tem sua pele e carne arrancadas com ostras (ou fragmentos de cerâmica ou azulejo, segundo outra versão). Acusada de bruxaria, é destroçada viva pela turba desgovernada. Já morta, arrancam seus braços e pernas. O restante do cadáver é queimado em uma pira nos arredores da cidade. Era o fim da trajetória impressionante da primeira mulher matemática da História e uma das principais filósofas da Antiguidade: Hipácia.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Mitos e Lendas: Isabel I de Castela

ISABEL I de Castela 




Isabel, rainha de Castela, unificou a Espanha, retomou a Inquisição católica e levantou dinheiro para a viagem de Cristóvão Colombo às Américas.

O ano de 1492 foi movimentado. Logo em 2 de janeiro, os mouros, muçulmanos do norte da África que ocupavam a Península Ibérica fazia oito séculos, se renderam em Granada, a última cidade que eles ainda dominavam. Em 12 de outubro, Cristóvão Colombo chegou às Américas. Uma pessoa estava no centro desses dois acontecimentos: Isabel 1ª, rainha de Castela.

sábado, 9 de junho de 2018

Menu Mitologia Oriental: Sepukku

SEPUKKU



O seppuku, o ritual suicida dos samurais, era a maneira que eles acreditavam preservar sua honra em face de uma derrota tida como certa. Quando cercado por inimigos querendo a sua cabeça, o samurai não tinha muito mais a perder a não ser derramar o seu próprio sangue de suas entranhas em um ato final de suicídio — geralmente feito enterrando um facão ou espada no abdômen.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Menu Artigos: Os Sete Pecados Capitais

OS SETE PECADOS CAPITAIS


Os Sete Pecados Capitais por Hieronymus Bosch.
Os sete pecados capitais são quase tão antigos quanto o cristianismo. Mas eles só foram formalizados no século 6, quando o papa Gregório Magno, tomando por base as Epístolas de São Paulo, definiu como sendo sete os principais vícios de conduta: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja. Mas a lista só se tornou "oficial" na Igreja Católica no século 13, com a Suma Teológica, documento publicado pelo teólogo são Tomás de Aquino. No documento, ele explica o que os tais sete pecados têm que os outros não têm. O termo "capital" deriva do latim caput, que significa cabeça, líder ou chefe, o que quer dizer que as sete infrações são as "líderes" de todas as outras. E, do ponto de vista teológico, o pecado mais grave é a soberba, afinal é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus. A Igreja até tentou oferecer soluções para os pecados capitais, criando uma lista de sete virtudes fundamentais - humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança -, mas os pecados acabaram ficando mais famosos. Outras religiões, como o judaísmo e o protestantismo, também têm o conceito de pecado em suas doutrinas, mas os sete pecados capitais são exclusivos do catolicismo.

Os Sete Pecados Capitais são um tema antigo e ainda que chama a atenção para debates, seja de cunho teológico, filosófico, moral, social, cultural, histórico, psicológico, etc. No entanto, é interessante que pouca gente realmente conheça a complexidade destes pecados, e que os mesmos são mais amplos em seus sentidos, e que alguns estão correlacionados entre si, o que possibilita a pessoa a partir de um pecado, acabar cometendo outro desta lista de sete e até que não consta nesta lista.