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sábado, 27 de fevereiro de 2016

Menu Mitologia: Popocatépetl

POPOCATÉPETL

Há muito tempo atrás, quando os europeus ainda não haviam chegado à América e os astecas ainda iniciavam a construção de seu império, um importante chefe local tinha uma linda filha, chamada Iztaccihuatl. O mais bravo guerreiro desse chefe local, chamado Popocatépetl era apaixonado pela princesa e queria muito casar-se com ela. Para permitir esse casamento, o chefe local impôs uma condição: seu povo estava em guerra e ele enviou o valente guerreiro para a batalha. Deveria retornar com a cabeça do inimigo em mãos e aí sim, poderia casar-se com sua filha.

Destemido, Popocatépetl partiu para sua missão. Mas um outro guerreiro, também apaixonado pela princesa e invejoso de Popocatépetl, resolveu voltar antes que a batalha terminasse, dizendo que o destemido guerreiro havia sido morto na luta. A bela princesa não resistiu a dor de perder o seu amado e acabou morrendo de desgosto. Alguns duas depois, chegava Popocatépetl, alegre e saltitante, com a cabeça do inimigo em mãos, pronto para reclamar o seu prêmio e casar-se com sua amada. Ao descobri-la morta, não se conformou. Levou o corpo sem vida da princesa para uma região no campo, deitou-a no solo e ajoelhou-se ao seu lado, prometendo não mais sair daí para todo o sempre.

Comovidos com a história, os deuses intervieram. Transformaram os dois amantes em enormes montanhas que ficariam, para sempre, lado a lado. Iztaccihuatl quer dizer “mulher de branco” e tem a forma de uma mulher deitada, vestida de branco, dormindo pacificamente. Popocatéptl, ou “montanha fumegante”, é o vulcão ao seu lado, nervoso e irrequieto, pronto para sempre proteger a sua amada. E o guerreiro invejoso que causou essa tragédia? Não, os deuses não se esqueceram dele! Também foi transformado em uma montanha, a mais alta do México, para que, de longe, pudesse sempre ver os dois amantes juntos, unidos para sempre. É ele o Pico Orizaba, condenado à solidão eterna, mas não tão longe que não pudesse ver os amantes juntos.

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