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sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Menu Mitologia: A origem da Guirlanda

A ORIGEM DA GUIRLANDA

A guirlanda é utilizada como enfeite de porta durante o período natalino, ela é feita de galhos secos, folhagens, flores e pedrarias. Elas são feitas com círculos de galhos secos, entrelaçados de folhagens, flores, pedrarias, usadas para decorar as portas das casas no período do natal.

Podem aparecer com diversos adornos, como fitas, frutas, ciprestes, bolas, ramos de pinheiro, todos os símbolos e enfeites que representam a festa do nascimento de Jesus.
A tradição de se usar as guirlandas surgiu em Roma, pois os romanos acreditam que presentear com um ramo de planta traz saúde, motivo pelo qual passaram a enrolar os mesmos em coroas, para desejar que todas as pessoas de uma mesma família tivessem saúde.

A época do solstício de inverno significava as várias etapas da história da salvação, a luz profética que iluminava as trevas até a chegada do Sol.
As guirlandas também são conhecidas como coroas do advento, usadas no tempo do advento, período de quatro semanas que antecede o natal. A cada domingo desse período, até a chegada do natal, deve-se acender uma vela, sendo que a cada uma é dado um diferente significado.

Menu Artigos: Milão Sagrado e o Panetone

MILÃO SAGRADO E O PANETONE
Texto de Vitor Manuel Adrião.



A cidade de Milão tem por Armas um brasão carregado de simbologia esotérica, cuja peça heráldica apresenta em fundo prateado uma serpente azul coroada de ouro vomitando um jovem cor de carne descrito como mouro. Trata-se da vipera (“víbora) ou bissa, mais conhecida entre os milaneses como biscione (“cobra grande”).
A História afirma que este brasão foi criado por Ottone Visconti, dito Ottorino (1207 – 8.8.1295), que nasceu em Milão e foi arcebispo desta cidade. Era filho do poderoso feudatário Ubaldo Visconti, família que dominava a Lombardia, e com o senhorio deOttorino a capital ficou sob o poder dos Visconti, que durou até 1447. A eleição arcebispal de Ottone Visconti, depois de severas controvérsias e lutas com um outro candidato a esse cargo, Martino della Torre, acabou reconhecida pelo Papa Gregório IX, cujo nome era Tedaldo Visconti (1210-1276). Como agradecimento, Ottone Visconti perpetuou no seu brasão “o mouro vomitado pela serpente” referindo-se ao envolvimento de Gregório IX, antes de ser eleito Papa (1271-1276), na Nona Cruzada (1271-1272) a São João de Acre, na Terra Santa, com o príncipe futuro rei Eduardo I de Inglaterra.

Menu Mitologia: Chyskhaan

CHYSKHAAN 

Na cultura eslava, o tradicional Ded Moroz ("Avô Gelo") equivale ao Pai Natal , mas com diferenças: não anda nem voa de trenó, antes caminha com uma longa vara mágica, e não diz "Ho, ho, ho". Tem raízes em crenças pagãs, mas desde o séc XIX a lenda e os atributos foram "actualizados" para gostos mais modernos.

Chyskhaan ("touro de gelo"), conhecido pela alcunha de Senhor Do Frio, é um personagem pertencente ao folclore de Yakutia, uma república federal da Rússia também conhecida como República de Sakha. 

É muito difícil encontrar informações na web sobre esse personagem por causa das muitas maneiras diferentes em que o seu nome é traduzido e transliterado da língua Sakha, mas também porque Yakutia é uma região muito remota, onde, como você pode imaginar, uma conexão com a internet não é exatamente uma coisa comum.  

Chyskhaan e Ded Moroz encontram-se no Pólo do Frio, a aldeia de Oymyakon, para distribuir o Inverno pelo mundo. 

O fragmento abaixo descreve uma parte da lenda de Chyskhaan:

sábado, 13 de novembro de 2021

Menu Alquimia: contemplando o Invisível

CONTEMPLANDO O INVISÍVEL



Por Gilberto Antônio Silva

Vivemos em um mundo cada vez mais materialista e cientificista. Qualquer coisa que sobressaia da atividade normal (ou reconhecida como tal) automaticamente é rejeitada e atacada. Apenas o que é visível, mensurável, demonstrável e “cientificamente comprovado” pode ser aceito. Mas sabemos que o Universo não se limita a isso.

Já tive oportunidade de mencionar anteriormente que a filosofia oriental é, em grande parte, ignorada pelo Ocidente, que acredita que se trata de meras superstições, crenças religiosas ou pensamentos irracionais (como se isso fosse possível). Apenas a filosofia ocidental, baseada na objetividade e na análise intelectual minuciosa de cada fragmento de pensamento ou ideia, é realmente uma “filosofia”.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

DIA DAS CRIANÇAS ESTA PRÓXIMO

UTILIDADE PÚBLICA

Olá Amigos da ARCANOTECA com a chegada do Dia das Crianças se aproximando durante esta terrível pandemia não tem porque não ajudarmos nosso queridos amiguinhos. 

Então sejamos solidários e vamos nos juntar a esse projeto tão relevante e necessário:


Lembre-se ao fazer o bem para os outros você faz o bem pra si mesmo. 





segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Menu Alquimia: O Eremita

O EREMITA



«São seus haveres pessoais que ele (o Eremita) não deixa brilhar assim, senão na medida útil para guiar a si mesmo. Ele é modesto, e não se faz nenhuma ilusão sobre sua própria ciência, que sabe ínfima em relação àquilo que ignora. Igualmente, renunciando a muitas orgulhosas ambições intelectuais, contenta se em recolher com humildade as noções que lhe são indispensáveis para a realização de sua tarefa terrestre.

domingo, 15 de agosto de 2021

Menu Alquimia: A Cura pela Verdade no Xamanismo

A CURA PELA VERDADE NO XAMANISMO



Por Yoskhaz

Os povos nativos americanos, adeptos do xamanismo, têm um símbolo sagrado chamado Roda de Cura ou Roda da Vida. Não à toa, entendem que viver é um processo infinito de cura, caminhar em beleza pela infinita estrada da vida, nas palavras de um ancião Navajo. O símbolo tem a sagrada missão de nos lembrar que através de nossas relações vamos encontrar o remédio ou o veneno para as nossas dores. Na medida que aprendemos quem somos e pacificamos o nosso convívio com tudo e com todos saltamos um aro na Roda da Vida. Ficamos mais forte para seguir adiante.

Certa vez ouvi de um sábio monge tibetano que o Budismo não era religião, tampouco filosofia. Budismo é convívio social, esclareceu, pois toda teoria só terá alguma serventia se aplicado aos meus relacionamentos do cotidiano. Conhecimento que não é vivido é como pão na vitrine, embora encha os olhos, não sacia a fome.