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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

MENU Mitologia Indiana: Surya o deus sol

SURYA, o Deus Sol

Deus Sol hindu, adorado nos Vedas, as Escrituras Sagradas da Índia. Filho de Aditi (Espaço), a Mãe de todos os deuses. Esposo de Sañjñā (Consciência Espiritual). Habitava a esfera solar(Sūryaloka) e seu Reino se estendia até Sūryamaṇḍala, a extensão do espaço até onde os raios do Sol alcançam. Segundo a lenda Surya banha-se todo pôr do sol nos sagrados rios Ganges e Yamuna.
Surya em sânscrito सूर्य (sūrya) é o Deus do Sol, adorado nos Vedas, as Escrituras Sagradas da Índia.
Filho de Aditi (Espaço), a Mãe de todos os deuses.
Esposo de Sañjñā (Consciência Espiritual).
Seus seguidores eram conhecidos como Sūryabhaktas.
Habitava a esfera solar(Sūryaloka) e seu Reino se estendia até Sūryamaṇḍala, a extensão do espaço até onde os raios do Sol alcançam.
Segundo a lenda Surya banha-se todo pôr do sol nos sagrados rios Ganges e Yamuna.
Surya é a Deidade Solar-Chefe. Na literatura hindu, Surya é notadamente mensionado como sendo o aspecto visível de Deus, aquele que a pessoa pode ver todos os dias. O Deus Surya é conhecido pelos shaivites e pelos vaisnavas como sendo um aspecto de Shiva e Visnu. O deus Sol era louvado na Índia antiga como o símbolo da vida eterna e da saúde. Surya, para os vedas, tinha a tradução de "alma que habita todos os seres, animados ou inanimados". Surya, o deus do Sol, é um entre os poucos Devas que goza alguma popularidade entre o Hinduismo moderno. Nos tempos antigos, ele foi considerado uma outra deidade criadora, e muitos templos foram devotados a ele.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Menu Mitologia Indiana: Ananta a Serpente da Eternidade

ANANTA – A Serpente da Eternidade 

Ananta, uma serpente de mil cabeças que representa o tempo cósmico.
É chamada de “a serpente da eternidade” simbolizando a “ausência de tempo”.
Conta a lenda que na história da criação hindu, após o primeiro ciclo e antes da criação do seguinte, Narayana, que significa o homem eterno, dormiu numa cama que era a própria serpente Ananta Sesha.
A função dessa serpente era sustentar o mundo e tudo o que nele se manifestasse. Por isso, entre o fim de um ciclo e antes do começo de outro, ela guardava as almas deixadas do ciclo anterior que precisariam de mais oportunidades para se regenerar.
A cama-serpente ficava flutuando sobre as águas do oceano enquanto Narayana adormecido sonhava com a próxima criação. Num dado momento, uma flor de lótus nasce do seu umbigo e sentado nela, o Deus Brahma. Quando acorda, Narayana orienta Brahma sobre como proceder ao ato da criação.
Ananta em sânscrito significa “infinito” e Sesha, o nome dado ao que é deixado como semente para a próxima criação. Sesha é o sono divino enquanto Ananta, o divino despertar de Brahma.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Menu Mitologia Grega: Cérbero

CÉRBERO

Cérbero (do grego Κέρβερος, Kérberos) era um monstruoso cão de múltiplas cabeças ao redor do pescoço que guardava a entrada do Reino de Hades, o reino subterrâneo dos mortos, impedindo a fuga das almas e a entrada de mortais. Filho de Tifão e Équidna, era irmão da Hidra de Lerna, do Leão de Nemeia e de Ortro, o cão de Gerião.
A etimologia do seu nome não é segura. Uma hipótese o aproxima do sânscrito Śārvara, nome de um dos cães de Yama, o deus indiano da morte. Os dois nomes derivariam igualmente de um proto-indoeuropeu *ḱerberos, que significaria "pintado", "marchetado" [1] e tem cognatos em línguas eslavas, bálticas e celtas.
Segundo Hesíodo, o primeiro a mencioná-lo, Cérbero possuía cinquenta cabeças e voz de bronze. A imagem clássica mais frequente, porém, o representa como dotado de cauda de dragão, pescoços e dorso eriçados com uma juba de serpentes e três cabeças, que em muitas descrições vêem e representam o passado, o presente e o futuro e em algumas outras, o nascimento, a juventude e a velhice. Às vezes, porém, Cérbero foi representado com duas cabeças, ou mesmo apenas uma. Segundo o filósofo Heráclito, Cérbero era um cão grande de uma só cabeça, mas era acompanhado de dois filhotes que foram representados na arte como cabeças extras.

sábado, 6 de setembro de 2014

MENU Mitologia Indiana: Durga

DURGA

Durga, que é outra forma de Parvati como uma deusa feroz de dez braços, nasceu já adulta das bocas flamejantes de Brahma, Shiva e Vishnu. Montada num tigre, usa as armas dos deuses para combater os demônios.
No Hinduísmo, Durgha (sânscrito: a inacessível"[1] ou "a invencível"[2]) ou Maa Durga (Mãe Durga) é uma forma de Devi, a deusa suprema. A Deusa Durgha é considerada pelos hindus como a mãe de Ganesha, Kartikeya, assim como de Saraswati e Lakshmi.[3] Ela é considerada a forma da esposa de Shiva, a deusa Parvati, como caçadora de demônios.
Durgha é descrita como um aspecto guerreiro da Devi Parvati com 10 braços, que cavalga um leão ou um tigre, carrega armas e assume mudras, ou gestos simbólicos com a mão. Esta forma da Deusa é a encarnação do feminino e da energia criativa (Shakti).
A Grande Deusa Durgha é dita ser requintadamente bela. Sua imagem é extremamente brilhante (devi), com três olhos como lótus, dez poderosas mãos, cabelos exuberantes com formosos anelados, um vermelho-dourado brilhante de sua pele e um quarto crescente em sua testa. Ela usa um brilhante traje azul marinho que emite raios. Seus ornamentos foram lindamente esculpidos em ouro, cravejados de pérolas e pedras preciosas.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

MUNE Mitologia Indiana: Vayu

VAYU

Váyu significa vento porem é traduzido como “ar vital”, o elemento ar. Inicialmente nos Vêdas, Váyu representava o deus do vento, o senhor da vida e ultrapassava os limites biológicos abarcando todo o universo material, ou seja, tudo tem vida. Posteriormente o conceito de váyu foi substituído por prána e a partir de então o termo váyu passou a designar os sub-pránas (upa-pránas) que circulam pelo corpo todo através das nádís, canais fisiológicos sutis. Os váyus nágadis são levados para alimentar o nosso corpo exterior (bahirakarana) que controlam os movimentos dos músculos e algumas reações físicas eles são cinco: nága váyu, kúrma váyu, krikára váyu, devadatta váyu, dhananjaya váyu.
 Já os váyus pránadis pertencem ao corpo interior (antahkarana) e controlam atividades sutis e demais funções orgânicas, estes também são cinco ao todo: prána váyu, apána váyu, samána váyu, udána váyu, vyána váyu. Os cinco nágadis desempenham as seguintes funções: nága (serpente) provoca a eructação e soluço, e é a causa da consciência; Kúrma (tartaruga) provoca o pestanejar e é a causa da visão; krikára (o que faz kri) provoca a tosse, o espirro, e é a causa da fome e da sede; devadatta (dádiva divina) é a causa do bocejo; dhanamjaya (conquistador de riquezas) é o que mantém a saúde, impregna por inteiro o corpo material, não o abandona nem depois da morte e se decompõe junto com o corpo, e é a causa do som.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Menu Mitologia Indiana: Indra

INDRA

Indra é o deus das tempestades e da guerra no hinduísmo, filho de Aditi com o sábio Kashyapa. Rei de todos os deuses no passado, perdeu importância no período pós-védico. A lenda relata sua fúria quando seus seguidores abandonaram seu culto e passaram a venerar Krishna. Quando Indra enviou uma tempestade para puni-los, eles oraram a Krishna, que ergueu uma montanha para protegê-los da força da tormenta.
Diz-se que Indra não é propriamente um indivíduo, mas o nome genérico para o rei dos céus. Ao executar certos sacrifícios e penitências, um mortal pode ascender ao paraíso e tornar-se o rei dos céus.
Seu reino deve durar até que outra pessoa torne-se elegível para sua posição. Diz-se que, ao executar mil sacrifícios de Ashwamedha, uma pessoa torna-se elegível para ser Indra.
Assim sendo, o Indra em exercício sempre teme por sua posição e permanece atento aos mortais que realizam sacrifícios e penitências, cuidando para que eles não cumpram as condições para destroná-lo.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

MENU Mitologia Indiana: Shákti

SHÁKTI

Shákti (sânscrito: शक्ति, śakti) significa um poder divino, na religião e mitologia indianos. Essa palavra pode ser utilizada como sinônimo de Devi, a deusa indiana suprema; mas pode também representar a esposa de uma divindade masculina hindu. Assim, Parvati é a shakti de Shiva, Lakshmi a de Vishnu e Sarasvati a de Brahma.

Um dos mitos relatados por Zimmer conta que, quando os deuses se reuniram para criar o mundo, apenas Shiva, o asceta que passava o tempo em meditação no Himalaia não tomara ainda esposa. Como se recusasse a sair do estado de absorção, o mundo não poderia ser criado, e assim esse dois, e ainda outros deuses, procurando uma mulher que se dispusesse a viver a dura vida de privações de Shiva, encontraram Sáti, a primeira esposa do deus asceta, que mais tarde, ao se autoimolar por ter sido seu marido desrespeitado, se tornou o símbolo da lealdade da esposa.

Há três Shaktis que são as companheiras dos Deuses da Trimurti Hindu: