A HISTÓRIA DE ARES O DEUS DA GUERRA
Mais um ótimo vídeo do canal Foca na História, espero que gostem:
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016
sábado, 15 de outubro de 2016
Menu Mitologia Grega: Ciápodes
CIÁPODES
Os Ciápodes (do grego σκιαποδες, skiapodes, "pé de sombra"), monócolos (do grego μονοκωλοι, monokôloi, "de uma perna"), ou ainda monópodes são seres humanóides, geralmente considerados anões, com apenas uma perna grossa e centrada no meio do corpo, e um único e enorme pé.
Plínio, o Velho, em sua obra, Naturalis Historia, registrou relatos de viajantes que supostamente encontraram ciápodes ou apenas os avistaram. Plínio observa que os ciápodes foram primeiramente mencionados pelo historiador Ctésias em seu livro Indika (Índia), um registro da visão de persas da Índia, do qual hoje existem somente fragmentos.
"Ele (Ctésias) fala também de outra raça de homens, que são conhecidos como Monocoli, que só têm uma perna, mas são capazes de pular com agilidade surpreendente. O mesmo povo é também chamado de Sciapodae, porque têm o hábito de deitar de costas, quando o calor é muito forte, e protegerem-se do sol com a sombra de seu pé.
Sugeriu-se que a lenda teria se originado da visão de iogues em posturas estranhas, ou de indianos com os pés inchados por elefantíase."
-Naturalis Historia, 7:2
Fontes: Aqui e Aqui
Os Ciápodes (do grego σκιαποδες, skiapodes, "pé de sombra"), monócolos (do grego μονοκωλοι, monokôloi, "de uma perna"), ou ainda monópodes são seres humanóides, geralmente considerados anões, com apenas uma perna grossa e centrada no meio do corpo, e um único e enorme pé.Plínio, o Velho, em sua obra, Naturalis Historia, registrou relatos de viajantes que supostamente encontraram ciápodes ou apenas os avistaram. Plínio observa que os ciápodes foram primeiramente mencionados pelo historiador Ctésias em seu livro Indika (Índia), um registro da visão de persas da Índia, do qual hoje existem somente fragmentos.
"Ele (Ctésias) fala também de outra raça de homens, que são conhecidos como Monocoli, que só têm uma perna, mas são capazes de pular com agilidade surpreendente. O mesmo povo é também chamado de Sciapodae, porque têm o hábito de deitar de costas, quando o calor é muito forte, e protegerem-se do sol com a sombra de seu pé.
Sugeriu-se que a lenda teria se originado da visão de iogues em posturas estranhas, ou de indianos com os pés inchados por elefantíase."
-Naturalis Historia, 7:2
Fontes: Aqui e Aqui
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Menu Artigos: Ritos e Práticas na Religião Romana
RITOS E PRÁTICAS NA RELIGIÃO ROMANA
Durante toda a história de Roma, os cultos públicos aos deuses foram realizados por sacerdotes que conheciam suas práticas e os sacrifícios necessários, sendo eles os principais responsáveis pela intermediação entre os homens e o divino.
Embora o culto privado conduzido pelo mantivesse sua autonomia ao longo dos séculos, o culto público era realizado por profissionais, em templos pater familias específicos, subordinados ao governo romano.
De acordo com Políbio, os acampamentos romanos, bem como o traçado das cidades, possuíam medidas sagradas.
Durante toda a história de Roma, os cultos públicos aos deuses foram realizados por sacerdotes que conheciam suas práticas e os sacrifícios necessários, sendo eles os principais responsáveis pela intermediação entre os homens e o divino.
Embora o culto privado conduzido pelo mantivesse sua autonomia ao longo dos séculos, o culto público era realizado por profissionais, em templos pater familias específicos, subordinados ao governo romano.
De acordo com Políbio, os acampamentos romanos, bem como o traçado das cidades, possuíam medidas sagradas.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Menu Curiosidades: Aproveitando a onda sobre Palhaços
APROVEITANDO A ONDA SOBRE PALHAÇOS
Ola amigos aproveitando essa onde de avistamentos de palhaços macabros trago para vocês dois vídeos do Canal Assombrados sobre o assunto, espero que gostem
VÍDEO SOBRE CASOS NO BRASIL :
Ola amigos aproveitando essa onde de avistamentos de palhaços macabros trago para vocês dois vídeos do Canal Assombrados sobre o assunto, espero que gostem
VÍDEO SOBRE CASOS NO BRASIL :
Menu Contos: O Toque de Midas
O TOQUE DE MIDAS
— Alguém viu por aí aquele bêbado do Sileno? — perguntou Baco, sem receber resposta.
Sileno, preceptor de Baco, não passava um dia sem aprontar alguma. Sempre embriagado e montado no seu burrico, vagava o dia inteiro, sem rumo certo, até ser encontrado dias depois, caído pelos caminhos, a dormir o pesado sono dos bêbados.
Desta vez não foi diferente. Tonto pela bebida, Sileno enveredara por uma estrada diferente, esfalfando seu burrico, até chegar ao reino do poderoso Midas. Internando-se num bosque, encontrara logo uma árvore e ajeitara-se sob a sua sombra, para pôr o sono em dia.
— Alguém viu por aí aquele bêbado do Sileno? — perguntou Baco, sem receber resposta.
Sileno, preceptor de Baco, não passava um dia sem aprontar alguma. Sempre embriagado e montado no seu burrico, vagava o dia inteiro, sem rumo certo, até ser encontrado dias depois, caído pelos caminhos, a dormir o pesado sono dos bêbados.
Desta vez não foi diferente. Tonto pela bebida, Sileno enveredara por uma estrada diferente, esfalfando seu burrico, até chegar ao reino do poderoso Midas. Internando-se num bosque, encontrara logo uma árvore e ajeitara-se sob a sua sombra, para pôr o sono em dia.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Menu Mitologia Grega: Bóreas o Vento do Norte
BÓREAS O VENTO DO NORTE
Bóreas, que significa vento do norte ou devorador, era na mitologia grega o deus do vento frio do norte que trazia o inverno. Bóreas era muito forte e tinha um violento caráter. Com frequência era representado como um idoso alado com cabelo e barbas longas vestindo uma túnica de nuvens. Para os romanos era o deus Aquilo.
Os gregos achavam que seu lar estava em Tracia e descrevem uma terra ao norte chamada Hiperbórea que significa "para além de Bóreas". Nessa terra, as pessoas viviam em completa felicidade até idades extraordinariamente longas.
Boreas, Zéfiro, Euro e Noto eram filhos de Astreo e de Eos. Bóreas se apaixonou por Oritía, uma princesa ateniense. Apesar de tentar conquistá-la, Oritía não deu-lhe atenção. Voltando ao seu temperamento violento, Bóreas a raptou enquanto ela dançava nas margens do rio. Bóreas levou-a numa nuvem de vento até a Tracia e teve com ela dois filhos: Zetes e Calais, e duas filhas, Quíone e Cleopatra. Desde então, os atenienses viam a Bóreas como um parente político. Quando Atenas foi ameaçada pelos persas, os atenienses clamaram por Bóreas que lançou ventos fortes fazendo afundar 400 barcos persas. Por isso, os atenienses construiram um altar dedicado a Boreas junto ao Rio Iliso.
A ninfa Pítis apreciava ver Pã tocando sua flauta apesar do seu aspecto grotesco. Sempre tocando a flauta de sete tubos em locais solitários, por não conseguir conquistar nenhuma moça, Pã sentou-se à beira de um rochedo. Pitis seguiu-o e quando dele se aproximou, Pã resolveu revelar seu amor. Ele não sabia que Pítis era amada por Bóreas, o terrível vento do norte, que naquele instante soprava com grande violência.
Bóreas, que significa vento do norte ou devorador, era na mitologia grega o deus do vento frio do norte que trazia o inverno. Bóreas era muito forte e tinha um violento caráter. Com frequência era representado como um idoso alado com cabelo e barbas longas vestindo uma túnica de nuvens. Para os romanos era o deus Aquilo. Os gregos achavam que seu lar estava em Tracia e descrevem uma terra ao norte chamada Hiperbórea que significa "para além de Bóreas". Nessa terra, as pessoas viviam em completa felicidade até idades extraordinariamente longas.
Boreas, Zéfiro, Euro e Noto eram filhos de Astreo e de Eos. Bóreas se apaixonou por Oritía, uma princesa ateniense. Apesar de tentar conquistá-la, Oritía não deu-lhe atenção. Voltando ao seu temperamento violento, Bóreas a raptou enquanto ela dançava nas margens do rio. Bóreas levou-a numa nuvem de vento até a Tracia e teve com ela dois filhos: Zetes e Calais, e duas filhas, Quíone e Cleopatra. Desde então, os atenienses viam a Bóreas como um parente político. Quando Atenas foi ameaçada pelos persas, os atenienses clamaram por Bóreas que lançou ventos fortes fazendo afundar 400 barcos persas. Por isso, os atenienses construiram um altar dedicado a Boreas junto ao Rio Iliso.
A ninfa Pítis apreciava ver Pã tocando sua flauta apesar do seu aspecto grotesco. Sempre tocando a flauta de sete tubos em locais solitários, por não conseguir conquistar nenhuma moça, Pã sentou-se à beira de um rochedo. Pitis seguiu-o e quando dele se aproximou, Pã resolveu revelar seu amor. Ele não sabia que Pítis era amada por Bóreas, o terrível vento do norte, que naquele instante soprava com grande violência.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Menu Mitologias: Jorge da Capadocia
JORGE DA CAPADÓCIA
Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuía três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Sylén, uma cidade da Líbia.
Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.
Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.
Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuía três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue em seu braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Sylén, uma cidade da Líbia.Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.
Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.
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