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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Menu Mitologia: A Lança do Destino

A LANÇA DO DESTINO

A Lança do Destino (também conhecida como Lança Sagrada ou Lança de Longino), segundo a tradição da Igreja Católica, foi a arma usada pelo centurião romano Longinus para perfurar o tórax de Jesus Cristo durante a crucificação.
A lança (do grego: λογχη, lonke) só é mencionada no Evangelho de João (João 19:31-36) e em nenhum dos evangelhos sinópticos. Segundo João, os romanos pretendiam quebrar as pernas de Jesus, uma prática conhecida como crurifragium, que objetivava acelerar a morte numa crucificação. Logo antes de o fazerem, porém, perceberam que Jesus já estava morto e, portanto, não havia razão para quebrarem suas pernas. Para certificarem-se de sua morte, um legionário romano (tradicionalmente chamado de Longino) furou-lhe o flanco:

"Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água." (João 19:34)

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Menu Mitologia Nordica: A vingaça Viking A temida Águia de Sangue

VINGANÇA VIKING - A TEMIDA ÁGUIA DE SANGUE

Fonte: ótimo blog Mundo Tentacular 

Com base no texto da Smithsonian Magazine
Desde a década de 1960, os Vikings e muito de sua cultura passaram por uma espécie de filtro revisionista que suavizou a sua violenta fama.

Até então, as estórias mais frequentes a respeito dos povos da Dinamarca e Noruega no curso da Idade das Trevas, os apresentava como guerreiros sanguinários, que matavam, destruíam e pilhavam outros povos. Se eles não estavam cultuando seus deuses pagãos, estavam navegando em seus navios de batalha para saquear monastérios, estuprar virgens e conquistar um lugar de destaque na história, como homens ferozes e obstinados.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Perceval

PERCEVAL

Perceval (Percival, Parsifal ou ainda Peredur na literatura galesa) é um dos cavaleiros da Távola Redonda nas lendas do Ciclo Arturiano. É conhecido, principalmente, pela sua participação na Demanda do Santo Graal.
Existem numerosas versões sobre a origem de Perceval. Na maioria das histórias ele é de origem nobre, sendo filho de Pelinore, cavaleiro valoroso e rei de Listenoise. A sua mãe, habitualmente anônima, desempenha um papel importante na história. Ela vai viver em uma floresta isolada para impedir o filho de se tornar cavaleiro. A sua irmã, portadora do Santo Graal, é ocasionalmente chamada Dandrane. Nas versões da história em que Perceval é filho de Pelinore, os seus irmãos são Tor, Agloval, Lamorat e Dornar.

Depois da morte do pai de Perceval, a sua mãe leva-o para o isolamento na floresta, fazendo com que ignore até aos quinze anos como se comportam os homens. Um dia, ao brincar com dardos na floresta, o jovem Perceval encontra cinco cavaleiros com armaduras tão brilhantes que os toma por anjos. Depois adquire o desejo de se tornar cavaleiro e dirige-se à corte do Rei Artur. Depois de ter se revelado um excelente guerreiro, é convidado a juntar-se aos Cavaleiros da Távola Redonda.
Nos contos mais antigos, Perceval participa da busca do Santo Graal. Na versão de Chrétien de Troyes ele encontra o Rei Pescador ferido e observa o Graal, mas abstém-se de pôr a questão que iria trazer a cura do soberano. Apercebendo-se do seu erro ele esforça-se por voltar ao Castelo do Graal e terminar a sua demanda.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Galahad

GALAHAD


Galaaz numa pintura de George Frederick Watts
Galahad (também conhecido por Galaaz ou Gwalchavad) é um personagem lendário das histórias do Ciclo Arturiano. Galahad era um dos Cavaleiros da Távola Redonda do Rei Artur e um dos três que conseguiu alcançar o Santo Graal. Era o filho de Ban de Benoic e de Helena de Carbonek.
Galahad era considerado o cavaleiro mais puro e, consequentemente, o único a poder sentar-se na Cadeira Perigosa da Távola Redonda, um assento que ficava sempre vazio, já que só o escolhido poderia se sentar. Pela sua pureza, Galaaz é considerado uma encarnação de Jesus na forma de cavaleiro.
Galahad é associada ao escudo branco com uma cruz vermelho, o mesmo emblema dado aos templários pelo Papa Eugênio III.
Descrito como um jovem, bonito, de porte atlético e aparência aristocrática, Galahad é comumente representado com olhos azuis e cabelos curtos e pretos. Seu traje tradicional é uma armadura reluzente, ou ainda um manto nobre branco com uma cruz vermelha, semelhante a um cavaleiro templário. Não raro, lhe é acrescentado um halo sobre a cabeça, como evidência de seu caráter elevado.

A concepção de Galahad dá-se por meio de uma mentira, quando Helena, filha do Rei Pelinore, usa magia para enganar Lancelote, fazendo-o levar a crer que ela era Guinevere. Eles dormem juntos, mas ao descobrir o que aconteceu, Lancelote deixa Helena e volta para a Corte do Rei Artur. Galaaz é, então, entregue aos cuidados de uma tia sua, abadessa de um convento, e ali criado. "Galahad" era também o nome original de Lancelote, mas é-lhe alterado quando criança, pois Merlin profetiza que o seu filho irá ultrapassar o seu pai em valor e terá sucesso na demanda do Graal.

sábado, 12 de setembro de 2015

Menu Mitologia: Armas Lendárias que Existiram

ARMAS LENDÁRIAS QUE EXISTIRAM

Fonte ótimo blog Mundo Tentacular 

Espadas não são apenas armas, elas são símbolos de poder, usadas ao longo dos séculos como oferendas, em cerimônias para investir pessoas com títulos, para coroações reais, e como preciosos objetos de troca. Ao longo dos anos, certas espadas foram encontradas ou desenterradas, trazendo com elas séculos de lendas e histórias incríveis. Elas são a ligação entre figuras famosas que realmente existiram e as lendas que se formaram ao redor desses personagens.

Aqui estão cinco espadas do mundo antigo e algumas lendas a respeito delas.

• Joyeuse: A Legendária Espada de Carlos Magno:



A Espada de Joyeuse, que atualmente se encontra no Museu do Louvre em Paris, é uma das mais famosas espadas de todos os tempos. 
Registros históricos relacionam a espada com o reinado de Charlemagne (Carlos Magno), o Grande, Rei dos Francos. Se ela realmente pertenceu ao famoso Rei que governou a França há cerca de 1200 anos atrás não é possível precisar, mas sem dúvida é uma arma digna de um monarca. A Espada de Joyeuse teria sido usada em incontáveis cerimônias de coroação, sua lâmina tocando o ombro e a testa de monarcas franceses, como uma forma de trasmitir o direito de governar com o aval de Deus. A espada é cercada por mitos e lendas ancestrais que atestam ser ela dotada de muitos poderes mágicos.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Tristão

TRISTÃO


Tristão (também conhecido por Tristan, Tristam, Drustanus, Drystan, etc.) é uma personagem lendária das histórias do Ciclo Arturiano. Tristão é um dos Cavaleiros da Távola Redonda e aparece como uma das personagens principais da obra Tristão e Isolda de Wagner. Conforme a versão da lenda, ele era filho de Brancaflor e de Rivalen ou de Isabel da Cornualha e de Meliodas, e sobrinho do Rei Mark da Cornualha, enviado à Irlanda em busca de Isolda para que esta se case com o rei. Contudo, acidentalmente, ele e Isolda bebem uma poção mágica durante a viagem e apaixonam-se um pelo outro.
Tristão é um dos melhores cavaleiros do Rei Arthur, mostrando ser útil para o rei em várias ocasiões, mas a lenda contada por Sir Tomas Mallory em A Morte de Arthur tem o foco no seu amor incondicional por Isolda. Que passam então por numerosos testes ao seu amor secreto, já que ela era casada com seu tio - Rei Mark da Cornualha - e sustentar tal amor, mesmo que secreto, seria um ato de traição contra o rei. Mas o sentimento era tão grande que os dois não puderam evitar e Tristão foi expulso da Cornualha.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Menu Mitologia: O Pai sombrio e a primeira Cidade (RPG Vampiro WOD)

O PAI SOMBRIO E A PRIMEIRA CIDADE


"Estes são os trechos que descrevem a provável origem vampírica; relata desde fatos da vida de Caim e Abel até a formação da Primeira Cidade, Enoque"

Caim, após ter seus presentes reprovados por Deus, sacrifica seu irmão Abel, aquilo que lhe era mais valioso. Algum tempo depois de ser banido para as longínquas terras de Nod, Caim encontra-se com Lilith, que inicia seu despertar. Então, três (quatro) anjos o visitam, oferencendo três chances de redenção: Miguel, portador da chama sagrada, que após receber a resposta negativa de Caim o amaldiçoa e a seus filhos com o temor e a destruição pelo fogo; Raphael, guia do Sol, amaldiçoa Caim e sua descendência com o temor e destruição pela luz sagrada do Sol, após receber um outro não; Uriel, anjo da Morte, completa a maldição vampírica, condenando Caim e seus filhos a beberem sangue por toda a eternidade, após receber a terceira recusa.
No entanto, Gabriel, anjo da Misericórdia, surge após Uriel, dizendo que Deus deixou uma trilha eterna de salvação para Caim e sua descendência (a lendária Golconda).
Depois destes acontecimentos, Caim, guiado por Lillith, desenvolve Disciplinas (os poderes vampíricos), e mais tarde parte para construir seu próprio reino.
Caim inicia a construção da Primeira Cidade, onde dá origem a outros vampiros, desobedecendo novamente a Deus, o que acaba causando uma guerra eterna entre seus descentes, conhecida como Jyhad. Os filhos diretos de Caim foram Zillah, Irad e Enoque, conhecidos como Segunda Geração; estes deram origem à Terceira Geração de vampiros, os Antediluvianos (assim chamados por terem vivido antes do Dilúvio).