A FAMÍLIA LINCOLN
Fonte: Mundo Tentacular
Existem muitas estórias fantásticas que circulam por aí.
Algumas ganharam o status de "lendas urbanas" - estórias contadas por amigos de amigos, descrevendo incidentes bizarros como o carona na auto-estrada, a quadrilha que remove os rins para vender no mercado negro ou os crocodilos que habitam os esgotos. Outros são acontecimentos baseados em estórias fictícias cuja fonte sequer pode ser traçada e que ganham manchetes em jornais e programas sensacionalistas como se fossem verdadeiras.
Existem também aqueles rumores que circulam em cidades do interior onde as pessoas conhecem bem a vida e os hábitos de seus vizinhos. Estas estórias, limitadas a uma região, um povoado ou a uma comunidade fechada, raramente atingem a popularidade das lendas urbanas, mas nem por isso são menos significativas.
Bem Vindos
Ola amigos bem vindos a Arcanoteca um espaço para RPG, mitologia, contos e curiosidades, esperamos que gostem do nosso conteúdo e nos visitem com frequência. A Arcanoteca é um projeto gratuito sem fins lucrativos, se você quiser nos ajudar pode enviar um PIX de qualquer valor para 51 991688203 agradecemos o apoio)
sábado, 28 de abril de 2018
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Menu Mitologia: O Pó de Pemba
O Pó de PEMBA
A Pemba é objecto permanente nos rituais africanos, nas tribos de Bacongo e Congos quando é declarada a guerra, os chefes esfregam o corpo todo com Pemba para vencer os inimigos; por ocasião dos casamentos, os noivos são esfregados pelos padrinhos com a Pemba para que sejam felizes; o negociante que quer conseguir um bom negócio esfrega um pouco de Pemba nas mãos; em questões de amor então, é bem grande a influência da Pemba, usando-a as jovens como se fosse o pó de arroz, porque dizem trazer felicidade no amor e atrair aquele a quem se deseja.
A Pemba é objecto permanente nos rituais africanos, nas tribos de Bacongo e Congos quando é declarada a guerra, os chefes esfregam o corpo todo com Pemba para vencer os inimigos; por ocasião dos casamentos, os noivos são esfregados pelos padrinhos com a Pemba para que sejam felizes; o negociante que quer conseguir um bom negócio esfrega um pouco de Pemba nas mãos; em questões de amor então, é bem grande a influência da Pemba, usando-a as jovens como se fosse o pó de arroz, porque dizem trazer felicidade no amor e atrair aquele a quem se deseja.
sexta-feira, 13 de abril de 2018
Menu Mitologia: Sexta Feira 13
SEXTA FEIRA 13
A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.
Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. O número 13 tem sido mal interpretado desde há muito tempo. Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas.
A Sexta-feira no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar.
O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.
Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia. O número 13 tem sido mal interpretado desde há muito tempo. Em algumas culturas ele pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas.
segunda-feira, 19 de março de 2018
Menu Mitologia: Angus Mac Oc
ANGUS MAC OG
Autor: Marco Antônio
Angus Mac Og também conhecido como "o filho mais jovem", Deus da juventude, do amor, da beleza e da inspiração poética, na Irlanda Antiga.
Um dos filhos de Danu, a Deusa que deu origem aos Tuatha de Dannan, Angus possuía uma harpa dourada que produzia uma música que era irresistível para homens e animais.
Autor: Marco Antônio
Angus Mac Og também conhecido como "o filho mais jovem", Deus da juventude, do amor, da beleza e da inspiração poética, na Irlanda Antiga.
Um dos filhos de Danu, a Deusa que deu origem aos Tuatha de Dannan, Angus possuía uma harpa dourada que produzia uma música que era irresistível para homens e animais.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Menu Mitologia: Svyatogor
SVYATOGOR
Fonte: Portal dos Mitos
Svyatogor (ou Sviatogor) é um bogatyr (cavaleiro errante) gigante da mitologia e do folclore russo, conhecido como "O último dos gigantes". Seu nome é um composto de duas raízes: sviat, ou "santo"; e gor, "das montanhas", portanto significa "Santo das Montanhas" ou "Montanha Sagrada" Ele e seu poderoso corcel são tão grandes que, conforme Svyatogor cavalga, a crista de seu capacete varre as nuvens. Svyatogor é o mais velho dos bogatyri (plural de bogatyr) da Rússia, e de muitas maneiras, ele é o mais triste. Seus dias de glória ficaram no passado, e ele é retratado na maioria dos poemas épicos (byliny) como um guerreiro velho e cansado, condenado a desaparecer.
Fonte: Portal dos Mitos
Svyatogor (ou Sviatogor) é um bogatyr (cavaleiro errante) gigante da mitologia e do folclore russo, conhecido como "O último dos gigantes". Seu nome é um composto de duas raízes: sviat, ou "santo"; e gor, "das montanhas", portanto significa "Santo das Montanhas" ou "Montanha Sagrada" Ele e seu poderoso corcel são tão grandes que, conforme Svyatogor cavalga, a crista de seu capacete varre as nuvens. Svyatogor é o mais velho dos bogatyri (plural de bogatyr) da Rússia, e de muitas maneiras, ele é o mais triste. Seus dias de glória ficaram no passado, e ele é retratado na maioria dos poemas épicos (byliny) como um guerreiro velho e cansado, condenado a desaparecer.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Mitologia Nordica: Ratatoskr
RATATOSKR
Na mitologia nórdica, Ratatoskr (ou "dente perfurador"), algumas vezes anglicizado como Ratatosk, é um esquilo que corre acima e abaixo na árvore mundo Yggdrasil.. Em particular, ele transporta mensagens entre a águia Hresvelgr (ou Vedrfolnir, segundo a Edda em Prosa), que fica no topo de Yggdrasil e o dragão Nidhogg que fica sob suas raízes.
Na mitologia nórdica, Ratatoskr (ou "dente perfurador"), algumas vezes anglicizado como Ratatosk, é um esquilo que corre acima e abaixo na árvore mundo Yggdrasil.. Em particular, ele transporta mensagens entre a águia Hresvelgr (ou Vedrfolnir, segundo a Edda em Prosa), que fica no topo de Yggdrasil e o dragão Nidhogg que fica sob suas raízes.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Menu Mitologia: Lugh
LUGH
Um dos grandes heróis da mitologia irlandesa, Lugh era filho de Cian (neto por parte dos Dananns de Dian Cecht) e de Ethniu, filha de Balor, rei dos Fomorianos. Uma profecia dizia que Balor seria morto por seu neto. Para evitar esse destino, mandou dar fim nos netos, mas Lugh sobreviveu e foi criado por Tailtiu, sua mãe adotiva e tutelado por Manannán. Ficou conhecido como "Lugh Lámfada" - Lugh dos braços longos e "Lugh Samildanach" - Lugh, o artesão múltiplo. Lugh é o Deus dos ferreiros, cujo domínio incluía a magia, as artes e todos os ofícios em geral, seu nome significa "Luz" - brilhante como o Sol. Guardião da espada mágica e da lança invencível, vinda da cidade de Gorias, um dos quatro tesouros das Tuatha Dé Danann.
Um dos grandes heróis da mitologia irlandesa, Lugh era filho de Cian (neto por parte dos Dananns de Dian Cecht) e de Ethniu, filha de Balor, rei dos Fomorianos. Uma profecia dizia que Balor seria morto por seu neto. Para evitar esse destino, mandou dar fim nos netos, mas Lugh sobreviveu e foi criado por Tailtiu, sua mãe adotiva e tutelado por Manannán. Ficou conhecido como "Lugh Lámfada" - Lugh dos braços longos e "Lugh Samildanach" - Lugh, o artesão múltiplo. Lugh é o Deus dos ferreiros, cujo domínio incluía a magia, as artes e todos os ofícios em geral, seu nome significa "Luz" - brilhante como o Sol. Guardião da espada mágica e da lança invencível, vinda da cidade de Gorias, um dos quatro tesouros das Tuatha Dé Danann.
Assinar:
Postagens (Atom)






