OS 04 SUDÁRIOS
Este post foi publicado no S&H dia 29/02/2008.
Como esperado, o programa foi bem tumultuado e gerou bastante polêmica. Mas uma coisa é certa: Acho que nunca mais teremos uma oportunidade de ter lado a lado um ocultista, um cético e um pastor evangélico defendendo o mesmo ponto de vista. E que raios de Jesus-cristo-super-explosão-galáctica foi aquela do Padre Quevedo???
O ponto central do programa foi o famoso Sudário de Turim. Todos colocaram várias teorias que aparentemente eram conflitantes, mas que o tio Marcelo irá demonstrar acima de qualquer dúvida razoável que todos os 6 participantes do debate estavam certos (inclusive a “explosão galáctica” do padre Quevedo).
Afinal de contas, quem está ali no sudário?
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
Titãs, Herois, Criaturas e outros seres
Essa postagem é atualizada sempre que possível com mais Titãs, Heróis e outros seres.
AS CINCO HERAS DA HUMANIDADE
Cada uma das Idades está "aparentada" com um metal, cujo nome toma e cuja hierarquia se ordena do mais ao menos precioso, do superior ao inferior: Ouro, Prata, Bronze e Ferro. Dentre todas as quatro Eras, cujo valor se afere pelos metais, há uma intercalado entre as duas Ultimas: a Era dos Heróis, que não possui.correspondente metálico algum.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Menu Mitologia: A Grande Biblioteca de Alexandria
A GRANDE BIBLIOTECA DE ALEXANDRIA
Foi considerada o coração da humanidade porque era a maior fonte de conhecimento da época, onde as melhores mentes do mundo antigo frequentavam o lugar. Alexandria foi a capital do Egito helenístico, estudos apontam que se tivéssemos o conhecimento que havia naquela biblioteca, a civilização estaria muito mais avançada do que está hoje, infelizmente apenas 5% do conteúdo que estava nela armazenado foi preservado.
Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II. É atribuída a Demétrio de Faleros sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2002 próximo ao sítio da antiga.
Foi considerada o coração da humanidade porque era a maior fonte de conhecimento da época, onde as melhores mentes do mundo antigo frequentavam o lugar. Alexandria foi a capital do Egito helenístico, estudos apontam que se tivéssemos o conhecimento que havia naquela biblioteca, a civilização estaria muito mais avançada do que está hoje, infelizmente apenas 5% do conteúdo que estava nela armazenado foi preservado.
Considera-se que tenha sido fundada no início do século III a.C., durante o reinado de Ptolomeu II. É atribuída a Demétrio de Faleros sua organização inicial. Uma nova biblioteca foi inaugurada em 2002 próximo ao sítio da antiga.
Menu Artigos: A Lua e os Mitos
A LUA E OS MITOS
Desde o inicio dos tempos, antes da filosofia, quando o homem não conseguia explicar a natureza a sua volta, a sociedade era regida pelos mitos, buscando explicações no Céu, e assim começou a associação da lua com os grandes mitos, e cada povo inseriu nosso 'satélite natural' no seio de sua cultura de uma forma similar, e então a Lua passou a ter vários nomes e conceitos de acordo com esses povos.
Na Babilônia, a Lua tinha dois faces, sendo associada a um deus masculino, Sin, o senhor do conhecimento. Ele presidia sobre o calendário e as adivinhações astrológicas, na outra era a deusa do belo, do amor, da agricultura, chamada por Ishtar.
Desde o inicio dos tempos, antes da filosofia, quando o homem não conseguia explicar a natureza a sua volta, a sociedade era regida pelos mitos, buscando explicações no Céu, e assim começou a associação da lua com os grandes mitos, e cada povo inseriu nosso 'satélite natural' no seio de sua cultura de uma forma similar, e então a Lua passou a ter vários nomes e conceitos de acordo com esses povos.
Na Babilônia, a Lua tinha dois faces, sendo associada a um deus masculino, Sin, o senhor do conhecimento. Ele presidia sobre o calendário e as adivinhações astrológicas, na outra era a deusa do belo, do amor, da agricultura, chamada por Ishtar.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
FELIZ 2022 PESSOAL !!
Nós da Arcanoteca desejamos a todos nosso leitores um:
São nosso mais sinceros votos a todos vocês !!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
Menu Mitologia: Rudolph
RUDOLPH - A Rena do Nariz Vermelho
Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho é uma rena fictícia que possui um nariz vermelho incandescente, popularmente conhecida como a "Nona Rena do Papai Noel". Quando retratado, é o líder das renas que puxam o trenó do Papai Noel na véspera de Natal. A luminosidade de seu nariz é tão grande que ilumina o caminho da equipe através das tempestades do inverno.
Rudolph surgiu pela primeira vez em 1939 num dos livretos escritos por Robert L. May e publicado pela Montgomery Ward.
A história é de propriedade da The Rudolph Company, L.P. e foi adaptada em diversas formas, incluindo uma canção popular, um especial de televisão e sequências, e um longa-metragem e sequências. Em muitos países, Rudolph tornou-se uma figura do folclore natalino. Bem como outros seres imaginários que surgiram depois como o Grinch.
Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho é uma rena fictícia que possui um nariz vermelho incandescente, popularmente conhecida como a "Nona Rena do Papai Noel". Quando retratado, é o líder das renas que puxam o trenó do Papai Noel na véspera de Natal. A luminosidade de seu nariz é tão grande que ilumina o caminho da equipe através das tempestades do inverno.Rudolph surgiu pela primeira vez em 1939 num dos livretos escritos por Robert L. May e publicado pela Montgomery Ward.
A história é de propriedade da The Rudolph Company, L.P. e foi adaptada em diversas formas, incluindo uma canção popular, um especial de televisão e sequências, e um longa-metragem e sequências. Em muitos países, Rudolph tornou-se uma figura do folclore natalino. Bem como outros seres imaginários que surgiram depois como o Grinch.
Menu Mitologia: Krampus - O Anti-Papai Noel.
KRAMPUS - O ANTI-PAPAI NOEL
Krampus é um ser mitológico popular no folclore Alpino (Países que ficam perto dos Alpes; Suíça, França, Alemanha, Itália, Áustria, Eslovenia e Liechtenstein).
Ele acompanha São Nicolau em suas visitas às casas das pessoas, e, enquanto Nicolau dá presentes às boas crianças, Krampus pune as más.
O nome Krampus vem de 'krampen', 'garra' em alemão antigo. Mas ele também possui outros nomes, dependendo da região, como Klaubauf, em algumas partes da Áustria, Pelzebock ou Pelznickel na Alemanha entre outros.
Sua aparência mais comum é quase a mesma que se dá aos demônios: Metade homem, metade bode, com chifres, cauda longa e uma língua enorme e comprida. Mas também ele pode ser caracterizado como um cavalheiro vestido de preto ou uma criatura muito cabeluda, dependendo da região em que se ouve sua história.
Acredita-se que o Krampus exista desde antes dos países germânicos tornarem-se cristãos, mas aparecendo sozinho nas histórias. Ele é uma figura tão forte do folclore europeu que conseguiu sobreviver à Inquisição da Igreja Católica, quando esta acusava e bania qualquer celebração que não fosse da religião. No século 17, o Krampus entrou nas festividades do Natal católico e começou a fazer companhia a São Nicolau em suas viagens.
Krampus é um ser mitológico popular no folclore Alpino (Países que ficam perto dos Alpes; Suíça, França, Alemanha, Itália, Áustria, Eslovenia e Liechtenstein). Ele acompanha São Nicolau em suas visitas às casas das pessoas, e, enquanto Nicolau dá presentes às boas crianças, Krampus pune as más.
O nome Krampus vem de 'krampen', 'garra' em alemão antigo. Mas ele também possui outros nomes, dependendo da região, como Klaubauf, em algumas partes da Áustria, Pelzebock ou Pelznickel na Alemanha entre outros.
Sua aparência mais comum é quase a mesma que se dá aos demônios: Metade homem, metade bode, com chifres, cauda longa e uma língua enorme e comprida. Mas também ele pode ser caracterizado como um cavalheiro vestido de preto ou uma criatura muito cabeluda, dependendo da região em que se ouve sua história.
Acredita-se que o Krampus exista desde antes dos países germânicos tornarem-se cristãos, mas aparecendo sozinho nas histórias. Ele é uma figura tão forte do folclore europeu que conseguiu sobreviver à Inquisição da Igreja Católica, quando esta acusava e bania qualquer celebração que não fosse da religião. No século 17, o Krampus entrou nas festividades do Natal católico e começou a fazer companhia a São Nicolau em suas viagens.
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