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segunda-feira, 10 de maio de 2021

Mitos e Lendas - A Condessa de Sangue

A CONDESSA DE SANGUE

Elizebeth Bathory era uma mulher nobre, bem-educada e esperta, mas possuía  vestígio de uma terrível crueldade. Aparentemente temendo por sua longevidade após a morte do marido, ela tornou-se sádica com seus escravos e criados e eventualmente ela buscava se não por magia e rituais que aumentassem a longevidade, então ao menos pela eterna juventude de sua pele, banhando-se em sangue. Elizebeth aprendeu a arte da tortura com seu marido, um soldado de alto escalão acostumado a brutalizar os turcos prisioneiros de guerra. Bathory assassinou muitas mulheres, algumas vezes ajudada em seus métodos brutais por seus escravos (não muito diferente do Dracula ficcional, que comandava seus próprios servos para fazerem o trabalho sujo).
Dizem que a Condessa Bathory espancava suas vítimas e as mutilava também. Ela também congelava mulheres nas neves de inverno perto de seu castelo, chamado Csejthe, derramando água gelada nelas. Houveram também atos de canibalismo, como uma vez em que a Condessa mordeu várias vezes uma serva ainda viva. Também há relatos de que a Condessa literalmente se banhava em sangue de garotas virgens na esperança de permanecer sempre jovem. (Ainda que, ao menos uma das fontes diz que os tais "banhos de sangue" são mais ficção que realidade.) Mesmo assim, está muito claro que a Condessa húngara Elizebeth Bathory realmente existiu e que ela também cometeu tais crimes. Outra fonte diz que ela bebeu o sangue de 650 garotas, que também foram assassinadas.
PODCAST DEPOIS DO APOCALIPSE - Elizabeth Bathory "a condessa de sangue" trata-se da maior assassina serial de todos os tempos. Não percam. 

domingo, 14 de fevereiro de 2021

Menu Mitologia: Mitos do Brasil

MITOS DO BRASIL

Neste artigo trago um apanhado de diversas lendas do folclore brasileiro bem como alguns dos seres fantásticos da nossa mitologia. Esta postagem sera frequentemente atualizada espero que gostem.

ONÇA BOI

A Onça-boi (ou Onça Pé-de-boi) é um animal fantástico presente no folclore amazônico, que muitos pescadores, caçadores e mateiros que se aventuram pelas florestas juram já ter visto. Segundo os relatos, ela seria uma espécie de onça que possui cascos de boi no lugar de suas patas. 

De acordo com o folclore, ela caça sua presa sempre em pares (em contraste com as onças reais, que sempre caçam sozinhas e não formam casais permanentes, unindo-se somente para as relações sexuais). Dessa forma, elas encurralam sua presa (geralmente caçadores), fazendo com que ela sua uma árvore na tentativa de escapar. Elas iram se revezar na vigilância da presa, até que a mesma caia da árvore, devido ao sono ou fome. 

domingo, 10 de janeiro de 2021

Menu Mitologia: A Deusa Abelha

A DEUSA ABELHA 
Por Mirella Faur




Em vários países do mediterrâneo foram encontrados vestígios de antigos cultos (3000 a.C.) de uma Deusa das Abelhas, mas sem que sua exata identidade fosse conhecida. Gravações em tábuas votivas das escavações do templo cretense de Phaistos representam a Deusa como uma abelha, com cabelos trançados como serpentes e com um bico de pomba, combinando assim traços característicos de Athena, Ártemis, Afrodite e Medusa. Desenhos nas paredes do palácio de Knossos corroboram para comprovar a existência de uma Deusa das abelhas na antiga Creta minoica.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Menu Mitologia: Wendigo

WENDIGO

1. O que é

Wendigo é uma criatura mitológica, nativa das lendas Algonquian (Tribos indígenas norte-americanas), trata-se de um espírito canibal, que pode se transformar em humano ou possuir um.

A lenda também se aplica à pessoas praticantes do canibalismo: Uma pessoa canibal pode, eventualmente, se transformar em um Wendigo também.

Nas lendas tribais, a descrição da criatura varia demais, já que, segundo os indígenas, ele é muito rápido e é difícil descrevê-lo com detalhes. Mas o mais certo é que ele seja muito alto, muito, muito magro, por estar sempre com fome, com braços e pernas longos, e, em alguns casos, com um cabelo branco, ralo e sangrento. Possui garras afiadas nas mãos e nos pés, e possui dentes pontudos e amarelos. Muitas vezes possui sangue na boca, e sua língua é azulada. Os olhos variam do vermelho ao amarelo. Se trata de um espírito cruel e canibal, que possui grande poder espiritual, e que a presença dele é relacionada com o frio, que traz fome e desespero.

Eis uma rápida descrição de um Wendigo retirada de um professor da tribo Ojibwa:
O Wendigo era magro ao ponto de parecer doente, sua pele seca esticava-se sobre seus ossos. Com seus ossos sendo empurrados para fora da pele, sua tez cinza como a morte, e seus olhos afundados nas órbitas, o Wendigo parecia um esqueleto muito magro, recentemente desenterrado da cova. O que pareciam ser seus lábios estavam rachados e sangrentos [...] Impuro e sofrendo das feridas de sua carne, o Wendigo exalava um cheiro estranho de deterioração e decomposição, de morte e corrupção.

domingo, 12 de julho de 2020

Menu Mitos e Lendas: Maria Degolada

MARIA DEGOLADA

Maria Francelina Trenes, mais conhecida como Maria Degolada (Alemanha, c. 1878 - Porto Alegre, 12 de novembro de 1899), foi uma prostituta que, após ser morta pelo namorado, se tornou parte do folclore de Porto Alegre, no Brasil, e centro de um culto popular.
Quase nada se sabe sobre sua vida. O que consta nos autos do processo judicial subsequente ao seu assassinato é que tinha origem alemã e ganhava a vida como prostituta. Seguindo, declara-se que em 12 de novembro de 1899 ela e o namorado, um soldado da Brigada Militar chamado Bruno Soares Bicudo, estavam fazendo um piquenique com amigos no Morro do Hospício. A certa altura o casal de afastou dos outros e começou a discutir. Maria atacou o namorado com um pedaço de lenha e depois com um cano de ferro, após o que ele a matou cortando seu pescoço com uma faca. Disso vem seu apelido.
O assassinato ganhou grande destaque na imprensa e pela sua brutalidade causou horror na população. O soldado foi preso e condenado. Circularam várias versões sobre o caso e logo os locais passaram a venerá-la. No local onde foi morta ergueu-se uma pequena capela em sua homenagem, identificando-a com Nossa Senhora da Conceição e, por isso, sendo também chamada de Maria da Conceição.

Mitos e Lendas Urbanas: O Cavaleiro sem Cabeça

O CAVALEIRO SEM CABEÇA

A lenda tem origem na Escócia, e envolve os membros do Clã Maclaine, do distrito de Lochbuie. Até hoje os moradores evitam a todo custo anadar pela estrada da região quando a noite cai. Rumores sobre um cavaleiro fantasma ou como é conhecido o cavaleiro sem cabeça. Dizem os moradores locais que o cavalo tem cascos brilhantes, é possível ouvir um som sinistro das rédeas. O cavaleiro é sinal de mal presagio, de morte.


Seu nome era Ewen, filho do chefe e herdeiro do clã MacLaine. Porém conta a lenda que Ewen possuía uma inveja e um ódio muito grande do pai, e isto fez com que ambos acabassem se enfrentando em um campo de batalhas.

A batalha ocorreu em Lochbuie em 1538. Os dois exércitos se encontram, e Ewen recebeu um golpe de machado que acabou por decapita-lo, golpe dado por um dos seguidores do pai. Desde então, existem inúmeros relatos sobre a sua aparição. Montando em seu cavalo negro e sem a cabeça, o cavaleiro vem para recolher as almas dos campos de batalha.