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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Mitologia Grega: Decurião

DECURIÃO

Decurião (em latim: decurio), era o oficial de cavalaria do exército romano que comandava um esquadrão (turma) de aproximadamente 30 homens. Não deve ser confundido com o decano, que era o suboficial que comandava um grupo de 10 homens na centúria, e encontrava-se logo abaixo do centurião.
Um texto da Divina Comédia, onde consta atividade de um decurion:

" ... Canto XXII
Escolta de 10 demônios

Seguimos com os dez demônios. Durante a nossa jornada eu pude ter uma noção melhor de todo o vale e do breu fervente. Observei que, como os golfinhos que mostram suas costas acima da água, eventualmente um pecador mostrava as suas para aliviar por um instante seu sofrimento, e logo tornava a mergulhar. Outros ficavam à beira da fossa, mas submergiam assim que Barbariccia aparecia.
Vi então um pecador que, vacilante, demorou para retornar à calda fervente. Antes que o coitado pudesse submergir, Graffiacane o capturou agarrando-o pelos cabelos. Os diabos gritavam:
- Ó Rubicante! Enfia tuas garras nas costas dele! Esfola! Rasga a pele!!
Enquanto os demônios gritavam, eu voltei-me para o mestre e perguntei:
- Mestre, se puderes, descubra quem é este desgraçado que caiu nas mãos de seus adversários.

sábado, 29 de agosto de 2015

Menu Mitos e Lendas: Lancelot

LANCELOT


Lancelote ou Lançarote (em inglês: Sir Lancelot; em francês: Lancelot du Lac, em espanhol: Lanzarote del Lago) foi um dos Cavaleiros da Távola Redonda na lenda do rei Artur. É comumente apresentado como o maior campeão do Rei Artur, cujo caso de amor com a rainha Genebra leva o fim do reino de Arthur. Sua primeira aparição como personagem principal está em Lancelot, le chevalier de la charrette, ou "Lancelote, o Cavaleiro da Carreta", de Chrétien de Troyes, escrito no século XII. No século XIII, ele foi o principal foco no longo Ciclo da Vulgata, onde suas façanhas são contadas na seção conhecida como Lancelote em prosa. Sua vida e aventuras tem sido destaque em vários romances medievais, muitas vezes conflitantes com histórias de fundo e cadeias de eventos.

Origens pré-romanas:

Origens literárias de Lancelote são de uma história esquecida do passado. Antes de sua aparição nas obras de Chrétien de Troyes, Lancelote é praticamente desconhecido. O acadêmico Roger Sherman Loomis sugere que Lancelote está relacionado tanto ao personagem Llenlleog (talvez "Pulando a-um"; Leaping-one), o irlandês de Culhwch e Olwen (que ele associa com o "promontório de Gan(i)em"), ou o herói galês Llwch Llawwynnauc ("Llwch da Mão Marcante"), que por sua vez é provavelmente uma versão da divindade irlandesa evemerizada Lugh Lonbemnech. Devido ao fato de que seus nomes são semelhantes e que ambos empunham uma espada e lutam por um caldeirão em ambos Preiddeu Annwn e Culhwch, muitos estudiosos pensam que são a mesma figura.
Mas os estudiosos modernos não têm tanta certeza. Uma sugestão é a de que, dada a evidência do manuscrito de L'Ancelot, o nome pode ter sido uma invenção de Chrétien de Troyes, uma vez que "Ancelot" significa "servo". 

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Menu Mitologia Indiana: O que é Hinduísmo

O QUE É HINDUÍSMO

O Hinduísmo é provavelmente uma das religiões mais antigas do mundo. Seus primeiros mitos remontam a, talvez, 8000 anos e nasceram numa região conhecida como Vale do Indo (no atual Paquistão).
Desde que os primeiros tempos em que os humanos se sentiam protegidos dentro de uma caverna e sentavam em volta de uma fogueira, à vontade de contar os seus feitos para os demais, fez surgir a mitologia. Contar histórias sempre foi um dos principais passatempos dos seres humanos. Ainda hoje o cinema e os jogos de computador (RPG) são reflexos destas práticas.
Joseph Campbell, o conhecido estudioso da mitologia mundial, nos ensina que "o mito é a abertura secreta através da qual as energias inesgotáveis do cosmos são lançadas nas manifestações culturais humanas" e "a função primordial da mitologia e do mito sempre foi oferecer símbolos que fazem progredir o espírito humano."
O panteão hindú constitui uma tentativa formidável de criar máscaras pelas quais o ser humano tenta falar dos seus sonhos e medos.
A mitologia hindú inicia com o imanifestado (Adinatha), que se manifesta na trimurti Brahma,Vishnu e Shiva, unidade na pluralidade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Menu Artigos: Gnosticismo

GNOSTICISMO 


(do grego Γνωστικισμóς; transl.: (gnostikismós); de Γνωσις (gnosis): 'conhecimento', (gnostikos): aquele que tem o conhecimento) é um conjunto de correntes filosófico-religiosas sincréticas que chegaram a mimetizar-se com o cristianismo nos primeiros séculos de nossa era (sendo ele muitas vezes referenciado como "Alta Teologia"), vindo a ser declarado como um pensamento herético após uma etapa em que conheceu prestígio entre os intelectuais cristãos.1 De fato, pode falar-se em um gnosticismo pagão e em um gnosticismo cristão, ainda que o pensamento gnóstico mais significativo tenha sido alcançado como uma vertente heterodoxa do cristianismo primitivo.

O gnosticismo foi inicialmente definido no contexto cristão embora alguns estudiosos supõem que o gnosticismo se desenvolveu antes ou foram contemporâneos do cristianismo, não há textos gnósticos até hoje descobertos que sejam anteriores ao cristianismo.

O estudo do gnosticismo e do cristianismo primitivo da Alexandria receberam um forte impulso a partir da descoberta da Biblioteca de Nag Hammadi, em 1945.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Mitologia Nordica: As Valquírias

AS VALQUÍRIAS 

Na mitologia nórdica, as valquírias são as populares guerreiras de Odin. Belas, de pele clara e longos cabelos , possuiam cavalos brancos com os quais eram capazes de cavalgar pelos céus, procurando os heróis mortos em campos de batalha. Elas levavam estes bravos guerreiros ao Valhalla aonde eles comeriam, beberiam e lutariam até o dia fatídico do Ragnarok, lutando ao lado de Odin.
As valquírias eram virgens guerreiras que montavam seus cavalos armadas com capacetes e lanças. Odin, desejoso de reunir um grande número de heróis em Valhala a fim de poder enfrentar os gigantes no dia da batalha final, escolhia aqueles que deveriam ser mortos. As valquírias são as suas mensageiras e seu nome significa "as que escolhem os que vão morrer". Quando elas cavalgavam pelos campos suas armaduras emitiam um estranho brilho bruxuleante, que iluminavam os céus nórdicos, produzindo aquilo que conhecemos hoje como Aurora Boreal ou Luzes Nórdicas.
Mas as Valquírias na mitologia nem sempre foram estas belas damas de tons românticos. Originalmente eram seres medonhos e sinistros, espíritos da sanguinolência. Elas frequentemente levavam os guerreiros à morte para que pudessem leva-los ao seu lugar no exército de Odin. Dizia-se que antes de morrer, os heróis viam uma valquíria passar voando. 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Menu Artigos: Mitologia Asteca

MITOLOGIA ASTECA 


Os Astecas ou Aztecas foram um povo que habitou o centro-sul do México atual. Provinham de Aztlan. Sua mitologia era rica em deuses e criaturas sobrenaturais. Assim como os romanos, os astecas incorporavam à sua religião divindades dos povos que conquistavam. O povo asteca era politeísta, isto é, acreditavam em mais de um deus, e algumas divindades eram elementos naturais como a água, a terra, o fogo, o vento e a lua. As divindades também eram atribuídas a coisas que lhes causavam medo.
Os astecas acreditavam que, antes do presente, existiam outros mundos formados por quatro sóis, cada um com um tipo

Gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca;
Humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzalcóatl, e então eles precisaram agarrar-se a árvores, transformando-se em macacos;
Humanos que viraram pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc;
Humanos que viraram peixe para não morrerem no dilúvio causado pela deusa Chalchiuhtlicue;
e os humanos atuais, predestinados a sumir pela destruição empreendida por Deus do sol pelos terremotos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Menu Artigos: O Lobisomem na mitologia

O LOBISOMEM NA MITOLOGIA

O lobisomem é um ser lendário, com origem na mitologia grega, segundo as quais, um homem pode se transformar em lobo ou em algo semelhante a um lobo em noites de lua cheia, só voltando à forma humana ao amanhecer.Tais lendas são muito antigas e encontram a sua raiz na mitologia grega. Segundo As Metamorfoses de Ovídio, Licaão, o rei da Arcádia, serviu a carne de Árcade a Zeus e este, como castigo, transformou-o em lobo .Uma das personagens mais famosas foi o pugilista arcádio Damarco Parrásio, herói olímpico que assumiu a forma de lobo nove anos após um sacrifício a Zeus Liceu, lenda atestada pelo geógrafo Pausânias.Segundo lendas mais modernas, para matar um lobisomem é preciso acertá-lo com artefatos feitos de prata. a. Algumas versões da história dizem que os monstros têm preferência por bebês não batizados, fazendo com que as famílias batizem suas crianças o mais rápido possível. A figura do lobisomem é de um monstro que mistura formas humanas e de lobo. Segunda a lenda, quando uma mulher tem 7 filhas e, depois, um homem, esse último filho será um Lobisomem.

sábado, 22 de agosto de 2015

Menu Mitologia Grega: Hecate Deusa dos Caminhos

HECATE DEUSA DOS CAMINHOS

Hécate, também chamada de Perséia, era filha dos titãs Astéria - a noite estrelada e Perses - o deus da luxúria e da destruição, mas foi criada por Perséfone - a rainha dos infernos, onde ela vivia. Antes Hécate morava no Olimpo, mas despertou a ira de sua mãe quando roubou-lhe um pote de carmim. Ela fugiu para a terra e tornando-se impura foi levada às trevas para ser purificada. Vivendo no Hades, ela passou a presidir as cerimônias e rituais de purificação e expiação. Hécate em grego significa "a distante". 
Tinha características diferentes dos outros deuses mas Zeus atribuiu-lhe prestígio. Após a vitória dos deuses olímpicos contra os titãs, a titânomaquia, Zeus, Poseidon e Hades partilharam entre sí o universo. A Zeus coube o céu e a terra, a Poseidon coube os oceanos e Hades recebeu o mundo das trevas e dos mortos. Hécate manteve os seus domínios sobre a terra, os céus, os mares e sobre o submundo, continuando a ser honrada pelos deuses que a respeitavam e mantiveram seu poder sobre o mundo e o submundo.
Ela é representada ora com três corpos ora com um corpo e três cabeças, levando sobre a testa uma tiara com a crescente lunar, uma ou duas tochas nas mãos e serpentes enroladas em seu pescoço. Suas três faces simbolizam a virgem, a mãe e a velha senhora. Tendo o poder de olhar para três direções ao mesmo tempo, ela podia ver o destino, o passado que interferia no presente e que poderia prejudicar o futuro. As três faces passaram a simbolizar seu poder sobre o mundo subterrâneo, ajudando à deusa Perséfone a julgar os mortos.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Menu Alquimia: Alquimia, Individuação e Ourobóros: Conclusão

ALQUIMIA, INDIVIDUAÇÃO E OROBÓROS: Conclusão

Esta é a sétima e última parte da série de sete artigos “Alquimia, Individuação e Ourobóros”, que é melhor compreendida se lida na ordem. Caso queira acompanhar desde o começo, leia as parte 12 e 3 e 4 e 5 e 6. Obrigado por todos que acompanharam a jornada dessa série! Gostaria de convidá-los para um curso que acontecerá em São Paulo: “Alquimia e Psicologia: Transmutações”. Mais informações vocês podem encontrar aqui.

Conclusão

O presente trabalho teve como objetivo traçar os paralelos entre a opus alquímica e o processo de individuação, investigando o significado da imagem alquímica e arquetípica, suma do processo de individuação, o Ourobóros. Através do método de amplificação e de levantamentos bibliográficos, foram analisadas obras filosóficas e/ou acadêmicas que explicitavam a simbologia desta imagem arquetípica, suas correspondências dentro da simbologia alquímica e as respectivas analogias com o processo de individuação descrito por C. G. Jung.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Menu Artigos: Mitologia Persa

MITOLOGIA PERSA


A mitologia persa é a reunião de crenças e práticas do povo que habitava o Planalto do Irã e suas imediações, como áreas da Ásia Central do Mar Negro ao Hotan (a moderna Hetian, China) e tinha origens linguísticas e culturais comuns. Sua essência é a da existência de dois princípios básicos em guerra entre si. Suas fontes estão no Zoroastrismo e no Masdeísmo.
Características

A principal coletânea da mitologia persa é o Shahnameh de Ferdusi, escrito mil anos atrás. A obra de Ferdusi tem por base as histórias e personagens do Zoroastrismo e do Masdeísmo, não apenas o Avesta, mas também o Bundahishn e o Denkard.
A mitologia persa é ao mesmo tempo muito próxima e diferente da mitologia hindu. Elas são próximas, porque os iranianos são um povo indo-europeu cuja língua tem grande semelhança com o sânscrito e foram um povo que estabeleceu constantes relações com os arianos da Índia. E são diferentes, pois a religião dos antigos persas adquiriu um aspecto mais moral que mitológico.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Tudo sobre Dead Pool

Ola amigos da Arcanoteca como de costume peregrinando pelo youtube me deparei com dois excelentes Vídeos sobre um dos mais queridos heróis da atualidade, é claro que estou falando do mercenário língua grande o imortal Deadpool !! Espero que gostem. 

Canal Ei nerd

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Mitologia Egípcia: Religiões dos Egípcios

Mais um ótimo documentário abordando vários aspectos de uma das culturas mais misteriosa da história, espero que gostem. 

Parte 01

sábado, 15 de agosto de 2015

Menu Alquimia: Alquimia, Individuação e Ourobóros: Amplificação Simbólica

ALQUIMIA, INDIVIDUAÇÃO E OROBÓROS: Amplificação Simbólica

"Running forward/ Falling back/ Spinning round and round/ Looking outward/ Reaching in/ Scream without a sound/ Leaning over/ Crawling up/ Stumbling all around/ Losing my place/ Only to find I’ve come full circle
– Dream Theater


Esta é a sexta parte da série de sete artigos “Alquimia, Individuação e Ourobóros”, que é melhor compreendida se lida na ordem. Caso queira acompanhar desde o começo, leia as parte 12 e 3 e 4 e 5.

Análise

Como descrito anteriormente, o método de amplificação consiste em três etapas principais: contato com o símbolo, associação com outras imagens arquetípicas, e o retorno do símbolo e seu valor individual associado com o valor coletivo e arquetípico

“Portanto, a amplificação é executada em três fases distintas: a primeira seria o contato com o símbolo e as observações experienciais do analisado; a segunda é a etapa de amplificação coletiva, onde se pega um símbolo específico e o associa com outras imagens arquetípicas, e por isso pode ser denominada de objetividade da imagem; a terceira e última é o retorno ao subjetivo com o auxilio das analogias universais, em outras palavras, o símbolo – primordialmente individual – manifestado passa por uma variedade de possibilidades significativas através da associação com a coletividade, após essa etapa, ele necessita do indivíduo – que utiliza como parâmetro o reconhecimento afetivo dentro dos aspectos coletivos – para dar sentido ao símbolo” (CHAISE E VIANA apud JUNG, 2011, 12).

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Menu Artigos: O Umbral

UMA EXPLICAÇÃO RÁPIDA PARA O UMBRAL


A explicação para eles é bem lógica e até banal:
Após a morte física, as pessoas tendem a ir para outros planos, que irão variar de acordo com o próprio grau de sutilização, etcétera e tal.
Pessoas que levem vida mais desregrada (uso aqui este termo de forma propositalmente genérica, sem tentar definir o que seja “vida desregrada”, visto que cada um terá diferentes definições para isto) tendem a ser mais dependentes e apegadas às coisas deste mundo e assim, após a morte física, acabam permanecendo em planos bem próximos a este, de onde inclusive terão maiores possibilidades para tentar satisfazer os vícios e necessidades que ainda conservam em si como reminiscências de seus tempos de encarnadas.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Menu Artigos: Mitologia Chinesa

MITOLOGIA CHINESA 

A mitologia chinesa é o conjunto de histórias, lendas e ritos passados de geração para geração de forma oral ou escrita. Há diversos temas na mitologia chinesa, incluindo mitos envolvendo a fundação da cultura chinesa e do Estado chinês. Como em muitas mitologias, acredita-se que ela seja uma forma de rememoração de fatos passados.
Os historiadores supõem que a mitologia chinesa tem início por volta de 1100 a.C. Os mitos e lendas foram passados de forma oral durante aproximadamente mil anos antes de serem escritos nos primeiros livros como o Shui Jing Zhu e o Shan Hai Jing. Outros mitos continuaram a ser passados através de tradições orais tais como o teatro e canções, antes de serem escritos em livros como no Fengshen Yanyi.
Três Augustos e os Cinco Imperadores
Após a era de Nu Kua e de Fu Xi (ou contemporaneamente em algumas versões) veio a Idade dos Três Augustos e dos Cinco Imperadores (三皇五帝), um grupo de legisladores lendários que governou entre 2850 a.C. e 2205 a.C., período anterior a Dinastia Xia.
A lista de nomes que compreende os Três Augustos e os Cinco Imperadores varia bastante entre as fontes, mas a versão mais conhecida e de maior circulação é:

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Menu Alquimia: Alquimia, Individuação e Ourobóros: Símbolos e Imagens Arquetípicas

ALQUIMIA, INDIVIDUAÇÃO E OROBÓROS: Símbolos e Imagens Arquetípicas

"Vivo minha vida em círculos cada vez maiores que se estendem sobre as coisas. Talvez não possa acabar o último, mas quero tentar.
– Reiner Rilke

Símbolo

Esta é a quinta parte da série de sete artigos “Alquimia, Individuação e Ourobóros”, que é melhor compreendida se lida na ordem. Caso queira acompanhar desde o começo, leia as parte 12 e 3 e 4

A palavra símbolo remete ao do grego symbolon, derivado do verbo sym-ballein, que significa “lançar com, pôr junto com juntar”. A etimologia da palavra remete que símbolo é, a priori, uma dualidade, que se forma uma. A própria definição da palavra já remete a integração dos opostos e pode ser associada com a imagem do Ourobóros.

Os conceitos simbólicos foram desenvolvidos em diversas religiões como reflexo de diferentes concepções do mundo e de novas linguagens.

“No seio da multiplicidade de crenças desenvolvidas pelo ser humano, a primeira distinção efetuada pelo homem foi entre o Bem e o Mal. Nas culturas pagãs, este conceito de dualidade moral poderia ser identificado nos símbolos positivos com o lado masculino, o Sol ou o céu, e nos símbolos negativos como o preto, o lado feminino, a Lua, a água ou o inferno. Da mesma forma, nas religiões, como por exemplo o cristianismo, o poder do Bem encontra-se simbolizado em Deus e em Cristo, e a força do Mal em Satanás. 

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Menu Mitologia: As 07 Espadas Mitológicas

AS 7 ESPADAS MITOLÓGICAS



As 7 espadas mitológicas.usadas pelos grande heróis míticos

01 excalibur (Bretã), Usada pelo rei Arthur
02. Claíomh Solais (Celta) 
03. Gram (Nórdica)
04 Durendal (Francesa)
05 Tizona ( Espanhola)
06. Zulfiqar (Muçulmana)
07 Kusanagi ( Japonesa)

domingo, 9 de agosto de 2015

Lutas entre Super Herois

Ola amigos da Arcanoteca, quem não gosta de lutas de super heróis não é mesmo? Então hoje trago a vocês alguns vídeos com confrontos entre esses seres. São todos no estilo live-action de alguns dos melhores canais do youtube do gênero, Espero que gostem !!

ARQUEIRO VERDE vs GAVIÃO ARQUEIRO

sábado, 8 de agosto de 2015

Menu Alquimia: Alquimia, Individuação e Ourobóros: A arte Alquímica

ALQUIMIA, INDIVIDUAÇÃO E OROBÓROS: A arte Alquímica

Tudo vai, tudo volta; eternamente gira a roda do ser. Tudo morre, tudo refloresce, eternamente transcorre o ano do ser. Tudo se desfaz, tudo é refeito; eternamente constrói-se a mesma casa do ser. Tudo se repara, tudo volta a se encontrar; eternamente fiel a si mesmo permanece o anel do ser. Em cada instante começa o ser; em torno de todo o “aqui” rola a bola “acolá”. O meio está em toda parte. Curvo é o caminho da eternidade.
– Nietzsche



Alquimia

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

ESTRELAS INEXPLICÁVEIS

Ola amigos mais um vídeo do ótimo canal Ei Nerd. Agora abordando alguns tipos de estrelas nesse nosso grandioso universo. Espero que gostem.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

BURACO DE MINHOCA

Ola amigos, hoje trago para vocês uma ótimo vídeo sobre "Buracos de Minhoca" uma curiosidade no minimo interessante do nosso universo. Espero que goste. A fonte é o excelente canal Ei Nerd 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Menu Mitologia Oriental: Curiosidades sobre Samurais

DEZ CURIOSIDADES SOBRE SAMURAIS



Os samurais e o seu código de lealdade sempre exerceram um fascínio muito grande, principalmente no mundo ocidental. Porém, algumas peculiaridades históricas dessas figuras lendárias ainda são desconhecidas e obscuras. Veja agora alguns fatos curiosos que cercaram a vida e a rotina desses guerreiros japoneses tão famosos

sábado, 1 de agosto de 2015

Menu Mitologias: Anjos

ANJOS

Anjo (do latim angelus e do grego ángelos (ἄγγελος), mensageiro), segundo a tradição judaico-cristã, a mais divulgada no ocidente, conforme relatos bíblicos, são criaturas espirituais, conservos de Deus como os homens (Apocalipse 19:10), que servem como ajudantes ou mensageiros de Deus. Na iconografia comum, os anjos geralmente têm asas de ave, um halo e tem uma beleza delicada, emanando forte brilho. Por vezes são representados como uma criança, por sua inocência e virtude. Os relatos bíblicos e a hagiografia cristã contam que os anjos muitas vezes foram autores de fenômenos milagrosos e a crença corrente nesta tradição é que uma de suas missões é ajudar a humanidade em seu processo de aproximação a Deus.
Os anjos são ainda figuras importantes em muitas outras tradições religiosas do passado e do presente e o nome de "anjo" é dado amiúde indistintamente a todas as classes de seres celestes. Os muçulmanos, zoroastrianos, espíritas, hindus e budistas, todos aceitam como fato sua existência, dando-lhes variados nomes, mas às vezes são descritos como tendo características e funções bem diferentes daquelas apontadas pela tradição judaico-cristã, esta mesma apresentando contradições e inconsistências de acordo com os vários autores que se ocuparam deste tema.
Além disso a cultura popular em vários países do mundo deu origem a um copioso folclore sobre os anjos, que muitas vezes se afasta bastante da descrição mantida pelos credos institucionalizados dessas regiões.