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segunda-feira, 30 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: Scylla

SCYLLA

Scylla ou Cilla em grego era uma ninfa que foi transformada em monstro marinho por ciumes.
Sua história começa quando Glauco um monstro marinho horrendo se apaixona pela maravilhosa ninfa Cilla, perdidamente apaixonado por sua beleza Glauco implora por sua atenção, mas por medo da aparência da criatura a ninfa se põe a fugir de tal forma que o monstro não à encontraria em nenhum dos quatro cantos do mundo ou nem mesmo percorrendo os sete mares. Desiludido e inconsolável Glauco procura por Circe uma feiticeira e pede sua ajuda a feiticeira promete ajuda, mas fica atraída por Glauco e se apaixona loucamente pelo monstro, sabendo do seu amor pela ninfa a bruxa encontra o local onde a ninfa costumava se banhar e coloca um feitiço na água quando a ninfa entra na água senti que algo esta estranho vê as bestas ao seu redor então pondo se a correr ela cai em si e percebe que as bestas fazem parte de seu corpo. Em suas lamúrias é encontrada por Glauco e corre para pedir sua ajuda, mas Glauco ao ver o monstro a qual a ninfa se transformará se afasta e diz que não a amará. A ninfa que já não era amada e já não possuía sua beleza, pôs se a esconder-se amargurada. 
E passou a aparecer a noite, nos portos da Grécia antiga, em forma de uma mulher coberta por um enorme véu em posição de oração. Quando os navegantes a viam, encantados por sua beleza, se aproximavam e no momento que estavam muito próximos, suas 6 bestas que se escondiam sobre o véu os atacavam, sendo elas: a águia, o lobo, a serpente, o morcego, o urso e a abelha. Esta foi a forma de vingança que Cila achou por não ter mais sua beleza e alguém que a amasse...

Anunnakis os Gigantes da mitologia - Documentário

Documentário sobre Gigantes da mitologia, com correlações com alienígenas. 

domingo, 29 de março de 2015

Menu Mitologia Egípcia: Cleopatra

CLEOPATRA

Cleópatra Thea Filopator  Alexandria, foi a última rainha da dinastia de Ptolomeu, general que governou o Egito após a conquista daquele país pelo rei Alexandre III da Macedônia. Era filha de Ptolomeu Auletes. O nome "Cleópatra" significa "glória do pai", "Thea" significa "deusa" e "Filopator" "amada por seu pai".
Cleópatra originalmente governou conjuntamente com seu pai Ptolemeu Auletes, e mais tarde com seus irmãos Ptolomeu XIII e XIV, com quem se casou como por costume egípcio, mas, eventualmente, ela tornou-se a única governante. Como faraó, ela consumou uma ligação com Júlio César, que solidificou sua posição no trono. Mais tarde, ela elevou seu filho com César, Cesário, para co-regente em nome.
Cleópatra foi uma grande negociante, estrategista militar, falava seis idiomas e conhecia filosofia, literatura e arte gregas.
Antes de falecer em 51 a.C.,7 Ptolomeu nomeou os seus filhos, Cleópatra e Ptolomeu XIII, que deveriam reinar juntos como novos soberanos do Egito. Seguindo o costume da sua dinastia, Cleópatra casou com o irmão que teria cerca de quinze anos de idade.
Os monarcas estavam cercados por homens da corte que ambicionavam o poder e que exerciam um domínio sobre o irmão de Cleópatra: Teódoto, preceptor de Ptolomeu XIII, o eunuco Potino e o oficial do exército Aquilas.
Desde o início Cleópatra compreendeu que Roma era a nova potência do Mediterrâneo e que caso desejasse manter-se no poder deveria manter relações amigáveis com ela.

sábado, 28 de março de 2015

Palestra Sobre Kabbalah (audio)

Sempre na busca de videos interessantes hoje trago a vocês amigos da Arcanoteca o Áudio da palestra do dia 23/11/2012 sobre a Kabbalah e os Deuses de todas as religiões, ministrada na Loja Teosófica liberdade. Para mais informações: www.deldebbio.com.br

sexta-feira, 27 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: As Ninfas - Nimphes

AS NIFAS - NIMPHES

Ninfa deriva do grego nimphe (Νύμφε), que significa "noiva", "velado", "botão de rosa", dentre muitos outros significados. As ninfas são espíritos, habitantes dos lagos e riachos, bosques, florestas, prados e montanhas. São frequentemente associadas a deuses e deusas maiores, como a caçadora Ártemis, ao aspecto profético de Apolo, ao deus das árvores e da loucura Dionísio, ao aspecto pastoreador de Hermes. Uma classe especial de ninfas, as Melíades, foram citadas por Homerocomo as mais ancestrais das ninfas. Enquanto as demais ninfas são normalmente filhas de Zeus, as Melíades descendem de Urano. Apesar de serem consideradas divindades menores, espíritos da natureza, as ninfas são divindades às quais todo o mundo Helénico prestava grande devoção e homenagem, e mesmo temor. De acordo com a mitologia grega, Hérmia era a rainha das fadas e ninfas. Embora não fossem imortais, as ninfas tinham vida muito longa e não envelheciam. Benfazejas, tudo propiciavam aos homens e à natureza. Tinham ainda o dom de profetizar, curar e nutrir. Encontramos vários tipos ou classes de Ninfas conforme os seus hábitos, ou as diferentes esferas naturais a que estão associadas.Entre as mais populares, classificamos:

quinta-feira, 26 de março de 2015

Menu Mitologia Grega: Dédalo

DÉDALO

Dédalo (em grego: Δαίδαλος, transl. Daídalos; em latim: Daedalos; em etrusco: Taitale) é uma personagem da mitologia grega, natural de Atenas e descendente de Erecteu. Notável arquitecto e inventor, cuja obra mais famosa é o labirinto que construiu para o rei Minos, de Creta, aprisionar o Minotauro , monstro filho de sua mulher. Dédalo nasceu em Atenas, sendo filho de Metion, filho de Eupalamus, filho de Erecteu.4 Ele tinha um sobrinho chamado Perdiz, filho de sua irmã, e um filho chamado Ícaro. Em seus primeiros anos a vida do arquitecto Dédalo foi um ato de descobrimento dos materiais, formas, volume e do próprio espaço. Certa vez, Dédalo estava ensinando tudo o que sabia para seu sobrinho Talos. Talos então inventa a roda do oleiro e o serrote de ferro. Dédalo, com inveja, assassina-o, é descoberto e condenado, e foge para Creta. Em Creta, Dédalo se torna amigo do rei Minos, mas ajuda Pasífae a se disfarçar de vaca para ser possuída pelo touro de Posidão. Desta relação nasce o Minotauro. Dédalo, em seguida, constroi o labirinto de Creta, para conter o minotauro.
Dédalo tinha um filho, Ícaro. Quando Minos descobriu que Dédalo tinha feito a vaca para Pasífae, este fugiu de Creta, com a ajuda de Pasífae. Ícaro fugiu com Dédalo, mas morreu em um acidente naval na ilha que passou a se chamar Icária. Dédalo se refugia na Sicília, na corte do rei Cócalo.
Diodoro apresenta a versão alternativa de que Dédalo fugiu de Creta voando: com seu engenho inigualável, constrói para si e para o filho dois pares de asas de penas, ligadas com cera, para fugirem. Ícaro, deslumbrado com a beleza do firmamento, sobe demasiado e o Sol derrete a cera de suas asas, precipitando-o nas águas do mar Egeu, enquanto Dédalo consegue chegar à Sicília. Diodoro Sículo comenta que ele não acredita muito nesta versão, mas não poderia deixar de mencionar este mito. Dédalo passou um bom tempo trabalhando para o rei Cócalo, construindo várias maravilhas.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Menu Mitologia Oriental: Myamoto Musashi

MYAMOTO MUSASHI 

Miyamoto Musashi (宮本武蔵?)(Harima, c. 1584 — Higo ,atualKumamoto, junho de 1645), também conhecido como Shinmen Takezō,Miyamoto Bennosuke ou pelo nomebudista Niten Dōraku, foi um famosoespadachim e ronin, por vezes identificado como um samurai, nascido onde hoje é o Japão moderno, criador do estilo de luta com duas espadas chamado Niten Ichi Ryu (ou Hyoho Niten Ichi Ryu Kenjutsu) e escritor do tratado sobre artes-marciais conhecido como o Livro dos Cinco Anéis.

Biografia

Era Tokugawa (1603-1868) MiyamotoMusashi (1584-1645) é um dos heróis nacionais do Japão. Vivendo num período histórico de transição, em que os tradicionais métodos dos samuraiseram aos poucos substituídos porarmas de fogo (ainda primitivas), ele simbolizou o auge do bushido (caminho do guerreiro), no qual um homem com uma espada na mão representava o máximo da realização individual.
Vários espadachins percorriam o país, alguns simplesmente procurando um adversário famoso como forma de promoção, outros realmente buscando aperfeiçoar sua técnica. Musashi era um destes aventureiros. Como narra na introdução de O Livro dos Cinco Anéis, nunca foi derrotado em combate, apesar de ter enfrentado mais de sessenta oponentes, algumas vezes mais de um simultaneamente.