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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Menu Mitologia Grega: O AEDO

O AEDO

Um aedo (em grego clássico ἀοιδός / aoidos, do verbo ᾄδω / aidô, "cantar") era, na Grécia antiga, um artista que cantava as epopeias acompanhando-se de um instrumento de música, o forminx. Distingue-se do rapsodo, mais tardio, por compor as próprias obras.
O mais célebre dos aedos é Homero. A Odisseia apresenta-nos também dois aedos: o mais conhecido, Demodocos, que canta na corte de Alcínoo, e também Femios, aedo da corte de Ítaca. Estas duas personagens dão-nos informações sobre o trabalho do aedo: o poeta canta perante uma assembleia de aristocratas reunidos num banquete. Desfila uma vasta colecção de temas bem conhecidos, como a guerra de Troia . Ele próprio escolhe um episódio, mas muitas vezes é o público que pede um tema favorito. Começa frequentemente o seu canto por um poema, isto é, um curto canto que serve de prelúdio à epopeia principal. Os Hinos Homéricos constituem uma colecção desses poemas. Os Aedos eram poetas-cantadores que percorriam a Grécia cantando um repertório composto de lendas e tradições populares. O som de liras ou cítaras acompanhava-os.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Classe de Prestigio D&D 3.5 Mestre Transmogrificador

Ola amigos aventureiros hoje a pedidos trago para vocês uma das classes de prestigio mais interessantes e versáteis para magos e feiticeiros. Isso se deve ao grande poder de variedade que essa classe proporciona dando ao jogador uma gama gigantesca de combinações possíveis. Conheçam: 




terça-feira, 7 de outubro de 2014

Menu Mitologia Grega: Plêiades

PLÊIADES AS 07 IRMÃS

As. Plêiades são o grupo de estrelas que forma a constelação de Touro, são estrelas brilhantes e quentes de espectro predominante azul. De acordo com  a mitologia grega, as plêiades eram filhas do titã Atlas e da oceânide Pleione sua esposa. Conta a lenda que certa vez, quando Pleione estava passeando com suas sete filhas, ela foi perseguida pelo caçador Órion, essa perseguição durou por sete anos. Zeus, com pena delas, apontou um caminho até as estrelas. Hoje, elas formam a constelação do Touro. O nome das plêiades são: Electra, Maia, Taigete, Alcíone, Celeno, Asterope e Mérope. Todas elas se casaram com deuses, exceto Mérope, que se casou com um mortal e, por isso, se tornou uma estrela de brilho fraco e um pouco separada das demais. No quadro a estrela de Mérope é vista no canto inferior direito da tela. The Pleiades (Seven Sisters) – As Plêiades
de Elihu Vedder 

sábado, 4 de outubro de 2014

Menu Mitologia Grega: Medéia

MEDÉIA

Apesar de parecer chocante, Medéia é um dos personagens mais intrigantes da mitologia grega. 
Medeia é descrita  na mitologia grega, extensivamente na peça Medea, de Eurípedes e no mito de Jasão e os Argonautas. Medeia era uma mortal filha do rei da Cólquida, e neta do deus do sol Helio. Em diversos mitos Medeia é descrita como uma feiticeira, muitas vezes ligada à deusa Hécate (deusa grega da magia).
A história desta mulher inicia-se com a chegada do herói Jasão a Cólquida, para obter o Velo de Ouro (a lã de ouro do carneiro alado Crisómalo) necessário para sua volta ao trono da Tessália. Medeia apaixona-se por Jasão e promete ajudar-lhe, com a condição de que se ele obter o Velo de Ouro, os dois se casem. Para que Jasão obtenha o poderoso Velo, ele teve de realizar certas tarefas. A primeira delas consistia em lavrar um campo com dois touros gigantecos, de cascos de bronze e que expeliam fogo pelas narinas. Medeia deu-lhe um unguento para proteger a si e suas armas do fogo. A segunda tarefa consistia em semear um campo lavrado com dentes de um dragão. Dos dentes nasceu um exército de violentos guerreiros mas Jasão havia sido alertado por Medeia, que lhe aconselhou a jogar uma pedra no meio deles. Sem saber de onde veio a agressão, os soldados atacaram-se uns aos outros. Finalmente Jasão deveria matar um dragão insone que guardava o Velo. Medeia colocou a besta para dormir, utilizando poderosas ervas narcóticas. Jasão então tomou o Velo de Ouro e foi-se embora com Medeia, conforme prometido.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Menu Artigos: Ahrimanes - Linhagem rara do RPG Vampiro - WOD

AHRIMANES - (linhagem rara de Vampiro a Mascara)

Histórico: 
Os Ahrimanes originaram-se dos Gangrel Antitribu. Desde que chegaram à este continente, os Gangrel tanto da Camarilla, quanto do Sabbat caminharam rumo às regiões selvagens do sul, encontrando um certo número de tribos nativas. Muitos desses Gangrel estabeleceram seus refúgios bem próximos aos vilarejos nativos. Eles alimentavam-se dos povos destes vilarejos, porém os defendiam da ameaça do Homem Branco. 
A fundadora desta linhagem era uma Gangrel Antitribu, de nome Muricia. Ela estudava os poderes dos xamãs e utilizou esta magia para romper o vínculo que mantinha com seu Senhor e seu Clã, fazia isto por não concordar com a constante guerra entre as duas facções rivais dos Gangrel Antitribu. A maior parte dos Gangrel (Sabbat) estavam preocupados demais em acabar com suas disputas entre as suas facções Urbanas e Rurais. Porém, quando Muricia utilizou os poderes taumaturgicos dos xamãs nativos, ela separou-se de seu Clã e seu sangue tinha sido alterado permanentemente. A magia dos Rituais que ela usou afetou seu corpo, mudando até mesmo sua aparência vampírica. Não demorou para que Muricia combinasse a magia espiritual dos xamãs com suas disciplinas Gangrel, obtendo pouco a pouco um extraordinário poder, a diferenciando ainda mais de seus semelhantes. Muricia tentou criar outros a partir dela, porém logo descobriu que não podia, pois sua vitae havia se tornado infértil. Ela aprendeu que se pegasse um outro Gangrel, e usasse o mesmo ritual xamã que a modificou, o efeito seria o mesmo, e assim o fez, e criou outro semelhante à ela. Por causa disso, todos Ahrimanes são na verdade Gangrels que tronaram-se Ahrimanes. Além disso, Muricia permitiu que somente mulheres pudessem juntar-se à sua progênie, acreditando que o homem seja inferior e só traz mais conflitos. 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Menu Artigos: Ânfora

ÂNFORA

Ânfora em figura-negra atribuída ao Pintor de Diosphos
Cerca de 500-490 a.C.
Descoberta em Nola (Itália)
Produzida em Atenas
A. 18.4 cm
Diâm. 10.3 cm
Antiga colecção Durand, adquirida em 1825
Este vaso, atribuído ao Pintor de Diosphos, é uma pequena ânfora com asas vincadas, decorada de ambos os lados com cenas de competições musicais da Grécia Antiga. A música desempenhava um importante papel nas vidas dos gregos, assim como na educação das suas crianças. As competições ou concursos musicais, tal como as competições desportivas, eram eventos frequentes. 
No lado principal do vaso, um jovem usando uma longa chiton (túnica), um himation (manto) negro e vermelho e uma crobylos (faixa estrita para segurar o cabelo), toca uma cítara com um plectrum (palheta ou pequena peça para tocar as cordas de um instrumento). Está de pé, tocando frente a um homem de barbas, provavelmente o juiz do exame musical, que usa também um himation e se apoia num cajado empunhando uma vara.
No outro lado do vaso, vê-se uma cena semelhante, desta vez representando alguém que toca uma aulos (espécie de flauta dupla) na presença de um juiz. A aulos era o instrumento musical mais popular à época e o homem que a toca usa uma phorbeia, uma faixa de pano ou pele usada em torno da cabeça e rosto para impedir a deformação das faces e aumentar o poder de sopro. 
No fundo de cada cena, o artista colocou inscrições sem sentido, à semelhança dos pintores cultos que assinavam o seu nome ou mencionavam o nome das figuras representadas. 
A decoração secundária deste pequeno vaso consiste de um friso de palmetas de cada lado do gargalo e de um friso de línguas enquadrando a parte superior de cada cena.
O Pintor de Diosphos, um pintor de figura-negra que trabalhou na primeira metade do século V a.C., tendo sido contemporâneo dos pintores arcaicos de figura-negra, produzia pequenos vasos de perfume, tais como lekythi e alabastrons de extraordinária qualidade. (S.M.)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Menu Mitologia: Mitos e Lendas: Davy Jones

DAVY JONES

Davy Jones, é um personagem de lendas oceânicas que inspirou personagens de várias outras histórias fictícias principalmente no Caribe. Conhecido por seu armário ou baú. Dizem que sua figura foi inspirada no molusco Sépia.
Também chamado de David Jones, não existem dados de que este mito tenha realmente existido na forma de uma pessoa, desde o século XVIII, segundo a lenda popular de marinheiros, Davy Jones era um homem do mar ou, para algumas pessoas, um deus que atormentava marinheiros até a morte, atraia tempestades para navios despreparados, confundia capitães e pilotos para fazê-los errar a rota de seus navios e bater em rochedos, recifes, bancos de areias ou entrar em correntes marítimas perigosas, além de engajar marinheiros em missões tão perigosas, que o número de sobreviventes era ínfimo. Acredita-se que poderia também prolongar a vida de um morto ou semi-morto através de um pacto. Talvez por esse motivo em terras equatoriais, Davy Jones, equivale ao Diabo fazendo pactos e angariando almas. 
Em algumas regiões dos trópicos, é considerado como o deus que é contra o amor devido uma desilusão amorosa. Seu objetivo é fazer com que os homens não sofram como ele sofreu. É também o deus em que, segundo últimos relatos de pessoas dos trópicos, os piratas temem mais. Pois é ele que busca a alma de todos aqueles que morrem no mar. Diz a lenda que quem apunhalar o coração ainda pulsante de Davy Jones terá que arrancar o seu e assumir o lugar do monstro.