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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Viviane a Dama do Lago

VIVIANE A DAMA DO LAGO

Senhora do Lago, Fada Viviane ou simplesmente Viviane é, de acordo com a Lenda Arturiana, a mais importante sacerdotisa de Avalon. Filha de Diana, a deusa dos bosques e irmã mais velha de Igraine (Mãe de Artur e Morgana), a fada tinha a missão de proteger e entregar a espada mágica do Rei Artur, a sagrada Excalibur. Vários escritores e copistas a nomearam como Nimue, Viviane, Viviana, Vivienne, Elaine, Niniane, Nivian, Nyneve, Nimueh e outras variações.

Segundo a lenda, a Senhora do lago deu a Artur espada sagrada Excalibur, que significa "aço cortado". Excalibur foi entregue a Arthur por Viviane, Merlin e Morgana em um ritual na ilha sagrada, com o juramento que quando fosse Rei da Bretanha, reinaria respeitando os cultos católicos, bem como os cultos de Avalon, bem como manteria a existência dela. Excalibur possuía uma bainha sagrada, feita a mão por sua sobrinha Morgana também uma sacerdotisa de Avalon, em ritual que durou três dias, onde esta confeccionou a bainha com suas próprias mãos. A bainha de Excalibur era especial, possuía a magia de Avalon para a proteção de Arthur que ainda que sofresse ferimentos jamais sangraria até a morte, quando travasse suas batalhas e guerras. Avalon, através da Senhora do Lago, entregou Excalibur a Arthur para este reinasse e respeitasse a terra sagrada, contudo este quebrou seu juramento a partir de seu casamento com Guinevere, católica atuante, na grande batalha.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Mordred

MORDRED

Mordred (Galês: Medraut) é uma figura lendária da Bretanha que ficou conhecida por sua traição ao lutar contra o Rei Artur na Batalha de Camlann, onde ele foi morto e Artur fatalmente ferido. Seu nome significa "mau conselho".

As lendas são contraditórias quando o assunto é seu relacionamento com Artur, mas várias retratam Artur como sendo tio ou pai de Mordred. Mais precisamente, existem três versões diferentes sobre o parentesco:

• A primeira relata que ele era filho de Lot Luwddoc e sua esposa Ann-Morgause, uma tia por parte da mãe de Artur.
• Uma segunda relata que ele era filho de Artur e Ann-Morgause, adotado e criado por Lot.
• Uma terceira relata que ele era filho de Artur e Morgana, meia-irmã materna de Artur. Morgana ainda era solteira e por isso o entregou para Ann-Morgause e Lot para que fosse adotado e criado como filho próprio deles.

A menção mais antiga sobre Mordred está no Annales Cambriae, uma crônica que faz parte da Historia Britonum. Mordred é mencionado novamente na tradição galesa nas Tríades Galesas: em uma tríade, baseada na obra Historia Regum Britanniae de Geoffrey de Monmouth, narra a história de sua traição para com Artur. Em outra, ele é descrito como o autor de uma das "Três Grandes Revoltas das Ilhas Britânicas" - ele veio até a corte de Artur em Kelliwic na Cornualha, devorou toda comida e bebida e até mesmo atirou Gwenhwyfar (mais conhecida como Guinevere) de seu trono e espancou-a.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Menu Mitologia: Geena

GEENA

Palavra hebraica transliterada para o grego geena, que se encontra 12 vezes na Bíblia: Mateus 5: 22, 29, 30; 10:28; 18:9; 23:15, 33; Marcos 9:43, 45, 47; Lucas 12:2; Tiago 3:6.

Geena vem do vocábulo hebraico Ge Hinom ou Gé Ben Hinom – "Vale de Hinom" ou "Vale do filho de Hinom". Nesse vale havia uma elevação denominada Tofete, onde ímpios queimavam seus próprios filhos. Este vale se situava a sudoeste de Jerusalém; neste local, antes da conquista de Canaã pelos filhos de Israel, canaanitas ofereciam sacrifícios humanos ao deus Moloque. Terminados os sacrifícios humanos, este local ficou reservado para depósito do lixo proveniente da cidade de Jerusalém. Juntamente com o lixo vinham cadáveres de mendigos encontrados mortos na rua ou de criminosos e ladrões mortos quando cometiam delito. 

Estes corpos, ás vezes, eram atirados onde não havia fogo, aparecendo os vermes que lhes devoravam as entranhas num espetáculo dantesco e aterrador. É a este quadro que Isaías se refere no Capítulo 66 versículo 24. 

Por estas circunstâncias, este vale se tornou desprezível e amaldiçoado pelos judeus e símbolo de terror, da abominação e do asco e mencionado por Jesus com estas características. Ser atirado á Geena era sinônimo de desprezo ao morto, não merecendo ao menos uma cova rasa, estando condenado á destruição eterna do fogo.

sábado, 26 de setembro de 2015

Menu Mitologia Indiana: Naga

NAGA

Naga (do sânscrito: नाग, nāga) é uma palavra em sânscrito e páli que designa um grupo de divindades da mitologia hindu e budista. Normalmente têm a forma de uma enorme cobra-real, com uma ou várias cabeças.
No grande épico Hindu Mahabharata, os Nagas tendem a ser apresentados como seres negativos, perseguidos por Garuda, o homem-pássaro, ou vítimas merecedoras de sacrifícios a deuses-serpente.
O termo Naga é muitas vezes ambíguo, pois pode também se referir, em determinados contextos, a uma das várias tribos ou etnias humanas conhecidas como nāga e a certos a tipos de elefante e de cobra.
Um Naga feminino é um nagi ou nagini.
No grande épico Mahabharata, a representação de nagas tende para o negativo. No épico elas são chamadas de "perseguidores de todas as criaturas", e diz-nos "as cobras eram de veneno virulento, grande destreza e excesso de força, e que haviam se decidido a morder outras criaturas" (Livro I: Adi Parva, Seção 20). Em alguns pontos dentro da história, nagas são jogadores importantes em muitos dos eventos narrados no épico, freqüentemente não mais mal nem enganosos do que os outros protagonistas, e às vezes no lado do bem.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Sherlock Holmes

SHERLOCK HOLMES


Extraído do site Sherlock Holmes Brasil (ver créditos)

O Fenômeno Sherlock Holmes

Sherlock Holmes, criado pelo escocês Sir Arthur Conan Doyle, apareceu pela primeira vez na história "Um Estudo em Vermelho", editada pela revista Beeton's Christmas Annual no Natal de 1887 e, desde então, tem fascinado muita gente, sendo o personagem da literatura mundial que recebeu o maior número de adaptações, estudos e especulações. Doyle acabou por criar um personagem que apaixonou em pouco tempo o mundo inteiro. Leitores juvenis, adultos e velhos de todos os idiomas adquiriram o vício de Holmes, transformando esta figura de ficção numa espécie de psicotrópico, que vem funcionando para as multidões há mais de cem anos.

São milhares as pessoas que, durante anos e anos, acreditaram embevecidamente que Sherlock Holmes existia em carne e osso e morava numa rua de Londres (Baker Street), assim como também de carne e osso seria o Doutor Watson, associado de Holmes, cronista de grande parte dos casos nos quais o Detetive Mestre atuou. O caso é único na história: a criatura Holmes engoliu o criador Doyle. O imaginário Sherlock Holmes é a ficção mais famosa em todos os continentes, superando, certamente, os outros dois de maior renome universal: Robinson Crusoé e Dom Quixote.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Menu Mitos e Lendas: Jacques Demolay

JACQUES DEMOLAY 

Aos 21 anos de idade, Jacques DeMolay entrou para a Ordem dos Cavaleiros Templários. Estes eram uma organização sancionada pela Igreja Católica Romana de 1128, para proteger e guardar as estradas entre Jerusalém e Acre, um importante porto da cidade no Mar Mediterrâneo. A Ordem dos Cavaleiros Templários participou das Cruzadas, e conquistou um nome de valor e heroísmo. 

Nobres e príncipes enviaram seus filhos para serem Cavaleiros Templários, e isso fez com que a Ordem passasse a ser muito rica e popular em toda a Europa. 

Em 1298, Jacques DeMolay foi nomeado Grande Mestre dos Cavaleiros, uma posição de poder e prestígio. Jacques DeMolay assumiu o cargo após a morte de seu antecessor Teobaldo Gaudini no mesmo ano (1298). 

Como Grande Mestre, Jacques DeMolay passou por uma difícil posição pois as cruzadas não estavam atingindo seus objetivos. O anticristianismo sarraceno derrotou as Cruzadas em batalhas capturando algumas cidades e portos vitais dos Cavaleiros Templários e os Hospitaleiros (outra ordem de cavalaria), restaram apenas um único grupo do confronto contra os Sarracenos. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Menu Mitologia Grega: O monstro Cila

O MONSTRO CILA


Cila ou Scila (em grego: Σκύλλα, transl.Skylla) é o nome de duas heroínas distintas da mitologia grega, que são às vezes confundidas. Uma delas, citada por Homero e por Ovídio, era uma bela ninfaque se transformou em um monstro marinho. A outra é uma princesa, filha de Niso, rei de Mégara. Virgílio é um dos autores que identificam as duas: ele menciona a filha de Niso como sendo idêntica à mulher que tem monstros saindo dos quadris.

Versão de Ovídio:

Segundo o poeta romano Ovídio, Glaucoera um humano que as divindadesaquáticas resolveram transformar em uma criatura do mar, com uma barba verde-acinzentada, largos ombros, braços azulados, pernas curvadas com nadadeiras na extremidade. Ele se apaixonou pela ninfa Cila, que apavorada com sua aparição, põe-se a fugir, pelas águas, pelas rochas, pelas cavernas submarinas. Mas o amor do pobre Glauco era imenso e, desesperado, e ele se lança em perseguição da bela ninfa, implorando, aos prantos, que lhe conceda um pouco de atenção. Impassível às suas súplicas, Cila continua sua fuga, escondendo-se num lugar tão inacessível que jamais Glauco conseguiria encontrá-la. Depois de inúteis buscas, Glauco é obrigado a reconhecer sua derrota. Apenas algum poder superior lhe facultaria conquistar o afeto da formosa ninfa. Abatido, torturado, Glauco dirige-se à ilha de Eeia, onde morava Circe, a feiticeira, e roga-lhe que o ajude a conquistar sua amada. Circe promete atendê-lo, mas acaba enamorando-se pelo deus marinho.