Em seu livro sobre Bruxaria Tradicional Balcânica, Radomir Ristic nos fornece imagens evocativas da natureza da bruxa como alguém que possui uma relação ou conexão com algum espírito vestido em trajes demoníacos. A conexão com este espírito o torna apto a fazer maravilhas e prodígios, voar noite a fora e agir de maneira que o coloca aparte do mundo ordinário. Ele ou ela é alguém que vê além dos véus do dia e da noite e vê o que há por trás de tais véus. Ristic também é claro ao revelar que na raiz da idéia da bruxa encontramos um conceito teológico bogomilo. Os Bogomilos acreditavam em um Deus Único, porém, eles também acreditavam em seu emissário e vigário, Satanael. Por esta razão temos o conceito dos dois Czares, o Czar dourado do Céu e o Czar prateado da Terra. Sua exposição sobre estes mistérios também foi expresso na antologia sobre Bruxaria Tradicional Serpent Songs, onde ele conclui que a influência bogomila fez o ‘caminho das avós’ sobreviver – foi este caminho que ficou conhecido como bruxaria.Bem Vindos
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quinta-feira, 30 de abril de 2015
Menu Artigos: O Diabo na Bruxaria
O DIABO NA BRUXARIA
Em seu livro sobre Bruxaria Tradicional Balcânica, Radomir Ristic nos fornece imagens evocativas da natureza da bruxa como alguém que possui uma relação ou conexão com algum espírito vestido em trajes demoníacos. A conexão com este espírito o torna apto a fazer maravilhas e prodígios, voar noite a fora e agir de maneira que o coloca aparte do mundo ordinário. Ele ou ela é alguém que vê além dos véus do dia e da noite e vê o que há por trás de tais véus. Ristic também é claro ao revelar que na raiz da idéia da bruxa encontramos um conceito teológico bogomilo. Os Bogomilos acreditavam em um Deus Único, porém, eles também acreditavam em seu emissário e vigário, Satanael. Por esta razão temos o conceito dos dois Czares, o Czar dourado do Céu e o Czar prateado da Terra. Sua exposição sobre estes mistérios também foi expresso na antologia sobre Bruxaria Tradicional Serpent Songs, onde ele conclui que a influência bogomila fez o ‘caminho das avós’ sobreviver – foi este caminho que ficou conhecido como bruxaria.
Em seu livro sobre Bruxaria Tradicional Balcânica, Radomir Ristic nos fornece imagens evocativas da natureza da bruxa como alguém que possui uma relação ou conexão com algum espírito vestido em trajes demoníacos. A conexão com este espírito o torna apto a fazer maravilhas e prodígios, voar noite a fora e agir de maneira que o coloca aparte do mundo ordinário. Ele ou ela é alguém que vê além dos véus do dia e da noite e vê o que há por trás de tais véus. Ristic também é claro ao revelar que na raiz da idéia da bruxa encontramos um conceito teológico bogomilo. Os Bogomilos acreditavam em um Deus Único, porém, eles também acreditavam em seu emissário e vigário, Satanael. Por esta razão temos o conceito dos dois Czares, o Czar dourado do Céu e o Czar prateado da Terra. Sua exposição sobre estes mistérios também foi expresso na antologia sobre Bruxaria Tradicional Serpent Songs, onde ele conclui que a influência bogomila fez o ‘caminho das avós’ sobreviver – foi este caminho que ficou conhecido como bruxaria.terça-feira, 28 de abril de 2015
Menu Artigos: Guildas de Magos
GUILDAS DE MAGOS
Autor Franciolli
Blog: Tomodevelino
Nenhuma cidade medieval fantástica está completa sem uma guilda de magos. Como outros membros da sociedade, os magos precisam de uma comunidade e segurança coletiva. Para determinar a viabilidade da guilda de magos, é preciso entender por que elas são formadas: quais benefícios elas oferecem, quais pagamentos financeiros e sociais seus membros fazem pelo privilégio da associação e o papel da guilda como regulador da cidade.
Red Wizards of Tthay
As guildas configuram-se como espaços para a convivência amigável, segurança e distinção social de acordo com a profissão ou ofício de seus membros. Uma guilda de magos oferece muitos benefícios para seus membros, tanto social quanto orientada ao arcanismo. Se um mago sofrer a última morte, a guilda assegurará um funeral apropriado e uma pensão para a viúva e seus filhos. Para os membros suficientemente ricos, a guilda pode garantir uma ressurreição. Em grandes cidades com guildas ricas, a guilda pode garantir acesso a centros de pesquisa, laboratórios, materiais especiais e componentes materiais. Onde mais um mago poderia ter fácil acesso as serpentes da cabeça de uma medusa, mesmo tendo que pagar o preço exorbitante da guilda? Outras possibilidade incluem o compartilhamento de aprendizado mágico, troca de magias, empréstimo/locação de itens mágicos. Banquetes de feriados e produções teatrais fazem grande sucesso nos salões da guilda e os tipos de músicas que os magos cantam depois de consumir jarros de cerveja são lendárias. Os magos também gostam de falar para audiências que entendam o que eles querem dizer com “Sim, eu tentei reverter o campo metamágico polarizando o flogisto; infelizmente, quando abri a caixa, o gato estava morto.”
Autor Franciolli
Blog: Tomodevelino
Nenhuma cidade medieval fantástica está completa sem uma guilda de magos. Como outros membros da sociedade, os magos precisam de uma comunidade e segurança coletiva. Para determinar a viabilidade da guilda de magos, é preciso entender por que elas são formadas: quais benefícios elas oferecem, quais pagamentos financeiros e sociais seus membros fazem pelo privilégio da associação e o papel da guilda como regulador da cidade.
Red Wizards of Tthay
As guildas configuram-se como espaços para a convivência amigável, segurança e distinção social de acordo com a profissão ou ofício de seus membros. Uma guilda de magos oferece muitos benefícios para seus membros, tanto social quanto orientada ao arcanismo. Se um mago sofrer a última morte, a guilda assegurará um funeral apropriado e uma pensão para a viúva e seus filhos. Para os membros suficientemente ricos, a guilda pode garantir uma ressurreição. Em grandes cidades com guildas ricas, a guilda pode garantir acesso a centros de pesquisa, laboratórios, materiais especiais e componentes materiais. Onde mais um mago poderia ter fácil acesso as serpentes da cabeça de uma medusa, mesmo tendo que pagar o preço exorbitante da guilda? Outras possibilidade incluem o compartilhamento de aprendizado mágico, troca de magias, empréstimo/locação de itens mágicos. Banquetes de feriados e produções teatrais fazem grande sucesso nos salões da guilda e os tipos de músicas que os magos cantam depois de consumir jarros de cerveja são lendárias. Os magos também gostam de falar para audiências que entendam o que eles querem dizer com “Sim, eu tentei reverter o campo metamágico polarizando o flogisto; infelizmente, quando abri a caixa, o gato estava morto.”sábado, 25 de abril de 2015
Menu Artigos: A Verdade da Bruxa
A VERDADE DA BRUXA
“Bruxaria é uma realidade poética – nascida das libélulas que tomaram forma nas fagulhas do martelo do primeiro ferreiro – e assim Ele forjou a Beleza na caverna da Sabedoria”
The Nocturnal Gospel, Frisvold & Ristic (obra em progresso)
Bruxaria Tradicional é a arte de forjar o mundo de acordo com o seu próprio Destino -mas é também a arte de moldar o Destino em algo bom e verdadeiro, tanto quanto forjar o mundo para que ele se curve à sua vontade, e fazer toda a natureza imóvel em seu momento de impossibilidade régia, onde você é Um.
Isso transforma a bruxa em uma trabalhadora do Destino – e isso atrai a necessidade de conhecer a alquimia secreta dentro da criação – e em particular, a própria natureza.
Qualquer tentativa de se definir a bruxaria tradicional será sempre um desafio – como ela é a definição do praticante desta arte, “a bruxa”. Andrew Chumbley refere a ela como a “arte sem nome”, os sábios escandinavos chamam-na simplesmente de “A Arte” e o poeta grego Kostis Palamas a chamou “o que ainda não tem nome”.
É justamente este anonimato da bruxaria que a define, o que dá um contraste interessante com o ditado basco, que diz: “Se tem um nome, existe” – sugerindo que a nomeação em si é dotada de forja mágica e força. Então, como vamos discutir formalmente e logicamente sobre bruxaria? Simplesmente não o faremos – porque a Arte fala com o coração e é compreendida pela mente – e nesse processo o eixo à compreensão da Divindade e todas as coisas divinas na criação é erigida e verticalizada.
“Bruxaria é uma realidade poética – nascida das libélulas que tomaram forma nas fagulhas do martelo do primeiro ferreiro – e assim Ele forjou a Beleza na caverna da Sabedoria”The Nocturnal Gospel, Frisvold & Ristic (obra em progresso)
Bruxaria Tradicional é a arte de forjar o mundo de acordo com o seu próprio Destino -mas é também a arte de moldar o Destino em algo bom e verdadeiro, tanto quanto forjar o mundo para que ele se curve à sua vontade, e fazer toda a natureza imóvel em seu momento de impossibilidade régia, onde você é Um.
Isso transforma a bruxa em uma trabalhadora do Destino – e isso atrai a necessidade de conhecer a alquimia secreta dentro da criação – e em particular, a própria natureza.
Qualquer tentativa de se definir a bruxaria tradicional será sempre um desafio – como ela é a definição do praticante desta arte, “a bruxa”. Andrew Chumbley refere a ela como a “arte sem nome”, os sábios escandinavos chamam-na simplesmente de “A Arte” e o poeta grego Kostis Palamas a chamou “o que ainda não tem nome”.
É justamente este anonimato da bruxaria que a define, o que dá um contraste interessante com o ditado basco, que diz: “Se tem um nome, existe” – sugerindo que a nomeação em si é dotada de forja mágica e força. Então, como vamos discutir formalmente e logicamente sobre bruxaria? Simplesmente não o faremos – porque a Arte fala com o coração e é compreendida pela mente – e nesse processo o eixo à compreensão da Divindade e todas as coisas divinas na criação é erigida e verticalizada.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Menu Artigos: Sangue Necessidade e a Casa da Noite
SANGUE, NECESSIDADE E A CASA DA NOITE
Bruxaria; este parece ter se tornado um termo insignificante — uma expressão abrangente para tudo o que é, em seu âmago, pagão e feiticeiro. Temos a nostalgia de algo, o desejo de um retorno que conduz à recriação de mistérios esquecidos e outros mais, que se rendem a uma paixão pela natureza, onde Natureza se torna o templo e o propósito. Outros ainda saúdam o diabólico e abraçam na bruxaria uma ‘contra-natureza’ para suas aspirações, enquanto ainda outros enxergam na bruxaria a continuação do culto à fertilidade ‘dionisíaco’ de Murray, que celebra a Grande Mãe.
Encontramos o termo ‘bruxaria’ utilizado como uma referência aos hábitos pagãos, ao naturalismo e uma série de práticas de tom mais sombrio. Em todas as suas variações, a idéia da bruxaria é diluída, enriquecida e amputada pela diversidade de práticas e inclinações que buscam este rótulo. Pode ser por isso que a que a arte das bruxas pode ser tomada por qualquer pessoa, assim como qualquer um pode se educar sobre um comércio ou arte através de alguns livros. Há outros que enveredam nos terrenos dos selvagens e há outros, por propósito ou acidente, que são reconhecidos como ‘o outro’ por um dos seus pares.
Bruxaria; este parece ter se tornado um termo insignificante — uma expressão abrangente para tudo o que é, em seu âmago, pagão e feiticeiro. Temos a nostalgia de algo, o desejo de um retorno que conduz à recriação de mistérios esquecidos e outros mais, que se rendem a uma paixão pela natureza, onde Natureza se torna o templo e o propósito. Outros ainda saúdam o diabólico e abraçam na bruxaria uma ‘contra-natureza’ para suas aspirações, enquanto ainda outros enxergam na bruxaria a continuação do culto à fertilidade ‘dionisíaco’ de Murray, que celebra a Grande Mãe.
Encontramos o termo ‘bruxaria’ utilizado como uma referência aos hábitos pagãos, ao naturalismo e uma série de práticas de tom mais sombrio. Em todas as suas variações, a idéia da bruxaria é diluída, enriquecida e amputada pela diversidade de práticas e inclinações que buscam este rótulo. Pode ser por isso que a que a arte das bruxas pode ser tomada por qualquer pessoa, assim como qualquer um pode se educar sobre um comércio ou arte através de alguns livros. Há outros que enveredam nos terrenos dos selvagens e há outros, por propósito ou acidente, que são reconhecidos como ‘o outro’ por um dos seus pares.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Menu Mitologia Oriental: Hattori Hanzo
HATTORI HANZO
Hattori Hanzo ( 服部半蔵?) , também conhecido como Hattori Masanari ( 服部正成? ) , foi um famoso samurai e ninja da era Sengoku , responsáveis por salvar a vida de Tokugawa Ieyasu e em seguida, ajudando-o a se tornar o governante do Reino Japão. Hoje, ele é muitas vezes um assunto de interpretação variada na moderna cultura popular .
Nascido filho de Hattori Yasunaga, um samurai menor no serviço do clã Matsudaira (mais tarde clã Tokugawa ). Ele viria a ganhar o apelido Oni no Hanzo ( 鬼の半蔵? , o demônio Hanzō), devida as destemidas e táticas de suas operações; isso é para distingui-lo de Watanabe Hanzo ( Watanabe Moritsuna ), que é apelidado de Yari no Hanzo ( 槍の半蔵 ) .
Hanzō nasceu e foi criado na Província de Mikawa , muitas vezes ele voltou a província de Iga , a casa da família Hattori. Ele lutou sua primeira batalha com a idade de 16 anos (um ataque noturno no castelo Udo) foi bem sucessido no resgate das filhas de tokugawa que foram feitas de refem no Castelo Kaminogō em 1562 e passou a sitiar o Castelo Kakegawa em 1569 . Ele serviu com distinção nas batalhas de Anegawa (1570) e Mikatagahara (1572).
Durante a Guerra de Tensho e Iga ele planejava uma defesa brillante da pátria ninja na província de Iga. Em 1579 contra Oda Nobukatsu o segundo filho de Oda Nobunaga ele lutou uma batalha valente, mas em última análise, um esforço desesperado para impedir a província de Iga de ser eliminada pelas forças sob o comando pessoal de Nobunaga em 1581.
Hattori Hanzo ( 服部半蔵?) , também conhecido como Hattori Masanari ( 服部正成? ) , foi um famoso samurai e ninja da era Sengoku , responsáveis por salvar a vida de Tokugawa Ieyasu e em seguida, ajudando-o a se tornar o governante do Reino Japão. Hoje, ele é muitas vezes um assunto de interpretação variada na moderna cultura popular .Nascido filho de Hattori Yasunaga, um samurai menor no serviço do clã Matsudaira (mais tarde clã Tokugawa ). Ele viria a ganhar o apelido Oni no Hanzo ( 鬼の半蔵? , o demônio Hanzō), devida as destemidas e táticas de suas operações; isso é para distingui-lo de Watanabe Hanzo ( Watanabe Moritsuna ), que é apelidado de Yari no Hanzo ( 槍の半蔵 ) .
Hanzō nasceu e foi criado na Província de Mikawa , muitas vezes ele voltou a província de Iga , a casa da família Hattori. Ele lutou sua primeira batalha com a idade de 16 anos (um ataque noturno no castelo Udo) foi bem sucessido no resgate das filhas de tokugawa que foram feitas de refem no Castelo Kaminogō em 1562 e passou a sitiar o Castelo Kakegawa em 1569 . Ele serviu com distinção nas batalhas de Anegawa (1570) e Mikatagahara (1572).
Durante a Guerra de Tensho e Iga ele planejava uma defesa brillante da pátria ninja na província de Iga. Em 1579 contra Oda Nobukatsu o segundo filho de Oda Nobunaga ele lutou uma batalha valente, mas em última análise, um esforço desesperado para impedir a província de Iga de ser eliminada pelas forças sob o comando pessoal de Nobunaga em 1581.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Menu Artigos: O que é Bruxaria Tradicional
O QUE É BRUXARIA TRADICIONAL
por: Draku-Qayin e Qelimath
“Você pode andar pelo caminho,
Você pode falar as palavras,
Mas você pode conjurar um espírito?”
Sentimos-nos honrados com o convite para contribuir com esta coluna sobre Bruxaria Tradicional aqui no blog “Teoria da Conspiração”, e é com humildade e os pés no chão que adentramos este espaço de compartilhamento de saberes, de generosidade e aceitação. É neste espírito que inflama a alma que iniciamos este pequeno ensaio de introdução no tema.
Cremos que “Bruxaria” tenha sido um assunto fascinante ou aterrorizante para todos os povos de todas as eras, e sua “função” constitui no único consenso eterno nela existente, pois dela nunca uma única forma prevalece perene dada à sua fluidez. A mídia replica a figura imutável e cada um interpreta de acordo com amplitude de sua visão. Para alguns, a bruxa é uma figura folclórica, mítica, uma fantasia – e para outros – ela é a portadora das chaves para inúmeras possibilidades ainda ocultas.
É possível coletar algumas percepções importantes dentro das muitas opiniões e disposições a respeito do tema, assim como é muito fácil ficarmos atordoados com o amontoado de teorias “esquizotéricas” sobre o tema. A confusão não é proveniente da simples gradação de refinamento cultural, mesmo porque esta é uma Arte que fala à mente do erudito com a mesma facilidade com a qual fala ao coração da benzedeira. É uma questão de afinidade energética, de marca em espírito e carne, e assim, a linguagem – por mais refinada que seja – ainda é pobre para expressar.
por: Draku-Qayin e Qelimath“Você pode andar pelo caminho,
Você pode falar as palavras,
Mas você pode conjurar um espírito?”
Sentimos-nos honrados com o convite para contribuir com esta coluna sobre Bruxaria Tradicional aqui no blog “Teoria da Conspiração”, e é com humildade e os pés no chão que adentramos este espaço de compartilhamento de saberes, de generosidade e aceitação. É neste espírito que inflama a alma que iniciamos este pequeno ensaio de introdução no tema.
Cremos que “Bruxaria” tenha sido um assunto fascinante ou aterrorizante para todos os povos de todas as eras, e sua “função” constitui no único consenso eterno nela existente, pois dela nunca uma única forma prevalece perene dada à sua fluidez. A mídia replica a figura imutável e cada um interpreta de acordo com amplitude de sua visão. Para alguns, a bruxa é uma figura folclórica, mítica, uma fantasia – e para outros – ela é a portadora das chaves para inúmeras possibilidades ainda ocultas.
É possível coletar algumas percepções importantes dentro das muitas opiniões e disposições a respeito do tema, assim como é muito fácil ficarmos atordoados com o amontoado de teorias “esquizotéricas” sobre o tema. A confusão não é proveniente da simples gradação de refinamento cultural, mesmo porque esta é uma Arte que fala à mente do erudito com a mesma facilidade com a qual fala ao coração da benzedeira. É uma questão de afinidade energética, de marca em espírito e carne, e assim, a linguagem – por mais refinada que seja – ainda é pobre para expressar.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Mitos e Lendas: Jack Risonho - Creepy Pasta
JACK RISONHO
Era um dia bonito de verão, meu filho James, de 5 anos, estava brincando lá fora, no quintal de nossa casa suburbana.
James sempre foi um menino quieto, ele brinca sozinho na maioria das vezes, ele nunca teve muitos amigos, mas sempre teve uma imaginação fértil.
Eu estava na cozinha alimentando o nosso cão Fido, quando ouvi algo que parecia James conversando com alguém no quintal. Não tenho certeza de quem ele poderia estar falando, ele poderia finalmente ter feito um amigo? Ser uma mãe solteira é difícil para mim, pois nem sempre posso me manter de olho no James, então decidi ir para fora para checar se ele estava bem.
Quando fui para o quintal e fiquei um pouco confusa, porque James era a única pessoa lá, ele estava falando com ele mesmo? Eu posso jurar que ouvi outra voz dizendo: ''James vamos! É hora de entrar. Eu o chamei e ele se sentou na mesa da cozinha. Era o lanche da tarde, então eu decidi fazer um sanduiche de peru.
''James, com quem você estava falando lá fora?'' Eu perguntei. Ele olhou para cima por um momento ''Era o meu novo amigo'' Ele disse sorrindo. Eu lhe servi um pouco de leite e continuei a perguntar, como qualquer boa mãe faria. '' Seu amigo tem um nome? Por que ele não veio lanchar com agente?'' James me fitou antes de responder.
'' Seu nome é Jack Risonho'' Eu fiquei um pouco desentendida quando ele me falou.
'' Nossa, que nome estranho! Como é seu amigo?'' Eu perguntei, um pouco confusa. ''Ele é um palhaço. Tem cabelo longo e um nariz listrado em forma de cone. Ele tem longos braços e calça larga e meias listradas. Ele sempre sorri''. Eu percebi que se tratava de um amigo imaginário. Supus que para crianças dessa idade, era comum ter amigos imaginários, especialmente quando não se tem amigos reais para brincar, provavelmente era apenas uma fase.
O resto do dia foi normal, e estava começando a ficar tarde, então eu pus James na cama, cobri ele e o beijei. Fiz questão de ver se sua luz noturna estava acesa. Eu estava muito cansada, então não demorou muito tempo para eu ir para a cama também, e tive um pesadelo horrível...
Era um dia bonito de verão, meu filho James, de 5 anos, estava brincando lá fora, no quintal de nossa casa suburbana.James sempre foi um menino quieto, ele brinca sozinho na maioria das vezes, ele nunca teve muitos amigos, mas sempre teve uma imaginação fértil.
Eu estava na cozinha alimentando o nosso cão Fido, quando ouvi algo que parecia James conversando com alguém no quintal. Não tenho certeza de quem ele poderia estar falando, ele poderia finalmente ter feito um amigo? Ser uma mãe solteira é difícil para mim, pois nem sempre posso me manter de olho no James, então decidi ir para fora para checar se ele estava bem.
Quando fui para o quintal e fiquei um pouco confusa, porque James era a única pessoa lá, ele estava falando com ele mesmo? Eu posso jurar que ouvi outra voz dizendo: ''James vamos! É hora de entrar. Eu o chamei e ele se sentou na mesa da cozinha. Era o lanche da tarde, então eu decidi fazer um sanduiche de peru.
''James, com quem você estava falando lá fora?'' Eu perguntei. Ele olhou para cima por um momento ''Era o meu novo amigo'' Ele disse sorrindo. Eu lhe servi um pouco de leite e continuei a perguntar, como qualquer boa mãe faria. '' Seu amigo tem um nome? Por que ele não veio lanchar com agente?'' James me fitou antes de responder.
'' Seu nome é Jack Risonho'' Eu fiquei um pouco desentendida quando ele me falou.
'' Nossa, que nome estranho! Como é seu amigo?'' Eu perguntei, um pouco confusa. ''Ele é um palhaço. Tem cabelo longo e um nariz listrado em forma de cone. Ele tem longos braços e calça larga e meias listradas. Ele sempre sorri''. Eu percebi que se tratava de um amigo imaginário. Supus que para crianças dessa idade, era comum ter amigos imaginários, especialmente quando não se tem amigos reais para brincar, provavelmente era apenas uma fase.
O resto do dia foi normal, e estava começando a ficar tarde, então eu pus James na cama, cobri ele e o beijei. Fiz questão de ver se sua luz noturna estava acesa. Eu estava muito cansada, então não demorou muito tempo para eu ir para a cama também, e tive um pesadelo horrível...
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