SVYATOGOR
Fonte: Portal dos Mitos
Svyatogor (ou Sviatogor) é um bogatyr (cavaleiro errante) gigante da mitologia e do folclore russo, conhecido como "O último dos gigantes". Seu nome é um composto de duas raízes: sviat, ou "santo"; e gor, "das montanhas", portanto significa "Santo das Montanhas" ou "Montanha Sagrada" Ele e seu poderoso corcel são tão grandes que, conforme Svyatogor cavalga, a crista de seu capacete varre as nuvens. Svyatogor é o mais velho dos bogatyri (plural de bogatyr) da Rússia, e de muitas maneiras, ele é o mais triste. Seus dias de glória ficaram no passado, e ele é retratado na maioria dos poemas épicos (byliny) como um guerreiro velho e cansado, condenado a desaparecer.
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Mitologia Nordica: Ratatoskr
RATATOSKR
Na mitologia nórdica, Ratatoskr (ou "dente perfurador"), algumas vezes anglicizado como Ratatosk, é um esquilo que corre acima e abaixo na árvore mundo Yggdrasil.. Em particular, ele transporta mensagens entre a águia Hresvelgr (ou Vedrfolnir, segundo a Edda em Prosa), que fica no topo de Yggdrasil e o dragão Nidhogg que fica sob suas raízes.
Na mitologia nórdica, Ratatoskr (ou "dente perfurador"), algumas vezes anglicizado como Ratatosk, é um esquilo que corre acima e abaixo na árvore mundo Yggdrasil.. Em particular, ele transporta mensagens entre a águia Hresvelgr (ou Vedrfolnir, segundo a Edda em Prosa), que fica no topo de Yggdrasil e o dragão Nidhogg que fica sob suas raízes.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Menu Mitologia: Lugh
LUGH
Um dos grandes heróis da mitologia irlandesa, Lugh era filho de Cian (neto por parte dos Dananns de Dian Cecht) e de Ethniu, filha de Balor, rei dos Fomorianos. Uma profecia dizia que Balor seria morto por seu neto. Para evitar esse destino, mandou dar fim nos netos, mas Lugh sobreviveu e foi criado por Tailtiu, sua mãe adotiva e tutelado por Manannán. Ficou conhecido como "Lugh Lámfada" - Lugh dos braços longos e "Lugh Samildanach" - Lugh, o artesão múltiplo. Lugh é o Deus dos ferreiros, cujo domínio incluía a magia, as artes e todos os ofícios em geral, seu nome significa "Luz" - brilhante como o Sol. Guardião da espada mágica e da lança invencível, vinda da cidade de Gorias, um dos quatro tesouros das Tuatha Dé Danann.
Um dos grandes heróis da mitologia irlandesa, Lugh era filho de Cian (neto por parte dos Dananns de Dian Cecht) e de Ethniu, filha de Balor, rei dos Fomorianos. Uma profecia dizia que Balor seria morto por seu neto. Para evitar esse destino, mandou dar fim nos netos, mas Lugh sobreviveu e foi criado por Tailtiu, sua mãe adotiva e tutelado por Manannán. Ficou conhecido como "Lugh Lámfada" - Lugh dos braços longos e "Lugh Samildanach" - Lugh, o artesão múltiplo. Lugh é o Deus dos ferreiros, cujo domínio incluía a magia, as artes e todos os ofícios em geral, seu nome significa "Luz" - brilhante como o Sol. Guardião da espada mágica e da lança invencível, vinda da cidade de Gorias, um dos quatro tesouros das Tuatha Dé Danann.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Menu Mitologia: O Carnaval
O CARNAVAL
O carnaval é uma festa popular que surgiu ainda na Antiguidade com intuito de celebrar os deuses pagãos e a natureza. Foi reconhecida pela igreja e incluída no calendário cristão depois de muitos séculos, ainda hoje é comemorada no mundo inteiro. Possui características diferentes em cada país que o festeja.
O carnaval comemorado no Brasil sofreu influência de uma festa de rua, de origem portuguesa, o entrudo, que consistia em jogar farinha, ovo e tinta nas pessoas. Porém, a comemoração também passou por mudanças por causa do folclore indígena e a cultura africana, trazida pelos escravos. Todos esses fatores culturais construíram um carnaval distinto em cada parte do Brasil. O Rio de Janeiro é famoso pelos desfiles das escolas de samba, na Bahia os trios elétricos atraem milhões de foliões todos os anos e em outros estados, como Pernambuco e Minas Gerais, o carnaval de rua é o mais popular.
O carnaval é uma festa popular que surgiu ainda na Antiguidade com intuito de celebrar os deuses pagãos e a natureza. Foi reconhecida pela igreja e incluída no calendário cristão depois de muitos séculos, ainda hoje é comemorada no mundo inteiro. Possui características diferentes em cada país que o festeja.
O carnaval comemorado no Brasil sofreu influência de uma festa de rua, de origem portuguesa, o entrudo, que consistia em jogar farinha, ovo e tinta nas pessoas. Porém, a comemoração também passou por mudanças por causa do folclore indígena e a cultura africana, trazida pelos escravos. Todos esses fatores culturais construíram um carnaval distinto em cada parte do Brasil. O Rio de Janeiro é famoso pelos desfiles das escolas de samba, na Bahia os trios elétricos atraem milhões de foliões todos os anos e em outros estados, como Pernambuco e Minas Gerais, o carnaval de rua é o mais popular.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Menu Mitologia: Tangaroa
TANGAROA
Filho de Temoretu e Papa, Tangaroa era o agressivo deus dos mares que, junto com seus meio-irmãos (Rongo, Tane, Haumia e Tümatauenga) forçou a separação de Rangi (Céu) e Papa (Terra). Diz-se que seu corpo tinha tanta água que ele explodiu e formou os oceanos. Alguns mitos dizem que, após a separação de seus pais, ele foi atacado pelo deus das tempestades e se escondeu no fundo do mar.
Filho de Temoretu e Papa, Tangaroa era o agressivo deus dos mares que, junto com seus meio-irmãos (Rongo, Tane, Haumia e Tümatauenga) forçou a separação de Rangi (Céu) e Papa (Terra). Diz-se que seu corpo tinha tanta água que ele explodiu e formou os oceanos. Alguns mitos dizem que, após a separação de seus pais, ele foi atacado pelo deus das tempestades e se escondeu no fundo do mar.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Menu Mitologia: Rudá
RUDÁ
Na mitologia tupi, é o deus do amor e do afeto. Vive nas nuvens e sua função é despertar o amor dentro do coração dos homens. “No começo havia a escuridão. Então nasceu o sol, Guaraci. Um dia ele ficou cansado e precisou dormir. Quando fechou os olhos tudo ficou escuro. Para iluminar a escuridão enquanto dormia, ele criou a lua, Jaci, tão bonita que imediatamente apaixonou-se por ela. Mas, quando o sol abria os olhos para admirar a lua, tudo se iluminava e ela desaparecia. Guaraci criou então o amor, Rudá, seu mensageiro, que não conhecia luz ou escuridão. Dia e noite, Rudá podia dizer à lua o quanto o sol era apaixonado por ela. Guaraci criou também muitas estrelas, seus irmãos, para que fizessem companhia a Jaci enquanto ele dormia. Assim nasceu o céu e todas as coisas que vivem lá.”
Na mitologia tupi, é o deus do amor e do afeto. Vive nas nuvens e sua função é despertar o amor dentro do coração dos homens. “No começo havia a escuridão. Então nasceu o sol, Guaraci. Um dia ele ficou cansado e precisou dormir. Quando fechou os olhos tudo ficou escuro. Para iluminar a escuridão enquanto dormia, ele criou a lua, Jaci, tão bonita que imediatamente apaixonou-se por ela. Mas, quando o sol abria os olhos para admirar a lua, tudo se iluminava e ela desaparecia. Guaraci criou então o amor, Rudá, seu mensageiro, que não conhecia luz ou escuridão. Dia e noite, Rudá podia dizer à lua o quanto o sol era apaixonado por ela. Guaraci criou também muitas estrelas, seus irmãos, para que fizessem companhia a Jaci enquanto ele dormia. Assim nasceu o céu e todas as coisas que vivem lá.”
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Menu Mitologia Egípcia: A Batalha entre Hórus e Seth
A BATALHA ENTRE HORUS E SETH
Texto: Lara Moncay
Hórus já era um homem feito quando Ísis veio a ter com ele novamente, ela o ensinou a entrar em comunhão com o pai em Amentet (mundo dos mortos), e foi com Osíris que ele, Hórus, aprendeu a lutar e usar o arco e a flecha aprendeu a cavalgar e a domesticar os leões. Certa manhã a deusa Hator, filha de Rá, veio até o Nilo e avistou Hórus se banhando. A imagem do deus fez com que ela cantasse e dançasse de excitação e toda pessoa que ela fitava imediatamente se apaixonava.
Texto: Lara Moncay
Hórus já era um homem feito quando Ísis veio a ter com ele novamente, ela o ensinou a entrar em comunhão com o pai em Amentet (mundo dos mortos), e foi com Osíris que ele, Hórus, aprendeu a lutar e usar o arco e a flecha aprendeu a cavalgar e a domesticar os leões. Certa manhã a deusa Hator, filha de Rá, veio até o Nilo e avistou Hórus se banhando. A imagem do deus fez com que ela cantasse e dançasse de excitação e toda pessoa que ela fitava imediatamente se apaixonava.
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