As Górgonas (em grego clássico: Γοργών/Γοργώ; transl.: Gorgón/Gorgó) são criaturas da mitologia grega, representada como um monstro feroz, de aspecto feminino, e com grandes presas. Tinha o poder de transformar todos que olhassem para ela em pedra, o que fazia que, muitas vezes, imagens suas fossem utilizadas como uma forma de amuleto. A górgona também vestia um cinto de serpentes entrelaçadas.Na mitologia grega tardia, diziam-se que existiam três górgonas: as três filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Esteno, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis; todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, a deusa da sabedoria, que admirou-se de ver que a beleza das górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento maligno, tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. Atena transformou os belos cachos das irmãs em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas peles com escamas douradas e para terminar, Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos. Bem Vindos
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sábado, 27 de junho de 2015
Menu Mitologia Grega: Gorgonas, Pegasus e Crisaor
GÓRGONAS, PÉGASO E CRISAOR
As Górgonas (em grego clássico: Γοργών/Γοργώ; transl.: Gorgón/Gorgó) são criaturas da mitologia grega, representada como um monstro feroz, de aspecto feminino, e com grandes presas. Tinha o poder de transformar todos que olhassem para ela em pedra, o que fazia que, muitas vezes, imagens suas fossem utilizadas como uma forma de amuleto. A górgona também vestia um cinto de serpentes entrelaçadas.Na mitologia grega tardia, diziam-se que existiam três górgonas: as três filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Esteno, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis; todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, a deusa da sabedoria, que admirou-se de ver que a beleza das górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento maligno, tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. Atena transformou os belos cachos das irmãs em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas peles com escamas douradas e para terminar, Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos.
As Górgonas (em grego clássico: Γοργών/Γοργώ; transl.: Gorgón/Gorgó) são criaturas da mitologia grega, representada como um monstro feroz, de aspecto feminino, e com grandes presas. Tinha o poder de transformar todos que olhassem para ela em pedra, o que fazia que, muitas vezes, imagens suas fossem utilizadas como uma forma de amuleto. A górgona também vestia um cinto de serpentes entrelaçadas.Na mitologia grega tardia, diziam-se que existiam três górgonas: as três filhas de Fórcis e Ceto. Seus nomes eram Medusa, "a impetuosa", Esteno, "a que oprime" e Euríale, "a que está ao largo". Como a mãe, as górgonas eram extremamente belas e seus cabelos eram invejáveis; todavia, eram desregradas e sem escrúpulos. Isso causou a irritação dos demais deuses, principalmente de Atena, a deusa da sabedoria, que admirou-se de ver que a beleza das górgonas as fazia exatamente idênticas a ela.Atena então, para não permitir que deusas iguais a ela mostrassem um comportamento maligno, tão diferente do seu, deformou-lhes a aparência, determinada a diferenciar-se. Atena transformou os belos cachos das irmãs em ninhos de serpentes letais e violentas, que picavam suas faces. Transformou seus belos dentes em presas de javalis, e fez com que seus pés e mãos macias se tornassem em bronze frio e pesado. Cobrindo suas peles com escamas douradas e para terminar, Atena condenou-as a transformar em pedra tudo aquilo que pudesse contemplar seus olhos. sexta-feira, 26 de junho de 2015
Menu Mitologia: OXOSSI
OXOSSI (Osòósí)
Òrìsà dos caçadores, seria o irmão mais novo ou filho de Ògún. Seu culto é muito popular em Cuba e no Brasil, mas está praticamente extinto na África. A explicação pode estar no fato da cidade de Ketú ter sido dizimada na ocasião das guerras africanas e do tráfico negreiro.
Osòósí está ligado ao frio, à lua, à madrugada, à caça, à agricultura.
Para os nàgó, Osòósí vem a ser irmão caçula de Esú e de Ògún, sendo filho de Iemanjá, tendo sido conhecido também como Olofin Benin. Rei de Benin. A importância de Osòósí prende-se a vários fatores:
1º - fator de ordem material. Como Ògún, Osòósí também protege os caçadores, chamados de Odé;
2º - Fator é de ordem médica. As folhas terapêuticas para cura de várias mazelas.
3º - Fator de ordem social. Organização de grupos para adquirir alimento, seja através da caça, seja através da agricultura;
4º - fator de ordem administrativa. Divisão da terra para plantio.
Os nàgó consideravam as três forças matrizes da natureza: Esú, a energia primordial; Ògún, a era dos metais, o trabalho agrícola, o movimento, a razão e a justiça; Osòósí, a força primitiva que propagava o desbravamento das florestas, a era da caça e da pesca, os instrumentos rudimentares para que, com seu uso, o homem passasse de nômade a sedentário; Sangò, o fogo, os raios e trovões, o homem emoção.
Òrìsà dos caçadores, seria o irmão mais novo ou filho de Ògún. Seu culto é muito popular em Cuba e no Brasil, mas está praticamente extinto na África. A explicação pode estar no fato da cidade de Ketú ter sido dizimada na ocasião das guerras africanas e do tráfico negreiro. Osòósí está ligado ao frio, à lua, à madrugada, à caça, à agricultura.
Para os nàgó, Osòósí vem a ser irmão caçula de Esú e de Ògún, sendo filho de Iemanjá, tendo sido conhecido também como Olofin Benin. Rei de Benin. A importância de Osòósí prende-se a vários fatores:
1º - fator de ordem material. Como Ògún, Osòósí também protege os caçadores, chamados de Odé;
2º - Fator é de ordem médica. As folhas terapêuticas para cura de várias mazelas.
3º - Fator de ordem social. Organização de grupos para adquirir alimento, seja através da caça, seja através da agricultura;
4º - fator de ordem administrativa. Divisão da terra para plantio.
Os nàgó consideravam as três forças matrizes da natureza: Esú, a energia primordial; Ògún, a era dos metais, o trabalho agrícola, o movimento, a razão e a justiça; Osòósí, a força primitiva que propagava o desbravamento das florestas, a era da caça e da pesca, os instrumentos rudimentares para que, com seu uso, o homem passasse de nômade a sedentário; Sangò, o fogo, os raios e trovões, o homem emoção.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Menu Mitologia: Shub-Niggurath, A Mãe Negra, Mythos de H.P. Lovecraft
SHUB-NIGGURATH - A Mãe Negra - Mythos de H.P. Lovecraft
Na mitologia do Cthulhu Mythos a fertilidade é representada por Shub-Niggurath, ela é a entidade cósmica que simboliza o ciclo da vida, sobretudo no que diz respeito a nascimento, reprodução e fecundidade.
O tempo e local de origem de Shub-Niggurath são desconhecidos, mas uma vez que ela evoca todo um princípio universal - de mãe cósmica, talvez sua gênese tenha se dado com o próprio surgimento do Universo. Para muitos teóricos do Mythos, Shub-Niggurath se formou pouco depois que a explosão resultante do nascimento universal fosse deflagrada pela vontade de Azathoth. Dentre as forças constitutivas do Universo, Shub-Niggurath surgiu depois apenas de Azathoth, que é o representativo Alfa e Ômega de todas as coisas e de Yog-Sothoth que simboliza o conceito de tempo e espaço. Os teóricos dizem ainda que, seu surgimento deflagrou a primeira onda fecunda que se espalhou pelo cosmos possibilitando o surgimento de formas de vida tão variadas quanto as estrelas no firmamento. Ela seria portanto, o ser do qual decorre toda a vida original.
Em virtude de seu papel como "mãe", Shub-Niggurath é tratada genericamente como uma fêmea, portanto uma deusa. Entretanto, existem passagens em tomos esotéricos do Mythos que se referem a ela pelo título de "O Bode com milhares de filhotes" o que a difere do seu epíteto mais famoso, "a Cabra Negra com mil crias".
Na mitologia do Cthulhu Mythos a fertilidade é representada por Shub-Niggurath, ela é a entidade cósmica que simboliza o ciclo da vida, sobretudo no que diz respeito a nascimento, reprodução e fecundidade.O tempo e local de origem de Shub-Niggurath são desconhecidos, mas uma vez que ela evoca todo um princípio universal - de mãe cósmica, talvez sua gênese tenha se dado com o próprio surgimento do Universo. Para muitos teóricos do Mythos, Shub-Niggurath se formou pouco depois que a explosão resultante do nascimento universal fosse deflagrada pela vontade de Azathoth. Dentre as forças constitutivas do Universo, Shub-Niggurath surgiu depois apenas de Azathoth, que é o representativo Alfa e Ômega de todas as coisas e de Yog-Sothoth que simboliza o conceito de tempo e espaço. Os teóricos dizem ainda que, seu surgimento deflagrou a primeira onda fecunda que se espalhou pelo cosmos possibilitando o surgimento de formas de vida tão variadas quanto as estrelas no firmamento. Ela seria portanto, o ser do qual decorre toda a vida original.
Em virtude de seu papel como "mãe", Shub-Niggurath é tratada genericamente como uma fêmea, portanto uma deusa. Entretanto, existem passagens em tomos esotéricos do Mythos que se referem a ela pelo título de "O Bode com milhares de filhotes" o que a difere do seu epíteto mais famoso, "a Cabra Negra com mil crias".
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Menu Mitos e Lendas: Joana d'Arc
JOANA D'ARC
Joana d'Arc (em francês: Jeanne d'Arc, IPA: [ʒan daʁk]; em italiano: Giovanna D'Arco; ca. 1412 – 30 de maio de 1431), cognominada "A Donzela de Orléans" (em francês: La Pucelle d'Orléans), é uma heroína francesa e santa da Igreja Católica. É a santa padroeira da França e foi uma chefe militar da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. Foi executada pelos borguinhões em 1431. Camponesa, modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa e também heroína de seu povo, canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva em um auto de fé. Shakespeare retratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, em que a ridicularizava, intitulado La Pucelle d´Orléans ou "A Donzela de Orléans".
Depois da Revolução Francesa, o partido monárquico reavivou a lembrança da boa lorena, que jamais desistiu do seu rei. Joana foi recuperada pelos profetas da "França eterna", em primeiro lugar pelo grande historiador romântico Jules Michelet. Com o romantismo, o alemão Schiller fez dela a heroína da sua peça de teatro Die Jungfrau von Orléans, publicada em 1801. Em 1870, quando a França foi derrotada pela Alemanha, evento que leva à ocupação da Alsácia e da Lorena pelas tropas alemãs, "Jeanne, a pequena pastora de Domrémy, um pouco ingênua", tornou-se a heroína do sentimento patriótico francês. Republicanos e nacionalistas exaltaram aquela que deu a sua vida pela pátria. Durante a primeira fase da Terceira República, no entanto, o culto a Joana d'Arc esteve associado à direita monarquista, da qual era um dos símbolos, como o rei Henrique IV, sendo todavia mal vista pelos republicanos.
A Igreja Católica francesa propôs ao Papa Pio X a sua beatificação, que se realizou em 1909, num período dominado pela exaltação do nacionalismo e pelo repúdio ao não nacional, principalmente ao que provinha de Inglaterra ou da Alemanha. O gesto do Papa teve como propósito político fazer a Igreja de França, entrar em sintonia política com os dirigentes anticlericais da III República, e só com a Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína exclusiva da direita. Segundo Irène Kuhn, a partir desse período os "postais patrióticos" mostram Jeanne à cabeça dos exércitos e monumentos seus aparecem como cogumelos por toda a França. O Parlamento francês estabelece uma festa nacional em sua honra no 2º domingo de maio.
Joana d'Arc (em francês: Jeanne d'Arc, IPA: [ʒan daʁk]; em italiano: Giovanna D'Arco; ca. 1412 – 30 de maio de 1431), cognominada "A Donzela de Orléans" (em francês: La Pucelle d'Orléans), é uma heroína francesa e santa da Igreja Católica. É a santa padroeira da França e foi uma chefe militar da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. Foi executada pelos borguinhões em 1431. Camponesa, modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa e também heroína de seu povo, canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva em um auto de fé. Shakespeare retratou-a como uma bruxa; Voltaire escreveu um poema satírico, ou pseudo-ensaio histórico, em que a ridicularizava, intitulado La Pucelle d´Orléans ou "A Donzela de Orléans".Depois da Revolução Francesa, o partido monárquico reavivou a lembrança da boa lorena, que jamais desistiu do seu rei. Joana foi recuperada pelos profetas da "França eterna", em primeiro lugar pelo grande historiador romântico Jules Michelet. Com o romantismo, o alemão Schiller fez dela a heroína da sua peça de teatro Die Jungfrau von Orléans, publicada em 1801. Em 1870, quando a França foi derrotada pela Alemanha, evento que leva à ocupação da Alsácia e da Lorena pelas tropas alemãs, "Jeanne, a pequena pastora de Domrémy, um pouco ingênua", tornou-se a heroína do sentimento patriótico francês. Republicanos e nacionalistas exaltaram aquela que deu a sua vida pela pátria. Durante a primeira fase da Terceira República, no entanto, o culto a Joana d'Arc esteve associado à direita monarquista, da qual era um dos símbolos, como o rei Henrique IV, sendo todavia mal vista pelos republicanos.
A Igreja Católica francesa propôs ao Papa Pio X a sua beatificação, que se realizou em 1909, num período dominado pela exaltação do nacionalismo e pelo repúdio ao não nacional, principalmente ao que provinha de Inglaterra ou da Alemanha. O gesto do Papa teve como propósito político fazer a Igreja de França, entrar em sintonia política com os dirigentes anticlericais da III República, e só com a Primeira Guerra Mundial de 1914 a 1918, Joana deixa de ser uma heroína exclusiva da direita. Segundo Irène Kuhn, a partir desse período os "postais patrióticos" mostram Jeanne à cabeça dos exércitos e monumentos seus aparecem como cogumelos por toda a França. O Parlamento francês estabelece uma festa nacional em sua honra no 2º domingo de maio.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Menu Mitologia: O Culto de Cthulhu e sua Influência
O CULTO DE CTHULHU E SUA INFLUÊNCIA - Mythos de H.P. Lovecraft
Nenhum culto nos dias atuais é mais espalhado, insidioso, misterioso e difícil de definir do que o Culto de Cthulhu.
Talvez o Culto seja o exemplo mais concreto do poder de influência dos Grandes Antigos sobre a raça humana. Povos primitivos, bem como sociedades civilizadas extremamente sofisticadas foram inspiradas pelos sonhos de loucura de Cthulhu.
O que une diferentes indivíduos em partes distantes do mundo em uma mesma crença nefasta?
Embora a imagem esteriotipada do cultista seja a de um maníaco vestindo um manto e portando uma medonha faca recurva, cultos e cultistas são, de fato, muito diferentes entre si. No que diz respeito ao Culto de Cthulhu isso não é diferente. O Culto de Cthulhu é em essência uma organização religiosa, cujo maior propósito é promover o despertar de seu senhor e uma nova era de caos e mudança.
Embora todos os cultistas possam ser julgados como insanos, isso não significa que todos os cultos são formados por indivíduos incontroláveis ou suicidas, em alguns casos a loucura.
Nenhum culto nos dias atuais é mais espalhado, insidioso, misterioso e difícil de definir do que o Culto de Cthulhu.Talvez o Culto seja o exemplo mais concreto do poder de influência dos Grandes Antigos sobre a raça humana. Povos primitivos, bem como sociedades civilizadas extremamente sofisticadas foram inspiradas pelos sonhos de loucura de Cthulhu.
O que une diferentes indivíduos em partes distantes do mundo em uma mesma crença nefasta?
Embora a imagem esteriotipada do cultista seja a de um maníaco vestindo um manto e portando uma medonha faca recurva, cultos e cultistas são, de fato, muito diferentes entre si. No que diz respeito ao Culto de Cthulhu isso não é diferente. O Culto de Cthulhu é em essência uma organização religiosa, cujo maior propósito é promover o despertar de seu senhor e uma nova era de caos e mudança.
Embora todos os cultistas possam ser julgados como insanos, isso não significa que todos os cultos são formados por indivíduos incontroláveis ou suicidas, em alguns casos a loucura.
sábado, 20 de junho de 2015
Menu Artigos: Significado do Lobo
SIGNIFICADO DO LOBO
O conflito existente entre o Homem e o Lobo tem fortes raízes que oriundam sobretudo a partir do período medieval, altura em que o lobo começa a possuir a conotação de animal maligno, devoradora de homens, mulheres e crianças. As causas desta atitude parecem ter origem, fundamentalmente, na Igreja Católica, a qual utilizava o lobo como símbolo satânico, animal que punha em causa "o rebanho de Deus", ou seja, a Humanidade Católica. A grande religiosidade do povo medieval, fez com que depressa assimilassem esta ideia, dando ao lobo uma dimensão mitológica e sobrenatural, expressa em várias lendas, histórias e crenças, algumas delas ainda hoje vivas nos habitantes serranos da Península Ibérica. Para a China, a estrela Sírius é o lobo celeste, guardião do palácio celeste (ursa maior).No Japão ele é invocado para guardar locais.O simbolismo da proteção também surge na loba de Rômulo e Remo,que também remete à fecundidade.Na Sibéria,Turquia,Anatólia,a loba é invocada para dar fecundidade às mulheres.O lobo traz em si a magia e o desconhecido. Ao mesmo tempo,ele representa o sentido de união.
O conflito existente entre o Homem e o Lobo tem fortes raízes que oriundam sobretudo a partir do período medieval, altura em que o lobo começa a possuir a conotação de animal maligno, devoradora de homens, mulheres e crianças. As causas desta atitude parecem ter origem, fundamentalmente, na Igreja Católica, a qual utilizava o lobo como símbolo satânico, animal que punha em causa "o rebanho de Deus", ou seja, a Humanidade Católica. A grande religiosidade do povo medieval, fez com que depressa assimilassem esta ideia, dando ao lobo uma dimensão mitológica e sobrenatural, expressa em várias lendas, histórias e crenças, algumas delas ainda hoje vivas nos habitantes serranos da Península Ibérica. Para a China, a estrela Sírius é o lobo celeste, guardião do palácio celeste (ursa maior).No Japão ele é invocado para guardar locais.O simbolismo da proteção também surge na loba de Rômulo e Remo,que também remete à fecundidade.Na Sibéria,Turquia,Anatólia,a loba é invocada para dar fecundidade às mulheres.O lobo traz em si a magia e o desconhecido. Ao mesmo tempo,ele representa o sentido de união.sexta-feira, 19 de junho de 2015
Menu Mitologia: Os Grandes Antigos, Mythos de H.P. Lovecraft
OS GRANDES ANTIGOS - Mythos de H.P. Lovecraft
Os Grandes Antigos são seres incrivelmente poderosos, mas estão um degrau abaixo dos Deuses Exteriores na Hierarquia dos Mythos.
Eles são seres muito antigos para os padrões terrestres, muitos antecederam aos primeiros homens, alguns são até mais antigos que a formação de nosso próprio planeta e sistema. Grandes Antigos dominam tecnologia, conhecimentos esotéricos, magias ou mesmo a combinação de todos esses elementos. O poder de alguns faz com que sejam vistos como Deuses, manifestações vivas de poder...
Mas eles possuem algumas limitações.
Os Grandes Antigos não são forças primais do cosmos, mas criaturas sujeitas às leis da natureza. Ao contrário dos Deuses Exteriores eles não podem alterar os ditames cósmicos da realidade ao seu bel-prazer. Para eles o tempo, o espaço, o caos, a criação e a entropia são conceitos imutáveis aos quais eles precisam se adequar.
Se por um lado eles são condicionados por estas regras, por outro eles possuem a prerrogativa de possuir uma consciência - por mais alienígena e estranha que ela possa ser. Isso significa que estes seres possuem objetivos, agendas e planos.
Eles não são meros espectadores no cosmos, como ocorre com os titânicos Outer Gods. Eles interagem entre si buscando estabelecer bases de poder, coerção e conquista. Embora seus planos nem sempre sejam perceptíveis, os Grandes Antigos desempenham o papel de jogadores no tabuleiro do universo.
Os Grandes Antigos são seres incrivelmente poderosos, mas estão um degrau abaixo dos Deuses Exteriores na Hierarquia dos Mythos.Eles são seres muito antigos para os padrões terrestres, muitos antecederam aos primeiros homens, alguns são até mais antigos que a formação de nosso próprio planeta e sistema. Grandes Antigos dominam tecnologia, conhecimentos esotéricos, magias ou mesmo a combinação de todos esses elementos. O poder de alguns faz com que sejam vistos como Deuses, manifestações vivas de poder...
Mas eles possuem algumas limitações.
Os Grandes Antigos não são forças primais do cosmos, mas criaturas sujeitas às leis da natureza. Ao contrário dos Deuses Exteriores eles não podem alterar os ditames cósmicos da realidade ao seu bel-prazer. Para eles o tempo, o espaço, o caos, a criação e a entropia são conceitos imutáveis aos quais eles precisam se adequar.
Se por um lado eles são condicionados por estas regras, por outro eles possuem a prerrogativa de possuir uma consciência - por mais alienígena e estranha que ela possa ser. Isso significa que estes seres possuem objetivos, agendas e planos.
Eles não são meros espectadores no cosmos, como ocorre com os titânicos Outer Gods. Eles interagem entre si buscando estabelecer bases de poder, coerção e conquista. Embora seus planos nem sempre sejam perceptíveis, os Grandes Antigos desempenham o papel de jogadores no tabuleiro do universo.
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