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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Meu Mitologia Oriental: Shinigamis

SHINIGAMIS, OS DEUSES DA MORTE

Shinigami é um deus da Morte, semelhante ao Ceifador no ocidente. Apesar de serem entidades presentes na mitologia japonesa, os Shinigamis não são um mito nativo do Japão, mas importados de versões ocidentais e chinesas de deuses da morte. Seu trabalho é “levar” a alma dos humanos para o outro mundo. Eles são responsáveis por cuidar para que cada pessoa morra a seu tempo e, em seguida, orientar o seu espírito para ser julgado na vida após a morte. Existem vários Shinigamis, que muitas vezes trabalham juntos.
As vezes é um termo usado para expressar qualquer deus da morte. Por exemplo, no budismo Enma é o deus que julga e pune depois da morte (Jigoku) e no xintoísmo é a Izanami.

Na maioria das vezes, a figura do Shinigami é representada de forma mais demoníaca, mas na realidade ele é um deus que guia e ajuda as pessoas a passar para o próximo plano de existência.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Menu Mitologia: Enlil

ENLIL

Enlil era o deus (dingir) sumério do Ar, senhor das tempestades e outras manifestações naturais ligadas à atmosfera (raio e o trovão).

Enlil, acima de tudo, era considerado o conector entre o Céu e a Terra, sendo o responsável pelo distanciamento entre os mesmos. Era também o senhor dos ventos e do ar. Segundo os mitos, assim que nasceu, se colocou entre seu pai Anu (Céu) e sua mãe Antu/Ki (Terra), distanciando-os para sempre. Tal evento provocou um coito interrompido e uma má gestação que ocasionou no nascimento de deuses híbridos, os Utukku.

Os mitos principais de Enlil, estão relacionados com suas disputas com os meio-irmãos Enki e Ereshikigal, o casamento com Ninlil. Quando Enlilainda era um deus jovem, se apaixonou por Ninlil, mas antes violentou-a antes do casamento. Ninlil, foi até a presença dos grande Anunnaki e pediu justiça. Os 12 grandes deuses decidiram pela morte de Enlil, então ele foi expulso de Dilmun (a casa dos deuses), para habitar com Ereshkigal emKur-Nu-Gia "A Terra do Não-Retorno".

Porém Ninlil o amava e decidiu seguí-lo até ao submundo. A chegar diante dos três primeiros portões do reino de Ereshkigal, encontrou com seus guardiões, que na verdade eram disfarces de Enlil. Sob esses disfarces, Enlil convenceu Ninlil de que só poderia passar se lhe cedesse favores amorosos. Ninlil logo percebeu quem era e assim o fez, sendo fecundada e gerando Ashnan, Ninazu, Nergal, Ninurta e Nanna.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Menu Mitologia: Popocatépetl

POPOCATÉPETL

Há muito tempo atrás, quando os europeus ainda não haviam chegado à América e os astecas ainda iniciavam a construção de seu império, um importante chefe local tinha uma linda filha, chamada Iztaccihuatl. O mais bravo guerreiro desse chefe local, chamado Popocatépetl era apaixonado pela princesa e queria muito casar-se com ela. Para permitir esse casamento, o chefe local impôs uma condição: seu povo estava em guerra e ele enviou o valente guerreiro para a batalha. Deveria retornar com a cabeça do inimigo em mãos e aí sim, poderia casar-se com sua filha.

Destemido, Popocatépetl partiu para sua missão. Mas um outro guerreiro, também apaixonado pela princesa e invejoso de Popocatépetl, resolveu voltar antes que a batalha terminasse, dizendo que o destemido guerreiro havia sido morto na luta. A bela princesa não resistiu a dor de perder o seu amado e acabou morrendo de desgosto. Alguns duas depois, chegava Popocatépetl, alegre e saltitante, com a cabeça do inimigo em mãos, pronto para reclamar o seu prêmio e casar-se com sua amada. Ao descobri-la morta, não se conformou. Levou o corpo sem vida da princesa para uma região no campo, deitou-a no solo e ajoelhou-se ao seu lado, prometendo não mais sair daí para todo o sempre.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Menu Mitologia: Vainamöinem

VÄINÄMÖINEN

Existiu, há muito tempo, uma moça feita do ar. Ela vivia nos céus, mas estava entediada e desejou descer para o mar. Quando ela pousou sobre o oceano, o vento aumentou e as ondas ficaram mais fortes. Então o vento e as ondas fizeram a moça-do-ar conceber uma criança em seu ventre. Passaram-se setecentos anos, e ela ainda ainda levava dentro de si o filho. Um dia surgiu por lá um pato, voando pelo céu e procurando lugar para fazer ninho. Ele pousou nos joelhos da moça-do-ar, que apareciam fora da água. Em seus joelhos construiu um ninho e pôs sete ovos: seis eram de ouro e um era de ferro. Os ovos chocaram, e a moça-do-ar sentiu que eles a estavam queimando feito fogo. Ela sacudiu os joelhos e os ovos caíram no mar, quebrando-se. Foi daqueles ovos que nasceram todas as coisas: a Terra, os céus, o Sol, a Lua e as nuvens.

Passaram-se mais dez verões; a moça do ar fez surgirem as ilhas e os continentes; mas seu filho continuava sem nascer. Durante outros trinta verões, a criança, que era um menino, imaginava o que o aguardaria no mundo quando saísse do ventre de sua mãe. Seu nome, mesmo antes de nascer, era Vainamöinen. Afinal, ele pediu a ajuda do Sol e da Lua para ter mais forças, e conseguiu nascer. Após seu nascimento, sua mãe voltou a morar nos céus.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Menu Mitologia: Boadiceia

BOADICEIA

Boadiceia (FO 1943: Boadicéia) (também Boudica, Boudicca, Boadicea, Buduica e Bonduca) foi uma rainha celta que liderou os icenos, juntamente com outras tribos, como os trinovantes, em um levante contra as forças romanas que ocupavam a Grã-Bretanha em 60 ou 61 d.C. durante o reinado do imperador Nero. Estes eventos foram relatados por dois historiadores, Tácito (em seus Annales e Agrícola) e Dião Cássio (em sua História romana).

O historiador Dião Cássio diz, sobre Boadiceia:

"Boadiceia era alta, terrível de olhar e abençoada com uma voz poderosa. Uma cascata de cabelos vermelhos alcançava seus joelhos; usava um colar dourado composto de ornamentos, uma veste multicolorida e sobre esta um casaco grosso preso por um broche. Carregava uma lança comprida para assustar todos os que lhe deitassem os olhos."
Cássio relata ainda que ela cometeu todo o tipo de atrocidade em nome de uma deusa chamada Andraste, que seria a equivalente britânico de Vitória, deusa romana. O próprio nome de Boadiceia significa "vitória"

Boadiceia era casada com o rei dos icenos que havia feito um trato com os romanos tornando-se aliado do Império Romano. Com a sua morte, Boadiceia assumiu a liderança de seu povo. Contudo, os romanos ignoraram o testamento e o procurador Cato Deciano apropriou-se de toda a herança do rei falecido. Quando os icenos protestaram contra tal abuso, na pessoa da sua rainha viúva Boadiceia, Cato Deciano ordenou às suas tropas sufocar o protesto, e estas ultrapassaram-se no emprego da força, açoitando a rainha e violando as suas filhas.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: Maria Quitéria

MARIA QUITÉRIA

Maria Quitéria de Jesus Medeiros (Feira de Santana, 27 de julho de 1792 — Salvador, 21 de agosto de 1853) foi uma militar brasileira, heroína da Guerra da Independência. É considerada a primeira mulher a assentar praça numa unidade militar das Forças Armadas Brasileiras e a primeira mulher a entrar em combate pelo Brasil, em 1823. Em 1996 o Estado brasileiro atribuiu-lhe o título de patrona do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.
Seus feitos são recorrentemente comparados ao da mártir francesa Joana d'Arc.

Infãncia e Juventude:

Maria Quitéria nasceu no sítio do Licurizeiro (Syagrus coronata), uma pequena propriedade no Arraial de São José das Itaporocas, na comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira, atual município de Feira de Santana no estado da Bahia. A data mais aceita pelos pesquisadores para o seu nascimento é a de 1792. Foi a filha primogênita dos portugueses nascidos na colônia do Brasil Gonçalo Alves de Almeida e Quitéria Maria de Jesus.

Em 1803, tendo cerca de dez ou onze anos de idade, perdeu a mãe. Cinco meses após enviuvar, o pai casou-se em seguida e fez as segundas núpcias com Eugênia Maria dos Santos, que veio a falecer pouco tempo depois, sem que da união nascessem filhos. A família mudou-se então para a fazenda [serra da Agulha].

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Menu Mitos e Lendas: The Hoock - O gancho

THE HOOCK - O Gancho

The Hook ou Hockman trata-se da  lenda urbana sobre o homem gancho, é muito popular e antiga, tendo relatos desde o meio dos anos cinquenta, mas seu ápice foi com a publicação, em 8 de novembro de 1960, de uma carta afirmando ser um relato verdadeiro este acontecimento.

Verdade ou não, os relatos sempre falam de um casal que foi para uma estrada deserta namorar, quando a música do rádio foi interrompida por um boletim especial, informando que um maníaco havia fugido do hospício e estava pelas redondezas. A notícia mandava que todos ficassem em suas residências pois ele era extremamente perigoso e a descrição dada só aumentava o terror a seu respeito: tinha cerca de dois metros de altura, cabelos raspados e no lugar da mão direita, que fora decepada, havia um grande e afiado gancho.

Após ouvir isso tudo, a garota ficou histérica, começou a insitir com o namorado para irem embora, de início ele não aceitou, achou que era só uma desculpa para ela sair dali, mas depois de muita insistência, o rapaz arrancou furioso com o carro.
Quando chegaram à casa da garota, ele desceu e deu a volta para abrir a porta do carona, mas viu algo que fez seu sangue gelar, um gancho sujo de sangue pendurado na maçaneta.