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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Menu Mitos e Lendas: São Nicolau de Mira

SÃO NICOLAU DE MIRA

São Nicolau de Mira, dito Taumaturgo, também conhecido como São Nicolau de Bari, é o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. É o patrono dos guardas noturnos na Armênia e dos coroinhas na cidade de Bari, na Itália, onde estariam sepultados seus restos.
É aceite que São Nicolau, bispo de Mira, seja proveniente de Patara, na Ásia Menor (Turquia), onde teria nascido na segunda metade do século III, e falecido no dia 6 de dezembro de 342.
Sob o império de Diocleciano, Nicolau foi encarcerado por recusar-se a negar sua fé em Jesus Cristo. Após a subida ao poder de Constantino, Nicolau volta a enfrentar oposição, desta vez da própria Igreja. Diante de um debate com outros líderes eclesiásticos, Nicolau levanta-se e esbofeteia um de seus antagonistas. Isso o impede de permanecer como um líder da Igreja.
Nicolau, porém, não se dá por vencido e permanece atuante, prestando auxílio a crianças e outros necessitados.
A ele foram atribuídos vários milagres, sendo daí proveniente sua popularidade em toda a Europa e sua designação como protetor dos marinheiros e comerciantes, santo casamenteiro e, principalmente, amigo das crianças.

De São Nicolau, bispo de Mira (Lícia) no século IV, temos um grande número de relatos e histórias, mas é difícil distinguir as autênticas das abundantes lendas que germinaram sobre este santo muito popular, cuja imagem foi tardiamente relacionada e transformada no ícone do Natal chamado de Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) um velhinho corado de barba branca, trazendo nas costas um saco cheio de presentes. Inclusivamente que ainda é referido como Santa Claus ou St. Nicholas na maior parte dos países da língua anglófona.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

A Origem da Árvore de Natal

ORIGEM DA ÁRVORE DE NATAL



Na antiguidade muito antes do nascimento de Cristo árvores e plantas que ficavam verdes o ano inteiro tinha um significado muito especial, principalmente no inverno. Assim como as pessoas de hoje, os povos antigos enfeitavam com ramos vistosos suas portas e janelas, acreditavam que esses ramos expulsavam bruxas, almas malignas e doenças. No hemisfério norte, essas decorações eram feitas entre os dias 21 e 22. Essa data é chamada de solstício de inverno, que é o dia mais curto e a noite mais longa do ano. Muitos povos antigos acreditavam que só tinha inverno porque o Sol, considerado um Deus, se enfraquecia, e ficava doente. Assim, os ramos verdes eram a lembrança das árvores e plantas que cresciam quando um Deus Sol se tornava forte na primavera. Esses ramos lhes serviam como amuletos durante esse tempo tão ameno. Esses ramos enfeitados deram os primeiros indícios da árvore de Natal. Os antigos romanos também usavam galhos e ramos para decorar os templos no Saturnália, que é um festival em homenagem a Saturno, Deus da agricultura.  Já os cristãos começaram usar árvores coníferas, tinha o significado de vida eterna com Deus.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Menu Artigos: Milão Sagrado e o Panetone

MILÃO SAGRADO E O PANETONE
Texto de Vitor Manuel Adrião.



A cidade de Milão tem por Armas um brasão carregado de simbologia esotérica, cuja peça heráldica apresenta em fundo prateado uma serpente azul coroada de ouro vomitando um jovem cor de carne descrito como mouro. Trata-se da vipera (“víbora) ou bissa, mais conhecida entre os milaneses como biscione (“cobra grande”).
A História afirma que este brasão foi criado por Ottone Visconti, dito Ottorino (1207 – 8.8.1295), que nasceu em Milão e foi arcebispo desta cidade. Era filho do poderoso feudatário Ubaldo Visconti, família que dominava a Lombardia, e com o senhorio deOttorino a capital ficou sob o poder dos Visconti, que durou até 1447. A eleição arcebispal de Ottone Visconti, depois de severas controvérsias e lutas com um outro candidato a esse cargo, Martino della Torre, acabou reconhecida pelo Papa Gregório IX, cujo nome era Tedaldo Visconti (1210-1276). Como agradecimento, Ottone Visconti perpetuou no seu brasão “o mouro vomitado pela serpente” referindo-se ao envolvimento de Gregório IX, antes de ser eleito Papa (1271-1276), na Nona Cruzada (1271-1272) a São João de Acre, na Terra Santa, com o príncipe futuro rei Eduardo I de Inglaterra.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Menu Mitologia: Krampus - O Anti-Papai Noel.

KRAMPUS - O ANTI-PAPAI NOEL

Krampus é um ser mitológico popular no folclore Alpino (Países que ficam perto dos Alpes; Suíça, França, Alemanha, Itália, Áustria, Eslovenia e Liechtenstein). 
Ele acompanha São Nicolau em suas visitas às casas das pessoas, e, enquanto Nicolau dá presentes às boas crianças, Krampus pune as más.

O nome Krampus vem de 'krampen', 'garra' em alemão antigo. Mas ele também possui outros nomes, dependendo da região, como Klaubauf, em algumas partes da Áustria, Pelzebock ou Pelznickel na Alemanha entre outros.

Sua aparência mais comum é quase a mesma que se dá aos demônios: Metade homem, metade bode, com chifres, cauda longa e uma língua enorme e comprida. Mas também ele pode ser caracterizado como um cavalheiro vestido de preto ou uma criatura muito cabeluda, dependendo da região em que se ouve sua história.

Acredita-se que o Krampus exista desde antes dos países germânicos tornarem-se cristãos, mas aparecendo sozinho nas histórias. Ele é uma figura tão forte do folclore europeu que conseguiu sobreviver à Inquisição da Igreja Católica, quando esta acusava e bania qualquer celebração que não fosse da religião. No século 17, o Krampus entrou nas festividades do Natal católico e começou a fazer companhia a São Nicolau em suas viagens.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Menu Mitologia: O Visco de Natal

O VISCO DE NATAL



Erva-de-passarinho ou visco é uma planta arbustiva hemiparasita das famílias Loranthaceae e Santalaceae, que pertence à Ordem das Santalales.Nativa em todas os continentes do mundo, parasita diversas espécies de árvores de grande porte.

As bagas de algumas espécies possuem propriedades medicinais e, por isso, a planta era utilizada como remédio para a epilepsia e distúrbios nervosos, para doenças cardíacas, hipertensão e para a digestão.

Na Europa, a planta está associada em algumas culturas às festividades do Natal, assim como o azevinho, ou ao renascimento, havendo uma lenda escandinava que diz que duas pessoas que se encontram debaixo de um visco devem se beijar para celebrar com amor a ressurreição de Balder, divindade da mitologia nórdica. Já os druidas a tinham como planta sagrada e sempre a colhiam no inverno, quando realizavam seus importantes atos religiosos.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Menu Mitologia: Rudolph

RUDOLPH - A Rena do Nariz Vermelho

Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho é uma rena fictícia que possui um nariz vermelho incandescente, popularmente conhecida como a "Nona Rena do Papai Noel". Quando retratado, é o líder das renas que puxam o trenó do Papai Noel na véspera de Natal. A luminosidade de seu nariz é tão grande que ilumina o caminho da equipe através das tempestades do inverno.
Rudolph surgiu pela primeira vez em 1939 num dos livretos escritos por Robert L. May e publicado pela Montgomery Ward. 
A história é de propriedade da The Rudolph Company, L.P. e foi adaptada em diversas formas, incluindo uma canção popular, um especial de televisão e sequências, e um longa-metragem e sequências. Em muitos países, Rudolph tornou-se uma figura do folclore natalino. Bem como outros seres imaginários que surgiram depois como o Grinch. 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Menu Mitologia: Jack Frost

JACK FROST

Jack Frost é a personificação da geada e do frio, sendo uma figura lendária élfica pertencente ao folclore do norte da Europa, acredita-se que esse mito seja proveniente dos anglo-saxões e nórdicos. Sua missão é fazer a neve ou criar as condições típicas de inverno, colorir a folhagem no outono e deixar a geada branca nas janelas no inverno. Às vezes aparece em obras de ficção natalinas como um encarregado de criar as condições para que Papai Noel possa fazer sua entrega de presentes.

De acordo com a popular lenda escandinava, Jack Frost é um elfo à quem os vikings nomeavam Jokul Frosti, que significa pingente de gelo. Jack esgueira-se pelas cidades durante as noites de inverno, fazendo elegantes desenhos de gelo nas janelas e sobre as folhas de inverno e a grama. Ele é frequentemente retratado como um velho, um jovem ou um espírito invisível que ninguém pode tocar ou ouvir. Embora, basicamente, amigável e alegre, Jack Frost, se provocado, pode matar suas vítimas, soterrando-as com neve.

Retratado em muitas formas e personagens, este personagem mítico tem se tornado imensamente popular e apesar de não ter associação com o cristianismo, ele faz participações especiais em vários programas natalinos, muitas vezes, como um dos membros da comitiva do Papai Noel. Jack Frost também aparece com bastante frequência na literatura, filmes, televisão, música e jogos, retratando um sinistro propagador de maldades. Ele também faz várias aparições nos quadrinhos como um dos protagonistas do Natal. Jack Frost, embora não relacionado ao Natal, tem tantas características que o tornam perfeito para o Natal, e muitas pessoas têm totalmente aceitado-o como uma figura natalina.